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Navegando por Autor "Amorim, Giovana Carla Cardoso"

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    Tese
    A educação primária e o Grupo Escolar Almino Afonso em Martins-RN (1909-1926)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-12-17) Amorim, Hananiel de Souza; Azevedo, Crislane Barbosa de; https://orcid.org/0000-0003-3456-0025; http://lattes.cnpq.br/6943286950201331; http://lattes.cnpq.br/2234114864117312; Nascimento, Francinaide de Lima Silva; Amorim, Giovana Carla Cardoso; Viveiros, Kilza Fernanda Moreira de; Paiva, Marlucia Menezes de; Medeiros Neta, Olivia Morais de
    Este trabalho volta-se à história de instituições escolares, com foco em um grupo escolar localizado no interior do Rio Grande do Norte. Partiu-se do questionamento sobre que mudanças a implantação do Grupo Escolar Almino Afonso causou na instrução pública primária na cidade de Martins-RN, no início do século XX? A partir disso, objetivou-se compreender o processo de implantação e funcionamento do Grupo Escolar Almino Afonso nas primeiras décadas do século XX e analisar as mudanças ocorridas no ensino primário na cidade de Martins-RN em decorrência da implantação do referido Grupo. Para tanto e com base no conceito de cultura escolar (Julia, 2001), foi realizada pesquisa bibliográfica e documental em perspectiva histórica. Foram analisados documentos como: mensagens de governadores (1890-1930); relatórios da Secretaria de Governo estadual (1895-1905); relatórios de diretores de Instrução Pública (1893-1926); livros de escrituração de escolas isoladas de Martins-RN e do antigo Grupo Escolar Almino Afonso (1897-1926); leis, decretos, códigos de ensino e regimento dos grupos escolares (1908-1925); imagens de instituições de ensino de Martins-RN (década de 1920); e o jornal “A Republica” (1911- 1925). Considerados um modelo de escola moderna, os grupos escolares deveriam proporcionar melhorias no ensino primário público. Diante disso, buscou-se demonstrar que o Grupo Almino Afonso proporcionou avanços da organização escolar primária em MartinsRN. Mas a investigação demonstrou limites no funcionamento da instituição como escola graduada bem como sobre outros aspectos como: falta de materiais escolares e inadequação do mobiliário escolar, destoante dos princípios de higiene e de modernidade pedagógica discutidos no período por intelectuais e administradores públicos. Com reduzida matrícula e frequência nos anos iniciais do seu funcionamento, não só não universalizou o ensino primário como teve alcance de público inferior ao das antigas escolas isoladas estaduais que possuíam matrícula maior do que o Grupo que as substituiu. As mudanças proporcionadas pela instalação do Grupo referem-se ao estabelecimento da escola pública de ensino primário como um lugar específico e de responsabilidade do Estado, bem como a construção de uma nova cultura escolar disseminada para toda a cidade por meio, principalmente, das festas escolares. Além de pedagógicas, as celebrações tinham propósitos políticos de dar visibilidade ao projeto republicano de escolarização e construção de uma nova sociedade.
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    Tese
    Crianças click e infâncias ciber na educação infantil: experiências com a cibercultura em meio a cultura local
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-01-30) Santos, Daniel Medeiros dos; Momo, Mariângela; http://lattes.cnpq.br/6061996250283917; http://lattes.cnpq.br/8023221982321014; Mello, Darlize Teixeira de; Lopes, Denise Maria de Carvalho; Amorim, Giovana Carla Cardoso; Paiva, Maria Cristina Leandro de; Quadros, Marta Campos de; Ignacio, Patricia
    Na sociedade contemporânea, os sujeitos, de um modo geral, são contingenciados pela diversidade de recursos tecnológicos e midiáticos em seu cotidiano. Essa relação contribui para a formação de conceitos como cultura digital, Cibercultura, ciberespaço, entre outros que são forjados e operam socialmente, sobretudo, na vida das crianças as quais estão imersas nesse contexto. Assim, o objetivo desta pesquisa é analisar experiências de crianças da Educação Infantil e suas infâncias constituídas pela Cibercultura em meio a cultura local em um município do interior do Estado do Rio Grande do Norte. A pesquisa qualitativa de inspiração etnográfica foi o suporte para a construção dos dados, e tem como base teórica os estudos de autores que abordam os seguintes conceitos: Tecnologia, mídia e cultura digital, Kenski (2012), Bortolazzo (2020), Santaella (2003); Crianças e infâncias da Era Digital, Dornelles (2012), Veen e Vrakking (2009), Buckinhgham (2007) e Momo (2007); Pesquisas com crianças, Oliveira (2002), Kramer (2005), Corsaro (2011), Bujes (2001), Muller (2010); Cultura e Cibercultura, Levy (2012), Costa (2002) e Hall (1977); Etnografia, Geertz (2002) e Velho (2004). Assim, a pesquisa empírica foi realizada em dois contextos, o primeiro deles foi um Centro Municipal de Educação Infantil em uma turma de nível 5 com dezoito crianças em faixa etária entre 5 e 6 anos de idade. O segundo contexto foi a Zona Rural (Sítio), onde uma das crianças da turma investigada reside. A pesquisa aconteceu de março a setembro do ano de 2024, entre visitas semanais ou quinzenais à instituição, como também quatro visitas ao Sítio. Após a autorização do comitê de ética e das crianças, utilizou-se o diário de campo, gravador de voz no celular, fotografias, videogravação e desenhos. Portanto, foi possível construir três eixos de análises para a apresentação e discussão dos dados. Nesse sentido, o primeiro eixo “Eu brinco, eu tenho um joguinho das princesas e eu pesquiso as coisas no Youtube”: as brincadeiras, as pesquisas e outras conexões da infância cyber” apresenta as experiências das crianças no que concerne a sua relação com os recursos tecnológicos e as várias possibilidades de fazer conexões e brincar. O segundo eixo “É porque eu fiquei pesquisando vídeo de papangu no Youtube”: as pesquisas, o ser e o estar na cibercultura, contém as experiências das crianças no ciberespaço, bem como sua constituição nos modos de ser e estar na contemporaneidade. O terceiro eixo “As experiências de uma infância na Zona Rural: entre o global e o local”, discute as especificidades das experiências da criança que vive sua relação na cibercultura em meio ao contexto rural, mas com acesso aos artefatos tecnológicos e midiáticos. Desse modo, as crianças comprovaram seus conhecimentos e um conjunto de experiências na cibercultura ao fazerem pesquisas, brincar, jogar, falar com os seus familiares e amigos, tirar selfies, enviar mensagem de voz, fazer chamada de vídeo, acessar plataformas, dentre outros, o que implica na constituição desses sujeitos, em seus modos de ser, estar e se conectar com o mundo em meio a cultura local.
