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Dissertação Análise espacial e temporal da cobertura da triagem auditiva neonatal no Brasil 2008-2015(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-04-01) Paschoal, Monique Ramos; Ferreira, Maria Angela Fernandes; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; ; http://lattes.cnpq.br/3158257011759305; ; http://lattes.cnpq.br/4036539286429296; ; http://lattes.cnpq.br/7236165628224190; Oliveira, Angelo Giuseppe Roncalli da Costa; ; http://lattes.cnpq.br/0023445563721084; Cavalcanti, Hannalice Gottschalck; ; http://lattes.cnpq.br/6975482659120440A triagem auditiva neonatal (TAN) é a primeira etapa de um programa para detecção de perda auditiva em recém-nascido, pois quando identificada e tratada precocemente minimizam as consequências da patologia. Na literatura existe um consenso quanto a universalidade da triagem, ou seja, o índice de triagens realizadas nos programas deve ser superior a 95% dos nascidos vivos. Nesse sentido, o objetivo deste estudo é realizar a análise espacial e temporal da cobertura de triagem auditiva neonatal no Brasil no período de janeiro de 2008 a junho de 2015. Trata-se de um estudo ecológico e utiliza como base o território Nacional e como unidade de análise as 161 Regiões Intermediárias de Articulação Urbana. A população de referência foram os nascidos vivos no país usuários do SUS no período de janeiro de 2008 a junho de 2015. Para o cálculo da porcentagem da cobertura da triagem auditiva neonatal foi utilizado como fonte de dados o Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC), o Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA/SUS) e o Sistema de Informações de Beneficiários (SIB) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os dados foram divididos em quatro períodos, na qual foi realizada a análise exploratória dos quatro mapas, através do programa TerraView 4.2.2. Em seguida, para o mapa mais recente, foi realizada a análise espacial estatística, por meio do Índice de Moran Global e do Moran local. A cobertura da triagem auditiva neonatal apresentou uma evolução de 9,3 para 37,2 % no período estudado. Em 2008-2009 observa-se que a porcentagem da cobertura variou de 0,00 a 79,92%, porém a maioria das regiões obteve cobertura entre 0,0 e 20%, já em 2014-2015 a cobertura variou entre 0,0 a 171,77%, observou-se um visível aumento da porcentagem da cobertura no país e doze regiões apresentam cobertura maior que 95 %. O Índice de Moran Global teve valor de 0,397 (p=0,01), caracterizando um padrão de cluster disperso. Na análise espacial estatística observamos que a maioria das regiões são não significantes e que o estado do Rio Grande do Sul predominou o cluster Alto-Alto e algumas regiões dos estados do Paraná e São Paulo. Conclui-se que, a cobertura da triagem tem crescido ao longo do tempo, mas ainda é baixa e apresenta uma distribuição desigual no território podendo ser explicada pelas leis e políticas locais e pela disposição das diferentes modalidades de serviço de saúde auditiva no país.TCC Atuação fonoaudiológica no tratamento do zumbido: uma revisão integrativa(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-07-15) Chaves, Letícia Jadsa Lemos; Speri, Maria Raquel Basílio; 0000-0002-4723-0132; http://lattes.cnpq.br/8226436028088621; 0000-0001-5424-3188; http://lattes.cnpq.br/7683665792238442; Campos, Patricia Dominguez; 0000-0001-8275-0697; http://lattes.cnpq.br/0098318724440923; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; 0000-0002-3778-1133; http://lattes.cnpq.br/3158257011759305O zumbido é considerado uma ilusão auditiva sem uma fonte externa de estimulação. Este sintoma apresenta alta prevalência e pode tornar-se um fator de repercussão negativa na vida do indivíduo. Não existe um modelo único de terapia para o zumbido, no entanto, algumas práticas são descritas na literatura. O objetivo deste estudo foi identificar quais procedimentos têm sido realizados pelos fonoaudiólogos no tratamento do zumbido. Trata-se de uma revisão integrativa, na qual foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados PubMed, Web of Science e EMBASE, utilizando a combinação dos descritores em inglês “tinnitus”, “therapy” e “audiology”. Foram incluídos estudos primários, disponíveis na forma de texto completo, nos últimos 10 anos, nos idiomas português, inglês e espanhol, com população acima de 18 anos e presença de fonoaudiólogo na equipe. A análise crítica foi realizada por duas avaliadoras independentes e para classificação quanto ao Nível de Evidência dos estudos, foi utilizada a Classificação Norte-Americana Hierárquica de Evidências. Inicialmente foram encontrados 878 artigos, dos quais 138 foram selecionados