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dc.contributor.advisorAlbuquerque Júnior, Durval Muniz de-
dc.contributor.authorCavalcanti, Felipe Alves Paulo-
dc.date.accessioned2017-03-23T23:34:11Z-
dc.date.available2017-03-23T23:34:11Z-
dc.date.issued2016-09-14-
dc.identifier.citationCAVALCANTI, Felipe Alves Paulo. O avesso da ruína: invenção e reinvenção de Pasárgada na obra de Manuel Bandeira (1917-1954). 2016. 223f. Dissertação (Mestrado em História) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22439-
dc.description.abstractIn this work, we analyze the historical construction of a well-established image in the Brazilian imaginary: Pasárgada. Believing that images are made of the various investments of desire which incide upon them, that they are elaborated and reelaborated in the course of time, we aim to expose here the birth and the successive reformulations of Pasárgada in the work of Manuel Bandeira. Hence, we divided our investigation in four chapters: firstly, we approach the social decline of Manuel Bandeira’s family, marked by the transition of an idealized patriarchal regime and a new era of bourgeois and urban social relations in Brazil. In a second moment, we examine Bandeira’s first works, A Cinza das Horas and Carnaval, composed after the poet became ill in 1904, to expose some of the creative procedures that would persist in his later work, also being used in the creation of the poem “Vou-me Embora Pra Pasárgada”. In the third chapter, we investigate the development of new creative procedures and resources by Manuel Bandeira during the Brazilian “roaring 1920s”, acquired in the contact with three different artistic fronts: the bohemian scene, in Rio de Janeiro; the Brazilian modernist movement, in São Paulo; and the traditionalist regionalism, led by Gilberto Freyre in Recife, which provided Bandeira with the ideas and the poetical resources he would employ in the creation of the poetical space called “Pasárgada”. Lastly, in the fourth chapter, we discuss the “biographical” sense that Bandeira and other authors would associate to this poetical space after the publication of Libertinagem, in 1930, starting a series of biographical and autobiographical texts that culminate in the publishing of Manuel Bandeira’s autobiography, Itinerário de Pasárgada, in 1954.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPasárgadapt_BR
dc.subjectImagempt_BR
dc.subjectManuel Bandeirapt_BR
dc.subjectLiteratura brasileirapt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectEspaçospt_BR
dc.titleO avesso da ruína: invenção e reinvenção de Pasárgada na obra de Manuel Bandeira (1917-1954)pt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIApt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6902064913510545-
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7585947992338412-
dc.contributor.referees1Arrais, Raimundo Pereira Alencar-
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8252775667149757-
dc.contributor.referees2Coelho, Eduardo dos Santos-
dc.description.resumoNo presente trabalho, analisamos a construção histórica de uma imagem já consolidada no imaginário brasileiro: o espaço de Pasárgada. Acreditando que as imagens se constroem por meio dos vários investimentos de desejo que lhe são destinados, que elas são alvo de elaborações e reelaborações, intentamos aqui mostrar o surgimento e as sucessivas reformulações do espaço de Pasárgada na obra de Manuel Bandeira. Assim, dividimos nossa investigação em quatro momentos: primeiramente, tratamos do declínio social da família Souza Bandeira, marcado pela transição entre um regime patriarcal idealizado e um novo tempo de relações urbanas e burguesas no Brasil. Em um segundo momento, traçamos um percurso pelas primeiras duas obras de Bandeira, A Cinza das Horas e Carnaval, compostas após seu adoecimento em 1904, apontando algumas das diretrizes poéticas aí presentes que futuramente seriam implicadas na criação do poema “Vou-me Embora Pra Pasárgada”. No terceiro capítulo, abordamos o desenvolvimento de novos recursos e procedimentos criativos na obra deste autor durante os anos 1920, ocorrido no contato com três frentes de renovação – a boemia intelectual carioca, o modernismo paulista e o regionalismo tradicionalista recifense –, cujas ideias tornaram possível a criação do espaço nomeado de Pasárgada. Por fim, no quarto e último capítulo, discutimos o sentido “biográfico” que Bandeira e outros autores passam a atribuir a este espaço após o lançamento de Libertinagem, em 1930, dando início a uma série de textos biográficos e autobiográficos que culmina na publicação da autobiografia de Manuel Bandeira, o Itinerário de Pasárgada, em 1954.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
Appears in Collections:PPGH - Mestrado em História

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