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dc.contributor.advisorLima, Kenio Costa de-
dc.contributor.authorAlmeida, Gilmara Celli Maia de-
dc.date.accessioned2017-04-26T22:53:39Z-
dc.date.available2017-04-26T22:53:39Z-
dc.date.issued2014-10-17-
dc.identifier.citationALMEIDA, Gilmara Celli Maia de. Estafilococcias, colonização nasal por Staphylococcus spp. e os fatores associados em pacientes hospitalizados em Caicó-RN. 2014. 85f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22755-
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInfecções bacterianaspt_BR
dc.subjectStaphylococcus aureuspt_BR
dc.subjectHospitalpt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.titleEstafilococcias, colonização nasal por Staphylococcus spp. e os fatores associados em pacientes hospitalizados em Caicó-RNpt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDEpt_BR
dc.contributor.authorIDpt_BR
dc.contributor.advisorIDpt_BR
dc.contributor.referees1Souza, Dyego Leandro Bezerra de-
dc.contributor.referees1IDpt_BR
dc.contributor.referees2Freitas, Marise Reis de-
dc.contributor.referees2IDpt_BR
dc.contributor.referees3Uzeda, Milton de-
dc.contributor.referees3IDpt_BR
dc.contributor.referees4Torres, Sandra Regina-
dc.contributor.referees4IDpt_BR
dc.description.resumoAs infecções por Staphylococcus têm sido cada vez mais evidentes nas últimas décadas, sendo este relevante em infecções humanas, principalmente em âmbito hospitalar. Os Staphylococcus, especialmente S. aureus e S. aureus resistente à meticilina (MRSA), destacam-se como colonizadores de feridas infectadas, as quais são fontes potenciais de contaminação cruzada em ambiente hospitalar. Assim, objetivou-se conhecer a prevalência de Staphylococcus spp. isolados de feridas em pacientes internados, verificar associação de fatores sociodemográficos, relativos à lesão e a internação com a presença de S. aureus e caracterizar os pacientes com presença de MRSA em ferida infectada e com colonização na mucosa nasal. Também foi objetivo da pesquisa identificar, a partir de prontuários médicos, a prevalência de estafilococcias e estreptococcias, verificando associação de fatores clínicos e relativos à internação com o tipo de infecção. A pesquisa foi dividida em duas etapas. Primeiramente, foram investigados os prontuários médicos dos pacientes internados no Hospital Regional do Seridó com estafilococcias ou estreptococcias entre 2008 e 2010 (n= 315), obtendo-se a prevalência das referidas infecções e a identificação de fatores como idade, sexo, sinais locais e sistêmicos, presença de comorbidades, local da infecção, realização de exames, tempo de internação e uso de antibióticos. Em um segundo momento da pesquisa, foram coletadas amostras em pacientes que apresentavam feridas e estavam internados na clínica médica, clínica cirúrgica ou Unidade de Terapia Intensiva do referido hospital. A coleta de amostras de ferida e da mucosa nasal foi realizada com swab estéril embebido em solução salina a 0,85%. No laboratório, o material foi semeado em ágar manitol salgado e incubado em estufa bacteriológica (37ºC-48 horas). As colônias com fermentação do manitol foram submetidas à coloração de Gram, teste da catalase e coagulase. Posteriormente, foram realizados antibiogramas para identificação de MRSA e, em seguida, realização de reação de polimerase em cadeia (PCR) para amplificação do gene mecA e confirmação das cepas de MRSA. Foi realizado teste do Qui-quadrado para verificar associação de variáveis independentes (idade, sexo, condições socioeconômicas, características da ferida, presença de doenças sistêmicas e fatores relativos à internação) com a presença de Staphylococcus em feridas. Mann Whitney e teste t de Student foram utilizados para verificar se havia diferença significativa entre as variáveis independentes e a colonização nasal por Staphylococcus spp. e entre as variáveis independentes e o tipo de infecção (estafilococcia e estreptococcia). Com base nos prontuários médicos, a classificação do tipo de infecção foi realizada em quase totalidade por critérios exclusivamente clínicos. Houve diferença significativa entre os grupos tratamento de estreptococcias e estafilococcias em relação a quantidade de antibióticos administrados (p=0,001) e número de dias internados (p<0,001), sendo maior no grupo com tratamento de estafilococcias. As feridas (n=125) foram de pacientes com idade média de 63.9 anos e 3.84 anos de estudo. A prevalência de Staphylococcus spp. em feridas foi 64.8% (n=81) e S. aureus 20% (n=25). Entre S. aureus, 32% (n=8) foram MRSA. A presença de S. aureus nasal (p<0,001), menos dias de antibiótico prévio à coleta (p=0,04) e hospitalização na clínica médica foram fatores associados à presença de S. aureus na ferida. MRSA foram isolados de indivíduos com uso prévio de antibióticos (37,5%), pacientes com 2 ou mais comorbidades (75%) e metade dos indivíduos com MRSA faleceram. Na análise de colonização nasal de parte dos pacientes da pesquisa (n=71), verificou-se que 44,4% apresentavam MRSA na narina, e aqueles com MRSA estavam significativamente associados ao tratamento prolongado com antibióticos (p=0,002). Diante dos resultados, verifica-se que as feridas são fontes de infecção por Staphylococcus, com expressiva frequência de S. aureus e MRSA. A mucosa nasal é um importante sítio para contaminação cruzada, com destaque para linhagens resistentes, principalmente quando há uso prolongado de antibióticos. Além disso, o diagnóstico de estafilococcias ocorre prioritariamente por critérios clínicos, o que pode contribuir para aumento da resistência dos microrganismos quando realizados tratamentos empíricos inadequados. Assim, há necessidade de cuidados voltados ao tratamento de feridas e cautela no uso de antibióticos em pacientes internados, para evitar disseminação de bactérias resistentes em ambiente hospitalar.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
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