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Title: Escuta de professoras: uma experiência dialógica na educação infantil
Other Titles: Escucha de profesores: una experiencia dialógica en la educación infantil
Authors: Pimentel, Gilka Silva
Keywords: Diálogo;Participação;Grupos de reflexão;Prática pedagógica;Subjetividade
Issue Date: 25-Apr-2008
Citation: PIMENTEL, Gilka Silva. Escuta de professoras: uma experiência dialógica na educação infantil. 2008. 162f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Centro de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008.
Portuguese Abstract: Este trabalho ressalta o valor do diálogo e da participação das professoras na construção de uma prática pedagógica que leva em conta a reflexão e a ação entre seus pares e com a equipe técnica pedagógica da escola. Busco apontar os ganhos de uma prática dialógica participativa e suas implicações para a ação docente na educação infantil, a partir da experiência de organização do Espaço de Escuta, no ano de 2003, no Núcleo de Educação Infantil da UFRN, com a finalidade de problematizar as dificuldades, limites e sentimentos das professoras frente aos desafios da prática pedagógica. Percebi que as inquietações das professoras estavam relacionadas tanto com o comportamento individual da criança, quanto com as relações entre seus pares e seus pais, mobilizando ponderações e apontando para os ganhos do diálogo e da participação coletiva na criação de estratégias pedagógicas para a mudança do fazer e da atitude da professora. Desse modo, o diálogo aqui compreendido tem como referências principais Paulo Freire (2002,2006,2007) e David Bohn (2005, 1980), que o tratam de modo propositivo, visando a uma transformação na ação e no pensamento dos sujeitos. Defendo a idéia do diálogo como um encontro entre homens e mulheres que compartilham redes de significados comuns e distintos. Esse encontro é marcado por histórias, relações e subjetividades várias, produzindo idéias e comportamentos que caracterizam jeitos próprios de ser e estar no mundo. Por vezes, pode imprimir tensões, conflitos e contradições nas relações de convivência, geradas por fortes pressupostos que impedem o jogo livre das idéias e a suspensão de crenças para ouvir e reconhecer o outro como diferente. Assim, apostar no diálogo como condição existencial humana, no interior da escola infantil, supõe pensar formas e relações entre pessoas que participam de um fazer pedagógico comum, embora de lugares, papéis e representações diferentes.
Abstract: Este trabajo resalta el valor del diálogo y de la participación de las profesoras en la construcción de una práctica pedagógica que percibe la reflexión y acción entre sus pares y con el equipo técnico pedagógico de la escuela. Busco, de este modo, mostrar el aprovechamiento de una práctica dialógica participativa y sus implicaciones para la acción docente en la educación infantil, a partir de la experiencia de la organización del espacio de “escucha”, en el año de 2003, en el Núcleo de Educación infantil de UFRN, con el objetivo de desarrollo de la problemática de las dificultades, límites y sentimientos de las profesoras frente a los desafíos de la práctica pedagógica. Pude percibir que las inquietudes de las profesoras estaban relacionadas a los comportamientos individuales del niño, entre los pares y sus padres, movilizando estrategias de pensamiento para pensar como se debe actuar en esas situaciones, apuntando hacia los provechos del dialogo y de la participación colectiva en la elaboración de estrategias pedagógicas objetivando un cambio del quehacer y de las actitudes de las profesoras. De ese modo, el diálogo aquí comprendido tiene como referencia principal, Paulo Freire (2002, 2006,2007), y David Bohn (2005, 1980) que tratan el diálogo de manera propositiva, visando un cambio en la acción y pensamiento de los sujetos. Defiendo la idea del diálogo como un encuentro entre hombres y mujeres que comparten redes de significados comunes y distintos. Ese encuentro está marcado por historias, relaciones y subjetividades distintas, produciendo ideas y comportamientos que caracterizan la manera de ser y de estar en el mundo. Por veces, puede resultar en tensiones, conflictos y contradicciones en las relaciones de convivencia, generadas por fuertes resistencias que impiden el juego libre de ideas y la suspensión de creencias para oír y reconocer al otro como diferente. Así, apostar en el diálogo como condición existencial humana en el interior de la escuela infantil, se supone pensar formas y relaciones entre personas que participan de un quehacer pedagógico común, pero de lugares, roles y representaciones distintas.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22835
Appears in Collections:PPGED - Mestrado em Educação

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