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Title: A capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico influencia na severidade da incontinência urinária e na qualidade de vida das mulheres
Authors: Neves, Ana Isabele Andrade
Keywords: Fraqueza muscular;Assoalho pélvico;Incontinência urinária;Índice de severidade da doença;Qualidade de vida
Issue Date: 28-Jun-2019
Citation: NEVES, Ana Isabele Andrade. A capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico influencia na severidade da incontinência urinária e na qualidade de vida das mulheres. 2019. 59f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) - Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: Introdução: Incontinência urinária (IU) é uma perda involuntária de urina que atinge até 60% da população feminina mundial. Mulheres com IU podem ter fraqueza dos músculos do assoalho pélvico (MAP), entretanto não foram encontrados estudos avaliando influência da força dos MAP na severidade da IU e qualidade de vida (QV) em incontinentes urinárias. Objetivo: Comparar a severidade da IU e QV entre mulheres incontinentes urinárias com fraqueza e com força normal dos MAP. Metodologia: Estudo observacional, realizado com 37 mulheres, divididas em dois grupos de acordo com a capacidade de contração dos MAP avaliada pela Escala Modificada de Oxford (EMO). Mulheres com contração dos MAP entre 0 e 2 graus na EMO formaram o Grupo MAP Fracos (GMAPF, n=20); e entre 3 e 5 graus o Grupo MAP Normais (GMAPN, n=17). Foi realizada a coleta de dados pessoais, avaliação da severidade da IU com Incontinence Severity Index Questionnaire (ISI-Q) e da QV com o King’s Health Questionnaire (KHQ). Na avaliação física foi realizado o teste do absorvente de 1 hora, Avaliação da Função e Manometria dos MAP. A análise estatística foi utilizado o testes de Mann-Whitney e Qui-quadrado, considerando p≤0,05. Resultados: O GMAPN teve pior QV relacionado ao domínio sono e disposição (p=0,048). Não houve diferença entre os grupos nos demais domínios do KHQ e na severidade da IU (p=0,257). Conclusão: A fraqueza dos MAP não apresentou pior severidade da IU ou QV, exceto no domínio sono e disposição.
Abstract: Introduction: Urinary incontinence (UI) is an involuntary loss of urine that affects up to 60% of the world's female population. Women with UI may have weakness of the pelvic floor muscles (PFM), however, no studies evaluating the influence of PFM strength on UI severity and quality of life (QOL) on urinary incontinence were found. Objective: To compare severity of UI and QOL among women with normal MAP strength and weakness. Methodology: An observational study was carried out with 37 women, divided into two groups according to the contraction capacity of the PFM evaluated by the Modified Oxford Scale (MOS). Women with PFM contractions between 0 and 2 degrees in the MOS formed the Weak PFM Group (WPFMG, n=20); and between 3 and 5 degrees the Normal PFM Group (NPFMG, n=17). Personal data collection, assessment of UI severity with Incontinence Severity Index Questionnaire (ISI-Q) and QOL with the King's Health Questionnaire (KHQ) were performed. In the physical evaluation, the 1 hour absorbent test, Function Evaluation and Manometry of the PFM were performed. In the statistical analysis, the Mann-Whitney and Chi-square tests were used, considering p≤0.05. Results: The NPFMG had a poor QOL related to the sleep and disposition domain (p=0.048). There was no difference between groups in the other KHQ domains and in the severity of UI (p=0.257). Conclusion: PFM weakness did not present worse severity of UI or QOL, except in the sleep and disposition domain.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/27526
Appears in Collections:FACISA - Mestrado em Ciências da Reabilitação

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