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Title: Nexus: da relacionalidade do princípio à metafísica do inominável em Nicolau de Cusa
Authors: Teixeira Neto, José
Keywords: Nicolau de Cusa;metafísica;inominabilidade;nexus-conexio;Possest;Nicholas of Cusa;metaphysics;innominability;nexus-nonexio;possest
Issue Date: 23-Apr-2012
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: TEIXEIRA NETO, José. Nexus: da relacionalidade do princípio à metafísica do inominável em Nicolau de Cusa. 2012. 281 f. Tese (Doutorado em Metafísica) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.
Portuguese Abstract: Indicamos com a ideia de nexus ou conexio, pensada como conexão do inteligível com o inteligente na especulação de Nicolau de Cusa, o fundamento no qual a razão pode compreender e nomear, mesmo que inadequadamente, o que o intelecto vê incompreensível e inominável. Assim, abre-se um caminho para a nossa investigação: tomaremos a ideia de nexus como fundamental para a interpretação dos nomes divinos e para a metafísica do inominável e mostraremos como nos nomes divinos, principalmente no possest, espelha-se a Trindade, a relacionalidade do princípio e, portanto, também o nexus. Para tanto, será necessário pensarmos algumas questões prévias: situaremos Nicolau de Cusa na tradição medieval do neoplatonismo cristão; retomaremos algumas discussões sobre o problema da nomeação e da filosofia da linguagem no seu pensamento; refletiremos como esse pensamento se molda a partir do diálogo ativo com a tradição e como a sua especulação se constitui a partir da relação dialética e dinâmica entre filosofia e teologia, que será pensada em nosso texto por meio da relação entre fé e conhecimento intelectual (intellectus). Após esclarecermos essas questões introdutórias, passaremos a considerar a compreensão trinitária do princípio fundante e a especulação sobre o nexus, tomando como ponto de partida o De venatione sapientiae, em que o nexus ou conexio é pensado como um campo de caça da sabedoria e o Primeiro Livro do De docta ignorantia, no qual o Máximo é já pensado como uno e trino. A partir do Segundo Livro dessa mesma obra e do Idiota. De mente mostraremos em que sentido o universo e a mens, enquanto imago dei, imitam a Trindade eterna. Por último, retomaremos a noção de scientia aenigmatica do De beryllo e algumas indicações para esclarecer que Nicolau de Cusa assume os nomes divinos como enigmas. Finalmente, tentaremos mostrar que os nomes enigmáticos também espelharão o princípio unitrino. Assim, retomaremos previamente alguns traços desse aspecto em alguns nomes divinos e em textos do período tardio para depois concluirmos com aquele que em si mesmo já indica o nexus e, portanto, a Trindade: possest
Abstract: We indicate the idea of nexus or conexio, thought of as intelligible connection with the intelligent, the foundation on which the reason why you can understand and name, even if inadequately, what the intellect sees incomprehensible and unnameably. Thus, it opens a way for our research: we will take the idea of nexus as fundamental to the interpretation of the divine names and the "metaphysics of the unnameably" and we show how the divine names, mainly in possest, mirrored in the Trinity, relatedness of the principle and therefore also the nexus. For that you need to think some preliminary questions: we will place Nicholas of Cusa in the tradition of medieval Christian Neoplatonism, we resume some discussions on the problem of naming and the philosophy of language in his thinking, we will reflect such thinking is molded from active dialogue with the tradition and how it is your speculation is founded upon the dynamic and dialectical relationship between philosophy and theology to be thought of in our text using the relationship between faith and understandig (intellectus). After introductory clarify these issues we will come to consider introductory understanding of the Trinitarian Beginning and speculation about the nexus taking as its starting point from where the De venatione sapientiae nexus or conexio is designed as a hunting field of wisdom and the First Book of De docta ignorantia where the maximum is now thought of as one and triune. From the Second Book of the same work and the Idiota. De mente we will show in what sense the universe and men, as imago dei, imitate the eternal Trinity. Finally, we will resume the notion of the scientia aenigmatica of De beryllo and some information that will clarify that Nicholas assumes the divine names as enigmas. Finally, we will try to show that the enigmatic or symbolic names also mirror the triune Beginning principle. So, before we return some traces of this aspect in some divine names and texts of the "late period" and then conclude with that which in itself already indicates the nexus and therefore the trinity: possest
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/16455
Appears in Collections:PPGFIL - Doutorado em Filosofia

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