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Navegando por Autor "Batista, Joane Luiza Dantas Vieira"

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    TCC
    Impactos socioambientais nas comunidades da pesca artesanal do nordeste do Brasil
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-06-15) Neves, Camila Maria de Paiva; Barros, Ilena Felipe; http://lattes.cnpq.br/6139870110652061; http://lattes.cnpq.br/6814440049506861; Silva, Roberto Marinho Alves Da; https://orcid.org/0000-0003-0532-9377; http://lattes.cnpq.br/2334019578757276; Batista, Joane Luiza Dantas Vieira; http://lattes.cnpq.br/9889073634196090
    A presente monografia analisa os impactos socioambientais vivenciados pelas comunidades da pesca artesanal do Nordeste brasileiro, considerando o Modo de Produção Capitalista (MPC) no cerne dos conflitos socioambientais vivenciados na região. O capital mercantiliza os recursos naturais, transformando-os em bens de acesso e uso privado, que passam a ser apropriados pelos burgueses para geração de mais-valor. Esse movimento progressivo pelo lucro, próprio do capitalismo, desregula o equilíbrio natural do planeta, provocando o esgotamento dos meios bióticos e ameaçando as populações tradicionais. Por esta razão, os grupos e comunidades tradicionais pesqueiras se deparam com o avanço desenfreado do capital sob seus territórios, gerando conflitos socioambientais dos mais diversos, que por sua vez destroem os modos de ser e viver tradicionais. Este trabalho versou em especial sobre os impactos da pesca industrial, do derramamento de petróleo e da energia eólica sobre os territórios pesqueiros nordestinos, o primeiro já incorporado na agenda política dos homens e mulheres da pesca há décadas, os demais com grande notoriedade nos últimos anos. A metodologia utilizada corresponde à pesquisa qualitativa, com revisão bibliográfica e documental, a partir da análise da historicidade dos fenômenos, sob a luz do método marxista. Assim, ficou evidente a tendência destrutiva do capital sobre os territórios pesqueiros, agravada pela invisibilidade histórica dessas comunidades pelo Estado, que resulta no recrudescimento das condições de vida e na necessidade da organização política para sobrevivência da pesca artesanal.
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    Dissertação
    A vilegiatura marítima e a urbanização em Tibau/RN
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2013-02-28) Batista, Joane Luiza Dantas Vieira; Fonseca, Maria Aparecida Pontes da; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4785359J5; ; http://lattes.cnpq.br/9889073634196090; Fernandes, Ermínio; ; http://lattes.cnpq.br/2770392631554400; Felipe, José Lacerda Alves; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4788272U1
    A pesquisa objetiva analisar o processo de urbanização que vem ocorrendo no município litorâneo de Tibau/RN no período que compreende 1980-2012, decorrente da (re) produção do espaço para o consumo do ócio e do lazer, por meio da prática da Vilegiatura Marítima. Essa prática visa fixar-se temporariamente na praia em segundas residências, interferindo no ordenamento e no uso do território urbano de Tibau, promovendo uma urbanização pautada na lógica do lazer, com enorme capacidade de apropriação e consumo do espaço. A prática da Vilegiatura Marítima em Tibau iniciou-se no fim do século XIX, tornando-se mais relevante na década de 1980, quando tal prática vira moda para os mossoroenses, diante de sua pujança econômica, como poder de consumo para investir nesse tipo de domicílio. Tibau passa a ser um grande depositário de segundas residências para a prática do lazer, o que contribuiu, inclusive, para a sua emancipação política e administrativa em 1997. A intensificação das atividades do Setor Imobiliário, expandindo as segundas residências ao longo do litoral, acaba por zonear o território urbano de Tibau com o auxílio do Poder Público local, este interessado em inserir o município na rota turística do Estado. A metodologia utilizada compreendeu levantamento bibliográfico, coleta de dados e observação em locus. Foram aplicados questionários em forma de entrevistas aos vilegiaturistas, residentes, empresários de comércio e serviços, a empresa de fruticultura Agrícola Famosa Ltda., Poder Público Municipal e a Associação de Idosos do município. Foi feito o registro fotográfico, para visualizar a evolução da urbanização de Tibau. Procedeu-se ao georeferenciamento do espaço em foco, a fim de analisar o uso e ocupação do território urbano pelos agentes sociais vilegiaturistas e residentes. Conclui-se que a urbanização que vem ocorrendo em Tibau se dá de forma estendida ao longo do litoral, com baixa densidade demográfica, e por isso de difícil governança por parte do poder público municipal. Onde o Setor Imobiliário vem promovendo a valorização do solo urbano, de modo a fragmentar o espaço com condomínios fechados e segregar a população de residentes para as áreas periféricas da cidade, cada vez mais longe da faixa litorânea e com carências de infraestrutura e serviços urbanos básicos
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