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    Tese
    Prototexto, narrativa poética da ciência: uma estratégia de construção do conhecimento e religação de saberes no ensino de física
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2009-10-19) Araujo, Valmir Henrique de; Passeggi, Maria da Conceição Ferrer Botelho Sgadari; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4798436D6; ; http://lattes.cnpq.br/4346583412934295; Freitas, Jacira Cristina Batista; ; http://lattes.cnpq.br/1727484562495837; Freire Júnior, Olival; ; http://lattes.cnpq.br/5534156006634736; Pereira, Wani Fernandes; ; http://lattes.cnpq.br/7582203887381400; Martins, Andre Ferrer Pinto; ; http://lattes.cnpq.br/2557880242678680
    Nesta tese apresento a noção de prototexto e a fundamento como um sistema complexo enquanto estratégia de construção de conhecimento e religação de saberes no ensino de física. Prototexto é uma narrativa poética da ciência, proposta e utilizada inicialmente como instrumento de aprendizagem criativa para estudantes do ensino técnico e médio, do CEFET-Vitória da Conquista-BA, no período de 1997-2004. Concebida a partir de 2001 como uma estratégia de construção de conhecimento, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB, a noção de prototexto configura um complemento à operacionalidade matemática. A proposta de uma narrativa poética da ciência supõe que o estudante, aprendiz de ciência, passe a organizar os seus conhecimentos em uma matriz literária complexa. Esta matriz procura fazer conviver tanto os aspectos do formalismo matemático quanto a discursividade da ciência necessários para a formação de um aprendizado que almeje aos múltiplos aspectos do conhecimento, dispersos em disciplinas, a partir de um tema da física. Tal proposta emerge das minhas práticas em sala de aula e reflexões acerca do ensino de física com ênfase matemática, na maioria das escolas, limitando o ensino a um padrão de ordem com a ausência de erro. São operações do prototexto: a linguagem poética, estratégia de construção do conhecimento, inacabamento da argumentação e a inclusão do aprendiz de ciência como sujeito implicado na construção do conhecimento. Na fundamentação teórica assumo a proposição de Edgar Morin do método como estratégia, o princípio da complementaridade de Niels Bohr em conceber categorias excludentes como face de um mesmo fenômeno e a concepção de tempo criativo de Ilya Prigogine que enuncia a aliança entre a natureza e o homem que a descreve
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