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    Dissertação
    De normalista a intelectual: a trajetória do professor Severino Bezerra de Melo e suas redes de sociabilidade (1908-1956) no Rio Grande do Norte
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-07-25) Araújo, Ana Tereza dos Santos; Azevedo, Crislane Barbosa de; https://orcid.org/0000-0003-3456-0025; http://lattes.cnpq.br/6943286950201331; https://orcid.org/0000-0002-9251-9488; http://lattes.cnpq.br/6747617321094975; Viveiros, Kilza Fernanda Moreira de; Amorim, Giovana Carla Cardoso; http://lattes.cnpq.br/1362421755496261; Nunes, Iran de Maria Leitão; Oliveira, João Paulo Gama
    O presente estudo tem como objetivo investigar a trajetória do intelectual Severino Bezerra de Melo e de suas redes de sociabilidade, analisando suas atuações, relações e implicações no contexto educacional e político, no período de 1908 a 1956. A pesquisa objetivou investigar a atuação desse intelectual em seus diversos campos de atuação, buscando entender quais foram seus relacionamentos na Escola Normal de Natal, quais os agentes envolvidos nessa sua trajetória, o que o motivou a fundar o Colégio Pedro II em Natal/RN, além de analisar a influência das suas redes de sociabilidade na sua trajetória intelectual. Para tanto, realizamos pesquisa documental e bibliográfica em acervos físicos e virtuais disponibilizados pelos repositórios institucionais como os da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Biblioteca Nacional (AN), com ênfase na Hemeroteca Nacional Digital. Foram localizados documentos oficiais, como: decretos; mensagens do governador do Estado; revistas e jornais, como a “Pedagogium” e a Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN); e jornais como “A República”, “A Ordem de Natal”, “O Poti” e “Diário de Natal”. A pesquisa fundamentou-se a partir das acepções de intelectuais e redes de sociabilidade de Sirinelli (1996) e das noções de práticas e representações de Chartier (1990). O estudo demonstrou que Severino Bezerra atuou em vários espaços no Estado, como em grupos escolares, entre eles o Grupo Escolar Barão de Mipibu (1911-1922), Grupo Escolar Frei Miguelinho (1924) e o Antonio de Souza (1924-1925); como professor de Instrução Moral e Cívica no Ateneu Norte-Rio-Grandense (1927); dirigiu a Escola de Comércio de Natal masculina e feminina (1937); e, ainda, lecionou na Escola Doméstica de Natal (1935). Em 1927 fundou e dirigiu o Colégio Pedro II, que funcionava como internato, semi-internato e externato. Durante longo período, Severino trabalhou na direção do Departamento de Educação do Estado do Rio Grande do Norte (1913 -1933; 1943-1956), dentre outros cargos, demonstrando ser atuante no campo político e educacional. Constatamos ainda conexões entre Severino Bezerra e nomes importantes do cenário intelectual, educacional e político do Rio Grande do Norte, como Monsenhor Calazans Pinheiro, Anfilóquio Carlos Soares Câmara, colega normalista de Severino que também foi diretor do Departamento de Educação e o governador José Augusto Bezerra de Medeiros. A história dos intelectuais no Brasil, notadamente no Rio Grande do Norte, demonstra uma linha tênue entre o cultural e o político, e Severino Bezerra é uma figura importante dessa história.
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    Dissertação
    Os desenhos na educação infantil: documentos para conhecer as crianças, suas infâncias e pensar sua educação
    (2019-02-25) Santos, Daniel Medeiros dos; Momo, Mariangela; ; ; Freitas, Alessandra Cardozo de; ; Lopes, Denise Maria de Carvalho; ; Dantas, Elaine Luciana Sobral; ; Amorim, Giovana Carla Cardoso;
    Os desenhos são produzidos por grande parte das crianças em vários contextos e não somente nos espaços educativos destinados a elas na etapa da Educação Infantil. Por meio de seus desenhos as crianças vão deixando suas marcas no mundo, marcas que comunicam, por exemplo, sobre sua cultura, sua infância e determinadas práticas que a elas são direcionadas. Dessa forma, elegi como objetivo desta pesquisa analisar os desenhos, associados às falas das crianças, como documentos que contribuem para conhecermos as crianças, suas infâncias e pensar sua educação. Movido por este objetivo, decidi adentrar uma instituição de Educação Infantil, localizada na cidade de São João do Sabugí no estado do Rio Grande do Norte/Brasil, em uma turma de nível 5, composta por 19 crianças. Ancorado pelas perspectivas teóricas dos Estudos Culturais em Educação e da Sociologia da Infância, construí esta dissertação a partir da compreensão das crianças como atores sociais, sujeitos de direitos e produtores de cultura, sendo capazes de modificar sua realidade, como também de produzir cultura a partir de suas interpretações e significações estabelecidas nas relações com os adultos. Com base nessas perspectivas teóricas, escolhi a modalidade de pesquisa qualitativa por considerar o processo da pesquisa e as implicações do pesquisador em capo. Além disso, me decidi por um percurso teórico-metodológico inspirado na etnografia utilizando-me de observações em visitas regulares na escola investigada, de fotografias, do diário de campo, e de conversas com as crianças e com as professoras para a construção das informações que se constituíram como materiais de análise. Os dados construídos me permitiram organizar os resultados em dois eixos de análises. Um eixo que se organiza em torno de desenhos e falas que evidenciam aspectos de vida das crianças, como vivências relacionadas à família, à religião e a local de moradia, comprovando que o desenho de fato é um documento repleto de possibilidades para conhecer as crianças e suas infâncias. Outro eixo que visa pensar a educação das crianças considerando as práticas escolares relacionadas aos desenhos discute as práticas da professora, uma vez que os desenhos mostram aspectos dessas práticas que precisam ser problematizados e revistos já que, no contexto investigado, às crianças não têm tido um encontro promissor com essa linguagem no percurso de seu desenvolvimento. Cada desenho está ligado ao lugar da criança, fala sobre as práticas culturais as quais elas participam e aspectos das suas relações familiares, mostrando assim, a riqueza de suas vivências que são compartilhadas por meio do desenho. Além disso, percebemos o quanto o desenho nos ajuda a refletir sobre a prática docente, sobretudo, na compreensão que o profissional possui no momento de solicitar e acompanhar essa produção. Fazendo parte destes dois eixos está a constatação de que o desenho materializa as experiências significativas das crianças, e pode permitir ao adulto, conhecer aspectos de suas experiências da infância já que são canais ricos de materialização da comunicação, da construção e da expressão da linguagem infantil. São efetivos documentos que apresentam diversas possibilidades de conhecer as crianças, suas infâncias e refletir acerca de sua educação na relação consigo e com os outros.
