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    Artigo
    Activity limitations in brazilian institutionalized older adults
    (Journal Of Geriatric Physical Therapy, 2017) Souza, Dyego Leandro Bezerra de; Roig, Javier Jerez; Medeiros, Jéssica Fernandes de; Fidélis, Kalyne do Nascimento Moreira; Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; Oliveira, Nayara Priscila Dantas de; Andrade, Fabienne Louise Juvêncio Paes de; Ferreira, Lidiane Maria de Brito Macedo; Lima, Kenio Costa; https://orcid.org/0000-0001-8426-3120
    Background and Purpose: Although functional assessments and programs to prevent activity limitations are fundamental for effi cient geriatric evaluations and interventions, these procedures have not been satisfactorily explored at nursing homes in Brazil. Literature is scarce on the evaluation of disability in Brazilian institutionalized older people. Methods: A cross-sectional study was conducted in 10 nursing homes in the city of Natal (Northeast Brazil). Sociodemographic and health data were collected and activity limitations were assessed by the Katz Index. Results and Discussion: The prevalence of activity limitations was 72.9% (95% confi dence interval: 67.8-77.5) and the most affected activity was “bathing” (71.6%), followed by “dressing” (65.4%) and “toileting” (62.0%). The fi nal model revealed associations with private (for-profi t) institutions (odds ratio [OR] = 3.33; P < .001), age ≥ 83 years (OR = 2.34; P = .003), institutionalization due to lack of caregiver (OR = 1.80: P = .033), and presence of osteoporosis (OR = 2.94; P = .045), adjusted by sex. Conclusions: Activity limitations affected almost 73% of institutionalized older people in this sample and were associated with private nursing homes, age, osteoporosis, and institutionalization due to lack of caregiver. Activity limitations exact high socioeconomic impacts and affect the quality of life of older people. The results obtained herein emphasized the importance of planning strategies for their prevention and treatment, directed to reduce the prevalence of this health issue. Key Words: activities of daily living , health of the elderly , health profi le , institutions for the elderly , personal autonomy
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    Tese
    Análise de viabilidade do uso domiciliar do exergame VirtualTer para reabilitação do equilíbrio postural da pessoa idosa
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-08-25) Medeiros, Candice Simões Pimenta de; Cavalcanti, Fabricia Azevedo da Costa; https://orcid.org/0000-0002-1391-1060; http://lattes.cnpq.br/9579107830132166; http://lattes.cnpq.br/5311078724146760; Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; https://orcid.org/0000-0002-3326-389X; http://lattes.cnpq.br/8035524421127198; Dantas, Rummenigge Rudson; Campos, Tânia Fernandes; Pacheco, Thaiana Barbosa Ferreira
    Introdução: A utilização de exergames vem ganhando destaque na reabilitação por aumentar o nível de atividade física, impulsionando a saúde, a função física na pessoa idosa e como ferramenta de treino no ambiente domiciliar. O VirtualTer é um exergame validado e testado no ambiente laboratorial e adaptado para o contexto domiciliar da pessoa idosa, visando ampliar os níveis de atividade física e reduzir o risco de quedas nessa população. Nesse sentido, ressalta-se a importância de investigar a viabilidade e os efeitos do uso domiciliar do exergame VirtualTer na pessoa idosa. Objetivo: Esta tese tem o objetivo principal de analisar a viabilidade do uso domiciliar do exergame VirtualTer para reabilitação do equilíbrio postural da pessoa idosa. Métodos: O estudo envolveu três modalidades integradas: 1) Elaboração de protocolo e revisão sistemática; 2) Estudo piloto com a aplicação do protótipo da versão domiciliar do VirtualTer em sessão única durante 15 minutos; 3) Análise de viabilidade dos efeitos do uso domiciliar do VirtualTer e avaliação qualitativa das barreiras e facilitadores durante a aplicação do jogo – O VirtualTer foi executado três vezes na semana, durante duas