para leitura completa após exclusão dos duplicados. Após a leitura completa, a amostra final foi de 15 artigos, selecionados de acordo com os critérios de elegibilidade. Destes, nove descreveram sobre a terapia sonora, incluindo terapia de retreinamento do zumbido (TRT) e geradores de som associados ao aparelho de amplificação sonora individual (AASI), dois sobre terapia cognitiva comportamental, sendo um presencial e outro online, dois sobre neuromodulação, um sobre efeitos do Implante Coclear (IC) e um sobre administração de zinco. Tais terapias apresentaram resultados positivos e a escolha do tratamento deve ser personalizada e adequada para as necessidades do paciente. Os modelos de terapia mais recorrentes foram aqueles que utilizam ruídos mascaradores, como a Terapia sonora, Terapia de Retreinamento do Zumbido e Geradores de som associados ao uso de AASI. Embora menos recorrentes, foram descritos também a Terapia Cognitiva-comportamental, Implante Coclear e Estimulação transcraniana, sendo esta última apontada como um recurso terapêutico inovador para o tratamento do zumbido.TCC Avaliação de incômodo em pacientes com zumbido: pré e pós busca pela inibição residual(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-12-12) Silva, Amanda Rebeca Araujo; Speri, Maria Raquel Basílio; Barros, Victor Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/7381587012302830; https://orcid.org/0000-0002-4723-0132; http://lattes.cnpq.br/8226436028088621; https://wwws.cnpq.br/cvlattesweb/PKG_MENU.menu?f_cod=B45F0E357BF76682EC7494F227C19ADE#; Araújo, Eliene Silva; https://orcid.org/0000-0002-3675-4651; http://lattes.cnpq.br/5637269791915082; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; https://orcid.org/0000-0002-3778-1133; http://lattes.cnpq.br/3158257011759305Introdução: O zumbido é a percepção consciente de sons na ausência de estímulo sonoro externo, sendo uma queixa cada vez mais frequente. Embora existam vários métodos de avaliação do zumbido, incluindo a verificação da presença do efeito de inibição residual após estimulação sonora, não há um instrumento padrão para quantificar esse efeito antes e depois da estimulação sonora. Objetivo: O estudo teve como objetivo descrever as respostas da inibição residual após exposição acústica por 60 segundos e comparar o grau de incômodo do zumbido por meio da aplicação da Escala Visual Analógica (EVA) antes e depois do procedimento, para análise da percepção do zumbido. Método: Foi realizado um estudo piloto que adotou um delineamento quase-experimental com medidas repetidas de natureza quali-quantitativa com participantes com queixa de zumbido maiores de 18 anos. Realizou-se aplicação de protocolos THI, EVA, avaliação audiológica básica, acufenometria, pesquisa pelo nível mínimo de mascaramento (NMM) e teste de inibição residual. Resultados e discussão: Participaram da pesquisa 13 indivíduos com idade entre 20 e 73 anos. A análise descritiva indicou uma redução na média do incômodo do zumbido indicado na EVA, antes e depois da exposição ao ruído em banda estreita na frequência na qual o zumbido era percebido, porém a comparação feita com o teste t mostrou que essa redução não foi estatisticamente significativa. Não foi encontrada correlação significativa entre uma categoria de impacto registrada no Tinnitus Handicap Inventory - THI e a exposição ao ruído. Foi possível observar mudança na categoria de incômodo do zumbido indicada na EVA por 38,5% participantes, esse resultado não foi significativo. Não foi encontrada diferença entre idade, sexo biológico, tipo e o pitch do zumbido e a predisposição à melhora ou piora do zumbido depois da exposição ao ruído por 60 segundos. Conclusão: O estudo revelou que não houve diferença estatisticamente significante entre a média de incômodo referido na escala EVA pré e pós busca pela inibição residual e demais variáveis. Os achados estão alinhados com a literatura quanto à prevalência de sexo, queixa de zumbido, bem como à ausência de significância entre idade e respostas após exposição sonora. Por outro lado, não apresentou mudança significativa após estimulação sonora, o que pode ser associado a amostra reduzidaTCC Caracterização das habilidades auditivas de crianças nascidas prematuras: um estudo longitudinal(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2018-11-23) Oliveira, Maria Carolina Barbosa; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Speri, Maria Raquel Basílio; Balen, Sheila AndreoliIntrodução: A prematuridade é um fator que aumenta o risco de sobrevida e alterações auditivas, de linguagem e cognitivas, de forma que os nascidos prematuros necessitam de monitoramento auditivo. Com isso, faz-se necessário avaliar a audição por