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    Dissertação
    Escrita na Educação Infantil: experiências e sentidos de crianças
    (2018-08-31) Pinheiro, Monalysa Themistocles da Silva; Lopes, Denise Maria de Carvalho; ; ; Dantas, Elaine Luciana Sobral; ; Amorim, Giovana Carla Cardoso; ; Paiva, Maria Cristina Leandro de; ; Momo, Mariangela;
    A presente pesquisa objetivou analisar experiências e sentidos atribuídos a escrita por crianças no contexto da Educação Infantil e tematiza questões relativas à criança, escrita e Educação Infantil. Seu desenvolvimento se orientou pelas seguintes premissas: a) A criança é um ser concreto, capaz de aprender e se desenvolver, desde que lhes sejam propiciadas, pelo meio sociocultural, as condições necessárias para que possa apropriarse da cultura e recriá-la, produzir novos sentidos sobre a realidade que a cerca, sendo estes sentidos importantes na compreensão do mundo; b) A Educação Infantil é etapa inicial da Educação Básica (Lei 9394/1996), com finalidade de promover o desenvolvimento integral da criança, o que inclui suas capacidades simbólicas e linguísticas; c) A escrita é uma linguagem e uma prática cultural presente na vida das crianças e da sociedade e, finalmente; d) É preciso incorporar, nas discussões e práticas, os modos como as crianças entendem a escrita – a partir de suas vivências e das mediações que lhes são propiciadas. A pesquisa buscou responder a questão: Que experiências com a escrita são vividas por crianças da Educação Infantil e que sentidos atribuem à essa linguagem? O estudo assumiu, como aportes teórico-metodológicos, princípios da abordagem qualitativa de pesquisa, as proposições de L. S. Vygotsky sobre processos humanos e de M. Bakhtin para a pesquisa nas Ciências Humanas. A investigação envolveu os seguintes procedimentos metodológicos: sessões de observação do tipo semi-participativa, entrevistas coletivas e individuais do tipo semiestruturadas e análise documental. O estudo teve, como lócus, um Centro Municipal de Educação Infantil da rede pública de Natal, RN e, como sujeitos participantes, um grupo de 21 crianças com idades entre cinco a seis anos incompletos durante o ano de 2017 e as profissionais responsáveis pelo grupo – a professora e a coordenadora. A análise dos dados realizada mediante o entrecruzamento dos registros produzidos com o aporte teórico-metodológico nos possibilitou constatar que as crianças expressam sentidos múltiplos em relação à escrita, sistematizados nos seguintes eixos de sentido: 1) É desenhar; 2) É usar instrumentos para escrever; 3) Fazer letras/alfabeto; 4) Fazer nomes; 5) Fazer atividades vinculadas à escola; 6) Estudar para ser inteligente; 7) Fazer “coisas de adulto”; 8) Algo que se faz para outra pessoa; 9) Algo que é vivido fora da escola. Esses sentidos expressados pelas crianças revelam, tanto restrição e fragilidade na compreensão dessa linguagem, de sua natureza simbólica e de sua função social, quanto, por outro lado, sua capacidade de recriar e produzir cultura, ampliando o que vivenciam com sua imaginação e produzindo sentidos que recriam o vivido. Nosso estudo aponta para a necessidade de que as crianças precisam ser, na escola, introduzidas na cultura escrita de forma significativa, que esta precisa ser incorporada às suas vivências em situações reais, respeitando-se as especificidades da Educação Infantil como etapa educacional por meio de um trabalho que considera as interações e brincadeiras como eixo centrais das práticas, o que implica uma formação pertinente dos professores que atuam nesta etapa.
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    Dissertação
    Formação docente na educação infantil: desafios e possibilidades para inclusão digital das crianças na contemporaneidade
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-08-11) Gadelha, Isabel Carolina Pereira de Medeiros; Paiva, Maria Cristina Leandro de; http://lattes.cnpq.br/5008583007971704; http://lattes.cnpq.br/2324487557664342; Gomes, Apuena Vieira; https://orcid.org/0000-0002-3497-655X; http://lattes.cnpq.br/0601161335088804; Lopes, Denise Maria de Carvalho; Amorim, Giovana Carla Cardoso
    A presente pesquisa tem como objetivo geral analisar as contribuições da formação docente para a inclusão das tecnologias digitais, na Educação Infantil, tendo como subsídio as orientações do Currículo de Referência em Tecnologia e Computação (CRTC). A formação se desenvolveu com professoras de quatro centros infantis do município de Parnamirim/RN, em formato híbrido e partiu de uma pesquisa de mestrado profissional do Programa de Pósgraduação em Inovação em Tecnologias Educacionais - PPgITE/UFRN. A formação, inspirada e orientada pelas orientações do CRTC, explorou os eixos Cidadania Digital e Pensamento Computacional do referido currículo, através de metodologias ativas e ferramentas digitais, com as habilidades a serem desenvolvidas pelas crianças sugeridas por cada eixo. Foram tecidas reflexões sobre formação docente, currículo, currículo na Educação Infantil, de acordo com: Gatti; Saviani; Perrenoud; Oliveira-Formosinho; Oliveira; Macedo; Moreira e Candau; Fochi. Para discutir a prática docente e o uso de tecnologias, nos apoiamos em Cunha; Almeida e Valente; Tardif. A pesquisa respalda-se metodologicamente na abordagem qualitativa com aspectos da pesquisa-ação como forma de compreensão e intervenção no contexto escolhido. Através da aplicação de questionários, diário de campo e entrevistas coletiva e individual, traçamos o perfil dos participantes, para melhor compreensão do contexto no qual estavam inseridos, identificamos a percepção por parte dos sujeitos da importância do uso de tecnologias digitais na educação infantil e verificamos os principais desafios enfrentados por eles para a inclusão das tecnologias digitais no cotidiano dos centros infantis, no intuito de propiciar momentos de construção de novos conhecimentos, em um processo de formação continuada. A análise dos dados ocorreu por meio dos princípios da categorização e inferência presentes na análise de conteúdo, proposta por Bardin (2011). Como produto final foi elaborado um plano de formação continuada que ficará disponível para a Rede de ensino de Parnamirim/RN. Os resultados demonstraram que o percurso formativo alinhado às orientações do currículo CRTC despertou o interesse dos docentes, promoveu a reflexão para o uso dos recursos digitais e, sobretudo, despertou nas crianças a curiosidade, o interesse, além de ter contribuído com o desenvolvimento de habilidades digitais.