semanas, por 25 minutos. Os efeitos do jogo foram analisados com a avaliação sociodemográfica, Short Physical Performance Battery (SPPB), International Physical Activity Questionnaire (IPAQ), Escala de Avaliação de Incapacidade WHODAS 2.0, Teste de Alcance Funcional (TAF), System Usability Scale (SUS) e Inventário de Motivação Intrínseca (IMI). Durante a intervenção, foi realizada uma análise observacional das barreiras e facilitadores por meio de um formulário diário, estruturado mediante os domínios da Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Resultados: A modalidade 1 resultou em dois artigos: Artigo 1 – O protocolo da revisão sistemática definiu a metodologia a ser implementada na execução da revisão. Artigo 2 – Na revisão sistemática, após a triagem de 1107 registros, 4 estudos foram elegíveis. A usabilidade dos exergames foi classificada como aceitável e boa. O efeito combinado indicou melhorias no equilíbrio funcional no teste TUG (MD = -5,90; IC 95% = -10,29 a -1,51) e teste de Tinetti (MD = 4,80; IC 95% = 3,36 a 6,24), em favor do grupo exergames. Observou-se uma diferença significativa no grupo experimental para as modalidades imersivas (MD = -9,14; IC 95% = - 15,51 a -2,77). A certeza da evidência foi classificada como baixa e muito baixa. A modalidade 2 resultou em um artigo: Artigo 3 – 25 pessoas idosas com baixo desempenho físico, alto nível de inatividade física e funcionalidade prejudicada participaram do estudo piloto. Houve uma relação significativa entre a escala SUS e o gênero (P=0,04), estado civil (P=0,03) e escolaridade (P=0,01). Observou-se uma motivação de 87 pontos na IMI, uma usabilidade de 72,50 pontos na escala SUS com nível de satisfação de 80%. Foram identificados elementos técnicos passíveis de adaptação, sendo incorporadas soluções funcionais para a marcha estacionária e ultrapassagem de obstáculos para consolidação final da versão domiciliar. A modalidade 3 resultou em dois artigos: Artigo 4 – A amostra foi composta por 15 pessoas idosas. Observaram-se melhores pontuações nos testes após a intervenção. Foi encontrada uma correlação significativa com tamanho de efeito grande entre os valores do pré e pós-treino no TAF (p = 0,001), na velocidade no teste de caminhada do SPPB (p = 0,023) e na classificação do IPAQ (p = 0,020). As pessoas idosas tiveram alta motivação intrínseca (92 pontos no IMI) após o treino, classificaram a usabilidade do jogo como excelente (score de 85 no SUS), e observou-se um nível de satisfação de 86,7%. Houve uma diferença significativa (p = 0,001) nas pontuações do jogo ao longo das sessões. Artigo 5 – Observou-se incapacidade funcional leve no WHODAS e sem diferenças significativas entre o pré e pós-intervenção. Os principais elementos facilitadores foram a motivação (b1301), diversão (d920), inovação, usabilidade, e competitividade do jogo; além dos benefícios da atividade física (b455); as adaptações, a estrutura e o aconchego do domicílio (e298); e o incentivo e suporte da família (e410). As barreiras foram relacionadas com elementos tecnológicos do jogo (e1301), medo e insegurança de subir e descer do step (b152), limitação da mobilidade (d4106/d4108/d4452), ruídos externos (e2501), atitudes de membros da casa (e410), animais domesticados (e350), telefonemas (d3608) e visitas inesperadas (d9205). Conclusão: Os exergames aplicados em casa mostraram boa usabilidade e tiveram efeitos significativos no equilíbrio postural, principalmente as modalidades imersivas. O protótipo da versão domiciliar do VirtualTer obteve boa usabilidade e demarcou a necessidade de ajustes nos elementos técnicos para fomentaram uma maior especificidade e robustez na versão final do jogo. O exergame VirtualTer foi considerado como uma ferramenta viável, apresentando excelente usabilidade e aceitação no ambiente domiciliar, gerou alta motivação nas pessoas idosas e melhores pontuações nos testes clínicos pósintervenção. Os elementos facilitadores agregam e podem tornar positiva a experiência da execução domiciliar do jogo, assim como as barreiras, que apesar de modificáveis, podem dificultá-la.
