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dc.contributor.advisorAlbuquerque Júnior, Durval Muniz dept_BR
dc.contributor.authorVentura, Leonardo Carneiropt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T15:25:24Z-
dc.date.available2014-12-11pt_BR
dc.date.available2014-12-17T15:25:24Z-
dc.date.issued2007-09-13pt_BR
dc.identifier.citationVENTURA, Leonardo Carneiro. Música dos espaços: paisagem sonora do Nordeste no movimento armorial. 2007. 200 f. Dissertação (Mestrado em História e Espaços) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2007.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/16995-
dc.description.abstractThis work exams the presence of music in the imaginary constitution of spaces, taking as study s object part of the musical production of the Armorial Movement, officially casted in 1970 in the city of Recife, Pernambuco. From that so called, by the Armorial s discourse, the essence of the brazilian northeastern popular art , the armorialists has intended to make an art that express an idea of northeasternity and brazility . Tries to demonstrate how the music has exerted a basic function of condensation and spreading of the armorial aesthetics, auditorily delimiting the territory of Brazilian Northeastern and, at the same time, trying to impose a sonority to it. This work still analyses the elaboration of what would be a proper soundscape of the Northeastern and how this elaboration passes trough the desire of crystallization of an idealized space, perpetual, escape line of the characteristic modernizing and postmodernizing experience of the twentieth century, product, in turn, of the anxiety of conservation of the Northeastern as a shelter to the traditions that has been evidenced by the construction of an visibility and, also, an audibility to the so called northeastern universe. It analyses, too, the way as works the confrontation between the idea of a so called northeastern soundscape - sonorous events set taken as typical from the rural space - and a sonorous archives series produced since 1920 with the regionalist discourse, showing how was elaborated an armorial music that has intended to represent the brazilian Northeastern. It evidences how, to the elaboration of armorial music, it was managed elements from the European musical culture so called scholar. It argues that the utilization of, to the manufacture of the armorial thinking and aesthetics, of a European mimical capital, so called that way by Stephen Greenblat, was consequence of the intellectual leadership of the Movement, centered in the writer Ariano Suassuna. It argues that Suassuna, followed by the musicians and the artists of the Movement, has searched to evidence a genetic linking between what he has considered the Brazilian true popular art and the medieval Iberian culture. For in such a way, the music was taken as a formation element of the social imaginary and directed to verify a relationship between the Northeastern idealized by the Armorial and the music produced by the Movement. This work has searched, therefore, through the analysis of the armorial music, to study the possible confluences between music and the space that has produced it to, by this analysis, to think the complicity between music and historyeng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectMúsica armorialpor
dc.subjectNordestepor
dc.subjectDiscurso regionalistapor
dc.subjectRepresentação espacialpor
dc.subjectArmorial musiceng
dc.subjectNortheasterneng
dc.subjectRegionalist discourseeng
dc.subjectSpacial representationeng
dc.titleMúsica dos espaços: paisagem sonora do Nordeste no movimento armorialpor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapor
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787535A2por
dc.contributor.referees1Peixoto, Renato Amadopt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4329353374197075por
dc.contributor.referees2Branco, Edwar de Alencar Castelopt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7810700788181646por
dc.description.resumoEste trabalho examina a presença da música na constituição imaginária dos espaços, tomando-se como objeto de estudo parte da produção musical do Movimento Armorial, lançado oficialmente em 1970 na cidade do Recife, Pernambuco. A partir daquilo que, segundo o discurso armorial, seria a essência da arte popular nordestina brasileira , os armorialistas pretenderam compor uma arte que expressasse uma idéia de nordestinidade e de brasilidade. Tenta-se aqui demonstrar de que maneira a música exerceu um papel fundamental de condensação e divulgação da estética armorial, delimitando auditivamente o território Nordeste e, ao mesmo tempo, procurando impor-lhe uma sonoridade. Este trabalho analisa ainda a elaboração do que seria uma paisagem sonora própria do Nordeste e como essa elaboração passa pelo desejo de cristalização de um espaço idealizado, eterno, linha de fuga da experiência modernizante e pós-modernizante característica do século XX, fruto, por sua vez, da ânsia pela conservação do Nordeste enquanto refúgio das tradições que ficou evidenciada pela construção, além de uma visibilidade, também de uma audibilidade para o dito universo nordestino. Analisa, também, a forma como se dá o confronto da idéia de paisagem sonora considerada nordestina - conjunto de eventos sonoros tidos como típicos do meio rural - com uma série de arquivos sonoros gestados a partir de 1920 junto com o discurso regionalista, mostrando como foi elaborada uma música armorial que pretendeu representar o espaço Nordeste. Constata como, para a elaboração da música armorial, foram agenciados, ainda, elementos da cultura musical européia considerada erudita. Argumenta que a utilização, para a manufatura do pensamento e da estética armorial, de um capital mimético europeu, assim definido por Stephen Greenblat, deveu-se à liderança intelectual do Movimento, centrada no escritor Ariano Suassuna. Discute que Suassuna, seguido pelos músicos e artistas do Movimento, buscou autenticar uma ligação genética entre o que ele considerou a verdadeira arte popular brasileira e a cultura ibérico-medieval. Para tanto, a música foi tomada como elemento de formação do imaginário social e direcionada no sentido de verificar uma relação entre o Nordeste idealizado pelo Armorial e a música produzida pelo Movimento. Este trabalho buscou, portanto, através da música armorial, estudar as possíveis confluências entre a música e o espaço em que ela foi produzida para, partindo dessa relação, pensar a cumplicidade entre música e históriapor
dc.publisher.departmentHistória e Espaçospor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
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