meio das habilidades auditivas durante o processo de monitoramento dos prematuros e identificar risco de alterações no processamento auditivo, considerando o grau da prematuridade. Objetivos: Caracterizar as habilidades auditivas de crianças nascidas prematuras. Método: Trata-se de um estudo observacional, de corte longitudinal e perfil descritivo, com a amostra de cinco crianças nascidas prematuras com idades entre 6 e 23 meses na primeira avaliação e 12 e 36 meses na segunda avaliação. Foi realizada anamnese com a mãe e nas crianças, triagem, audiometria de observação comportamental (BOA), pesquisa do reflexo cócleo-palpebral (RCP) e pesquisa do nível mínimo de resposta por frequência a partir da audiometria de reforço visual (VRA) e do audiômetro pediátrico (PA5). Resultados: Observou-se que duas crianças estavam adequadas na primeira avaliação e três com atraso do desenvolvimento. Na segunda avaliação, duas continuaram adequadas, um continuou atrasada e duas entraram para dentro do padrão de normalidade. Conclusão: É necessário o monitoramento audiológico de crianças que nasceram prematuras, uma vez que o nível de evolução é individual e por vezes não segue o padrão da normalidade.TCC Caracterização dos efeitos da fotobiomodulação nas medidas psicoacústicas do zumbido em indivíduos normo-ouvintes: um estudo preliminar(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-01-10) Cunha, Idaliany Fernanda Dantas da; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; 0000-0002-3778-1133; http://lattes.cnpq.br/3158257011759305; 0009-0008-9169-3434; http://lattes.cnpq.br/5116988260476412; Rodrigues, Gustavo Fernando Tognini; 0000-0002-3448-407X; http://lattes.cnpq.br/4678396031421819; Silva, Iandra Kaline Lima Barbosa da; 0000-0002-8255-0182; http://lattes.cnpq.br/9599459372145758Objetivo: Caracterizar os efeitos da fotobiomodulação nas medidas psicoacústicas do zumbido em indivíduos normo-ouvintes. Métodos: Estudo quase-experimental, transversal, quantitativo-qualitativo, aplicado e analítico. A amostra foi composta por 10 indivíduos que passaram por uma avaliação audiológica completa, pré e pós terapia de fotobiomodulação, incluindo anamnese audiológica, meatoscopia, audiometria tonal de 250 Hz a 16.000 Hz, logoaudiometria, medidas de imitância acústica, PEATE-clique e acufenometria, de 250 a 16.000 Hz. O processo de intervenção com fotobiomodulação consistiu em 8 sessões, realizadas duas vezes por semana. O teste de Wilcoxon foi usado para análise inferencial, com nível de significância de 0,05. Resultados: A amostra, com média etária de 23,9 anos e 40% do sexo feminino, 90% com zumbido bilateral e 100% do tipo agudo. Os participantes possuíam audição normal, com variações nos limiares auditivos em altas frequências. Após intervenção, a análise descritiva mostrou que 80% reduziram os limiares auditivos na frequência do zumbido, 50% diminuíram o nível de intensidade do zumbido, a loudness aumentou em 60% dos casos e 60% relataram redução no nível mínimo de mascaramento. A comparação pré e pós intervenção dessas variáveis não apresentou significância estatística. No THI, 70% classificaram o zumbido como desprezível após a terapia, indicando melhora, com relação significativa entre THI e mudanças na acufenometria. Conclusão: A terapia com fotobiomodulação mostrou potencial para promover mudanças nas medidas psicoacústicas do zumbido e reduzir seu impacto na qualidade de vida dos indivíduos. Recomenda-se estudos futuros com amostras maiores e acompanhamento prolongadoTCC Correlação entre métodos de avaliação do zumbido na população idosa: acufenometria e aplicação do questionário Tinnitus Handicap Inventory (THI)(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2019) Souza Júnior, Inaldo Nunes de; Speri, Maria Raquel Basílio; Speri, Maria Raquel Basílio; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Mantello, Erika BarioniIntrodução: No envelhecimento, etapa do ciclo natural da vida, alguns processos de perda acontecem no corpo, entre eles, perda da audição. Após os 50 anos, o sistema auditivo progressivamente se degrada, especialmente, nas altas frequências. Nesse processo, conhecido como presbiacusia, ocorre rebaixamento nos limiares auditivos, e outros sintomas como vertigem e zumbido podem estar presentes. O zumbido, percepção auditiva sem fonte sonora externa, é considerado o terceiro pior sintoma que atinge um indivíduo, pode trazer prejuízos na qualidade de vida do portador e estima-se que atinja 33% da população idosa com ou sem perda auditiva. Objetivo: Investigar relação entre acuidade auditiva, pitch e loudness do zumbido com nível de incômodo medido pelo Tinnitus Handicap Inventory. Método: Foram estudados 28 indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos, de ambos os sexos, com queixa de zumbido. Os pacientes foram submetidos a anamnese audiológica e THI, avaliação audiológica básica e de acufenometria para definir pitch e loudness do zumbido. Resultados: A amostra foi composta por 16 (57,2%) indivíduos do sexo masculino e 12 (42,8%) do sexo feminino, 12 (42,8%) indivíduos sem perda auditiva e 16 (57,2%) com perda. O pitch de zumbido com maior ocorrência foi 8 kHz, a média da loudness foi de 3,65 dBNS na orelha direita e 4,38 dBNS na orelha esquerda. Não houve relação estatisticamente significante entre acuidade auditiva, pitch e loudness do zumbido e nível de incômodo medido pelo THI. Conclusão: Não existiu, neste estudo, uma relação estatisticamente significante entre acuidade auditiva, características psicoacústicas do zumbido e nível de incômodo do portador de zumbido.TCC Efeito inibitório da via eferente contralateral em bebês com sífilis congênita ao longo dos seis primeiros meses de vida(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-07-15) Câmara, Lara Louíse Pinto; Araújo, Aryelly Dayane da Silva Nunes; Santos, Leila Juliane Pinheiro do Nascimento; https://orcid.org/0000-0002-2716-7906; http://lattes.cnpq.br/2717831726629612; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Araújo, Maria Eduarda Braga deIntrodução: A sífilis congênita pode desencadear perda auditiva sensorioneural bilateral simétrica. Diante da característica da perda auditiva decorrente da sífilis congênita, as emissões otoacústicas transientes com ruído contralateral podem ser utilizadas, pois avaliam o efeito inibitório da via eferente. Quando há ausência ou diminuição desse efeito, pode sugerir uma alteração auditiva na via auditiva eferente. Objetivo: Verificar o efeito inibitório da via auditiva eferente em bebês com sífilis congênita nos seis primeiros meses de vida. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, com amostra composta por 51 bebês com e sem sífilis congênita, sendo 40 avaliados com 1 mês e 11 aos 6 meses de vida. Ambos os grupos foram submetidos à meatoscopia e emissão otoacústica transiente linear com e sem a presença do ruído contralateral. Resultados: O nível das emissões otoacústicas transientes sem ruído foi diferente entre os grupos no primeiro mês na frequência de 1000 Hz (p=0,006). Houve baixa ocorrência do efeito inibitório quando analisados os grupos, orelhas e faixas etárias. Os níveis de inibição no primeiro mês em ambas as orelhas foram elevados. Conclusão: Houve redução nas amplitudes das emissões no sexto mês e o efeito inibitório esteve presente em pequena porcentagem dos sujeitos de toda a amostra. A sífilis congênita não demonstrou impactar na amplitude de resposta das emissões otoacústicas e no efeito inibitório nos primeiros 6 meses de vida.Dissertação Um estudo e análise do teste de emissões otoacústicas realizadas através de uma plataforma móvel(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014-01-27) Barbalho, Talis Lincoln Fonseca; Guerreiro, Ana Maria Guimarães; ; http://lattes.cnpq.br/8556144121380013; ; http://lattes.cnpq.br/1515817584888702; Dória Neto, Adrião Duarte; ; http://lattes.cnpq.br/1987295209521433; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; ; http://lattes.cnpq.br/3158257011759305; Soares, Heliana Bezerra; ; http://lattes.cnpq.br/5057165446370629; Leite, Cicilia Raquel Maia; ; http://lattes.cnpq.br/9378258073324535O exame de emissões otoacústicas foi criado para que pudesse ser realizado logo nos primeiros dias de vida da criança, ou até no máximo com 6 meses de vida, pois determinados problemas se não forem superados podem causar danos neurológicos permanentes nessa área da audição. Devido a importância do exame na prevenção de doenças auditivas, este exame tornou-se obrigatório em todo território nacional em 2010, através da Lei 12.303/10. Depois que a Lei foi aprovada no Brasil, foi necessário a compra de muitos equipamentos para tornar possível a realização do exame nas maternidades públicas do país, mas o aparelho custa entre R$ 20.000,00 e R$ 30.000,00 reais. Assim, valor pode ser muito alto para compra de equipamentos para todas as áreas do país, principalmente para algumas menores cidades do interior. Dessa forma, esse trabalho é inserido nesse contexto para auxiliar a obtenção dos testes em áreas com mais difícil acesso, pois através de um celular é possível realizar o Teste da Orelhinha, em seguida, através de uma conexão com internet é possível enviar esse Teste para uma central que possui o aplicativo que irá verificar esses Testes e obter gráficos para uma melhor análise dos resultados pelos profissionais responsáveis da equipe médica.TCC Fotobiomodulação