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Título: Distribuição funcional de renda no Brasil (1955-2014)
Título(s) alternativo(s): Functional income distribution in Brazil (1955-2014)
Autor(es): Pereira, Daisy Caroline Nascimento
Palavras-chave: Distribuição de renda;Distribuição funcional de renda;Participação dos salários na renda nacional;Participação do capital na renda nacional
Data do documento: 31-Jul-2017
Citação: PEREIRA, Daisy Caroline Nascimento. Distribuição funcional de renda no Brasil (1955-2014). 2017. 105f. Dissertação (Mestrado em Economia) - Centro de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.
Resumo: Nas ciências econômicas são vastos os trabalhos que analisam a temática voltada às desigualdades econômicas, porém, uma das críticas feitas à literatura econômica contemporânea que estuda a desigualdade de renda é que esta, predominantemente, estuda aspectos relacionados à distribuição pessoal de renda (DPR), esquecendo-se de se aprofundar nas questões relacionadas à distribuição funcional de renda (DFR). Embora a DFR seja um aspecto importante no desenvolvimento de muitas teorias macroeconômicas, seu estudo ainda é muito negligenciado, tanto a nível internacional quanto nacional. Isso se deve, em grande parte, às limitações teóricas e metodológicas inerentes ao seu estudo. Apesar dessas limitações, existem diversos fatores que motivam seu estudo. Assim, o presente trabalho tem por objetivo analisar o comportamento histórico da Distribuição Funcional de Renda no Brasil entre 1955-2014. Analisamos o comportamento da DFR a partir de três fatores: produtividade real do trabalho, salários reais e o poder de barganha dos trabalhadores. A análise do poder de barganha dos trabalhadores foi realizada através da compreensão da evolução do Estado do Bem-Estar Social. Os resultados demonstram que, entre 1955 a 2014, a distribuição funcional de renda no Brasil apresentou comportamento cíclico. Em comparação internacional, percebe-se que a participação da renda do trabalho na renda nacional acompanhou a dinâmica internacional e que a DFR no Brasil é relativamente baixa, mesmo quando comparada com a de países pobres. Também verificamos que estudos voltados a DFR devem levar em consideração fatores conceituais, metodológicos e quantitativos, pois, não existe um consenso na literatura em relação as suas técnicas de mensuração. Através das metodologias apresentadas, percebe-se que o tratamento dado à renda dos autônomos (renda mista) é o principal fator que influencia a existência de diversas formas de estimação da participação da renda do trabalho na renda nacional. A pesquisa classifica-se como exploratória-descritiva, quali-quantitativa e os dados foram obtidos, majoritariamente, através das Contas Nacionais realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelos bancos de dados da International Labour Organization (ILO) e Organisation for Economic Co-operation and Deselopment (OECD).
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/24276
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