Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13277
Título: Polimorfismos do gene MSX1 e a fenda labio e/ou palatina não-sindrômica
Autor(es): Cardoso, Maria Leila
Palavras-chave: Fenda labio e/ou palatina não-sindrômica. Gene MSX1. Polimorfismos
Data do documento: 4-Dez-2012
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: CARDOSO, Maria Leila. Polimorfismos do gene MSX1 e a fenda labio e/ou palatina não-sindrômica. 2012. 77 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.
metadata.dc.description.resumo: O objetivo deste estudo foi investigar a contribuição de 6 polimorfismos do gene MSX1 em pacientes com fenda lábio e/ou palatina não-sindrômica. Avaliou-se também a contribuição materna, de forma qualitativa, do etilismo e tabagismo durante a gestação como fatores etiológicos, bem como iniciou-se a pesquisa de novas variantes no gene MSX1. Este estudo foi realizado com a colaboração de uma equipe multidisciplinar que atende os pacientes fissurados. Foram estudados 358 indivíduos dos quais 158 são pacientes com fendas orais e 200 são crianças saudáveis constituindo o grupo controle. Todos os indivíduos e/ou responsáveis legais responderam ao questionário com informações sobre hábitos de vida e histórico familiar. Para a pesquisa de polimorfismos foram utilizados ensaios pré-desenhados (TaqMan®) empregando técnica de discriminação alélica e para novas variantes foi aplicada a técnica High Resolution Melt Curve (HRM), ambos pela PCR em Tempo Real (ABI Prism 7500 Fast Real Time). O sequenciamento foi realizado em parceria com o Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH USP; ABI 3730 DNA Analyser - Applied Biosystems - Foster City, CA, USA) para confirmação das variantes. Observou-se que, em relação ao gênero, 60% dos pacientes eram do gênero masculino e 40% do gênero feminino. O etilismo materno durante a gravidez aumentou o risco de fendas orais em crianças 3,37 vezes (IC95%: 1,56-7,28, p=0,002). Os resultados demonstraram que nenhum dos 6 polimorfismos estudados demonstraram associações significantes com a fenda lábio e/ou palatina não-sindrômica (p>0,05). Na pesquisa de novas variantes foi aplicada a técnica (HRM) para as regiões 3 UTR e 5´ próxima do gene MSX-1, dois polimorfimos foram identificados e caracterizados para a região 3`UTR (rs1095, rs2229262) e um polimorfismo para região 5´ (rs3821949). Não foram identificadas novas mutações. Os resultados obtidos pelo HRM não mostraram relevância estatística dos polimorfismos encontrados com a etiologia das fendas orais. Conclui-se que, o presente estudo não mostra associação significativa dos polimorfismos estudados do gene MSX1 com o desenvolvimento das fendas lábio e/ou palatina não-sindrômicas, mas a análise de fatores ambientais sugere que o etilismo materno durante a gestação é um importante fator de risco na etiologia das fendas orais. Além disso, este estudo possui uma abordagem inédita do gene MSX-1 em pacientes com fendas orais no Rio Grande do Norte contribuindo para o esclarecimento da etiologia das fendas orais não-sindrômicas
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13277
Aparece nas coleções:PPGCSA - Doutorado em Ciências da Saúde

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
MariaLC_TESE.pdf1,17 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.