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Title: Prevalência e fatores de risco à persistência de hábitos bucais de sucção não nutritiva em crianças de 3 a 5 anos de idade
Other Titles: Prevalence study nonnutritive sucking behaviors and their risk factors, among children of 3-5 years-old in Natal city
Authors: Santos, Shirley Alexandre dos
Keywords: Hábitos bucais;Sucção do dedo;Prevalência;Oral habits, pacifier sucking, thumb sucking, prevalence
Issue Date: 19-May-2006
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SANTOS, Shirley Alexandre dos. Prevalence study nonnutritive sucking behaviors and their risk factors, among children of 3-5 years-old in Natal city. 2006. 72 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia Preventiva e Social; Periodontia e Prótese Dentária) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2006.
Portuguese Abstract: O estudo da prevalência e fatores de risco dos hábitos bucais de sucção não nutritiva é de grande relevância para a Odontologia Preventiva e Interceptativa porque abrange conhecimentos do crescimento e desenvolvimento dentofacial e os aspectos psicológicos relacionados aos mecanismos de instalação e persistência destes hábitos após a idade de 5 anos, onde começam a produzir alterações oclusais e faciais permanentes. Objetivo: Esse estudo objetiva verificar a prevalência de hábitos bucais e os prováveis fatores de risco à persistência dos mesmos. Metodologia: O presente trabalho pesquisou 1.190 crianças na faixa etária de 3 a 5 anos matriculadas em creches e pré-escolas das redes de ensino pública e privada da cidade do Natal. O instrumento utilizado para coleta de dados foi um questionário estruturado respondido pelos pais ou responsável. Resultados: Os resultados indicaram uma prevalência de 41% de hábitos de sucção não nutritiva, distribuídos em 28,5% sucção de chupeta e 12,5% sucção de dedo. Foi encontrada relação entre a presença de hábitos de sucção de chupeta e a idade, renda, tempo de amamentação e escolaridade dos pais (p<0,05). A prevalência do hábito de sucção do dedo esteve relacionada ao sexo, renda, escolaridade dos pais e posição da criança na família (p<0,05). A freqüência de hábitos de sucção apresentou associação com o sexo, idade e escolaridade da mãe (p<0,05). Amamentação inferior a 6 meses (ORaj=2,931), renda familiar maior que 5 salários (ORaj= 2,183) e idade de 3 anos (ORaj= 1,566) se apresentaram como fatores de risco independentes para o desenvolvimento do hábito de chupeta. Para o desenvolvimento do hábito de sucção do dedo, apenas ä posição de filho caçula (ORaj= 1,452) foi considerado fator de risco independente das demais variáveis. O sexo feminino (ORaj= 1,383) foi fator de risco independente quando se avaliou a freqüência do hábito. Obtivemos uma alta prevalência de hábitos de sucção não nutritiva na população estudada, onde as variáveis que demonstram influência estatisticamente significativa na persistência dos hábitos de sucção de chupeta foram a idade, o tempo de amamentação natural, renda familiar e a escolaridade dos pais, sendo que apenas as três primeiras mantiveram-se como fator de risco independentes das demais. Já a sucção de dedo, mostrou relação estatística com o sexo, escolaridade dos pais, renda familiar, posição da criança na família. Houve uma diminuição na incidência de hábitos de sucção de chupeta com o avançar da idade. Verificamos uma freqüência bastante elevada de sucção de chupeta em crianças amamentadas num período inferior a 6 meses, enquanto para o hábito de sucção de dedo, não observamos relação com o tempo de amamentação natural
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/17062
Appears in Collections:PPGOPS - Mestrado em Odontologia

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