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Title: Validação da escala de fatigabilidade percebida para avaliação da fadiga em idosas
Authors: Barbosa, Juliana Fernandes de Souza
Keywords: Fadiga. Idoso. Esforço físico;Fatigue. Aged. Physical exertion
Issue Date: 18-Dec-2013
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: BARBOSA, Juliana Fernandes de Souza. Validação da escala de fatigabilidade percebida para avaliação da fadiga em idosas. 2013. 91 f. Dissertação (Mestrado em Movimento e Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Portuguese Abstract: O termo fatigabilidade diz respeito ao grau de fadiga associada à realização de uma atividade de qualquer natureza (física, mental, emocional e/ou social). Nos últimos anos foram criadas escalas de avaliação da fatigabilidade na língua inglesa, porém, existem lacunas no tocante à validade dessas escalas em relação ao consumo de oxigênio e níveis de fadiga percebida. Objetivo: Averiguar a validade da escala de fatigabilidade percebida para avaliação da fadiga em idosas frágeis e não frágeis, antes e após um teste de caminhada padronizado, por meio da análise cinética dos gases expirados. Métodos: Trata-se de um estudo de validação, onde foram avaliadas 48 idosas. A avaliação foi realizada em dois momentos distintos. No primeiro, foram coletados os dados sócios demográficos, além da avaliação da função cognitiva, saúde física, e do fenótipo da fragilidade. O segundo momento foi composto pelo teste de caminhada de 6 minutos (TC6M) associado a análise cinética dos gases expirados e da avaliação da fatigabilidade percebida. Para análise estatística foi realizada uma análise descritiva e em seguida foi utilizado o teste de correlação de Pearson para avaliar a relação entre a medida de fatigabilidade percebida e com as variáveis: Consumo de oxigênio (VO2), Produção de dióxido de carbono (VCO2) e Razão de troca respiratória (RER) pré e pós TC6M. Foi utilizado um modelo regressão linear considerando inicialmente as seguintes variáveis explicativas: idade, Índice de Massa Corpórea (IMC), presença de fragilidade, número de comorbidades, nível de atividade física habitual, distância percorrida no TC6M, custo energético da caminhada e gravidade da fatigabilidade no desempenho. Resultados: A amostra final foi composta por 44 idosas, 4 idosas foram excluídas por não completarem todas as etapas do estudo. A média de idade obtida foi 75 anos (± 7,2 anos). Não foi observada correlação significativa entre as medidas de fatigabilidade com os valores de VO2 (r=.09, p=.56), VCO2 (r=.173, p=.26), RER (r=-.121, p=.43). O modelo final da regressão linear demonstrou que o custo energético da caminhada, o nível habitual de atividade física e a gravidade da fatigabilidade no desempenho explicaram 83,5% (R2=0,835; p<0,01) da variação na gravidade da fatigabilidade percebida. Conclusão: Nossos achados demonstram uma relação entre a maior gravidade de fatigabilidade percebida e menores níveis de atividade física e maior custo energético durante o teste de caminhada. Esses achados sugerem que a análise da fatigabilidade usando uma simples escala numérica é válida e viável para avaliaçao da fadiga em idosas
Abstract: The term fatigability concerns the degree of fatigue associated with performing an activity of any type (physical, mental, emotional and / or social). Recently scales for assessing fatigue in the English language were created, however, gaps exist regarding the validity of these scales in relation to oxygen consumption and levels of perceived fatigue. Objective: To investigate the validity of perceived fatigability scale in older women frail and non-frail by the expired gases kinetics. Methods: This is a study of type validation, where were evaluated 48 elderly. The evaluation was conducted at two different sessions. In the first, data were collected demographic partners, as well as assessment of cognitive function, physical health, and the phenotype of frailty. The second was composed by the test 6-minute walk (6MWT) associated the expired gases kinects and assessment of perceived fatigability. Statistical analysis was performed a descriptive analysis and then we used the Pearson correlation test to evaluate the relationship between the measure of perceived fatigue and variables oxygen consumption (VO2), carbon dioxide production (VCO2), respiratory exchange ratio (RER)before and after 6MWT. We used a linear regression model initially considering the following explanatory variable: age, Body Mass Index (BMI), presence of frailty, comorbidities, level of physical activity, distance covered in the 6MWT , the energy cost of walking and severity of fatigability on performance. Results: The final sample consisted of 44 elderly women, 4 elderly were excluded because they didn t complete all phases of this study. The mean age obtained was 75 years (± 7.2 years). There was no significant correlation between fatigability measures and the values of VO2 ( r = .09 , p = .56 ) , VCO2 ( r = .173 , p = .26 ) , RER ( r = - .121 , p = .43 ). The final linear regression model showed that the energy cost of walking, the usual level of physical activity and the performance severity of fatigability explained 83.5 % (R2 = 0.835, p < 0.01) of the variation in the perceived fatigability. Conclusion: Our findings indicate a relationship between greater severity of fatigability and lower levels of physical activity and increased energy cost in walking, suggesting that the fatigability analyses using a simple numeric scale is valid and viable for assessment of fatigue in older women
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/16740
Appears in Collections:PPGFS - Mestrado em Fisioterapia

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