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Título: Papel das espécies reativas de oxigênio na infecção experimental pelo Trypanosoma cruzi
Autor(es): Sêna, Israelly Viana de
Palavras-chave: Trypanosoma cruzi;Doença de Chagas;Espécies reativas de oxigênio (ROS);iNOS;Aminoguanidina;N- acetilcisteína
Data do documento: 29-Jun-2015
Citação: SÊNA, Israelly Viana de. Papel das espécies reativas de oxigênio na infecção experimental pelo Trypanosoma cruzi. 2015. 73f. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) - Centro de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
metadata.dc.description.resumo: Neste estudo foi avaliado o papel das espécies reativas de oxigênio na infecção experimental pelo T. cruzi. Inicialmente, realizamos cultura de macrófagos na presença de formas tripomastigotas do parasito e demonstramos que o T. cruzi induz a produção de ROS in vitro. Posteriormente, camundongos albinos Swiss foram infectados com 1 × 104 formas tripomastigotas sanguíneas da cepa Y e tratados com os inibidores de ROS (N-acetilcisteína), e da óxido nítrico sintase induzível/iNOS (aminoguanidina) ou ambos, e determinado a parasitemia, mortalidade, produção de IgG e de citocinas no soro (IL-17, IFN-, TNF-) por meio de ELISA; e a expressão de RNAm de citocinas no miocárdio dos camundongos por RT-PCR em tempo Real. Animais infectados com a cepa Y que tiveram a inibição simultânea de ROS e NO apresentaram mortalidade inicial precoce (início da mortalidade no 6° D.A.I), foi observado 100% de mortalidade em todos os grupos de animais. Camundongos que tiveram a inibição de ROS e NO, apresentaram maior produção de IFN- e TNF- no soro e também maior expressão de RNAm destas citocinas no tecido cardíaco, quando comparado ao grupo controle. O excesso na produção de IFN- e TNF- pode conduzir a efeitos deletérios ao hospedeiro. Quanto à produção de IL-17 e IgG total, não houve diferença entre os grupos de animais que tiveram ROS ou NO bloqueado. A expressão da iNOS foi menor no grupo de animais tratados com os inibidores de ROS e NO, quando comparado ao controle não tratado. Os resultados indicam que as espécies reativas de oxigênio participam da regulação imunológica durante a infecção experimental pelo T. cruzi, evitando mortalidade precoce ao hospedeiro.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21717
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