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Título: O Efeito Framing na tomada de decisão contábil: perspectiva dos profissionais de contabilidade dos estados do Rio Grande do Norte e Pará
Autor(es): Martins, Joana Darc Medeiros
Carvalho, Daniele da Rocha
Santos, Ticiane Lima dos
Silva, José Dionísio Gomes da
Palavras-chave: Efeito Framing;Teoria do prospecto;Profissionais de Contabilidade
Data do documento: 2013
Citação: MARTINS, Joana Darc Medeiros et. al. O Efeito Framing na tomada de decisão contábil: perspectiva dos profissionais de contabilidade dos estados do Rio Grande do Norte e Pará. REUNIR – Revista de Administração, Contabilidade e Sustentabilidade, Campina Grande, v. 3, n. 3, Edição Especial, p. 140-161, 2013. ISSN 2237-3667. Disponível em: <http://150.165.111.246/revistaadmin/index.php/uacc/article/view/162/pdf>. Acesso em: 25 maio 2015.
Resumo: O estudo tem como objetivo analisar o impacto da racionalidade limitada em um ambiente de decisão com base em informações contábeis na perspectiva de profissionais de contabilidade. Para isso, aplicou-se um questionário validado do efeito Framing de escolha sobre o risco com 172 profissionais da contabilidade nas cidades de Natal/RN e Belém/PA. Quanto à metodologia foi descritiva e quantitativa com aplicação de testes, utilizando a replicação de um estudo realizado com estudantes por Dantas e Macedo (2012). Os resultados apresentados evidenciam que os profissionais, quando expostos a situações negativas são propensos ao risco e, quando expostos a situações positivas, possuem aversão à perda. A teoria dos prospectos é identificada quando o respondente associa a alternativa A da primeira decisão com a D da segunda decisão. Na pesquisa apenas 30,81% realizaram esta associação, e em outra parte, sendo o maior percentual, 37,79%, verificou-se a utilização de viés heurístico no que tange à autoconfiança excessiva. Este ponto diferencia-se da pesquisa com estudantes, pois a maior concentração (41%) se deu com ênfase na teoria dos prospectos, utilizando-se da abordagem com viés do enquadramento dos resultados, Nas questões que verificam o efeito da pseudocerteza, observou-se que 17,44% dos profissionais de contabilidade foram influenciados por uma manipulação da certeza. Entretanto, na pesquisa realizada com estudantes, essa influencia foi de 40%; assim, pode-se inferir que os profissionais são menos influenciados pela manipulação da certeza. Pode-se observar no teste qui-quadrado de Pearson (Teste 2), que não houve diferença no padrão de resposta entre Natal/RN e Belém/PA
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/19195
ISSN: 2237-3667
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