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    Artigo
    Autopercepção da saúde em idosos institucionalizados
    (FapUNIFESP (SciELO), 2016) Souza, Dyego Leandro Bezerra de; Jerez-Roig, Javier; Andrade, Fabienne Louise Juvêncio Paes de; Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; Medeiros, Rafaela Jordânia de; Oliveira, Nayara Priscila Dantas de; Cabral Neto, Sadote Macêdo; Lima, Kenio Costa; https://orcid.org/0000-0001-8426-3120
    Este trabalho objetivou determinar a autopercepção da saúde em idosos institucionalizados, assim como verificar a prevalência de percepção negativa da saúde e seus fatores associados. Trata-se de estudo transversal realizado em 10 instituições de longa permanência para idosos (ILPI) da cidade de Natal, entre outubro e dezembro de 2013. Foram analisadas variáveis sociodemográficas, relacionadas à ILPI e às condições de saúde. Realizou-se a análise descritiva, bivariada mediante os testes qui-quadrado, exato de Fisher ou qui-quadrado de tendência linear, assim como multivariado mediante regressão logística. A amostra foi de 127 idosos. A prevalência de autopercepção negativa da saúde foi de 63,19% (IC 95%: 55,07-70,63), e esteve associada à perda de peso (RP: 1,54; IC 95%: 1,19-1,99), doença reumática (RP: 1,46; IC 95%: 1,05-2,01) e ILPI sem fins lucrativos (RP: 1,37; IC 95%: 1,03-1,83), ajustado por sexo. É fundamental desenvolver ações de promoção da saúde nas ILPI, como aquelas baseadas na nutrição e fisioterapia que atuem sobre esses agravos à saúde, com vistas a melhorar a qualidade de vida
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    Dissertação
    Carga de fragilidade em idosos com Diabetes Mellitus tipo 2 e fatores relacionados
    (2018-02-16) Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; Gazzola, Juliana Maria; ; ; Pereira, Daniele Sirineu; ; Guerra, Ricardo Oliveira;
    Introdução: As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são as principais causadoras de perda da qualidade de vida em idosos e acarretam limitações funcionais importantes. Dentre elas destacam-se o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), caracterizado por uma hiperglicemia sanguínea que afeta órgãos e sistemas, e a Síndrome da Fragilidade (SF), dada pelo processo de sarcopenia concomitante a uma desregulação neuroendócrina e imunológica no idoso. Ambas as condições são elencadas nas ciências da saúde pela alta prevalência e comorbidades associadas. Para avaliar a síndrome da fragilidade, a carga de fragilidade é uma medida elementar, sendo considerada mais atual do que a avaliação do fenótipo e suas características podem se associar com algumas variáveis encontradas no idoso com DM2. Objetivo: Determinar os fatores sociodemográficos, clínico-funcionais e sintomas depressivos relacionados à carga de fragilidade em idosos com DM2. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional, analítico de caráter transversal realizado em Natal/RN. Participaram idosos com idade≥60 anos, com deambulação independente e não amputados. Foram avaliados quanto aos dados sociodemográficos, clínico-funcionais, sintomas depressivos e fenótipo de fragilidade. Foi realizada a estatística descritiva e o teste do qui-quadrado, seguido de análise de regressão logística multivariada (p<0,05 e IC de 95%). Resultados: A amostra consistiu em 125 idosos, de maioria do sexo feminino (36,8%), com sobrepeso (62,4%), com cinco ou mais doenças (65,6%) e com sintomas depressivos (53,2%), alcançando média de 68,76 (±6,52) anos. Prevaleceu o grupo com menor carga de fragilidade (56,0%) e o baixo nível de atividade física foi o item do fenótipo mais citado (72,0%). O modelo final da regressão mostrou que a carga de fragilidade se associou significativamente com a idade (p=0,016; [1,316-8,794]), escolaridade (p=0,002; [1,680-10,623]), dor em membros inferiores (p<0,001; [1,935-11,766]) e TUGT (p=0,031; [1,145-15,659]) e esse modelo apresentou 80,9% de acurácia. Conclusão: os idosos com DM2 que apresentam maior carga de fragilidade são da faixa etária de 70 anos ou mais, possuem sobrepeso, utilizam 5 ou mais medicamentos, de tempo de diagnóstico de 6 anos ou mais, com hemoglobina glicada e glicemia de jejum alterados, com maior tempo de caminhada e sintomas depressivos. Já os idosos que com menor carga de fragilidade apresentaram menor escolaridade, renda e cognição.