em pacientes com zumbido: acompanhamento do efeito terapêutico(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-01-10) Oliveira, Rayanne Paiva de; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; 0000-0002-3778-1133; http://lattes.cnpq.br/3158257011759305; 0009-0009-3778-113; http://lattes.cnpq.br/6813998236258914; Rodrigues, Gustavo Fernando Tognini; 0000-0002-3448-407x; http://lattes.cnpq.br/4678396031421819; Silva, Iandra Kaline Lima Barbosa da; 0000-0002-8255-0182; http://lattes.cnpq.br/9599459372145758Introdução: O zumbido é a percepção de som sem fonte externa, podendo ter causas neurológicas, metabólicas ou psicológicas, podendo estar presente em pessoas com ou sem perda auditiva. Sua intensidade e impacto na qualidade de vida variam, sendo medido por protocolos objetivos, como acufenometria, e subjetivos, como Tinnitus Handicap Inventory (THI) e a Escala Visual Analógico (EVA). A fotobiomodulação, é uma ação da terapia não invasiva que utiliza luz de baixa intensidade, tem mostrado potencial para tratar o zumbido. Estudos indicam benefícios na redução do incômodo, embora os resultados variem. Objetivo: Caracterizar a autopercepção do impacto do zumbido nas fases pré, durante e pós terapia de fotobiomodulação. Método: O estudo, de caráter quase-experimental, descritivo e transversal, foi aprovado pelo Comitê de Ética (parecer nº 6.803.099) e realizado na Clínica Escola de Fonoaudiologia da UFRN. A pesquisa envolveu 19 adultos (19 a 69 anos), reduzidos a 10 após aplicação de critérios de inclusão, como zumbido e limiares auditivos normais ou perda sensorioneural. Foram realizadas avaliações audiológicas e realizado o procedimento terapêutico com fotobiomodulação por oito sessões com intervalos de pelo menos 24 horas. As avaliações abrangeram audiometria, acufenometria, emissões otoacústicas e potencial evocado auditivo do tronco auditivo. Resultados: Os sujeitos com zumbido, predominando o tipo bilateral e agudo, com limiares auditivos normais. Antes da intervenção, o questionário THI indicou que 50% classificavam o zumbido como desprezível, 40% como leve e 10% como moderado. Após, 70% consideraram como desprezível e 30% como leve, demonstrando melhora na percepção em seis pacientes, enquanto dois relataram piora associada ao uso de medicamentos psiquiátricos. O teste de Wilcoxon mostrou diferença estatística em algumas sessões, mas o teste de McNemar não identificou mudanças significativas entre a quarta e a oitava sessão, indicando resultados variáveis na percepção do zumbido. Conclusão: Conclui-se que houve mudança na autopercepção em relação ao zumbido após a aplicação da terapia de fotobiomodulação. Os resultados da escala EVA indicaram que, a partir da terceira sessão, foram observadas alterações na autopercepção do zumbido. Ressalta-se a importância da continuidade das pesquisas, com a ampliação da amostra, para melhor caracterização dos efeitos da fotobiomodulação durante e após o processo terapêuticoTCC Habilidades auditivas e achados de neuroimagem na Síndrome congênita do vírus Zika: relatos de casos(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2019-12-09) Souza, Clara Myrlla Alves; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Arrais, Nivia Maria Rodrigues; Balen, Sheila AndreoliAs recomendações de 2019 do Joint Committee on Infant Hearing publicou que o vírus Zika é um dos principais indicadores de risco para a deficiência auditiva. O vírus tem a capacidade de causar danos na estrutura sensorial e neural das vias auditivas. Em decorrência da infecção pelo Zika, foram identificados quadros neurológicos de desenvolvimento cortical alterado, calcificações corticais e subcorticais, atrofia e ventriculomegalia. No entanto, há a necessidade de descrever os achados quanto ao comportamento auditivo, avaliando o desenvolvimento das habilidades auditivas e consequentemente a maturação do sistema nervoso auditivo central. O presente estudo teve como objetivo relacionar os achados de neuroimagem com o desenvolvimento das habilidades auditivas de crianças expostas ao Zika vírus. Trata-se de dois relatos de casos clínicos e foram apresentados dados da história clínica e da avaliação comportamental, caracterizando em: normal, atraso do desenvolvimento ou distúrbio do desenvolvimento. Conclui-se que há alterações do desenvolvimento das habilidades auditivas em crianças expostas ao Zika vírus, não sendo observados avanços significativos com o desenvolvimento das crianças. Sugere-se ainda que tais alterações podem estar relacionadas ao padrão de lisencefalia detectada nos exames de imagem, uma vez que o distúrbio do desenvolvimento ocorreu em quadros clínicos audiológicos distintos.Artigo Recursos de biossegurança