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Title: Treinamento muscular inspiratório para asma: revisão sistemática com metanálise
Authors: Silva, Ivanizia Soares da
Keywords: Revisão. Metanálise. Ensaio clínico controlado. Asma. Músculos Respiratórios. Exercício;Review. Meta-analysis. Controlled Clinical trial. Asthma. Respiratory Muscle. Exercise
Issue Date: 17-Dec-2012
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SILVA, Ivanizia Soares da. Treinamento muscular inspiratório para asma: revisão sistemática com metanálise. 2012. 113 f. Dissertação (Mestrado em Movimento e Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.
Portuguese Abstract: No paciente asmático, a hiperinsuflação pulmonar coloca os músculos inspiratórios em uma posição desfavorável na relação comprimento-tensão, reduzindo a capacidade de gerar tensão. O aumento na área de secção transversa dos músculos inspiratórios poderia reverter ou atrasar a deterioração da função muscular inspiratória. Objetivo: Avaliar a evidência da eficácia do treinamento muscular inspiratório (TMI) com um dispositivo externo em pacientes com asma. Métodos: O tipo de estudo utilizado foi uma revisão sistemática com metanálise. As fontes pesquisadas foram o Cochrane Airways Group Specialised Register of trials, Cochrane Central Register of Controlled Trials (The Cochrane Library Issue 11 of 12, 2012), MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL, AMED, ClinicalTrials.gov e lista de referências dos artigos. Todas as bases de dados foram pesquisadas desde seu início até novembro de 2012 e não houve restrição de idioma. Foram considerados para inclusão ensaios clínicos controlados e randomizados envolvendo o uso de um aparelho de treinamento muscular inspiratório externo versus um controle (placebo ou sem aparelho). Dois revisores independentemente selecionaram os artigos para inclusão, avaliaram o risco de viés e extraíram os dados dos estudos incluídos. Resultados: Um total de cinco estudos envolvendo 113 pacientes asmáticos foram incluídos na revisão, sendo 3 destes ensaios desenvolvidos pelo mesmo grupo. Os estudos incluídos mostraram que o TMI aumenta significativamente a pressão inspiratória máxima (DM 13.34 cmH2O, 95% IC 4.70 à 21.98), contudo existiu um largo intervalo de confiança. Não houve diferença significativa entre o grupo TMI e o grupo controle para pressão expiratória máxima, taxa de pico de fluxo expiratório, volume expiratório forçado no primeiro segundo, capacidade vital forçada, sensação de dispneia e uso de beta2-agonista. Nenhum estudo investigou os seguintes desfechos: exacerbações que requereram o uso de corticosteroides inalado ou oral ou visita ao serviço de emergência médica, endurance dos músculos inspiratórios, admissão no hospital e dias de falta ao trabalho ou escola. Conclusões: Não existe evidência conclusiva para apoiar ou refutar o uso do TMI para a asma, uma vez que a evidência foi limitada pelo pequeno número de ensaios incluídos, reduzido número de participantes e risco de viés. Mais estudos randomizados e controlados bem xiv conduzidos são necessários, tais ensaios devem investigar a força muscular respiratória, exacerbações, função pulmonar, sintomas, admissão no hospital, uso de medicamentos e dias de falta ao trabalho ou escola. O TMI deve também ser avaliado no contexto de asma mais grave
Abstract: In asthmatic, the lung hyperinflation leaves the inspiratory muscle at a suboptimal position in length-tension relationship, reducing the capacity of to generate tension. The increase in transversal section area of the inspiratory muscles could reverse or delay the deterioration of inspiratory muscle function. Objective: To evaluate the evidence for the efficacy of inspiratory muscle training (IMT) with an external resistive device in patients with asthma. Methods: A systematic review with meta-analysis was carried out. The sources researched were the Cochrane Airways Group Specialised Register of trials, Cochrane Central Register of Controlled Trials (The Cochrane Library Issue 11 of 12, 2012), MEDLINE, EMBASE, PsycINFO, CINAHL, AMED, ClinicalTrials.gov and reference lists of articles. All databases were searched from their inception up to November 2012 and there was no restriction on the language of publication. Randomised controlled trials that involved the use of an external inspiratory muscle training device versus a control (sham or no inspiratory training device) were considered for inclusion. Two reviewers independently selected articles for inclusion, evaluated risk of bias in studies and extracted data. Results: A total of five studies involving 113 asthmatic patients were included. Three clinical trials were produced by the same group. The included studies showed a significant increase in maximal inspiratory pressure (MD 13.34 cmH2O, 95% CI 4.70 to 21.98), although the confidence intervals were wide. There was no statistically significant difference between the IMT group and the control group for maximal expiratory pressure, peak expiratory flow rate, forced expiratory volume in one second, forced vital capacity, sensation of dyspnea and use of beta2-agonist. There were no studies describing exacerbation events that required a course of oral and inhaled corticosteroids or emergency department visits, inspiratory muscle endurance, hospital admissions and days of work or school. Conclusions: There is no conclusive evidence in this review to support or refute inspiratory muscle training for asthma, once the evidence was limited by the small number of studies included, number of participants in them together with the risk of bias. More well conducted randomized controlled trials are needed, such trials should investigate respiratory muscle strength, exacerbation rate, lung function, symptoms, hospital admissions, use of medications and days off work or school. IMT should also be assessed in the context of more severe asthma
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/16727
Appears in Collections:PPGFS - Mestrado em Fisioterapia

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