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    Artigo
    Depressive symptoms and associated factors in institutionalized elderly
    (Experimental Aging Research, 2016) Souza, Dyego Leandro Bezerra de; Jerez-Roig, Javier; Oliveira, Nayara Priscila Dantas de; Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; Bezerra, Maria Amanda de Farias; Matias, Monayane Grazielly Leite; Ferreira, Lidiane Macedo; Amaral, Fabienne Louise Juvêncio dos Santos; https://orcid.org/0000-0001-8426-3120
    Background/Study Context: Depression is a common psychiatric disorder in the elderly that leads to a decrease in quality of life and functional impairment, among other health problems. The study of depressive symptoms in institutionalized elderly is scarce in Latin America and can contribute to plan prevention and treatment actions in order to improve health conditions for the residents as well as quality of life. Therefore, the aim of this study is to determine the prevalence of depressive symptoms and identify its associated factors in institutionalized elderly. Methods: A cross-sectional study is presented herein, carried out in 10 nursing homes of the municipality of Natal (Northeast Brazil). All individuals over the age of 60 were included. The Geriatric Depression Scale (GDS-15) was applied to verify the depressive symptoms, as well as sociodemographic variables related to the institution and health conditions (comorbidities, medication, body mass index, level of physical activity, mobility, and functional and cognitive capacities). Bivariate analysis was carried out using the chi-square Pearson’s test (or Fisher’s test) and the linear trend chi-square. Finally, logistic regression was utilized for multivariate analysis. Results: The final sample was constituted of 142 elderly, mostly of the female sex (78.9%), with an average age of 79.3 (SD: 8.2). Of these, 65 individuals presented depressive symptoms, with a 45.77% prevalence (95% confidence interval [CI]: 37.80–53.97%). The final model verified an association between the presence of depressive symptoms and functional impairment, prevalence ratio (PR) = 1.58 (95% CI: 1.04–2.42), and arterial hypertension, PR = 1.57 (95% CI: 1.07–2.31), adjusted by fecal incontinence, sex, and age. Conclusion: Depressive symptoms were present in almost half of the sample of institutionalized elderly, and this condition was associated with functional impairment and arterial hypertension. The results of this work indicate the importance of monitoring depression as well as intervening on these modifiable aspects, to avoid the cascade of negative outcomes associated with this disease and also improve the quality of life of this population group
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    Artigo
    Diseases and symptoms associated with changes in postural balance in diabetics: an integrating literature review
    (Revista Cefac, 2019) Mantello, Erika Barioni; Silva, Eliza Mikaele Tavares da; Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; Sousa, André Gustavo Pires de; Diniz Junior, José; Gazzola, Juliana Maria; https://orcid.org/0000-0003-3200-5474
    Objetivo: verificar doenças e sintomas associados às alterações do equilíbrio postural em indivíduos de meia-idade e idosos com Diabetes Mellitus tipo 2. Métodos: trata-se de uma revisão integrativa da literatura. A busca foi realizada a partir dos descritores: “Dizziness”, “Vertigo”, “Vestibular Diseases”, “Labyrinth Diseases”, “Diabetes Mellitus, Type 2” e seus correspondentes no português nas bases de dados: PubMed, Scielo, LILACS, Web of Science e Scopus. Foram inseridos artigos observacionais com cauística constituida por indivíduos a partir de 40 anos, com alteração no equilíbrio postural e Diabetes Mellitus tipo 2, e que apresentassem pelo menos uma doença ou sintoma associado a esta alteração. Resultados: a busca resultou em 1209 artigos, porém somente cinco atenderam os critérios de elegibilidade. Os participantes dos estudos selecionados apresentaram hipertensão arterial sistêmica, índice de massa corporal elevado, neuropatia periférica, instabilidade postural ao andar em superfícies irregulares e no escuro, ao olhar para objetos em movimento, ao movimentar a cabeça rapidamente e ao mudar de postura, tropeços ao andar e quedas. Os artigos foram classificados como IIb e III, segundo os níveis de evidências da American Speech-Language Hearing Association. Conclusão: foram identificadas alterações cardiovasculares, neuropatia periférica, sintomas vestibulares, dificuldades em tarefas/movimentos em contextos desafiadores e quedas em indivíduos de meia-idade e idosos com Diabetes Mellitus tipo 2.
