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Título: Repercussões do treinamento muscular inspiratório na tolerância ao exercício avaliada através do teste do degrau de seis minutos
Autor(es): Oliveira, Victor Hugo Brito de
Palavras-chave: Ultrassonografia;Músculos respiratórios;Tolerância ao esforço
Data do documento: 18-Jan-2016
Citação: OLIVEIRA, Victor Hugo Brito de. Repercussões do treinamento muscular inspiratório na tolerância ao exercício avaliada através do teste do degrau de seis minutos. 2016. 81f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: Background: The inspiratory muscle training (IMT) is an option for increased respiratory muscle strength, with several positive effects in various populations. Objective: Evaluate exercise tolerance, respiratory muscle strength and thickness and diaphragmatic mobility before and after IMT protocol of 9 weeks. Methodology: In a controlled clinical trial, randomized, double-blind, 24 participants were divided into two groups: Training (G55%) and control (G10%). It was performed the six-minute step test (TD6), manometer, spirometry and ultrasound of the diaphragm. The training group (G55%) held the protocol with 55% MIP load and the control group (G10%) with 10%. All trained 2x a day, 6 times per week for 9 weeks with reassessment of MIP every two weeks for load adjustment. Data were analyzed using the SPSS 20.0 program with 5% significance level. Results: There was a significant difference in the amount of steps ascended (G55%: p=0.03; G10%: p=0.001) inspiratory muscle strength (G55%: p=0.02; G10%: p=0.01), variation heart rate (G10%: p=0.025) and perception of dyspnea (G10%: p=0.032). There was no significant difference in expiratory muscle strength (G55%: p=0.089; G10%: p=0.242), thickness CRF (G55%: p=0.070; G10% p=0.857), thickness of CPT (G55%: p=0.480; G10%: p =0.551) and mobility (G55%: p=0.317; G10%: p=0.057). There was only intergroup difference in MIP in the post training time (p=0.032). Conclusion: Protocols with mild and moderate loads promote improvement in inspiratory muscle strength and performance of the TD6, however there was no intergroup difference. The protocol used was not able to promote morphological changes in the diaphragm.
metadata.dc.description.resumo: Introdução: O treinamento muscular inspiratório (TMI) tem sido considerado uma opção na reversão ou prevenção da diminuição da força dos músculos respiratórios, com vários efeitos positivos em diversas populações. Objetivo: Verificar a tolerância ao exercício, força muscular respiratória e espessura e mobilidade diafragmática antes e após o protocolo de TMI de carga baixa e moderada intensidade de 9 semanas. Metodologia: Em um ensaio clínico controlado, randomizado e duplo-cego, 24 participantes de ambos os sexos, idade entre 18 e 29 anos, saudáveis, sedentários foram divididos em dois grupos: Treinamento (G55%) e Controle (G10%). Foram realizados o teste do degrau de seis minutos (TD6), manovacuometria, espirometria e ultrassonografia do músculo diafragma. O grupo treinamento (G55%) realizou o protocolo com carga de 55% da PImáx e o grupo controle (G10%) com 10%. Todos treinaram 2x por dia, 6x por semana, durante 9 semanas com reavaliação da PImáx a cada duas semanas para reajuste de carga. Os dados foram analisados através do programa SPSS 20.0 com nível de significância de 5%. Resultados: Houve melhora significativa na quantidade de degraus subidos (G55%: p=0,03; G10% p=0,001) força muscular inspiratória (G55%: p=0,020; G10%: p=0,010), frequência cardíaca (G10%: p=0,025) e redução da percepção de dispneia (G10%: p=0,032). Não foi verificada diferença significativa na força muscular expiratória (G55%: p=0,089; G10%: p=0,242), espessura do diafragma em CRF (G55%: p=0,070; G10% p=0,857), espessura do diafragma em CPT (G55%: p=0,480; G10%: p=0,551) e mobilidade (G55%: p=0,317; G10%: p=0,057). Houve diferença intergrupo apenas na PImáx no momento pós treinamento (p=0,032) Conclusão: Protocolos com cargas leve e moderada promovem melhora na força muscular inspiratória e no desempenho do TD6, no entanto não houve diferença intergrupo. O protocolo utilizado não foi capaz de promove alterações morfológicas no diafragma.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22767
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