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    Dissertação
    História e relações étnico-raciais na Escola Estadual Potiguassu: raízes e ramificações da Lei 10.639/2003
    (2018-02-27) Feliciano, Lucélia da Silva; Azevedo, Crislane Barbosa de; ; ; Azevedo, Alessandro Augusto de; ; Nascimento, Francinaide de Lima Silva; ; Amorim, Giovana Carla Cardoso; ; Ribeiro, Vandiner;
    A educação é o meio pelo qual é possível desenvolver ações que resultem no respeito a diversidade, resgatando valores essenciais para a vida em sociedade, pois é a partir dela que o ser humano se (re)constrói e evolui. A pesquisa de mestrado intitulada: História e relações étnico-raciais na Escola Estadual Potiguassu: raízes e ramificações da Lei 10.639/2003 tem como objetivo analisar as orientações curriculares que sustentam a aplicabilidade da Lei 10.639/2003, lei que determina a inclusão do ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares, na Escola Estadual Potiguassu/RN, além de buscar compreender como é efetivada a relação interativa entre currículo e práticas pedagógicas na educação para as relações étnico-raciais. Iniciamos nosso trabalho com a realização das pesquisas documental e bibliográfica baseadas nos eixos: ensino de História. currículo, prática pedagógica e relações étnico-raciais. Nossa pesquisa seguiu os referenciais teóricometodológicos da pesquisa qualitativa, orientada pelas técnicas da metodologia etnográfica, à luz das ideias de Marly André (1995, 2010), Bogdan e Biklen (1994) e Lüdke e André (2015). Nossa motivação foi originada pela busca em vislumbrar através das lentes do sujeito da pesquisa, como percebem, reconhecem, compreendem e representam seu universo, em especial, como conduzem as relações étnico-raciais no universo educativo. Nesse aspecto, consideramos como técnicas adequadas para que pudéssemos alcançar os resultados pretendidos: entrevista semiestruturada, observação participante, registros em diário de campo e descrição. A metodologia utilizada nos possibilitou compreender e interpretar, a partir da integração ao ambiente de pesquisa, as concepções e formas de atuar e ver-se no mundo do sujeito pesquisado. Diante das análises percebemos a necessidade de a Escola Estadual Potiguassu fomentar o entrelace entre currículo e práticas pedagógicas na promoção de uma educação baseada na igualdade étnico-racial no espaço escolar, elegendo o ensino de História como base sustentável para sua implementação. Nossa pesquisa apontou que a ausência de um currículo multicultural reflete diretamente na implementação de ações afirmativas para o combate ao racismo e preconceitos no ambiente da sala de aula, nesse aspecto, identificamos uma longa distância a ser percorrida entre o escrito na legislação e o realmente efetivado. Nesse aspecto, deparamo-nos com alguns empecilhos que travam a introdução do ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares, como necessidade de ampliação de número de aulas semanais de aulas de História na prática de sala de aula. Consideramos que a formação do educando na sua integralidade como um ser multicultural, perpassa pela correspondência entre o currículo proposto e a prática pedagógica significativa, que por sua vez, está intrinsecamente ligada a concepção de educação defendida pelo professor.
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    Dissertação
    Música na educação infantil: experiências vivenciadas e sentidos atribuídos por crianças
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2018-11-01) Ribeiro, Áquila Rosângela Freire; Lopes, Denise Maria de Carvalho; https://orcid.org/0000-0002-1791-0735; http://lattes.cnpq.br/1935167361851222; http://lattes.cnpq.br/5348213763786155; Dantas, Elaine Luciana Sobral; Amorim, Giovana Carla Cardoso; Paiva, Maria Cristina Leandro de; Momo, Mariangela; http://lattes.cnpq.br/6061996250283917
    Esta dissertação consiste na apresentação dos resultados de uma pesquisa realizada em um Centro Municipal de Educação Infantil localizado em um bairro situado na Zona Norte do Natal/RN. A pesquisa foi realizada com crianças com idades de cinco anos e a professora de uma turma de nível IV. O estudo tem como objetivo: analisar experiências e sentidos atribuídos à música por crianças na Educação Infantil. Sua elaboração está embasada nas seguintes premissas: a) A música é uma prática artístico-cultural do mundo dos seres humanos; b) A música na educação escolar da infância; c) A presença da música na cultura da infância e na educação infantil brasileira. A pesquisa busca responder ao problema: Em que situações as crianças vivenciam a música na Educação Infantil e que sentidos elaboram sobre essa linguagem-arte? O estudo fundamentado numa abordagem qualitativa, de inspiração etnográfica, abarcou os seguintes procedimentos metodológicos: observações do tipo semiparticipativas e entrevistas individuais do tipo semiestruturadas. Assumiu como aportes teórico-metodológicos os princípios da abordagem histórico-cultural de Lev Semenovich Vigotski acerca dos processos humanos e as proposições do dialogismo de Mikhail Bakhtin para a pesquisa nas Ciências Humanas, segundo os quais, os estudos não analisam objetos estáticos, mas processos; compreendendo-os como permanente construção de movimento/mudança; resultantes de relações; que as ações e relações entre os humanos são produções discursivas – de linguagem; e o objeto de investigação (um sujeito com voz) é o texto; a linguagem é o objeto e o método; e o que se produz são discursos-textos em interações pesquisador e pesquisados (coprodutores). A construção e análise dos dados demonstraram que: a música, enquanto prática da cultura é experimentada e significada pelas crianças no cotidiano escolar em situações: 1) mediadas pela professora, com o intuito de: a) regulação/controle do comportamento; b) ensino de conteúdos escolares e datas comemorativas; 2) produzidas pelas crianças, tendo como fio condutor: a brincadeira. Embora as situações mediadas pela professora não contemplassem a música como conhecimento sonoro-artístico e cultural, mas um mecanismo de controle das ações do coletivo infantil e recurso de aprendizagem dos conteúdos escolares e datas comemorativas; as crianças, por meio da brincadeira vivenciavam a música de diferentes modos, de acordo com os seus desejos: reinventando e parodiando canções, improvisando e imitando sons de instrumentos musicais; as crianças produziram sentidos múltiplos em relação à música, organizados em centros-eixos de sentidos: 1) Prática religiosa; 2) Artistas e produções musicais infantis e 3) Sentimentos e sensações. A principal contribuição deste estudo situa-se na compreensão de que a música é uma prática cultural que as crianças apreciam, vivenciam e desenvolvem nos contextos escolares, e, que, portanto, deve ser pensada, planejada e efetivada não como um recurso pedagógico restrito à organização do espaço e tempo da EI, mas como uma atividade cultural que desenvolve nas crianças o sentimento estético e potência às funções psicológicas culturais, promovendo o desenvolvimento integral delas.
