Navegando por Autor "Cavalcante, Ronaldo Fonseca"
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Dissertação Estudo do potencial de utilização do resíduo da extração de esmeraldas na fabricação de cerâmica de revestimento(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2010-03-09) Cavalcante, Ronaldo Fonseca; Nascimento, Rubens Maribondo do; Martinelli, Antônio Eduardo; ; http://lattes.cnpq.br/0022988322449627; ; http://lattes.cnpq.br/8671649752936793; ; http://lattes.cnpq.br/2470478436900956; Paskocimas, Carlos Alberto; ; http://lattes.cnpq.br/2365059843175411; Dutra, Ricardo Peixoto Suassuna; ; http://lattes.cnpq.br/0075804072604913Empresas envolvidas na mineração de esmeralda e beneficiamento representam uma importante área de desenvolvimento industrial no Brasil, com significativa contribuição para a produção mundial desse minério. Como resultado, grandes volumes de resíduos de esmeralda são constantemente gerados e abandonados no ambiente, contribuindo negativamente para a sua preservação. Por outro lado o interesse no uso do resíduo de mineração como aditivo na produção de material cerâmico tem crescido entre os pesquisadores nos últimos anos. A indústria cerâmica está constantemente buscando a ampliação do mercado para o setor e tentando aperfeiçoar a qualidade dos produtos e aumentar a variedade de aplicações. A tecnologia de obtenção de cerâmica de revestimento que usa resíduos de mineração é um mercado ainda pouco explorado. Neste cenário, o objetivo do presente estudo foi caracterizar o resíduo gerado a partir de mineração de esmeralda, bem como para avaliar seu potencial uso como matéria-prima para a produção de revestimentos cerâmicos. Misturas cerâmicas foram preparadas a partir de matérias-primas caracterizadas por fluorescência de raios X, difração de raios X, análise granulométrica e análise térmica. Cinco composições foram preparadas utilizando índices de resíduos de esmeraldas de 0%, 10%, 20%, 30% e 40%. As amostras foram prensadas uniaxialmente, sinterizadas em 1000, 1100 e 1200 º C e caracterizadas visando estabelecer sua composição mineralógica, absorção de água, porosidade aparente, massa específica, retração linear e módulo de ruptura. Os resultados mostraram que o resíduo de esmeraldas composto basicamente de 73% de (SiO2 + Al2O3) e 17,77% de (MgO+Na2O+K2O) (que facilitam a sinterização) pode ser incorporado na massa de revestimento cerâmico sem comprometimento das propriedades do produto sinterizadoArtigo Utilização do resíduo da extração de esmeraldas em uma formulação de massa de revestimento cerâmico(ABCERAM, 2012) Cavalcante, Ronaldo Fonseca; Nascimento, Rubens Maribondo do; Paskocimas, Carlos Alberto; Dutra, Ricardo Peixoto SuassunaEmpresas envolvidas na mineração de esmeralda e beneficiamento representam uma importante área de desenvolvimento industrial no Brasil, com significativa contribuição para a produção mundial desse minério. Como resultado, grandes volumes de resíduos de esmeralda são constantemente gerados e abandonados no ambiente, contribuindo negativamente para a sua preservação. Por outro lado o interesse no uso do resíduo de mineração como aditivo na produção de material cerâmico tem crescido entre os pesquisadores nos últimos anos. A indústria cerâmica está constantemente buscando a ampliação do mercado para o setor e tentando aperfeiçoar a qualidade dos produtos e aumentar a variedade de aplicações. A tecnologia de obtenção de cerâmica de revestimento que usa resíduos de mineração é um mercado ainda pouco explorado. Neste cenário, o objetivo do presente estudo foi caracterizar o resíduo gerado a partir de mineração de esmeralda, bem como para avaliar seu potencial uso como matéria-prima fundente para a produção de revestimentos cerâmicos. Misturas cerâmicas foram preparadas a partir de matérias-primas caracterizadas por fluorescência de raios X e difração de raios X. Cinco composições foram preparadas utilizando índices de resíduos de esmeraldas de 0%, 10%, 20%, 30% e 40%. As amostras foram preparadas por prensagem, sinterizadas em 1000, 1100 e 1200 ºC e caracterizadas visando estabelecer sua composição mineralógica, absorção de água, retração linear e módulo de ruptura à flexão. Os resultados mostraram que o resíduo de esmeraldas estudado pode ser incorporado na massa de revestimento cerâmico até 20% em substituição ao feldspato sem comprometimento das propriedades do produto final