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dc.contributor.advisorSilva, Alexandre Rodrigues-
dc.contributor.authorPeixoto, Gislayne Christianne Xavier-
dc.date.accessioned2017-01-02T21:19:23Z-
dc.date.available2017-01-02T21:19:23Z-
dc.date.issued2016-03-04-
dc.identifier.citationPEIXOTO, Gislayne Christianne Xavier. Aplicação de biotécnicas para monitoramento e controle do ciclo estral de espécies silvestres do bioma caatinga. 2016. 116f. Tese (Doutorado em Biotecnologia) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21551-
dc.description.abstractThe objective of the present thesis was to apply biotechnologies in monitoring and control the estrous cycle of wild species of the caatinga biome, as a tool for improving the management in captivity, as well as conservation or multiplication of these species. The thesis was divided into three experiments. The first was realized the monitoring of the estrous cycle in armadillos (Euphractus sexcinctus) by different monitoring methods, which was observed estrous cycle with duration of 23.5 ± 3.12 days, a follicular phase 8.8 ± 1.4 days and luteal phase of 15.62 ± 2.1 days. In the follicular phase were observed vaginal bloody discharge, vulvar edema, presence of mucus and ease of introduction of swab, with peak estrogen 240.66 ± 12.69 pg / ml and predominance of superficial cells in the vaginal cytology, with follicles observed by ovarian ultrasound. In the luteal phase was observed absence of bloody discharge and difficulty of introducing the swab, besides the increase in progesterone levels (10.83 ± 1.86 ng / ml) and corpus luteum viewing by ultrasound. In the second experiment, two protocols for induction and estrus synchronization were tested in agoutis (Dasyprocta leporina). The first consisted in the administration of two doses of cloprostenol (5μg) with nine-day interval; and the second, in the administration of 30 mcg GnRH analogue, followed by cloprostenol administration (5μg) after seven days and a new dose of GnRH analogue (30μg) after two days. There was no statistical difference between the protocols tested (P=0.1490). However, the isolated prostaglandin promoted estrus induction in 40% of females, 3 to 6 days, and cloprostenol and GnRH associations, 60% females, 4 and 10 days after last dose, with peak estrogen 19.95 ± 2,41pg / ml and 9.67 ± 1,8pg / ml, respectively. In both treatments, these females showed estrous external characteristics as opening and hyperemia vulvar, vaginal mucus and easy penetration swab. The third experiment was to compare the efficiency of two protocols for estrous synchronization and to adapt the artificial insemination (AI) in collared peccary females (Pecari tajacu), which was carried out after identification and to appliction the most effective method of synchronization. The first protocol was based on the dual administration of cloprostenol (120μg) with nine-day interval, and the second, in the association of 400 IU equine chorionic gonadotrophin (eCG) and 200 IU of human chorionic gonadotropin (hCG), a single dose. For IA, females were synchronized with eCG and hCG association. All females exhibited estrus. With the use of cloprostenol, females exhibited estrus nine days after the last drug application, and with use of the association, after six days. After the realization of AI, were not observed embryos by ultrasound. However, two females showed increased uterine with presence of anechogenic fluid in the lumen, and high levels of progesterone 30 to 60 days after the last IA (67.08 ± 16.85 ng / mL and 73.42 ± 22.59 ng / ml, respectively). Thus, as the general conclusion, the monitoring of ovarian activity in armadillos as well as the induction and synchronization in agouti and peccaries, allow the use of these biotechnologies in large scale, facilitating the management of these species in captivity.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMonitoramento estralpt_BR
dc.subjectCiclo estralpt_BR
dc.subjectEspécies silvestrespt_BR
dc.subjectSincronização estralpt_BR
dc.subjectCloprostenolpt_BR
dc.subjectGnRHpt_BR
dc.subjecteCGpt_BR
dc.subjecthCGpt_BR
dc.subjectInseminação artificialpt_BR
