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dc.contributor.advisorFerreira, Gardênia Maria Holandapt_BR
dc.contributor.authorPedrosa, Rafaelapt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T15:16:04Z-
dc.date.available2009-09-18pt_BR
dc.date.available2014-12-17T15:16:04Z-
dc.date.issued2009-03-31pt_BR
dc.identifier.citationPEDROSA, Rafaela. Força muscular respiratória e capacidade funcional em idosas hipertensas com sonolência diurna excessiva. 2009. 107 f. Dissertação (Mestrado em Movimento e Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/16666-
dc.description.abstractThe restriction of physical fitness is directly related with hypertension and sleep disorders, while the respiratory muscle strength is associated with hypertension, but the literature is scarce regarding its relationship with sleep disorders and particularly with excessive daytime sleepiness. Objectives: To compare physical fitness and strength of respiratory muscles between people with hypertension with excessive daytime sleepiness (EDS) and non EDS people, those who do not feel excessive daytime sleepiness, in addition to relate aerobics resistance and functional mobility of patients. Methods: An observational, analytical and transversal study, evaluated 32 elderly with hypertension, divided into two groups (EDS and non EDS), in which the following topics were measured; respiratory muscular strength, functional fitness, level of physical activity, level of excessive daytime sleepiness, quality of sleep and intensity of the patients snoring. Results: There was a significant difference in the level of EDS (P=0,00) and quality of sleep (p=0,03), however, the data related to snoring intensity (p=0,18), maximum inspiratory pressure PImax (p=0,39) and maximum expiratory pressure PEmax (p=0,98) did not show any difference. Also, no significant difference was observed concerning physical fitness, presenting p=0,08 for the sitting and getting up test on the chair in 30 ; p=0,54 for the extension and flexing of the elbow test in 30 ; p=0,38 for the walking test 6 ; p=0,38 for the parking gear test 2 , p=0,08 for the sitting and reaching test; p=0,42 for the scratching the back test; p=0,49 for the getting up and walking test; and p=0,62 for the global rate of activity limitation. There was moderate positive correlation between 6MWT and 2MST, r=0,54 (p=0,01) and negative moderate correlation between 6MWT and TUG, r=-0,61 (p=0,000) and between 2MST and TUG, r=-0,60 (p=0,000). Conclusion: The presence of EDS in the hypertension people studied, showed a bad quality of sleep, however this sleepiness did not influence the strength of the respiratory muscles. The physical fitness came out diminished in all hypertension people, regardless of the presence or non presence of sleep disturbance; and there is a close relationship between cardiovascular resistance and physical mobility, since when there is less cardiovascular resistance, there is precarious physical mobility and vice-versaeng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEnvelhecimentopor
dc.subjectHipertensãopor
dc.subjectDistúrbios do sonopor
dc.subjectMúsculos respiratóriospor
dc.subjectAptidão físicapor
dc.subjectAgingeng
dc.subjectHypertensioneng
dc.subjectSleep disturbanceeng
dc.subjectRespiratory muscleseng
dc.subjectPhysical fitnesseng
dc.titleForça muscular respiratória e capacidade funcional em idosas hipertensas com sonolência diurna excessivapor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisioterapiapor
dc.contributor.authorIDCPF:04840598402por
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6101532965309565por
dc.contributor.advisorIDCPF:21268843334por
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4934425482168899por
dc.contributor.referees1Nogueira, Patrícia Angélica de Miranda Silvapt_BR
dc.contributor.referees1IDCPF:02545172421por
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1788918737416095por
dc.contributor.referees2Dias, João Marcos Dominguespt_BR
dc.contributor.referees2IDCPF:13376926620por
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3544167405058064por
dc.description.resumoA limitação na capacidade funcional relaciona-se diretamente com a hipertensão e com os distúrbios do sono, já a força dos músculos respiratórios está associada com a hipertensão, mas a literatura é escassa quanto sua relação com os distúrbios do sono e, principalmente, com a sonolência diurna excessiva. Objetivos: Comparar capacidade funcional e força dos músculos respiratórios entre hipertensas com sonolência diurna excessiva (SDE) e hipertensas sem SDE, além de relacionar resistência aeróbica e mobilidade funcional das pacientes. Métodos: Estudo observacional, analítico e transversal, avaliou 32 idosas hipertensas, divididas em dois grupos (com SDE e sem SDE), nos quais foram mensurados força muscular respiratória, capacidade funcional, nível de atividade física, grau de sonolência diurna excessiva, qualidade do sono e intensidade do ronco. Resultados: Houve diferença significativa no grau de SDE (p=0,00) e qualidade do sono (p=0,03), porém os dados relativos à intensidade do ronco (p=0,18), pressão inspiratória máxima - PImáx (p=0,39), e pressão expiratória máxima - PEmáx (p=0,98) não apresentaram diferenças significativas. Também não foi observada diferença significativa quanto à capacidade funcional, apresentando p=0,08 para o teste sentar e levantar da cadeira em 30 ; p=0,54 para o teste extensão e flexão do cotovelo em 30 ; p=0,38 para o teste da caminhada de 6 (TC6 ); p=0,38 para o teste da marcha estacionária dos 2 (TME2 ); p=0,08 para o teste sentar e alcançar; p=0,42 para o teste coçar as costas; p=0,49 para o teste levantar e caminhar (TUG); e p=0,62 para o índice global de limitação das atividades. Houve correlação positiva moderada entre TC6 e TME2 , r=0,36 (p=0,04) e correlação negativa moderada entre TC6 e TUG, r=-0,59 (p=0,000) e entre TME2 e TUG, r=-0,66 (p=0,000). Conclusão: A presença de SDE, nas hipertensas estudadas, demonstrou uma qualidade de sono ruim, entretanto essa sonolência não influenciou a força dos músculos respiratórios. A capacidade funcional apresentou-se diminuída em todas as hipertensas, independentemente da presença ou não de distúrbios do sono; e, foi ainda demonstrada a relação entre resistência cardiovascular e mobilidade funcional, de modo que havendo menor resistência cardiovascular, há mobilidade funcional precária e vice-versapor
dc.publisher.departmentMovimento e Saúdepor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
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