Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/26577
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorFreire, Flávio Henrique Miranda de Araújo-
dc.contributor.authorSilva Júnior, Walter Pedro-
dc.date.accessioned2019-02-07T17:35:19Z-
dc.date.available2019-02-07T17:35:19Z-
dc.date.issued2018-12-20-
dc.identifier.citationSILVA JÚNIOR, Walter Pedro. Diferenciais regionais na mortalidade adulta por escolaridade no Brasil em 2010. 2018. 110f. Dissertação (Mestrado em Demografia) - Centro de Ciências Exatas e da Terra, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/26577-
dc.description.abstractStudies on mortality differentials by education have a great relevance for the management of public health in Brazil. Given the unequal context of processes of demographic and epidemiological transitions among social strata, the objective of this study is to estimate educational differentials in adult mortality (25-59 years) by regions, sex and age in 2010. The literature indicates that there is an inverse relationship between mortality and schooling, meaning that the higher the schooling the lower is the risk of death. In addition, there is evidence that these gradients persist at all ages. They are larger among men, diminishing with age and their magnitude differ among the country’s regions. Whilst this subject has been discussed in the United States since the 1960s, in Brazil the first works date from the 2000s. This delay is mainly due to the poor quality of the educational variable from the responses on death registered in the Mortality Information System (MIS). In order to search for evidence on these educational gradients, the microdata on death of MIS of 2010 (for deaths) and the microdata of the census 2010 (for population quantities) are the study’s sources of data. Accordingly, the methodological proposal is to make two corrections in the data before proceeding with the estimates of educational differentials in mortality. The first one is the correction of the incompleteness of the variable education through imputation methods. The methods applied are: the multiple imputation and the ABB (Approximate Bayesian Bootstrap). The second one is the correction of underreporting of deaths using average corrections factors of the general population by Federation Unit (FU) to correct only the deaths of lower schooling in each region. The results in terms of specific mortality rates are in line with the literature. The risks of death are lower among individuals with high schooling when compared to those with low and medium schooling. Moreover, differentials were higher for men, tending to decrease with age. Another important result is that there are no regional differences in the mortality differentials according to the schooling of the deceased.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMortalidadept_BR
dc.subjectNível de escolaridadept_BR
dc.subjectDiferencial regionalpt_BR
dc.subjectDados faltantespt_BR
dc.titleDiferenciais regionais na mortalidade adulta por escolaridade no Brasil em 2010pt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DEMOGRAFIApt_BR
dc.contributor.advisor-co1Silva, Damião Nóbrega da-
dc.contributor.referees1Turra, Cássio Maldonado-
dc.contributor.referees2Gonzaga, Marcos Roberto-
dc.description.resumoEstudos sobre diferenciais de mortalidade por escolaridade são de grande relevância para a gestão da saúde pública no Brasil. Dado o contexto desigual dos processos de transição demográfica e epidemiológica entre estratos sociais, o objetivo desse trabalho é estimar os diferenciais educacionais na mortalidade adulta (25 a 59 anos) por grandes regiões, sexo e idade em 2010. A literatura tem apontado para uma relação inversa entre a mortalidade e a escolaridade, ou seja, quanto maior a escolaridade menor é o risco de o indivíduo morrer. Além disso, há evidências de que esses gradientes persistem em todas as idades, são maiores entre os homens, diminuem com a idade e sua magnitude difere entre as grandes regiões do país. Enquanto essa temática vem sendo discutida nos Estados Unidos desde a década de 1960, no Brasil os primeiros trabalhos são da década de 2000. Esse atraso é devido, principalmente, à péssima qualidade da variável escolaridade das declarações de óbitos registradas no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). Para buscar evidências sobre esses gradientes educacionais, os microdados de óbitos do SIM em 2010 (para os óbitos) e os microdados do censo 2010 (para as quantidades populacionais) são as fontes de dados do estudo. Com isso, a proposta metodológica neste trabalho é realizar duas correções nos dados antes de proceder com as estimativas dos diferenciais educacionais na mortalidade. A primeira é corrigir a incompletitude da variável escolaridade através de métodos de imputação. Os métodos aplicados são: imputação múltipla e ABB – Approximate Bayesian Bootstrap. A segunda tratase da correção de sub-registro dos óbitos, utilizando fatores de correção médios da população geral por UF para corrigir apenas os óbitos de menores escolaridades em cada região. Os resultados em termos das taxas específicas de mortalidade estão em consonância com a literatura. Os riscos de morte são menores entre os indivíduos de alta escolaridade comparados aos de baixa e média escolaridade. Além disso, os diferenciais foram maiores para os homens e tendem a diminuir com a idade. Outro resultado importante é que não há diferenças regionais nos diferenciais de mortalidade segundo a escolaridade do falecido.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DEMOGRAFIApt_BR
Appears in Collections:PPGDEM - Mestrado em Demografia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Diferenciaisregionaismortalidade_SilvaJunior_2018.pdf2,14 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.