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dc.contributor.advisorDantas, Paulo Moreira Silvapt_BR
dc.contributor.authorSousa, Elys Costa dept_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T14:14:03Z-
dc.date.available2014-07-02pt_BR
dc.date.available2014-12-17T14:14:03Z-
dc.date.issued2013-12-12pt_BR
dc.identifier.citationSOUSA, Elys Costa. Influência da hereditariedade nas capacidades motoras, na aptidão física e antropometria. 2013. 105f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Saúde) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13412-
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectHereditariedade. Gêmeos. Capacidades motoras. Genótipo. Fenótipopor
dc.titleInfluência da hereditariedade nas capacidades motoras, na aptidão física e antropometriapor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúdepor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4919914818714189por
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0392766010188739por
dc.contributor.referees1Medeiros, Humberto Jefferson dept_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1155595256268084por
dc.contributor.referees2Alchieri, João Carlospt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790051D1&dataRevisao=nullpor
dc.description.resumoAs condições ambientais e genéticas do indivíduo podem influenciar no seu potencial de desenvolvimento de diversos fatores como as capacidades motoras, a aptidão física e da antropometria. Objetivo: objetivo deste estudo foi avaliar a contribuição genética e ambiental na variação das capacidades motoras, aptidão física e antropometria em pares de gêmeos monozigotos (MZ) e dizigotos (DZ). Participaram do estudo 88 gêmeos entre 8 e 36 anos, sendo 56 monozigotos (MZ) divididos em 28 mulheres e 28 homens e 32 dizigotos (DZ) divididos em 18 mulheres e 14 homens. As variáveis estudadas foram: força potente de membros inferiores; força de membros superiores; velocidade, potência aeróbica, flexibilidade do quadril, somatório de dobras cutâneas, perimetria, massa corporal e estatura. Os dados foram avaliados em estatística não paramétrica, analisados com base na variância intrapar de gêmeos. Aplicou-se a equação da herdabilidade (h²) = ((S² DZ S² MZ) / S² DZ) x 100, demonstrando o quanto cada variável possui de caráter genotípico e fenotípico. Foi calculado o intervalo de confiança (25% - 75%) a partir das medianas encontradas. Como resultado foi encontrado para força potente de membros inferiores h² = 85% (77% - 97%) para mulheres e h²= 68% (53% - 75%) para homens. Para força isométrica de membros superiores no sexo feminino h² = 39% (35% - 46%) e no sexo masculino, h²= 73% (53% - 77%). Para a velocidade de deslocamento h²= 67% e 85%, para homens e mulheres, respectivamente. Observou-se que a herdabilidade da flexibilidade apresentou h² com 59% para ambos os sexos, assim como resistência aeróbica,onde h2= 77%, estatura com h²= 64% e somatório de dobras cutâneas com h²=97%. Ficou demonstrado que embora a faixa etária seja ampla, este fator não influenciou os resultados. E ainda que para determinadas capacidades motoras a hereditariedade se apresenta predominante sobre o fator ambientalpor
dc.publisher.departmentCiências da Saúdepor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpor
Appears in Collections:PPGCSA - Mestrado em Ciências da Saúde

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