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Título: Subversão na paisagem: do canto do graffiti ao grito da pixação
Autor(es): Santos, Julia Monteiro Oliveira
Palavras-chave: Graffiti;Pixação;Paisagem;Subversão
Data do documento: 19-Mar-2015
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: SANTOS, Julia Monteiro Oliveira. Subversão na paisagem: do canto do graffiti ao grito da pixação. 2015. 168f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: In the contemporary city, the graffiti is increasingly present as it is exposed in public and private spaces, building symbolic urban landscapes. These urban graphics are rich in colors, shapes and discourse. They represent the speak of a group of people who are often socially marginalized, and who use these forms of expression to exercise their political action, becoming protagonists in the city’s symbolic production. This work seeks to understand the graffiti’s spatiality on the walls of the city of Natal-RN, analyzing their forms and contents. The purpose here is to understand which are the logics behind the appropriation of those spaces, as well as the motivations behind the actions of who are graffiting those spaces. In some instance, this work considers that the landscape is ‘subverted’ by the hands of these graffitiers whose work is to keep leaving marks in the city.
metadata.dc.description.resumo: Na cidade contemporânea a pixação e o graffiti estão cada vez mais presentes, expostos nos espaços público e privado constroem a paisagem urbana em suas dimensões simbólica e material. Esses grafismos urbanos são ricos em cores, formas e discursos. Eles representam o grito de sujeitos/agentes que muitas vezes são marginalizados socialmente, se utilizam destas formas de expressão para se manifestar e exercer uma ação política como protagonistas na produção simbólica da cidade. Este trabalho discute a espacialidade da pixação e do graffiti na cidade de Natal-RN, analisando suas formas e conteúdos impressos nos muros da cidade. Procura-se entender quais as lógicas regem a apropriação destes espaços, assim como quem deles se apropriam, levando em consideração os lugares que são grafitados. A paisagem é subvertida desta forma pelas mãos dos grafiteiros e pixadores que se arriscam riscando os muros e paredes da cidade.
URI: http://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/20450
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