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dc.contributor.advisorAlbuquerque Júnior, Durval Muniz dept_BR
dc.contributor.authorFreire, Diego José Fernandespt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T15:25:22Z-
dc.date.available2014-09-10pt_BR
dc.date.available2014-12-17T15:25:22Z-
dc.date.issued2014-02-24pt_BR
dc.identifier.citationFREIRE, Diego José Fernandes. Contando o passado, tecendo a saudade: a construção simbólica do engenho açucareiro em Jose Lins do Rego (1919-1943). 2014. 318 f. Dissertação (Mestrado em História e Espaços) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/16985-
dc.description.abstractIn this work I have searched the symbolical sense of a specific place. I have started from the theoretical assumption that places are social relations resulting from material and symbolical conditions developed in a certain time and by certain factors. In this sense, I have analyzed the symbolical aspect of sugar plantation from some literary works created by the writer José Lins do Rego from the state of Paraíba. I intend to analyze the symbolical dimension senses, values and images used by this writer to show the sugar plantation. Giving special attention to the works from the named cycle of sugar plantation , I have searched for the senses and meanings used in José Lins do Rego literary discourse to create a fictional sugar plantation, showing this place in a specific way. Based in cultural history, I have used several sources: literary works, prefaces of books, memory works, journalistic works, letters written by intellectual men and history books. My time of analysis is from 1919 the beginning of José Lins do Rego s intellectual activity - until 1943 publication of Fogo Morto, last literary work that I have analyzed. In symbolical terms, what is sugar plantation, this place that has totally touched José Lins do Regos life and literary work? That was the structural question that has determined the present researcheng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectJosé Lins do Rego. Literatura. Engenho. Construção simbólicapor
dc.subjectJosé Lins do Rego. Literature. Sugar plantation. Symbolical senseeng
dc.titleContando o passado, tecendo a saudade: a construção simbólica do engenho açucareiro em Jose Lins do Rego (1919-1943)por
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7824839450030326por
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787535A2por
dc.contributor.referees1Arrais, Raimundo Pereira de Alencarpt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8252775667149757por
dc.contributor.referees2Nicolazzi, Fernando Felizardopt_BR
dc.contributor.referees2LattesNICOLAZZI, Fernando Felizardopor
dc.description.resumoInvestigamos neste trabalho a construção simbólica de uma determinada espacialidade. Partimos do pressuposto teórico que os mais diferentes espaços são construções sociais, fruto de investimentos materiais e simbólicos, realizados em dados momentos e por determinados fatores. Nesse sentido, examinamos a fabricação simbólica do engenho açucareiro a partir de algumas produções literárias do romancista paraibano José Lins do Rego. Almejamos inquirir acerca da dimensão simbólica significados, valores e imagens mobilizada por esse literato para constituir a propriedade canavieira. Concedendo uma atenção especial às obras do chamado ciclo da cana de açúcar , questionamos-nos sobre os sentidos e significados agenciados pelo discurso literário de José Lins para ficcionar o engenho, forjando essa espacialidade de uma dada maneira. Situando-nos no campo da história cultural, trabalhamos com uma variedade de fontes: romances literários, prefácios de livros, escritos memorialísticos e jornalísticos, cartas trocadas entres intelectuais e livros de história. Nosso recorte temporal vai de 1919 início da atividade intelectual de José Lins - a 1943 publicação de Fogo Morto, último romance por nós analisado. Em termos simbólicos, o que seria o engenho, essa espacialidade que marcou soberanamente a vida e a obra literária de José Lins do Rego? Foi o questionamento estrutural que moveu a corrente pesquisapor
dc.publisher.departmentHistória e Espaçospor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApor
Appears in Collections:PPGH - Mestrado em História

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