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dc.contributor.advisorVargas Netto, Sebastião Leal Ferreira-
dc.contributor.authorMenezes, Laís Luz de-
dc.date.accessioned2017-03-03T19:11:23Z-
dc.date.available2017-03-03T19:11:23Z-
dc.date.issued2016-09-15-
dc.identifier.citationMENEZES, Laís Luz de. Ordem e disciplina, sentimentos e emoções: uma história da Penitenciária de Alcaçuz . 2016. 207f. Dissertação (Mestrado em História) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22122-
dc.description.abstractIn this work, we intend to analyze the space of the State Penitentiary Alcaçuz (PEA), which opened in 1998 and located in the county of Nisia Floresta (RN), which houses na average of Thousand men in fulfillment of deprivation of liberty in closed regime. With regard to theoretical contribution, we will use mainly the authors Michel Foucault (disciplinary institution), Augusto Thompson (power system), Erving Goffman (total institution), Yi-Fu Tuan (place) and Michel de Certeau (subjectivity). Therefore, we intend to demonstrate that the prison is a multifaceted space, sometimes can be understood as an space of objectivities, where order and discip line prevails, sometimes can be understood as a place permeated by subjectivity of its members (prison guards, inmates and visitors). In this sense, we see the existence of three prominent places: the place of reunion (from the perspective of visitors), the place of imprisonment (from the perspective of inmates) and the place of work (from the perspective of prison guard). Therefore, we seek interrogate these places, questioning how these people have been occupying and appropriating the prison space? And what this space has been producing in these people? For the development of the work were used in addition to other sources, interviews with prison guards, inmates and visitors, using the methodology of oral history.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHistória oralpt_BR
dc.subjectHistória da prisão no Rio Grande do Nortept_BR
dc.subjectEspaço prisionalpt_BR
dc.titleOrdem e disciplina, sentimentos e emoções: uma história da Penitenciária de Alcaçuzpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIApt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2707342139807854-
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9840632250442779-
dc.contributor.referees1Rocha, Raimundo Nonato Araújo da-
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2731237954780451-
dc.contributor.referees2Oliveira, Ângela Meirelles de-
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4712632118269657-
dc.description.resumoNeste trabalho, pretende-se analisar o espaço da Penitenciária Estadual de Alcaçuz (PEA), inaugurada no ano de 1998 e localizada no município de Nísia Floresta (RN), a qual abriga uma média de mil homens em cumprimento de pena privativa de liberdade no regime fechado. No tocante à contribuição teórica, utilizaremos principalmente os autores Michel Foucault (instituição disciplinar), Augusto Thompson (sistema de poder), Erving Goffman (instituição total), Yi-Fu Tuan (lugar) e Michel de Certeau (subjetividade). Portanto, pretendemos demonstrar que a penitenciária é um espaço multifacetado, ora pode ser enxergado como um espaço de objetividades, no qual impera a ordem e a disciplina, ora pode ser enxergada como um lugar permeado pelas subjetividades de seus integrantes (agentes penitenciários, apenados e visitantes). Nesse sentido, enxergamos a existência de três lugares de destaque: o lugar de reencontro (pela perspectiva dos visitantes), o lugar do aprisionamento (pela perspectiva do apenado) e o lugar de trabalho (pela perspectiva do agente penitenciário). Buscamos, assim, problematizar esses lugares, nos questionando como esses sujeitos vêm ocupando e se apropriando do espaço prisional? E o que esse espaço vem produzindo nesses sujeitos? Para o desenvolvimento do trabalho foram utilizadas, além de outras fontes, entrevistas colhidas com agentes, apenados e visitantes, utilizando a metodologia da história oral.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
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