dc.titleAplicação de biotécnicas para monitoramento e controle do ciclo estral de espécies silvestres do bioma caatingapt_BR
dc.title.alternativeApplication of biotechniques for monitoring and controlling the estrous cycle of wild species of caatinga biomept_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIApt_BR
dc.contributor.authorIDpt_BR
dc.contributor.advisorIDpt_BR
dc.contributor.referees1Pereira, Alexsandra Fernandes-
dc.contributor.referees1IDpt_BR
dc.contributor.referees2Souza, Ana Liza Paz-
dc.contributor.referees2IDpt_BR
dc.contributor.referees3Silva, Lucia Daniel Machado da-
dc.contributor.referees3IDpt_BR
dc.contributor.referees4Moreira, Nei-
dc.contributor.referees4IDpt_BR
dc.description.resumoO objetivo da presente tese foi aplicar biotécnicas no monitoramento e controle do ciclo estral de espécie silvestres do bioma caatinga, como ferramenta para aperfeiçoamento do manejo em cativeiro, bem como conservação ou multiplicação dessas espécies. A tese foi dividida em 3 experimentos. No primeiro, foi realizado o monitoramento do ciclo estral de tatus-peba (Euphractus sexcinctus) por diferentes métodos de monitoramento, na qual foi observado ciclo estral com duração de 23,5 ± 3,12 dias, com uma fase folicular de 8,8 ± 1,4 dias e 15,62 ± 2,1 dias de fase lútea. Na fase folicular foram observadas secreção sanguinolenta vaginal, edema vulvar, presença de muco e facilidade de introdução do swab, com pico de estrógeno de 240,66 ± 12,69 pg/ml e predomínio de células superficiais na citologia vaginal, com visualização de folículos ovarianos por ultrassonografia. Na fase lútea foi observada ausência de secreção sanguinolenta e dificuldade de introdução do swab, além do aumento nos níveis de progesterona (10,83 ± 1,86 ng/ml) e visualização de corpo lúteo por ultrassom. No segundo experimento, dois protocolos para indução e sincronização de estro foram testados em cutias (Dasyprocta leporina). O primeiro, consistia na administração de duas doses de cloprostenol (5µg) com intervalo de nove dias; e o segundo, na administração de 30 µg de análogo de GnRH, seguida da administração de cloprostenol (5µg) após sete dias e uma nova dose de análogo de GnRH (30µg) após dois dias. Não houve diferença estatística entre os protocolos testados (P=0.1009). Entretanto, a prostaglandina isolada promoveu a indução de estro em 40% das fêmeas, em 3 e 6 dias, e as associações de cloprostenol e GnRH, em 60% das fêmeas, em 4 e 10 dias, após última dose administrada, com pico de estrógeno de 19,95 ± 2,41pg/ml e 9,67 ± 1,8pg/ml, respectivamente. Em ambos os tratamentos, essas fêmeas mostraram características externas de estro como abertura e hiperemia vulvar, muco vaginal e fácil penetração de swab. O terceiro experimento teve por objetivo comparar a eficiência de dois protocolos para sincronização de estro e adaptar a técnica de inseminação artificial (IA) em fêmeas de catetos (Pecari tajacu), sendo este realizado após identificação e aplicação do método de sincronização mais eficaz. O primeiro protocolo baseava-se na administração dupla de cloprostenol (120µg) com intervalo de nove dias, e o segundo, na associação de 400 UI de gonadotrofina coriônica equina e 200 UI de gonadotrofina coriônica humana, em dose única. Para a IA, as fêmeas foram sincronizadas com a associação eCG e hCG. Todas as fêmeas apresentaram estro. Com o uso do cloprostenol, as fêmeas mostraram estro nove dias após a última aplicação da droga, e na associação, após seis dias. Posteriormente à realização da IA, não foram visualizados embriões por ultrassonografia. No entanto, duas fêmeas apresentaram aumento uterino, com presença de líquido anecogênico no lúmen, e níveis altos de progesterona com 30 e 60 dias após a última IA (67.08 ± 16.85 ng/ml e 73.42 ± 22.59 ng/ml, respectivamente). Assim, como conclusão geral, o monitoramento da atividade ovariana em tatus-peba, bem como a indução e sincronização em cutias e catetos, permitem o uso dessas biotécnicas em larga escala, facilitando a gestão dessas espécies em cativeiro.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS: BIOTECNOLOGIApt_BR
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