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    Tese
    Nas asas de Ícaro: uma análise da Pedagogia Freinet do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental na perspectiva da ação docente continuada
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2007-12-10) Amorim, Giovana Carla Cardoso; Pereira, Francisco de Assis; ; ; http://lattes.cnpq.br/1362421755496261; Sanches, Emília Maria Bezerra Sipriano Castro; ; http://lattes.cnpq.br/1621685976264300; Cavalcante, Ilane Ferreira; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4778176A6; Ferreira, Adir Luiz; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783992T8; Dantas, Joana D'arc de Souza; ; http://lattes.cnpq.br/4449108990603584
    Célestin Freinet foi um dos educadores marcantes do século XX, que apresentou alternativas educacionais que objetivavam favorecer a construção de ações pedagógicas para o desenvolvimento social do educando, através de um trabalho centrado na livre expressão, como forma de auto-estruturação do conhecimento. Com uma proposta permanente de pesquisa a partir do tateamento experimental, Freinet situa o desenvolvimento das capacidades humanas (cognitivas, socio-afetivas, psicomotoras) levando em consideração a cooperação nos processos de construção do conhecimento. A partir desse referencial, o presente trabalho tem como objetivo mostrar a atuação da Pedagogia Freinet numa ação docente continuada do 2º ao 5º ano, enfocando o discurso da docente e a prática educativa das crianças de uma escola pública da rede estadual de ensino da cidade de Natal. O trabalho revela o discurso e a vivência educativa da professora com a Pedagogia Freinet e delineia o desenvolvimento dos alunos dentro dos pressupostos freinetianos da prática educacional. Em virtude da natureza e especificidade da temática que norteia a nossa busca, optamos por uma abordagem qualitativa de pesquisa para nos conduzirmos no referido processo de investigação. Neste sentido, observamos e analisamos a forma de condução das atividades na referida sala de aula, bem como as formas de expressões infantis das crianças através do desenho, da palavra (texto oral) ou da escrita, destacando nesta última instância os textos individuais e coletivos, correspondências e bilhetes, que, em alguns momentos, serviram como base para expressão de múltiplas linguagens. Os resultados analisados na referida pesquisa nos apontam uma prática de ensino que favorece a construção de uma aprendizagem significativa através da compreensão do ambiente escolar, no qual se fundamenta a sociedade, a aquisição de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores, e também o fortalecimento dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social do educando
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    Dissertação
    O olhar das crianças sobre sua participação no cotidiano da educação infantil
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-03-27) Menezes, Amanda Fhilladélfia Bezerra Silva de; Paiva, Maria Cristina Leandro de; http://lattes.cnpq.br/5008583007971704; http://lattes.cnpq.br/3807879469558669; Momo, Mariangela; http://lattes.cnpq.br/6061996250283917; Amorim, Giovana Carla Cardoso
    O presente estudo, intitulado como “O olhar das crianças sobre sua participação no cotidiano da Educação Infantil”, surgiu da necessidade em estudar a temática a partir dos desafios vivenciados pela pesquisadora em relação a participação ativa das crianças no cotidiano da educação da infância, enquanto professora da Educação Infantil, e da escassez de pesquisas que tratam sobre a temática, principalmente, baseadas na perspectiva das próprias crianças. Trata-se de uma pesquisa com crianças, como defendem Oliveira-Formosinho e Araújo (2007) e Cruz (2008). Nessa perspectiva de pesquisa, as crianças não são consideradas como objeto da pesquisa, mas passam a ser vistas como sujeitos participantes. O estudo apoia-se na Pedagogia da Infância, que reconhece a criança como sujeito de direitos, ativa, que lê e interpreta o mundo, que constrói saberes e cultura, alguém capaz e com competência, além de defender a participação da criança nas práticas pedagógicas. Oliveira-Formosinho (2007). O estudo teve como lócus um Centro Municipal de Educação Infantil - CMEI, na cidade do Natal/RN em uma turma de nível IV, com crianças de faixa etária entre 5 e 6 anos. Partese da seguinte questão de pesquisa: “Como as crianças da turma do nível IV de um CMEI da cidade do Natal/RN percebem sua participação na Educação infantil?” e como objeto de estudo “A participação das crianças no cotidiano da Educação Infantil”. À vista de responder à questão de pesquisa, definiu-se como objetivo geral: compreender como as crianças da turma de nível IV da Educação Infantil percebem sua participação no cotidiano escolar. E específicos: identificar o que as crianças entendem como participação; especificar, a partir da perspectiva das crianças, os momentos de participação no cotidiano da Educação Infantil; perceber em quais momentos no cotidiano da Educação Infantil é oportunizado o espaço de fala e escuta das crianças. A pesquisa tem inspiração na abordagem etnográfica, embasada em André (1995), Rocha (2008), Sarmento (2010) e Friedman (2011). Como ferramentas metodológicas adotou-se a observação participante (Friedman, 2016), guiada por um instrumento de observação e entrevistas individuais e coletiva com 8 (oito) crianças da turma. Para subsidiar a discussão a respeito da participação das crianças, apoiou-se nos estudos de Hart (1992), Oliveira-Formosinho (2007 e 2008), Formosinho e Oliveira-Formosinho (2013) e Fernandes (2009 e 2016) que discutem a participação ativa das crianças e seu lugar de centralidade nas práticas pedagógicas da Educação Infantil. Como resultado da pesquisa percebeu-se que as crianças definem participação como uma ação e apontam todos os momentos da rotina como participação diferente do que pontuam os estudiosos da área ao destacarem que a participação acontece quando há a escuta e negociação entre adultos e crianças, quando as crianças compreendem quais os objetivos das atividades propostas e quando essas ações têm significado para os sujeitos que executam. Portanto, a partir da investigação realizada, foi possível concluir que a participação efetiva das crianças no cotidiano da Educação Infantil ainda é pouco experienciada.