na avaliação audiológica básica: estudo comparativo entre o uso do protetor descartável de fone de ouvido e o uso do policloreto de vinila (PVC)(Distúrbios da Comunicação, 2017) Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Speri, Maria Raquel; Pontes, Marilia Pinheiro; Silva, Jaciara Fonseca; https://orcid.org/0000-0002-3778-1133Objetivo: O estudo comparou o efeito do Protetor Descartável de Fone de Ouvido® e do filme PVC (Policloreto de Vinila) nos limiares de audibilidade para tons puros, fala e o efeito deste último material nos limiares do reflexo acústico, afim de verificar a possibilidade de adoção destes materiais como medidas de biossegurança. Método: Realizado com 72 indivíduos de 18 a 40 anos, com audição normal, em uma clínica escola de fonoaudiologia de uma universidade federal. Resultados: Nos limiares do reflexo acústico, não houve diferença estatisticamente significante entre os materiais utilizados. Já na audiometria e no LRF (Limiar de Reconhecimento de Fala) houve uma pequena diferença nos limiares, porém manteve-se dentro do intervalo de segurança de 95%. Conclusão: Diante dos resultados e recomendação da American Speech-Language-Hearing Association – ASHA pode-se afirmar que o Protetor Descartável de Fone de Ouvido® e o filme PVC não interferem na avaliação audiológica.TCC Reflexo acústico nos primeiros meses de vida(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2018-11-23) Rêgo, Camila Nascimento do; Araújo, Eliene Silva; Araújo, Eliene Silva; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Balen, Sheila AndreoliA pesquisa dos limiares de reflexo acústico estapediano é um teste que permite analisar a integridade das diversas estruturas que participam da via do reflexo e pode ser aplicado nas diferentes faixas etárias. Contudo, tal procedimento não tem sido incluído como rotina na prática clínica da avaliação audiológica nos seis primeiros meses de vida devido à escassez de normatização do reflexo acústico para esta faixa etária. Assim, o objetivo deste estudo foi analisar a ocorrência e os limiares do reflexo acústico ipsi e contralateral nos primeiros meses de vida e determinar a influência da prematuridade nesta medida. Participaram do estudo 31 neonatos (60 orelhas), com integridade da via auditiva periférica e subdivididos em dois grupos, lactentes nascidos a termo e prematuros. Foram submetidos a pesquisa do reflexo acústico com sonda de 1 kHz, a fim de se obter os limiares de reflexo acústico de ambos os grupos. Os resultados encontrados mostraram uma maior ocorrência de reflexo ipsilateral presente do que para o reflexo contralateral, para os cinco estímulos eliciadores pesquisados (0,5, 1, 2, 4 kHz e ruído de banda larga). Adicionalmente, foi observado que lactentes nascidos a termo apresentaram limiares menores quando comparados aos nascidos prematuros tanto para o reflexo ipsilateral quanto contralateral. Desta forma, conclui-se que a obtenção de reflexo acústico ipsilateral e contralateral em neonatos e lactentes é possível mesmo em prematuros, assim, enfatiza-se a importância de incluí-lo nos protocolos de avaliação infantil. Lactentes nascido a termo tiveram um maior percentual de ocorrência do reflexo ipsilateral e constatou-se que quanto maior a idade gestacional menores os limiares de reflexo acústico para os lactentes prematuros.TCC Respostas auditivas de estado estável nas frequências de 2000Hz e 4000Hz em indivíduos adultos(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2018-11-23) Costa, Isaura Ruth Vieira da; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Speri, Maria Raquel Basilio; Balen, Sheila AndreoliA associação entre os procedimentos da bateria audiológica básica e da Resposta Auditiva de Estado Estável tem demonstrado boa correlação na determinação dos limiares audiológicos. Objetivos: descrever as respostas auditivas de estado estável em adultos nas frequências de 2000Hz e 4000Hz, comparar limiares da audiometria tonal limiar (ATL) e da resposta auditiva de estado estável (RAEE) em indivíduos com audição normal nas frequências de 2000 e 4000Hz; determinar fator de correção a ser utilizado na RAEE para predição de limiares na ATL e RAEE, e correlacionar os limiares auditivos comportamentais e eletrofisiológicos nas frequências de 2000 e 4000Hz obtidos por meio do equipamento da RAEE (Intelligent Hearing Systems) e audiometria. Metodologia: Foram avaliados oito indivíduos de ambos os gêneros. Estes foram submetidos a: ATL, medidas de imitância acústica (timpanometria e pesquisa dos reflexos acústicos), emissões otoacústicas evocadas (transiente e produto de distorção), potencial evocado auditivo de tronco encefálico e RAEE. Resultados: o maior limiar eletrofisiológico