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Título: Exercício aeróbico, resistência de artéria carótida e autonomia funcional em mulheres idosas
Autor(es): Cabral, Patrícia Uchôa Leitão
Palavras-chave: saúde do idoso;Artéria carótida;Idoso-exercício físico;Autonomia funcional
Data do documento: 24-Mar-2010
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: CABRAL, Patrícia Uchôa Leitão. Exercício aeróbico, resistência de artéria carótida e autonomia funcional em mulheres idosas. 2010. 1 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2010.
metadata.dc.description.resumo: Este estudo teve como objetivo analisar os efeitos de um programa de exercício físico aeróbico sobre o índice de resistência da artéria carótida interna direita (IRCID) e os níveis de autonomia funcional de mulheres idosas. A amostra foi constituída por 25 idosas sedentárias, com idade entre 60 e 75 anos, divididas em dois grupos: grupo experimental com 14 idosas submetidas ao treinamento aeróbico e grupo controle (n=11). A avaliação da resistência da artéria carótida foi realizada pelo método de ultrasom Doppler e a autonomia funcional pelos testes: caminhar 10m (C10m), levantar da posição sentada (LPS), levantar-se da cadeira e locomover-se pela casa (LCLC), levantar-se da posição decúbito ventral (LPDV) e vestir e tirar a camisa (VTC). O treinamento aeróbico foi realizado na forma de caminhada, 30 minutos por dia, 3 vezes por semana, durante 3 meses. Para o controle da intensidade da caminhada foi utilizado o índice de esforço percebido, com valores padronizados pela escala de Borg onde a intensidade deveria corresponder a uma faixa entre os valores 13 a 15 pontos, correspondente a uma situação orgânica derivada de um exercício compreendido como ligeiramente cansativo e a frequência cardíaca de treino (FCT) entre 50% a 80% da frequência cardíaca de reserva. Para analise estatística foi utilizado a ANOVA de medidas repetidas. O grupo experimental quando comparados com o grupo controle obteve uma diminuição estatisticamente significativa na resistência da artéria carótida interna direita (p=0,021), e um aumento significativo nos testes: C10m (p=0,000), LPS (p=0,035) e no LCLC (p=0,016). Estes resultados sugerem que a prática de exercícios físicos aeróbicos foi eficaz em diminuir o IRCID e melhorar os níveis de autonomia funcional em mulheres idosa
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13296
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