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dc.contributor.authorFurtado, Hélio Dias-
dc.date.accessioned2021-07-28T15:49:37Z-
dc.date.available2021-07-28T15:49:37Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationFURTADO, Hélio Dias. A visão de Deus em A Cor Púrpura de Alice Walker e O Bode Expiatório de Bernard Malamud. Research, Society and development, [s. l.] , v. 9, n. 9, p. 1-16, 2020. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/7579. Acesso em: 16 mar. 2021. https://doi.org/10.33448/rsd-v9i9.7579.pt_BR
dc.identifier.issn2525-3409-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/32946-
dc.description.abstractReligious teachings that are part of humanity's heritage are constantly being reinterpreted as reality and social values change. In this process, literature also makes its contribution, questioning some values and revealing its character of imposition and social domination. In this work, we will analyze how this happens in two novels by American writers, Alice Walker's The Purple Color and Bernard Malamud's The Fixer. Coming from different ethnic groups, these writers question the traditional representation of God from the reality of their social group, Walker from the perspective of a black feminist and activist while Malamud does it from the perspective of Judaism. Their questioning will be determined by the injustices their groups suffer as social minorities. In the end, we will see that, despite coming from different social backgrounds, at the root of the questioning of the two writers is the ideal of fighting for freedom itself, which is such a strong value in American culture and society. Thus, this becomes the parameter and measure for questioning secular religious notions in the novels of these authorspt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherResearch, Society and Developmenpt_BR
dc.rightsAttribution 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/*
dc.subjectDeuspt_BR
dc.subjectGodpt_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectReligionpt_BR
dc.subjectWalkerpt_BR
dc.subjectWalkerpt_BR
dc.subjectMalamudpt_BR
dc.subjectMalamudpt_BR
dc.subjectGrupos étnicospt_BR
dc.subjectEthnic groupspt_BR
dc.titleA visão de Deus em A Cor Púrpura de Alice Walker e O Bode Expiatório de Bernard Malamudpt_BR
dc.title.alternativeThe view of God in Alice Walker’s The Purple Color and Bernard Malamud’s The Fixerpt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.identifier.doi10.33448/rsd-v9i9.7579-
dc.description.resumoOs ensinamentos religiosos que fazem parte da herança da humanidade estão constantemente sendo reinterpretados à medida que a realidade e os valores humanos vão mudando. Nesse processo, a literatura também dá a sua contribuição, questionando alguns valores e revelando o seu caráter de imposição e dominação social. Nesse trabalho, nós vamos analisar como isso acontece em dois romances de escritores norte-americanos, A cor púrpura, de Alice Walker e O bode expiatório (The Fixer), de Bernard Malamud. Sendo oriundos de grupos étnicos diferentes, esses escritores questionam a representação tradicional de Deus a partir da realidade de seu grupo social, Walker da perspectiva de uma feminista e ativista negra enquanto que Malamud o faz da perspectiva do judaísmo. O questionamento deles será determinado pelas injustiças que seus grupos sofrem enquanto minorias sociais. Ao final, veremos que, apesar de virem de meio sociais diferentes, na raiz do questionamento dos dois escritores está o ideal de luta pela própria liberdade que é um valor tão forte na cultura norte-americana. Assim, esse se torna o parâmetro e a medida para se questionar noções religiosas seculares nos romances desses autorespt_BR
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