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dc.contributor.advisorSantiago Júnior, Francisco das Chagas Fernandes-
dc.contributor.authorNascimento, Lucila Barbalho-
dc.date.accessioned2019-07-15T18:34:58Z-
dc.date.available2019-07-15T18:34:58Z-
dc.date.issued2019-02-06-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, Lucila Barbalho. "É o poder, o mundo é de quem faz": uma reflexão sobre o androcentrismo no ensino de História. 2019. 92f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de História - Profhistoria) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/27321-
dc.description.abstractThe teaching of History for high school students is a task that presents challenges and requires reflection from the teacher, since it is linked to the citizen training of another individual. Through observations made in the school environment, the present research was presented, which aims to propose the construction of a gender approach in the classroom, as a criticism of androcentrism in the school space. To this end, we take as a basis the concept of Androcentrism from the point of view of Charlotte Gilman; the meaning attributed by Bárbara Solomon to the term Empowerment; the discussions pertinent to the research field Teaching History, from the look of Maria Schmidt, Kátia Abud and Circe Bittencourt; the writings of Michelle Perrot, Mary Del Priore, Carla Bassanezi Pinsky, Margareth Rago and Joana Maria Pedro on the area of Women's History; and the theory proposed by Antoni Zabala on Didactic Sequence. The applied methodology included a bibliographical survey, an analysis of legal documents related to national basic education, the preparation of an ethnographic report of the school and, as a final product, the production of didactic material, linked to a didactic sequence. Throughout our work, it was possible to see that opportunizing the rise of women is to promote changes in patriarchal social practices rooted in our relationships and in the various institutional spheres that are revealed in everyday life.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAndrocentrismopt_BR
dc.subjectHistória do ensino de históriapt_BR
dc.subjectHistória no ensino médiopt_BR
dc.subjectHistória das mulherespt_BR
dc.subjectFeminicídiopt_BR
dc.title"É o poder, o mundo é de quem faz": uma reflexão sobre o androcentrismo no ensino de Históriapt_BR
dc.title.alternative"It is power, the world is who does": a reflection on androcentrism in Teaching Historypt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE HISTÓRIA - REDE NACIONALpt_BR
dc.contributor.referees1Carvalho, Haroldo Loguercio-
dc.contributor.referees2Lima, Marta Margarida de Andrade-
dc.description.resumoO ensino de História para alunas (os) do Ensino Médio é uma tarefa que apresenta desafios e que exige reflexão da (o) docente, uma vez que está ligada a formação cidadã de outra (o) individua (o). Mediante observações realizadas no ambiente escolar, surgiu a presente pesquisa, que tem como objetivo propor a construção de uma abordagem de gênero em sala de aula, como crítica ao androcentrismo no espaço escolar. Para isso, tomamos como base o conceito de Androcentrismo sob a ótica de Charlotte Gilman; o significado atribuído por Bárbara Solomon ao termo Empoderamento; as discussões pertinentes ao campo de pesquisa Ensino de História, a partir do olhar de Maria Schmidt, Kátia Abud e Circe Bittencourt; os escritos de Michelle Perrot, Mary Del Priore, Carla Bassanezi Pinsky, Margareth Rago e Joana Maria Pedro sobre a área História das Mulheres; e a teoria proposta por Antoni Zabala sobre Sequência didática. A metodologia aplicada contou com um levantamento bibliográfico, uma análise de documentos legais ligados à educação básica nacional, a confecção de um relato etnográfico da escola e, como produto final, a produção de um material didático, vinculado à uma sequência didática. Ao longo do nosso trabalho, foi possível enxergar que oportunizar a ascensão das mulheres é promover mudanças nas práticas sociais patriarcais enraizadas em nossas relações e nos diversos âmbitos institucionais, que se desvelam no cotidiano.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
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