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dc.contributor.advisorLino, Joselita Bezerra da Silvapt_BR
dc.contributor.authorLima, Robeilza de Oliveirapt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T15:06:47Z-
dc.date.available2010-05-06pt_BR
dc.date.available2014-12-17T15:06:47Z-
dc.date.issued2009-09-28pt_BR
dc.identifier.citationLIMA, Robeilza de Oliveira. O FRAGMENTO EM TUTAMÉIA E NO LIVRO SOBRE NADA. 2009. 133 f. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada; Literatura Comparada) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/16164-
dc.description.abstractThis study is connected to the research line Poéticas da Modernidade e Pós -Modernidade, of the Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem, in the subarea: Comparative Literature - CCHLA/UFRN. Its main goal is to see fragmentation of writing as an aesthetic resource highlighted in the work of Tutaméia by Guimarães Rosa (1908-1967), and in Livro sobre nada by Manoel de Barros (1916). We undertake as a starting point the view that these works are allegorical expressions. We have as a basis the German philosopher Walter Benjamin (1984) conception about baroque allegory, that uses amorphous fragment and constitutes a dialectical expression, in which each person, each thing, each relation, may mean any other one (1984, p. 196). We see the stylistic features as used by Guimarães Rosa and by Manoel de Barros in the construction of poetics capable of breaking the boundaries between artistic genres, literary and discursive, adding oral, musical and plastic elements to writing. We also analyze the development of fragmentary poetics, in which the voice of the narrator/lyrical I, the characters, space, plot and time exhibit the fragment as a factor that contributes to the great ambiguity of the two works and to create a new language, performative and vibrant, rich in alluring images, allegorieseng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFragmentaçãopor
dc.subjectImagempor
dc.subjectAmbiguidadepor
dc.subjectBarrocopor
dc.subjectmodernidadepor
dc.subjectFragmentationeng
dc.subjectImageseng
dc.subjectAmbiguityeng
dc.subjectBaroqueeng
dc.subjectmodernityeng
dc.titleO FRAGMENTO EM TUTAMÉIA E NO LIVRO SOBRE NADApor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos da Linguagempor
dc.contributor.authorIDCPF:03430281407por
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2450568232734384por
dc.contributor.advisorIDCPF:15491374415por
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4048330649545791por
dc.contributor.referees1Mello, Beliza áurea de Arrudapt_BR
dc.contributor.referees1IDCPF:07088892472por
dc.contributor.referees1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790357D0por
dc.contributor.referees2Santos, Derivaldo dospt_BR
dc.contributor.referees2IDCPF:65158598487por
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8615666365895204por
dc.contributor.referees3Barbosa, Márcio Veníciopt_BR
dc.contributor.referees3IDCPF:52327159687por
dc.contributor.referees3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5996363930384781por
dc.description.resumoO presente estudo está vinculado à linha de pesquisa Poéticas da Modernidade e da Pós-Modernidade, do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem, na área de Literatura Comparada - CCHLA/UFRN. Seu objetivo principal é observar a fragmentação da escritura como recurso estético privilegiado em Tutaméia, de Guimarães Rosa (1908-1967), e no Livro sobre nada, de Manoel de Barros (1916). Na pesquisa, adotamos como ponto de partida a visão de que essas obras são expressões alegóricas. Tomamos como base a concepção do filósofo alemão Walter Benjamin (1984) sobre a alegoria barroca, a qual se vale do fragmento amorfo e se constitui numa expressão dialética, em que cada pessoa, cada coisa, cada relação, pode significar qualquer outra (1984, p. 196). Observamos os recursos estilísticos usados tanto por Guimarães Rosa quanto por Manoel de Barros na construção de poéticas capazes de romper com os limites entre os gêneros artísticos, literários e discursivos, agregando à escrita elementos orais, musicais e plásticos. Analisamos ainda a elaboração de poéticas fragmentárias, em que a voz do narrador/eu-lírico, as personagens, o espaço, o enredo e o tempo exibem o fragmento como elemento que contribui para a grande ambiguidade das duas obras e para a criação de uma linguagem nova, performática e vibrante, rica em sedutoras imagens, alegoriaspor
dc.publisher.departmentLinguística Aplicada; Literatura Comparadapor
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA COMPARADApor
Appears in Collections:PPGEL - Mestrado em Estudos da Linguagem

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