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Título: Pitanga (Eugenia uniflora) desidratada por atomização e liofilização: Características físico-químicas, compostos bioativos e efeito sobre longevidade, estresse oxidativo e neurotoxicidade induzida em modelos in vivo Caenorhabditis elegans
Autor(es): Borges, Katia Cristina
Palavras-chave: Pitanga;Secagem;Compostos Bioativos;Neurotoxicidade;C. Elegans
Data do documento: 9-Mar-2015
Citação: BORGES, Katia Cristina. Pitanga (Eugenia uniflora) desidratada por atomização e liofilização: Características físico-químicas, compostos bioativos e efeito sobre longevidade, estresse oxidativo e neurotoxicidade induzida em modelos in vivo Caenorhabditis elegans. 2015. 212f. Tese (Doutorado em Engenharia Química) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: Considerado um dos países com a maior biodiversidade, o Brasil detém mais de 100.000 mil espécies de plantas distribuídas em diferentes biomas, incluindo uma diversidade de frutas tropicais e exóticas. Muitas delas ganharam popularidade e atingiram os mercados interno e externo, entretanto uma fração permanece pouco estudada. Dentre elas está a pitanga (Eugenia uniflora), fruta tropical cultivada no Nordeste com sabor, aroma e aparência apreciados, com considerável teor de vitamina A e C, além de substâncias biologicamente ativas, principalmente compostos fenólicos. Contudo, a disponibilidade do fruto apenas em determinadas estações do ano e sua alta perecibilidade, dificulta a conservação e armazenamento da fruta in natura. Assim, o presente trabalho avaliou a aplicação de dois processos de secagem (spray drying e liofilização) em duas variedades de pitanga (Eugenia uniflora), visando à obtenção de um produto com aplicação funcional. Foram determinadas as características físico-químicas (composição, cor, solubilidade e higroscopicidade), compostos bioativos (compostos fenólicos totais, carotenoides, antocianinas e ácido ascórbico), perfil fenólico (flavonoides, ácidos fenólicos, proantocianidinas e ácido elágico), funcionalidade in vitro (atividades antioxidante, antienzimática e antimicrobiana). Também foi avaliada a funcionalidade in vivo, utilizando o nematoide C. elegans como modelo para investigação da longevidade, estresse oxidativo e doenças neurodegenerativas (Alzheimer e Parkinson). A pesquisa apresenta dados inéditos sobre a potencialidade funcional e neuroprotetora dessa fruta tropical da biodiversidade brasileira, ainda pouco estudada.
metadata.dc.description.resumo: Considerado um dos países com a maior biodiversidade, o Brasil detém mais de 100.000 mil espécies de plantas distribuídas em diferentes biomas, incluindo uma diversidade de frutas tropicais e exóticas. Muitas delas ganharam popularidade e atingiram os mercados interno e externo, entretanto uma fração permanece pouco estudada. Dentre elas está a pitanga (Eugenia uniflora), fruta tropical cultivada no Nordeste com sabor, aroma e aparência apreciados, com considerável teor de vitamina A e C, além de substâncias biologicamente ativas, principalmente compostos fenólicos. Contudo, a disponibilidade do fruto apenas em determinadas estações do ano e sua alta perecibilidade, dificulta a conservação e armazenamento da fruta in natura. Assim, o presente trabalho avaliou a aplicação de dois processos de secagem (spray drying e liofilização) em duas variedades de pitanga (Eugenia uniflora), visando à obtenção de um produto com aplicação funcional. Foram determinadas as características físico-químicas (composição, cor, solubilidade e higroscopicidade), compostos bioativos (compostos fenólicos totais, carotenoides, antocianinas e ácido ascórbico), perfil fenólico (flavonoides, ácidos fenólicos, proantocianidinas e ácido elágico), funcionalidade in vitro (atividades antioxidante, antienzimática e antimicrobiana). Também foi avaliada a funcionalidade in vivo, utilizando o nematoide C. elegans como modelo para investigação da longevidade, estresse oxidativo e doenças neurodegenerativas (Alzheimer e Parkinson). A pesquisa apresenta dados inéditos sobre a potencialidade funcional e neuroprotetora dessa fruta tropical da biodiversidade brasileira, ainda pouco estudada.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22346
Aparece nas coleções:PPGEQ - Doutorado em Engenharia Química

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