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    Tese
    Efeitos dos exergames no equilíbrio corporal de idosos diabéticos: ensaio clínico randomizado
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-02-21) Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; Cavalcanti, Fabrícia Azevedo da Costa; https://orcid.org/0000-0002-1391-1060; http://lattes.cnpq.br/9579107830132166; https://orcid.org/0000-0002-3326-389X; http://lattes.cnpq.br/8035524421127198; Fernandes, Aline Braga Galvão Silveira; https://orcid.org/0000-0002-7976-8009; http://lattes.cnpq.br/9406431536920693; Britto, Heloisa Maria Jácome de Sousa; http://lattes.cnpq.br/9384593949564075; Souza, Silvana Loana de Oliveira; Nobre, Thaiza Teixeira Xavier
    Introdução: A presença de Diabetes Mellitus tipo 2 se relaciona diretamente com déficit funcional, baixo desempenho físico e até risco de quedas em idosos. Uma das complicações mais importantes para esse público é o desequilíbrio corporal. O exercício físico é um dos tratamentos mais indicados. Dentre as técnicas mais utilizadas, o treinamento baseado no fortalecimento, alongamento, flexibilidade e relaxamento induz melhora no equilíbrio postural do idoso diabético. Outra estratégia é a utilização de exergames, utilizados para recuperação funcional do equilíbrio postural. Objetivo: investigar a influência de um protocolo de exergames no equilíbrio corporal de idosos com Diabetes Mellitus tipo 2. Metodologia: Trata-se de um ensaio clínico randomizado com registro RBR-67y6cz no REBEC. Foram incluídos indivíduos com idade entre 65 e 79 anos, diabéticos, com queixa de desequilíbrio, risco de queda, sem déficit cognitivo e com neuropatia periférica leve ou moderada. As sessões tiveram duração de 40 minutos, 2 vezes por semana, durante 12 semanas. Para ambos os grupos, em todas as sessões, foi realizado inicialmente um protocolo de fortalecimento de membros inferiores (10 min). Os indivíduos do grupo controle (GC) realizaram um protocolo de cinesioterapia (40min) com foco no equilíbrio; os do grupo experimental (GE) utilizaram jogos (40min) que simulam o protocolo do GC (free run, soccer heading, pinguim slide, island cycling, tilt table, free steps e balance bubble). Eles foram avaliados antes e após o tratamento e no período de seguimento de 3 meses. Foram avaliados dados funcionais de equilíbrio (MiniBesTest), desempenho funcional (Short Physical Performance Battery), capacidade funcional (Brazilian OARS Multidimensional Functional Assessment Questionaire), força de preensão palmar por dinamômetro manual e confiança no equilíbrio (ABC scale). Foi utilizada uma ANOVA mista 2x3 para comparar os desfechos entre os dois grupos e nos três momentos de avaliação. Resultados: ao total, 34 indivíduos compuseram o estudo, randomizados em 17 no GC e 17 no GE. Para o grupo controle, houve diferença estatística entre T1 e T2 para o SPPB (p=0,001), FPP (p=0,003) e BOMFAQ (p=0,035); entre T1 e T3 apenas para o SPPB (p=0,02) e FPP (p=0,01). Já para o grupo experimental, houve diferença estatística nos 3 intervalos de tempo para o MBT (p<0,001; p=0,04; p=0,05), entre T1 e T2 para o SPPB (p<0,001) e ABC scale (p=0,04); e entre T2 e T3 para o SPPB (p=0,02). Conclusão: o protocolo de exergames foi eficaz para promover melhora no equilíbrio corporal de idosos diabéticos, porém, o protocolo em questão não foi eficaz para promover melhoria de força de preensão palmar e independência para atividades de vida diária nesse público.