foi encontrado na frequência de 4000Hz. A maior diferença entre limiares foi observada na comparação da RAEE eletrofisiológica com a RAEE comportamental. Observou-se correlação entre limiares da ATL e da RAEE especialmente na frequência de 2000Hz. Não houve correlação entre os limiares eletrofisiológicos e comportamentais da RAEE entre si. Houve correlação entre limiares da ATL e da RAEE comportamental. Conclusão: a RAEE (nas duas condições) pode ser considerada um instrumento válido para avaliação de indivíduos com audição normal, necessitando de maior refinamento na técnica, estabelecendo dados normativos para a aplicação da RAEE na rotina clínica.Dissertação Sistema de informações auditivas em escolares(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2020-12-17) Freire, Pierre Andrade; Arrais, Ricardo Fernando; Nagem, Danilo Alves Pinto; ; http://lattes.cnpq.br/5934458385325202; ; http://lattes.cnpq.br/8440147955869198; ; http://lattes.cnpq.br/0770180580643698; Brazorotto, Joseli Soares; ; http://lattes.cnpq.br/8038447445698925; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; ; http://lattes.cnpq.br/3158257011759305; Paiva, Jailton Carlos de; ; http://lattes.cnpq.br/3571057110440770Introdução: A saúde auditiva de escolares é fundamental para o seu processo de inclusão educacional e social. No Programa Saúde do Escolar dos Ministérios da Saúde e da Educação é preconizada a identificação de escolares com risco para alterações audiológicas, bem como ações e estratégias que visem promover a saúde auditiva. Objetivo: Desenvolver um sistema de informações sobre a audição de escolares. Metodologia: Este estudo é a produção tecnológica de um sistema web. No desenvolvimento do sistema foram realizadas as seguintes fases: (1) Definição dos requisitos funcionais, não funcionais e regras de negócios do sistema a partir de reuniões entre pesquisadores das áreas da fonoaudiologia e da tecnologia; (2) Elaboração de protótipo inicial para validação das informações utilizando o Balsamiq Mockups; (3) Elaboração da modelagem do banco de dados do sistema, utilizando a ferramenta SQL Power Architect. O banco de dados utilizado foi Postgresql; (4) Codificação e desenvolvimento. O sistema foi desenvolvido em PHP com Framework Laravel, Javascript, HTML 5 e CSS; (5) Testes e validação do sistema com fonoaudiólogos com inserção de informações no mesmo sistema. Foi aplicado um questionário de avaliação com dois fonoaudiólogos, além da emissão pelos mesmos de relatório descritivo com potencialidades, fragilidades e sugestões para aprimoramento do sistema; (6) Registro do software e (7) Implementação do sistema. Resultados: O Sistema de informações auditivas em escolares (SAE) é um sistema web, sendo acessado por login e senha. Tem como usuários profissionais da unidade escolar e da unidade de saúde de referência da escola, bem como gestores da educação e saúde com permissões distintas quanto a cadastrar, editar, excluir e visualizar as informações do sistema. As informações sobre a audição dos escolares envolvem os resultados de testes de triagem auditiva individuais, dos questionários aos professores e pais, bem como de formulário de análise do ambiente acústico das salas de aulas nas escolas. Estas informações podem ser armazenadas, analisadas e visualizadas no SAE pela unidade de saúde de referência para tomada de decisões individuais e coletivas. Testes funcionais realizados pelos fonoaudiólogos os mesmos cadastraram sete UBS, quatro escolas, 40 alunos, sendo 10 de cada escola e diferentes séries, um formulário com resultado do teste de triagem auditiva e um questionário de risco para pais. Ambos os questionários foram preenchidos com dados individuais dos 40 alunos. A avaliação inicial do SAE foi satisfatória quanto a usabilidade e a flexibilidade no cadastro das UBS, Escolas, Alunos e das respostas aos dois questionários. Conclusão: O SAE, na versão apresentada tem potencialidade para contribuir nos processos de trabalho entre a atenção básica à saúde e as escolas públicas contribuindo diretamente para a saúde auditiva dos escolares.TCC Triagem auditiva de bebês expostos à sífilis congênita(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2019-11-29) Aguiar, Livia Barbosa; Balen, Sheila Andreoli; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Araújo, Eliene SilvaObjetivo: Verificar a ocorrência de passa e falha na triagem auditiva neonatal de bebês com exposição a sífilis. Metodologia: Estudo prospectivo transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. A amostra foi constituída por 77 bebês advindos de maternidades públicas da cidade de Natal-RN, divididos em três grupos: G1: 16 bebês de mães que fizeram o tratamento adequado