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Título: Morte como desafio afetivo para o profissional da saúde: ansiedade e sentimentos de quem lida com o paciente terminal com câncer
Autor(es): Coelho, Daniella Antunes Pousa Faria
Palavras-chave: Equipe de saúde;Ansiedade;Doente terminal;Câncer;Health professional;Anxiety;Terminally Ill;Cancer
Data do documento: 7-Jul-2008
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: COELHO, Daniella Antunes Pousa Faria. Morte como desafio afetivo para o profissional da saúde: ansiedade e sentimentos de quem lida com o paciente terminal com câncer. 2008. 68 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008.
Resumo: It is a Cross-sectional and multi-disciplinary study whose population selection was made by department of human resources (composed by a Manager, an Oncologist and a Psychologist) from the hospital where this research was realized. They also collaborated with important information about the work of that professionals in the hospital. We also counted on a Statistic who made study design calculating the sample and analyzing data. This research issued Evaluating health professionals anxiety levels who care for cancer terminally ill and their feelings about that work as well as identifying the factors which have influence on it. 100 health professionals from the Hospital which is a reference on cancer caring in Brazil situated in the city of Natal, state of Rio Grande do Norte, participated of this research. There was a sample loss of 21%. Data were collected through a questionnaire and State-Trait Anxiety Inventory (STAI). Results showed that 15% of the professionals have low State Anxiety levels, 70% Medium State Anxiety levels and 15% high State anxiety levels. The Number of Patients and Working in another Institution have interfered in the anxiety levels. Doctors and Nursing Assistants and Technicians have got the highest high State Anxiety percentage (25%). 73% of them declare to feel some sort of different behavior and/or feelings in caring for terminally ill. The most remarkable professionals feelings were Suffering and Sadness, and Terminally ill Children was the most difficult age group to care for. We conclude that work overload and having more than one job can interfere in professional stress levels and anxiety. Dealing with terminally ill, specially children one, can cause on the professionals psychological suffering. It s recommended the development of supporting and training strategies to reduce and/or to prevent Stress and Anxiety high levels
metadata.dc.description.resumo: Trata-se de um estudo de delineamento transversal de caráter Multidisciplinar cuja seleção de população foi feita pelo setor de Recursos Humanos do hospital (composto de um administrador, um médico oncologista e uma psicóloga organizacional) onde foi realizado o estudo. Estes também colaboraram com informações importantes quanto ao trabalho dos profissionais aqui analisados, bem como informações concernentes ao funcionamento do hospital. Contamos também com um estatístico contribuiu para o delineamento do estudo, realizando o cálculo amostral e contribuindo efetivamente da análise dos dados, em especial da análise estatística. A presente pesquisa objetivou avaliar o nível de ansiedade da equipe de saúde que lida com o paciente terminal com câncer, identificando os fatores que a ela associados, bem como os sentimentos dos profissionais frente ao atendimento destes pacientes. A amostra contou com 79 profissionais de saúde que lidam com paciente terminal com câncer, de um Hospital de referência de atendimento ao paciente oncológico no Brasil, na cidade de Natal (Rio Grande do Norte). Porém, houve uma perda amostral de 21%. Os dados foram coletados através de um questionário e do Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE). Os resultados apontaram que 15% dos profissionais possuem A-Estado baixa, 70% Média e 15% alta. O número de pacientes atendidos e trabalhar em outra instituição interferiram na Ansiedade-Estado. Os Médicos foram os que obtiveram maior porcentagem de A-Estado alta (23%), seguido dos Auxiliares (16%), Enfermeiros (15%) e Técnicos de Enfermagem (15%). 73% afirmam sentir algum tipo de comportamento e/ou sentimento diferenciado ao atender os pacientes terminais. Os sentimentos mais destacados foram sofrimento e tristeza. A criança foi apontada como sendo a faixa-etária mais difícil de se lidar quando se trata de terminalidade. Conclui-se que sobrecarga de trabalho e os duplos empregos podem interferir no nível de tensão e ansiedade do profissional. O lidar com a terminalidade, principalmente, quando se trata do atendimento à criança, poderá desencadear sofrimento psíquico. A realização de estratégias de apoio e treinamentos a fim de reduzir e/ou prevenir altos níveis de ansiedade e estresse, são indicados
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13197
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