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Navegando por Autor "Figueiredo, Jonilson de Souza"

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    Dissertação
    Consumo familiar: efeitos da valorização do salário mínimo nas decisões de gasto das famílias brasileiras, nordestinas e potiguares, no período de 1995 a 2011
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2013-08-21) Figueiredo, Jonilson de Souza; ; http://lattes.cnpq.br/6259328336633690; ; http://lattes.cnpq.br/5031013122715368; Serrano, Franklin Leon Peres; ; http://lattes.cnpq.br/8929218197089001; Alves, Janaina da Silva; ; http://lattes.cnpq.br/8841368848220253
    A busca do fortalecimento do mercado interno via políticas de incentivo à demanda, privada tem assumido destaque na agenda governamental, particularmente após a crise de 2008. Neste contexto, a presente pesquisa tem como objetivo analisar os efeitos da valorização do salário mínimo no consumo das famílias brasileiras, nordestinas e potiguares, no período de 1995 a 2011. Sob a justificativa do debate acerca da efetividade das políticas anticíclicas do Brasil, pretende: 1) recuperar o debate teórico e, em certa medida, a evolução da teoria do consumo agregado, bem como algumas ilações sobre sua ligação com o salário mínimo; 2) descrever as experiências e os efeitos desta legislação na história econômica, com ênfase para o caso brasileiro; 3) apresentar algumas das bases estatísticas disponíveis à pesquisa, com atenção às especificidades de cada uma e aos resultados empíricos encontrados para o consumo no Brasil; 4) estimar os efeitos da variação do salário mínimo no consumo familiar no Brasil (BR), Nordeste (NE) e Rio Grande do Norte (RN). A partir disso, no sentido de quantificar essa relação, realiza inferências dos efeitos da massa salarial e do salário mínimo no consumo, em séries trimestrais (com ajuste ad hoc a partir dos pesos de cada trimestre), via modelo clássico de regressão linear múltipla. A hipótese lançada consiste que: incrementos na renda, derivados da política de valorização do salário mínimo influenciarão diretamente o consumo das famílias. Porém, quando comparados os resultados entre as unidades analisadas, a expressividade das famílias nordestinas e potiguares frente à dinâmica nacional com renda vinculada a esse piso, impulsiona impactos mais significativos nas decisões de gasto no NE e no RN, reduzindo assim as disparidades regionais de consumo. Os resultados apontam evidências contrárias, pois enquanto para o BR uma variação unitária no salário mínimo aumenta o consumo em 1,28 unidades monetárias, para o NE e RN esses parâmetros são, respectivamente, 1,05 e 1,09
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    Tese
    Ensaios sobre demografia econômica: estrutura etária, janela de oportunidade e desempenho econômico no Semiárido Setentrional
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-04-28) Figueiredo, Jonilson de Souza; Myrrha, Luana Junqueira Dias; https://orcid.org/0000-0001-6767-6775; http://lattes.cnpq.br/9464473185586596; http://lattes.cnpq.br/5031013122715368; Queiroz, Silvana Nunes de; https://orcid.org/0000-0001-7295-3212; http://lattes.cnpq.br/2868787826636179; Trovão, Cassiano José Bezerra Marques; http://lattes.cnpq.br/1173432616045632; Lima Júnior, Francisco do Ó de; https://orcid.org/0000-0002-6049-3893; http://lattes.cnpq.br/0923647677816521; Oliveira, Kléber Fernandes de; https://orcid.org/0000-0001-6568-6240; http://lattes.cnpq.br/6807033691955493
    Esta tese analisa a dinâmica espacial da estrutura etária e da janela de oportunidade; e estima os efeitos dessas estruturas no desempenho econômico do Semiárido Setentrional (SemSet). Ela é composta por quatro ensaios. O primeiro caracteriza a evolução da estrutura etária e o aproveitamento da janela demográfica resultante, mediante o Índice de Emprego Formal (IEF), comparando o SemSet com o Semiárido Meridional (SemMerid) e o restante do país (1970-2022). O segundo mapeia a dependência espacial desse processo entre os municípios do SemSet em 2022, via Índice de Moran Local, e descreve a evolução do emprego formal e do IEF, considerando um SemSet jovem e outro envelhecido (2000-2022). O terceiro discute as variações do emprego formal e da remuneração nos municípios do SemSet, comparando os contextos de choque (2020) e pós-choque da pandemia (2021) com o anterior (2019). O quarto ensaio estima o efeito da estrutura etária no PIB per capita (proxy do desempenho econômico), utilizando modelos de defasagem e de erro autorregressivo espacial para os anos 2000, 2010 e 2021. Embora com padrões históricos distintos, verificou-se que no SemSet, no SemMerid e no resto do país, as taxas de crescimento populacional, e a estrutura etária convergiram. A janela de oportunidade no SemSet surgiu por volta de 2005, cerca de quinze anos depois de caracterizada fora do Semiárido. A evolução do IEF sugeriu: i) que o “bônus” se concretizou moderadamente até 2014, quando passou a ser desperdiçado; ii) manutenção do diferencial inter-regional: em 2000, o IEF fora do Semiárido era três vezes o observado no SemSet (8,79%, ante 26,46%). Em 2021, embora menor, o hiato se manteve (17,11%, ante 37,81%); iii) fragilidade ainda maior nos estratos intrarregionais; em 2021 ele foi 12,37% no SemSet jovem e 11,80% no envelhecido, denotando baixo aproveitamento da janela de oportunidade. O terceiro ensaio aferiu baixa correlação espacial nas variações do emprego e remuneração, tanto em 2020, quanto em 2021. A despeito da heterogeneidade, a quantidade de municípios com variação positiva no emprego formal passou de 234 no contexto de choque, para 618 no pós-choque, sugerindo recuperação. Finalmente, o quarto ensaio estimou que uma redução de 10% na dependência de jovens explica, em média, 6,79%, 6,76% e 8,72% do aumento no PIB per capita de 2000, 2010 e 2021, respectivamente. Um aumento de 10% na dependência de idosos influenciou negativamente em 6,27% em 2010 e 8,88% em 2021, ante 3% em 2000. Ao mesmo tempo, um acréscimo de 10% na razão entre a população de 30 a 49 anos e o restante da PIA, elevou o desempenho econômico em 6,58% em 2000, 10,20% em 2010 e 4,73% em 2021. Assim, os resultados não rejeitam a hipótese de que a relação entre as dinâmicas demográfica e econômica variam com o tempo, o lugar e as circunstâncias e, portanto, não admitem generalizações, mas devem ser estudadas nas diferentes escalas.
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