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    TCC
    Equilíbrio postural de idosos com provável doença de Alzheimer: análise comparativa entre as fases leve e moderada
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2021-12-14) Melo, Maria Clara Silva de; Gazzola, Juliana Maria; Cavalcanti, Fabrícia Azevêdo da Costa; https://orcid.org/ 0000-0002-1391-1060; http://lattes.cnpq.br/9579107830132166; https://orcid.org/ 0000-0002-9333-1831; http://lattes.cnpq.br/5826842469212021; https://orcid.org/0000-0002-8980-8043; http://lattes.cnpq.br/5325224363477021; Gazzola, Juliana Maria; https://orcid.org/ 0000-0002-9333-1831; http://lattes.cnpq.br/5826842469212021; Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; https://orcid.org/0000-0002-3326-389X; http://lattes.cnpq.br/8035524421127198; Andrade, Susann Kelly Damião do Rego e Silva; https://orcid.org/0000-0003-2554-0401; http://lattes.cnpq.br/5299336025347040
    Objetivou-se comparar o equilíbrio postural entre idosos com Doença de Alzheimer leve (Clinical Dementia Rating - CDR 1) e moderada (CDR 2), por meio do Timed Up and Go Test (TUGt) (tarefa simples, dupla tarefa motora e dupla tarefa cognitiva) e Teste de Interação Sensorial (CTSIB). Avaliou-se 40 idosos divididos nos grupos CDR 1 (n=26) e CDR 2 (n=14). TUGt simples, TUGt motor e TUGt cognitivo apresentou desempenho significativamente menor em CDR 2 (p <0,05), com maior prejuízo em situações de dupla tarefa. Não houveram diferenças significativas entre os grupos no CTSIB. Em conclusão, o equilíbrio postural difere-se entre as fases leve e moderada quando uma demanda cognitiva é adicionada à tarefa, sendo o comprometimento mais acentuado em situações de dupla tarefa.
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    TCC
    Fragilidade em idosos participantes de Grupos de Convivência e promoção da saúde no envelhecimento
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015-11-10) Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de; Sá, Fernanda Diniz de; Dantas, Diego de Sousa; Oliveira, Luciane Paula Batista Araújo de
    Objetivou-se avaliar a influência dos fatores relacionados ao fenótipo de fragilidade na ocorrência desta em participantes de grupos de convivência e promoção da saúde da cidade de Santa Cruz/RN. Trata-se de um estudo descritivo, associativo, transversal de abordagem quantitativa com 60 idosos. Avaliou-se a condição socioeconômica e o fenótipo de fragilidade. 4 idosos eram frágeis, 49 pré-frágeis e 7 não-frágeis. Houve correlação significativa em perda de peso não intencional (0,017), exaustão (<0,001) e lentidão na marcha (<0,001) na ocorrência da pré-fragilidade. Conclui-se que idosos não-participantes de grupos podem estar expostos ao maior risco de desenvolver do fenótipo da fragilidade.
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    TCC
    Mobilidade funcional de idosos com Diabetes Mellitus Tipo 2
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2017-11-28) Lemos, Alice Fernandes de; Gazolla, Juliana Maria; Gazzola, Juliana Maria; Dias, Vanessa da Nóbrega; Lima Filho, Bartolomeu Fagundes de
    Objetivo: Verificar a associação entre mobilidade funcional e características sociodemográficas, clínico-funcionais e psico-cognitivas de idosos com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2). Metodologia: Estudo observacional, analítico, transversal, que avaliou 79 idosos com DM2, de 60 anos ou mais e de ambos os sexos. A avaliação da mobilidade funcional foi feita por meio do Timed Up and Go Test (TUGT). Resultados: A amostra apresentou média etária de 69,6±7,04 anos, sendo a maioria feminina (64,6%). A média do TUGT foi de 14,30±11,62 segundos, com 32,4% apresentando risco de quedas. A mobilidade funcional apresenta-se prejudicada quando associada à idade avançada, percepção de saúde geral ruim, inatividade física, sobrepeso, maior número de doenças, uso de insulina, queixa de dor em membros inferiores, uso de dispositivo de auxílio à marcha e presença de sintomas depressivos. Conclusão: O conhecimento de fatores que levam a pior mobilidade em idosos com DM2 permite direcionar estratégias preventivas e reabilitadoras.
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