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dc.contributor.authorSilva, Edna Marques de Araújopt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T14:13:46Z-
dc.date.available2014-01-27pt_BR
dc.date.available2014-12-17T14:13:46Z-
dc.date.issued2013-08-20pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Edna Marques de Araújo. Imunoglobulina e e eosinófilos em crianças de área tropical, infectadas por ascaris lumbricoides. 2013. 71 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13297-
dc.description.sponsorshipUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAscaris lumbricoides. Imunoglobulina E. Imunidade adaptativa. Resposta Th2. Eosinófilospor
dc.titleImunoglobulina e e eosinófilos em crianças de área tropical, infectadas por ascaris lumbricoidespor
dc.typedoctoralThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúdepor
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3872552451523411por
dc.contributor.referees1Freire, Ana Cláudia Galvãopt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3215086103105355por
dc.contributor.referees2Freitas, Francisca Inês de Souzapt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0042795968321095por
dc.contributor.referees3Sales, Valéria Soraya de Fariaspt_BR
dc.contributor.referees3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8525532896559374por
dc.contributor.referees4Medeiros, Zulma Maria dept_BR
dc.contributor.referees4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4172369047278624por
dc.description.resumoEste trabalho objetivou estudar a imunoglobulina E total e específica para A. lumbricoides e eosinófilos em crianças de área endêmica, a fim de avaliar a resposta imune do tipo Th2 e relacionar os dados obtidos com a idade, sexo e intensidade da infecção numa população formada por 205 crianças com faixa etária de 1 a 10 anos, de ambos os sexos e baixo nível socioeconômico. Foram analisadas amostras fecais das crianças, pelos métodos de Blagg e Cols. e Kato-katz, determinadas as dosagens séricas de IgE total, IgE específica para A. lumbricoides, pelo método ImmunoCAP e realizada a contagem relativa de eosinófilos no sangue periférico. Os resultados revelaram uma ocorrência de 182 (88,8 %) para enteroparasitas, 168 (81,9%) para helmintos intestinais e 140 (68,3%) para A. lumbricoides. A mediana dos níveis séricos de IgE total e específica e o número de eosinófilos se apresentaram acima dos valores de referência padrão (mediana 480 kU/L, 0,74 kU/L e 8 %). Ocorreu uma diferença significante nos níveis de IgE total, IgE específica e no número de eosinófilos entre as crianças parasitadas por A. lumbricoides e as não parasitadas (p = 0,02; <0,01; < 0,03), no entanto, estes, não apresentaram diferença significativa com a idade e sexos das crianças e intensidade da infecção.Houve uma correlação positiva entre os níveis de IgE total e IgE específica (r = 0,55). Concluímos, portanto, que a infecção por enteroparasitas, em especial para o A. lumbricoides, induziu uma resposta imune do tipo Th2 com produção de IgE total e específica e eosinófilos nas crianças infectadaspor
dc.publisher.departmentCiências da Saúdepor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpor
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