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    A participação das crianças no retorno das aulas presenciais da Educação Infantil: elementos para pensar a democracia
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-08-29) Silva, Rafael Araújo da; Momo, Mariangela; http://lattes.cnpq.br/6061996250283917; Andrade, Erika dos Reis Gusmão; https://orcid.org/0000-0002-5296-8481; http://lattes.cnpq.br/0778953049451033; Barbosa Júnior, Walter Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/7532911538772143; Amorim, Giovana Carla Cardoso; Ignácio, Patrícia
    A invisibilidade cívica das crianças persiste nos tempos atuais e os ambientes da educação infantil não se furtam dessa realidade. Assim, discutir o direito de participação das crianças se faz necessário para romper o paradigma do silenciamento desse grupo social. Esse cenário se agrava com a crise provocada pela pandemia da COVID-19, por meio da qual uma série de medidas foram tomadas, modificando radicalmente a vida de todos, inclusive a das crianças e do cotidiano da educação infantil. Diante de tal panorama, a pesquisa teve como objetivo analisar de que formas ocorre a participação das crianças no retorno das aulas presenciais em uma instituição de Educação Infantil em meio ao período pandêmico. Para desenvolver a pesquisa, o arcabouço teórico baseou-se nos estudos sobre Democracia e Participação, formulados por autores como Comparato (2010), Bobbio (2000), Hart (1992); a Sociologia da Infância, com autores como Sarmento (2007), Fernandes (2005) e Campos e Fernandes (2012); a Pedagogia da Infância, com autores como Oliveira-Formosinho (2007), a proposta de Reggio Emília, Edwards, Forman e Gandini (1999), Louro (2014) e Lino (2013); e da Escola Moderna de Portugal, sob destaque de Niza (1998) e Bohac (2014). A abordagem metodológica da pesquisa foi qualitativa, com inspiração na Etnografia e nas pesquisas com crianças. Os procedimentos metodológicos contaram também com análise de documentos referentes à Educação Infantil do município de Currais Novos – RN: Plano Municipal da Educação (2015 – 2025), Projeto Político Pedagógico da instituição de Educação Infantil investigada, e Diário escolar da professora titular da turma. As crianças investigadas tinham a faixa etária de 5 anos de idade, residiam no município de Currais Novos/RN, e estavam no nível V da Educação Infantil. A pesquisa in loco ocorreu no segundo semestre do ano de 2021, quando as aulas estavam retornando no formato presencial, após um longo período de suspensão, com a realização de observações, entrevistas com as crianças e seus responsáveis e entrevista com uma representante da Secretária Municipal de Educação de Currais Novos/RN. Como resultado do entrelaçamento entre teoria e empiria, elaboraram-se três categorias analíticas intituladas: 1) Instituição de Educação Infantil como agente fomentador da participação das crianças; 2) Participação das crianças: interação e subversão; e 3) Não participação das crianças em uma Instituição de Educação Infantil. Como resultados, foi possível evidenciar que existe um prisma participativo da criança, no qual quanto mais distante as crianças estão dos centros de decisões, como a Secretária Municipal de Educação, menor são as suas possibilidades de participar e menor é o seu poder de influenciar nas decisões. Em contrapartida, quanto mais próximo as crianças estão das instâncias decisórias, maior é a possibilidade delas participarem de alguma forma da tomada de decisão, seja pela interação ou pela subversão. Além disso, foi possível verificar que ainda são muitas as situações, no âmbito da Educação Infantil, das quais as crianças não participam, prevalecendo atitudes de silenciamento da criança por parte do adulto (intencionalmente ou não) como prática natural e até institucionalizada.
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    Práticas de alfabetização em uma turma do 2º ano do ensino fundamental de um colégio de aplicação no ensino remoto
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-12-06) Andrade, Patrícia Regina Vieira Viana de; Santa Rosa, José Guilherme da Silva; http://lattes.cnpq.br/7686896980904000; http://lattes.cnpq.br/1965909761967919; Amorim, Giovana Carla Cardoso; http://lattes.cnpq.br/1362421755496261; Paiva, Maria Cristina Leandro de; Oliveira, Rebeca Ramos Campos de
    A pandemia de Covid-19 tornou evidente a necessidade mundial do uso das tecnologias digitais nas práticas de ensino. Nessa perspectiva, houve uma ênfase na busca por conhecimentos e inovação do fazer docente em relação aos processos de ensino e aprendizagem. Realizada nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo investigar práticas de alfabetização desenvolvidas no formato de ensino remoto com estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental do Núcleo de Educação da Infância, Colégio de Aplicação, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (NEI-CAp/UFRN). A pesquisa comunga dos princípios da abordagem qualitativa, tendo como método investigativo o estudo de caso. Utilizamos como procedimentos investigativos a observação das práticas de alfabetização e a entrevista semiestruturada com as professoras, coordenadora pedagógica e diretora. Como instrumentos de coleta de dados aplicamos o diário de campo, capturas de imagens por meio de prints da tela do computador e gravações das aulas remotas observadas a partir da Plataforma Google Meet. As entrevistas foram analisadas e categorizadas em conformidade com Bardin (2021). Quanto aos aspectos teóricos, discutimos perspectivas conceituais relacionadas à alfabetização e ao letramento (SOARES 2002, 2015, 2018, 2020; TFOUNI, 2010); ao letramento digital (RIBEIRO, 2009; RIBEIRO; FREITAS, 2011; ZACHARIAS, 2016); à tecnologia digital (ALMEIDA; VALENTE, 2011; DUARTE; SCHEID, 2016); e ao ensino remoto (ARRUDA, 2020; GARCIA et al., 2020). A análise de dados revelou que as práticas de alfabetização, ligadas à escrita e à leitura, vivenciadas pela turma, aproximam-se das experiências nas quais as crianças se envolvem em seu contexto social. Essas práticas foram possíveis em função do uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), que proporcionaram a integração entre ambientes e aprendizagens diversos, em uma múltipla rede de saberes, facilitando a comunicação entre seus integrantes e a construção e troca de saberes, potencializando, assim, o ensino e a aprendizagem da leitura e escrita. As práticas docentes revelaram, ainda, que os momentos que favoreceram a alfabetização infantil, no contexto remoto de ensino, foram aqueles em que o professor considerava a história linguística das crianças, desenvolvendo eventos de letramento a partir de situações comunicativas reais e ofertando mediações qualitativas quanto ao ensino da leitura e da escrita por meio das TDIC. Como desafios, as professoras revelaram que o distanciamento físico se colocou como fator implicante na mediação de atividades voltadas à alfabetização via tela. Além disso, outras dificuldades apontadas estiveram associadas ao uso dos próprios recursos digitais e à falta de formação em relação ao uso das tecnologias digitais para o planejamento de aulas inovadoras e atrativas. Mesmo em meio aos desafios, houve o desenvolvimento de práticas exitosas, interação e aprendizagens por meio da ludicidade, criação de uma comunidade de leitores e sistematização de práticas pedagógicas, com vistas à alfabetização infantil. Como produto desta pesquisa, foi elaborado um Caderno Temático, que reúne práticas de alfabetização materializadas no formato do ensino remoto em consequência do contexto pandêmico provocado pela Covid-19.
