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dc.contributor.advisorRangel, Edna Maria-
dc.contributor.authorMelo, Mirlene Coutinho de-
dc.date.accessioned2016-05-11T23:54:36Z-
dc.date.available2016-05-11T23:54:36Z-
dc.date.issued2015-07-30-
dc.identifier.citationMELO, Mirlene Coutinho de. Canto de muro: a construção de um mundo de papel. 2015. 89f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/20432-
dc.description.abstractEl corpus de esta investigación es el trabajo de Canto de Muro (1959), el escritor Luís da Câmara Cascudo. Es una novela de costumbres, que cuenta en su estructura temática y compositiva, la claridad científica asociada con poética. El trabajo es la narración de la vida, las aventuras y la muerte de los animales que viven en el patio de una granja urbana en el Tirol, un lugar que Cascudo investiga las actitudes y los comportamientos cotidianos de los animales desde la perspectiva naturalista (científica), social (todos los días ) y poética (idioma). Desde esta perspectiva, este estúdio tiene como objetivo conocer y analizar la presencia de la intertextualidad para la construcción de la narrativa cascudiana, en el que se pudo comprobar la existencia de otros textos ambos estudios divulgados de Historia Natural, en la cultura popular, que contribuyen a la formación del texto la literatura y la cultura y la memoria colectiva. Por lo tanto, con el fin de fundamentar nuestro pensamiento sobre la intertextualidad, se basan en las teorías de los siguientes académicos: Compagnon (1996) y Kristeva (2005), que nos subvencionan sobre la pr esencia de epígrafes, citas y notas al pie. Además, antes de entrar en el campo de la intertextualidad también reflexionar sobre el memorioso y autoficionais elementos que forman parte de la obra, contemplando el principal teórico contribuciones Brandão (2008) y Bosi (2006) discutiendo con propiedad estas reflexiones. De esta manera, nos damos cuenta de que es necesaria la intertextualidad em Canto do Muro para establecer la relación entre ambos el texto literario y el texto científico.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCanto de Muropt_BR
dc.subjectIntertextualidadept_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectAutoficçãopt_BR
dc.titleCanto de muro: a construção de um mundo de papelpt_BR
dc.title.alternativeCanto de muro: la construcción de un mundo del papelpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DA LINGUAGEMpt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3606869669451740-
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1736809137051573-
dc.contributor.referees1Araújo, Humberto Hermenegildo de-
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7649931632253545-
dc.contributor.referees2Costa, Maria Suely da-
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1891779191833711-
dc.description.resumoO corpus desta pesquisa é a obra Canto de Muro (1959), do escritor potiguar Luís da Câmara Cascudo. Trata-se de um romance de costumes que apresenta, em sua temática e estrutura composicional, nitidez científica associada à poeticidade. A obra é a narração da vida, das aventuras e da morte de animais que vivem no quintal de uma chácara urbana, no Tirol, lugar que Cascudo investiga as atitudes e os comportamentos diários dos bichos sob a ótica naturalista (científico), social (cotidiano) e poética (linguagem). Nessa perspectiva, este estudo tem como objetivo compreender e analisar a presença da intertextualidade para a construção da narrativa cascudiana, em que evidenciamos a existência de outros textos tanto de estudos divulgados da História Natural, quanto da cultura popular, que contribuem para a formação do texto literário e para a cultura e a memória coletiva. Sendo assim, a fim de embasar a nossa reflexão sobre a intertextualidade, estamos fundamentados nas teorias dos seguintes estudiosos: Compagnon (1996) e Kristeva (2005), que nos subsidiam acerca da presença de epígrafes, de citações e de notas de rodapé. Além disso, refletimos sobre a tradição popular que caracterizam as personagens animalescas e percebemos como a memória faz parte da obra. Para isso, contemplamos as principais contribuições teóricas de Bornheim (1987), Candido (2000, 2004), Brandão (2008) e Bosi (2006) que discutem com propriedade essas reflexões. Logo, a nossa pesquisa também compreende uma análise das personagens, no tocante às atitudes e às vidas que habitam e visitam o cotidiano no canto do muro, e a figura do narrador pesquisador.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICApt_BR
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