Navegando por Autor "Bittencourt, João Batista de Menezes"
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Tese Beco da lama: formas e cores de uma plástica da vida(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014-06-04) Façanha, Jose Marcilio de Sousa; Takeuti, Norma Missae; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781949U5; ; http://lattes.cnpq.br/1899771836956078; Dantas, Alexsandro Galeno Araújo; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4703941Y0; Santana, Gilmar; ; http://lattes.cnpq.br/2957801541347646; Diógenes, Glória Maria dos Santos; ; http://lattes.cnpq.br/0033420815363929; Bittencourt, João Batista de Menezes; ; http://lattes.cnpq.br/2206836838419488Nosso trabalho de pesquisa percorre um cenário singular da cidade de Natal-RN. Trata-se de um lugar onde encontramos práticas artísticas e obras de arte construindo territorialidades à margem de museus, pinacotecas e galerias institucionais. Sua geografia compreende uma área conhecida popularmente por Beco da Lama. Junto aquela geografia problematizamos sobre como alguns processos de sociabilidades, que se formaram à margem dos campos institucionais, podem, com seus desdobramentos, compor novas possibilidades para nos relacionarmos com a arte e as práticas artísticas. Pensando nos diálogos e embates que esse posicionamento à margem pode oferecer, investigamos a atuação dos sebos, bares e demais espaços do Beco na promoção e divulgação das práticas artísticas, atentando para a maneira como esses espaços lidam com a obra, os artistas e os frequentadores do Beco da Lama. Nossa inserção no campo de pesquisa resultou na coleta de depoimentos, imagens e na observação de expressões que, junto às sensações que obtivemos durante os anos de inserção naquele cenário, ajudam a compor nosso material empírico. Para nos acompanhar metodologicamente nessa investigação, buscamos, com uma maior frequência, suporte teórico dos autores: Gilles Deleuze, Félix Guattari e Giorgio Agamben. Com eles compomos um diagrama investigativo para pensarmos a arte do Beco, atentando para o relacionamento do Beco com o campo estabelecido da arte, assim como, para com o restante da cidade. Os resultados apontam para a visualização de um acontecimento singular que mostra práticas artísticas compondo, à margem dos espaços institucionais, novas territorialidades para o contato com a arte. O termo territorialidades aponta para conjunturas formadas por práticas, sensações, desejos, expressões, subjetividades e poéticas que podem nos indicar estarmos diante de um acontecimento, compreendendo-o como o momento da efetivação de virtualidades, desejos, subjetividades e formação de espacialidades, bandos, movimentos. Em nosso caso, o acontecimento do Beco da Lama enquanto Beco das Artes nos forçou a repensar a função e o lugar da arte e do artista na cidade de Natal-RNDissertação Ilha dos indivíduos: a construção social da fortaleza moderna(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2007-02-15) Bittencourt, João Batista de Menezes; Takeuti, Norma Missae; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781949U5; ; http://lattes.cnpq.br/2206836838419488; Coradini, Lisabete; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4785895Z8; Paiva, Antônio Cristian Saraiva; ; http://lattes.cnpq.br/2635234979088002O presente trabalho tem como objetivo analisar o fenômeno da segregação sócio-espacial na cidade de Fortaleza, tendo como referência o surgimento de formas recentes de moradia que privilegiam áreas com aspectos desérticos, e o afastamento de aglomerados populares, e que vem se tornando o refúgio das populações economicamente favorecidas da capital. Nosso estudo de campo foi desenvolvido no loteamento Alpha Village, empreendimento urbano localizado no leste da cidade. Diferente das pesquisas que tratam a questão da segregação como um produto sui generis da desigualdade sócio-econômica, optamos por uma análise mais voltada para a dimensão da subjetividade, buscando as raízes do fenômeno na própria constituição do ser humano. A partir de entrevistas com os moradores do referido loteamento, buscamos analisar as significações imaginárias sociais (Castoriadis) que compunham suas falas, e que definiam por sua vez, suas representações acerca de eles próprios, como dos estranhos que cruzam as ruas do referido espaço, tornando-se assim suspeitos em potencial. Dentro de nossa perspectiva, a segregação ganha uma conotação ambígua, pois ao mesmo tempo que autoriza o aniquilamento simbólico do outro, é também uma ferramenta que os ajuda a suportar a dor da insegurança