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    Dissertação
    Práticas pedagógicas do professor de história de ensino médio em turma regular com a presença de aluno surdo
    (2018-06-27) Perales, Heloisa Lima; Azevedo, Crislane Barbosa de; ; ; Aguiar, Ana Lúcia Oliveira; ; Guedes, Gilmar Barbosa; ; Amorim, Giovana Carla Cardoso; ; Barbosa Júnior, Walter Pinheiro;
    Esta dissertação tem como objeto de estudo as práticas pedagógicas do professor de História com a presença de aluno surdo. A presente pesquisa pretende responder a seguinte questão: como o professor de História do Ensino Médio estrutura suas práticas de modo a considerar as especificidades de alunos surdos? Os objetivos desta pesquisa são compreender o processo de planejamento do professor de História atuante em uma turma regular com a presença de aluno surdo e analisar se os materiais didáticos usados ou produzidos pelo professor de História atendem às necessidades do aluno surdo inserido em turma de alunos ouvintes. A pesquisa foi realizada em colaboração com uma professora de História de Ensino Médio da Escola Estadual Berilo Wanderley, situada no bairro Neópolis, da cidade de Natal, estado do Rio Grande do Norte. Para atingir os objetivos optou-se por uma abordagem metodológica qualitativa, baseada nos princípios da pesquisa colaborativa propostos por Ibiapina (2008). A escolha da metodologia esteve intimamente ligada à motivação de realizar uma pesquisa que contribuísse para mudanças de atitudes frente à presença do aluno surdo em turma regular. Quanto aos procedimentos, assumimos entrevistas semiestruturadas, sessões reflexivas e videoformação. O registro desses procedimentos de construção de dados foi realizado por meio de filmagens, sendo os seus áudios posteriormente transcritos. A análise dos resultados para compreender a prática da professora de História foi feita em torno de dois eixos: planejamento docente frente à presença de aluno surdo em sala de aula; e, produção de material didático no contexto da prática pedagógica. Os resultados demonstraram que existe: uma cultura escolar que confunde barreira de comunicação com deficiência; indiferença e conformismo marcam a prática pedagógica e que trabalhar com o Surdo em sala de aula, não é tarefa de uma professora, mas de toda a escola. A pesquisa colaborativa contribui para a conscientização da professora sobre as necessidades específicas do aluno surdo e a motivou mudanças atitudinais que se refletiram na sua prática.
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    O que dizem os curumins-alunos mendonças do amarelão sobre a escola: elementos para pensar o sucesso e o fracasso escolar
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-03-26) Souza, Silvano Carlos de; Momo, Mariangela; http://lattes.cnpq.br/6061996250283917; http://lattes.cnpq.br/4012176392374319; Lopes, Denise Maria de Carvalho; https://orcid.org/0000-0002-1791-0735; http://lattes.cnpq.br/1935167361851222; Ignacio, Patricia; https://orcid.org/0000-0003-2145-2957; http://lattes.cnpq.br/3042180832996423; Souza, Ana Paula Abrahamian de; http://lattes.cnpq.br/5944309643014109; Amorim, Giovana Carla Cardoso; http://lattes.cnpq.br/1362421755496261
    A referida pesquisa foi realizada tendo como principais sujeitos os curumins-alunos da Escola Municipal Indígena do Amarelão que frequentavam o 5o ano do Ensino Fundamental no ano de 2023. A escolha pelo 5o ano se deve ao fato que de acordo com Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa INEP, (2017) a taxa de reprovação no 5o ano foi de 54,8% e aprovação de 45,2% e 0 % de abandono escolar; em 2018. A escolha pelo contexto investigado também se deu porque o povo de origem Potiguara, que vive no território indígena Mendonças doAmarelão, compõe a maior comunidade indígena do Estado do Rio Grande do Norte. Os procedimentos metodológicos envolveram a pesquisa de campo em uma turma de 5o ano, com 16 crianças, com idade entre 10 e 15 anos de idade. Para tanto, realizamos encontros com os alunos tanto em grupos na sala de aula com a exibição do curta-metragem vida Maria e contação da história, O menino que Aprendeu a Ver, como individualmente através de entrevistas e com questionários. Para o suporte teórico, ancoramo-nos nos estudos Culturais em Educação com autores como Stuart Hall (1997), Bonin, Ripoll e Aguiar (2003) e Costa, Silveira, Sommer (2003). Para nos ajudar a compreender o fenômeno do Fracasso e do Sucesso Escolar, acionamos autores como Patto (2010), Bossa (2002), Álvaro Marchesi e Carlos Hernández (2004) Teodoro (2006), Charlout (2006), Esteban (2009) e Sores (1997). Para discutir a educação indígena e educação escolar indígena, fundamentamo-nos nos estudos de Baniwa (2019), Mèlia (1979), Cohn (2005) e de Bonin, Ripoll, Aguiar (2015),Bonin (2022), Brito (2000). A partir das análises dos dados os principais resultados da pesquisa evidenciam que 31% das crianças indígenas da turma pesquisada não sabem ler nem escrever e, que 50% relataram dificuldades em aprender matemática o que pode comprometer todo o desenvolvimento escolar. As crianças convivem com a cultura da quebra de castanha de caju e alguns já trabalham para ajudar seus pais. São crianças inteligentes que têm sonhos de ser jogadores de futebol, médicos, professores e terem um futuro melhor. A escola indígena está em processo de adequação para garantir uma educação escolar indígena. Ascrianças vivenciam a cultura indígena nas atividades específicas na dança do Toré e em peças teatrais sobre a história da comunidade. Para os curumins-alunos o sucesso está relacionado a felicidade, saúde e poder contar com alguém ao seu lado e fracasso é quando não aprendem a ler, escrever e estão sós.
