Navegando por Autor "Câmara, Rosa Angélica de Mendonça"
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Dissertação Concepções e práticas da psicologia escolar :um olhar através do estágio curricular supervisionado(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2006-05-19) Câmara, Rosa Angélica de Mendonça; Yamamoto, Oswaldo Hajime; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787892Z9&dataRevisao=null; ; Salomão, Nádia Maria Ribeiro; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4789730E0; Campos, Herculano Ricardo; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4762975E2&dataRevisao=nullA Psicologia Escolar, apesar de apresentar dificuldades, principalmente relacionadas ao papel que deve ser desempenhado por seus profissionais nas instituições educativas e à inserção dos mesmos no mercado de trabalho, é uma área em crescimento. A formação acadêmica, além de outras instâncias, desempenha um importante papel nos problemas enfrentados pela Psicologia Escolar. Este trabalho constitui-se em uma investigação das concepções de Psicologia Escolar e da prática nas instituições educativas, sob o ponto de vista da formação acadêmica, representada pelo estágio curricular supervisionado. O estágio curricular supervisionado foi escolhido por ser uma etapa representativa dentro do processo da formação. Para realizar este estudo, analisamos os relatórios de estágio, documentos elaborados ao final do estágio como requisito para aprovação nesta atividade curricular, das décadas de 1980 e 1990. Como resultados principais, destacamos a coexistência, durante a década de 1980, de dois modelos de atuação psicológica comuns no meio educativo, o modelo clínico e o educacional, com a predominância do primeiro modelo. Durante a década de 1990, ocorre essa mesma coexistência, porém a predominância passa a ser do modelo educacional. Percebemos que este último assume a posição de mais adequado, mas não consegue a consolidação. As atividades praticadas pelos estagiários evidenciam essa mescla entre os dois principais modelos de atuação. Na década de 1980, por exemplo, as atividades mais comuns foram a observação das crianças (45,9%), a orientação de professores (40,5%) e o psicodiagnóstico (37,8%), enquanto que em 1990, as atividades mais praticadas foram a participação em reuniões com equipe técnica (66,6 %), a orientação de pais (58,0 %), a orientação de professores (50,0 %) e o atendimento individualizado com alunos (41,6 %). As conclusões voltam-se para uma formação acadêmica, representada pelo estágio curricular supervisionado, em sintonia com o exercício profissional