Programa de Pós-Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental por Autor "Almeida, Cristiano das Neves"
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Dissertação Análise da precipitação no semi-árido potiguar(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011-06-30) Garcia, Joema Ferreira da Costa; Moreira, Lúcio Flávio Ferreira; ; http://lattes.cnpq.br/4599100661657180; ; http://lattes.cnpq.br/5586448807406548; Mattos, Arthur; ; http://lattes.cnpq.br/6925820345407676; Almeida, Cristiano das Neves; ; http://lattes.cnpq.br/5858373824027435O regime pluviométrico no semi-árido Nordestino é altamente variável. Os processos climáticos associados às precipitações são complexos e seus efeitos podem representar situações limites de seca ou enchentes, os quais podem ter efeitos negativos para a sociedade e meio ambiente. A economia da região, com forte componente agrário, é fortemente impactada pelas condições climáticas. A análise de chuvas intensas é feita tradicionalmente utilizando as equações tipo intensidadeduração- freqüência (IDF). Os resultados obtidos nesses estudos são usados em projetos de engenharia envolvendo obras hidráulicas, tais como rede de drenagem e obras viárias. Por outro lado, a análise dos dados de precipitação pode exigir a adoção de algum tipo de critério de identificação de eventos. Um dos critérios mais usados é o intervalo mínimo entre eventos (IMEE). Este estudo tem o objetivo de analisar o efeito do IMEE nas características dos eventos de precipitação. Para isso, foi usada uma serie histórica de precipitação com 9 anos de registros (2002-2011). Os dados foram registrados numa estação pluviográfica automática instalada na Estação Ecológica do Seridó. Os resultados demonstraram que o valor do IMEE adotado tem um efeito importante no numero de eventos, duração, altura precipitada, intensidade média e no intervalo médio entre eventos. Além disso, verificou-se uma maior ocorrência de eventos extremos para pequenos valores de IMEE. A maioria dos eventos apresentou intensidade média acima de 2 mm/h, independente do IMEE adotado. O coeficiente de avanço da tormenta situou-se, na maioria dos casos, no primeiro quartil do evento, independente do valor do IMEE. A análise probabilística dos dados observados utilizando séries parciais possibilitou o ajuste de equações IDF características do local