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    Sequência didática para atendimento educacional especializado: a música como promotora da aprendizagem da matemática de pessoas com deficiência intelectual
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-10-07) Freire, Rafael Oliveira; Pires, Izabel Augusta Hazin; http://lattes.cnpq.br/5496201609189471; http://lattes.cnpq.br/5154291709346420; Andrade, Adja Ferreira de; Amorim, Giovana Carla Cardoso
    O presente estudo teve como foco central o uso da música para a aprendizagem da matemática das pessoas com deficiência intelectual (DI), aqui compreendida enquanto condição clínica caracterizada pela presença de déficits no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, este último expresso como habilidades adaptativas conceituais, sociais e práticas e as limitações que devem estar presentes antes dos 18 anos. Diante do elevado número de alunos com deficiência intelectual matriculados na rede regular de ensino estadual do Rio Grande do Norte, se faz necessário compreender e intervir para que estes atinjam o potencial de desenvolvimento e de aprendizagem da matemática, minimizando as dificuldades enfrentadas. Este trabalho surge do seguinte problema: Como orientar professores do Atendimento Educacional Especializado - AEE a utilizar a música para potencializar a aprendizagem da matemática da pessoa com deficiência intelectual? O objetivo geral desta pesquisa foi construir e validar uma sequência didática para ensino da matemática de estudantes com deficiência intelectual. Os objetivos específicos foram elaborar e validar atividades musicais que contribuam com a aprendizagem das estruturas multiplicativas e construir um guia didático composto pelo conjunto de materiais produzidos. A presente pesquisa tem caráter teórico, adotando como subsídios conceitos da Psicologia Histórico-Cultural e da Teoria da Formação das Ações Mentais por Etapas para a proposição de sequência didática utilizando a música como ferramenta mediadora da aprendizagem das estruturas multiplicativas para alunos com deficiência intelectual. A abordagem é considerada mista, pois combina a análise qualitativa (sugestões dos especialistas) com quantitativa (índice de Kappa para avaliar concordância entre os juízes/avaliadores), utilizou como instrumentos: fichas de avaliação e cálculos estatísticos. As atividades integrantes da sequência didática foram avaliadas por um comitê de experts nas áreas de música, deficiência intelectual e ensino da matemática. Acredita-se que o estudo pode contribuir para a prática pedagógica dos professores do AEE, contribuindo para a inclusão, através do desenvolvimento e da aprendizagem matemática de alunos com deficiência intelectual matriculados nos anos finais do Ensino Fundamental. Como produto desta pesquisa foi elaborado um guia didático contendo o conjunto de materiais produzidos.
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    Dissertação
    O uso das tecnologias: apontamentos das necessidades formativas dos professores da pré-escola
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-09-27) Batista, Gisele da Silva; Paiva, Maria Cristina Leandro de; http://lattes.cnpq.br/5008583007971704; http://lattes.cnpq.br/4875433374610461; Amorim, Giovana Carla Cardoso; Cordeiro, Sandro da Silva
    As Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação têm se mostrado cada vez mais presentes na contemporaneidade, de modo que seu uso tem se instaurado, cotidianamente, em todos os setores, inclusive o educacional. O acesso, cada vez mais cedo, das ferramentas digitais traz a necessidade de se considerar as tecnologias como potenciais às práticas pedagógicas, desde o início da escolaridade. Desse modo, para o desenvolvimento de uma prática pedagógica socialmente referenciada, ratifica-se a primazia da formação ao longo da vida profissional atrelada às necessidades docentes, de maneira a considerar, para o desenvolvimento das formações, as reais necessidades formativas dos professores, as quais podem ser identificadas por lacunas, problemas, interesses e motivações. Diante do exposto, esta pesquisa tem como objetivo geral: investigar as necessidades formativas dos professores da pré-escola da rede municipal de ensino do Natal/RN, acerca do uso das tecnologias em sua prática pedagógica. Os principais autores convocados para discussão nesta pesquisa foram: Bujes (2001), Kramer (1995, 2003, 2005), Ditonet (2003), Cerisara (1999), Oliveira-Formosinho (2005), Paiva (2009), Garcia (1995, 2009), Nóvoa (2019), Freire (1993, 2003) Rodrigues e Esteves (1993), Rodrigues (2006), Kenski (2007), Valente (2000, 2018), Almeida e Valente (2011), Mishra e Koehler (2006) e Amante (2007, 2013). Esta investigação está respaldada pela abordagem mista - quantitativa e qualitativa. Para a construção dos dados foi utilizado um questionário eletrônico estruturado pelo Google Forms, com 39 questões abertas, de múltipla escolha e também com escala Likert de sete pontos. A análise dos dados foi realizada por meio dos princípios da categorização e inferência da análise de conteúdo de Bardin (2016). Os resultados evidenciaram entusiasmo dos docentes em conhecer possibilidades de uso das tecnologias nas práticas pedagógicas e apontaram as seguintes necessidades formativas: Recursos e Ferramentas, Desenvolvimento de Habilidades Digitais, Metodologias Ativas e Tecnologias na Prática Pedagógica e Inclusão digital e Acessibilidade. Também ficaram evidentes os desafios para a integração das tecnologias à prática, como a falta de formações específicas e a escassez de recursos tecnológicos. No tocante ao conhecimento tecnológico pedagógico do conteúdo, os docentes não apresentam confiança, corroborando com as necessidades de formação dos professores da pré-escola acerca do uso das tecnologias em sua prática pedagógica. A partir das considerações exibidas neste estudo, ressaltamos a imprescindibilidade da investigação das necessidades de formação docente para garantir que as formações ofertadas correspondam às reais demandas pedagógicas. Como produto final foi elaborado um relatório técnico a ser disponibilizado para a Secretaria Municipal de Educação, visando fornecer um panorama das necessidades de formação dos professores da pré-escola, no tocante ao uso das tecnologias em suas práticas pedagógicas. Mediante este material, espera-se que a SME utilize os resultados para a promoção de ações formativas que atendam às reais necessidades dos professores, contribuindo, assim, para o aprimoramento das práticas pedagógicas e para o desenvolvimento integral das crianças da Educação Infantil.
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