Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/20171
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorYamamoto, Maria Emilia-
dc.contributor.authorOliveira, Eduardo Bitencourt de-
dc.date.accessioned2016-04-05T19:45:35Z-
dc.date.available2016-04-05T19:45:35Z-
dc.date.issued2015-06-05-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Eduardo Bitencourt de. A influência da relevância social no viés de grupo. 2015. 85f. Dissertação (Mestrado em Psicobiologia) - Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/20171-
dc.description.abstractBehaviors found in every culture, general human tendencies, are knew in Evolutionary Psychology as evolved psychological mechanisms. Those behaviors date back the Environment of Evolutionary Adaptedness, and a well know example of such behavior is the group bias (or intergroup bias). This bias consists of recognizing members of your own group and favor them, while disregarding or even harming outsiders. This behavior was and still is extensively studies, among the most important conclusions about this phenomenon is the Minimal Groups Paradigm, in which it was discovered that the group bias could trigger even when the groupings were done in following very arbitrary criteria. In the current study, our goal was to test if the participants, when playing an economic game, would behave in a similar fashion under a minimal group situation and real groups, with social meaning. With this in mind we made two experimental conditions, a Low Social Meaning one (LSM) where the groups were represented by letters (H, B, O and Y) in which participants would be ramdomly assorted to each group; and the High Social Meaning condition (HSM) in which religion was used as a group marker, containing the two most dominating religious groups in Brazil, catholic and evangelic, another group containing all the other affiliations e the fourth and last group representing atheists and agnostics. The ratio of donations in-group/out-group was roughly the same across both conditions. However, the amount of wafers donated to ingroup was significantly bigger in the HSM condition. By verifying which aspects of the individual best predicted the observed group bias, we discovered that the in-group Entitativity perception as well as the Group Identification were the most relevant variables, however, only in the HSM condition. Simultaneously, by verifying the generosity, biased or not, we observed that the agreeableness personality factor was the only variable able to predict it, and only in the LSM condition. We conclude that our generosity, or the lack of it, is for most part defined by our personality, the Agreeableness factor in particular. But this very generosity can be biased by the social meaning of the involved groups and that, if the social meaning is big enough, even people who, thanks to their personality, normally wouldn’t show generosity, are able to do so when the receiver is an in-group member.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectViés de grupopt_BR
dc.subjectGenerosidadept_BR
dc.subjectCooperaçãopt_BR
dc.subjectPsicologia evolucionistapt_BR
dc.subjectRelevância socialpt_BR
dc.titleA influência da relevância social no viés de grupopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOBIOLOGIApt_BR
dc.contributor.authorIDpt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6219087723958410-
dc.contributor.advisorIDpt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1410667846560350-
dc.contributor.advisor-co1Hattori, Wallisen Tadashi-
dc.contributor.advisor-co1IDpt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9220912064138283-
dc.contributor.referees1Oliva, Angela Josefina Donato-
dc.contributor.referees1IDpt_BR
dc.contributor.referees2Alencar, Anuska Irene de-
dc.contributor.referees2IDpt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3862711030465297-
dc.description.resumoComportamentos encontrados em todas as culturas, tendências gerais do ser humano, são conhecidos dentro da Psicologia Evolucionista como mecanismos psicológicos evoluídos. Esses comportamentos remontam ao Ambiente de Adaptação Evolutiva, e um exemplo bem conhecido deste tipo de comportamento é o viés de grupo (ou viés intergrupo). Este viés consiste em reconhecer membros do próprio grupo e favorecê-los, enquanto negligencia ou mesmo prejudica membros de outros grupos. Este comportamento foi e ainda é extensivamente estudado, entre as principais conclusões sobre o fenômeno encontra-se o Paradigma dos Grupos Mínimos, onde se descobriu que o viés intergrupo poderia se manifestar mesmo quando a divisão de grupos seguia critérios bastante arbitrários. No presente estudo, nosso objetivo foi testar se os participantes, ao realizar um jogo econômico, se comportavam da mesma maneira em uma situação de grupos mínimos e de grupos reais, com relevância social. Com esse propósito criamos duas condições experimentais, a condição de Baixa Relevância Social (BRS) onde os grupos eram representados por letras (H, B, O e Y) com participantes sendo aleatoriamente alocados para cada grupo; e a condição de Alta Relevância Social (ARS), em que a religião foi usada como marcador de grupo e continha os dois grupos religiosos mais dominantes no Brasil, católicos e evangélicos, um grupo contendo todas as outras filiações religiosas e o quarto e último grupo representando ateus e agnósticos. A razão de doações in-group/out-group foi aproximadamente igual entre ambas as condições. No entanto, a quantidade de wafers doada para o próprio grupo foi significativamente maior na condição ARS.Ao verificar quais aspectos de cada indivíduo melhor previam o viés de grupo observado, descobrimos que a percepção da Entitatividade in-group, assim como a Identificação do Grupo, foram as variáveis mais relevantes, porém, só na condição ARS. Simultaneamente, ao verificar a generosidade, enviesada ao grupo ou não, observamos que o fator de personalidade Socialização foi a única variável capaz de prevê-la, e apenas na condição BRS.Concluímos que a nossa generosidade, ou falta dela, é em grande parte definida pela nossa personalidade, em particular o fator Socialização. Mas essa mesma generosidade pode ser enviesada pela relevância social dos grupos envolvidos e que, se esta última for alta o suficiente, mesmo pessoas que, graças a sua personalidade, normalmente não apresentam generosidade, são capazes de demonstrá-la quando o beneficiário é um membro de seu próprio grupo.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS: PSICOBIOLOGIApt_BR
Appears in Collections:PPGPSICO - Mestrado em Psicobiologia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
EduardoBitencourtDeOliveira_DISSERT.pdf1,41 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.