de sífilis no pré-natal após serem detectadas com o exame Veneraldiseasesresearchlaboratory (VDRL) positivo; G2: 27 bebês de mães que realizaram o tratamento de sífilis juntamente com seus bebês, no período perinatal, em decorrência de resultado positivo no exame VDRL ao nascimento; G3: 34 bebês de mulheres que não tiveram resultado positivo do exame VDRL, configurando a não presença de sífilis, durante seus períodos pré e perinatal. Nenhum dos bebês possui outro indicador de risco para perda auditiva. Foi realizado o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico Automático (PEATE-A) após alta hospitalar (9 a 70 dias). Resultados:Foi evidenciado no estudo com o PEATE-A, com bebês expostos a sífilis,100% de passa bilateralmente nos bebês do grupo 1 (com tratamento pré-natal); e para o grupo 2 (bebês tratados no perinatal) ocorreram 96% de passa na OD e 93% de passa na OD. Conclusão: A triagem auditiva neonatal universal, utilizando o PEATE-A, nesta pesquisa evidenciou alto índice de “PASSA” em ambas as orelhas indicando baixo risco de alterações audiológicas destes bebês nos primeiros meses de vida (9 a 70 dias após o nascimento).TCC Triagem auditiva na exposição ao vírus Zika(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2020-12-02) Martins, Anna Beatriz do Nascimento; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Speri, Maria Raquel Basílio; Monteiro, Luiza AlineObjetivo: Caracterizar os achados da triagem auditiva e descrever os dados sócio-demográficos de crianças expostas ao vírus Zika. Método: Estudo descritivo, observacional e transversal realizado numa instituição pública no Nordeste brasileiro. A amostra foi composta por 41 crianças nascidas com microcefalia, de ambos os gêneros, com idade entre 0 e 3 anos, expostas ao vírus Zika durante a gestação. Resultados: das 41 crianças, 21 eram do gênero masculino. 41,5% não realizaram a TANU. Das 24 que realizaram, 100% foram avaliadas com as Emissões Otoacústicas Transientes (EOAT) e 41,7% fizeram também o Potencial Evocado Auditivo automático (PEATE-a). Obteve-se um resultado de falha em 41,7% de falha com EOAT e de 30% com PEATE-a. Observou-se um tempo, em média, de 12 meses entre a realização da Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU) e a busca pelo diagnóstico ou monitoramento. Todas as mães realizaram pré-natal; 41,5% tinham um companheiro; 34,1% eram do lar; e 68,3% residiam na região metropolitana do estado. Conclusões: Apesar do vírus Zika ser um indicador de risco para a perda auditiva a TANU tem sido realizada com as EOAT, tendo sido observado um alto índice de falha nesta população. O tempo médio entre o nascimento e a realização do procedimento de diagnóstico ou monitoramento tem sido de 12 meses. A localização do domicílio residencial demonstrou pouca influência no tempo de busca dos serviços do programa de atenção à saúde auditiva, podendo as questões sociais estarem mais relacionadas a este dado.TCC O uso da frequência de 4khz para decisões clínicas no diagnóstico audiológico até 6 meses de idade(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-11-30) Morais, Maria Eduarda de Oliveira Maia; de Araújo, Fabiana Cristina Mendonça; Araújo, Fabiana Cristina Mendonça de; Oliveira, Maria Taiany Duarte de; Costa, Krisia Thayna Lima daIntrodução: O diagnóstico audiológico precoce é crucial para o desenvolvimento global infantil. Portanto, torna-se imprescindível a existência de protocolos que façam com que todo o processo seja realizado da forma mais ágil e rápida possível. Objetivo: Identificar se a frequência de 4kHz pode direcionar as escolhas clínicas para a realização do diagnóstico audiológico da perda auditiva sensorioneural em bebês até 6 meses de idade. Metodologia: O estudo foi realizado com 13 crianças que receberam diagnóstico de perda auditiva até os 6 meses de vida. Foram realizados EOAT, EOAPD, PEATE e timpanometria. Resultados: Quanto as variáveis de gênero e orelha não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes. Observando os resultados dos limiares encontrados nas quatro frequências, as médias de 500Hz, 1kHz, 2kHz e 4kHz foram 41dBeNA, 43dBeNA, 50dBeNA e 55dBeNA respectivamente, estando 4kHz com os maiores resultados e com menor desvio padrão. Quanto ao grau, nas perdas de grau leve e moderado foram encontrados resultados estatisticamente significantes na observação dos limiares de 4kHz em comparação às demais frequências. Na identificação dos graus de perda, 4kHz é a frequência que faz mais distinção entre perdas leves e moderadas e leves e profundas. Conclusão: Observou-se que há sim maior comprometimento nas frequências mais agudas, sendo 4kHz a mais afetada tratando-se de perdas auditivas sensorioneurais.