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Navegando por Autor "Lima Neto, Heleno Carlos de"

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    Dissertação
    Caracterização da atividade sísmica de 2016 no Lineamento Pernambuco, São Caetano, NE Brasil
    (2019-02-08) Coelho, Sofia Araújo; Nascimento, Aderson Farias do; ; ; Castro, David Lopes de; ; Lima Neto, Heleno Carlos de;
    A sismicidade intraplaca, como a que ocorre no NE do Brasil, apresenta magnitude mais baixa e ocorre com menor frequência se comparada à atividade nos limites de placa. Apesar disso, esse tipo de atividade sísmica não pode ser desconsiderada, uma vez que esses eventos são, em geral, rasos e podem ocorrer próximos a zonas urbanas, podendo causar danos significativos às construções civis. Por isso, entender os mecanismos geradores de tais sismos e desenvolver modelos para explicar a ocorrência dos mesmos é fundamental para a avaliação do perigo e risco sísmico ao redor do mundo. O NE do Brasil é a região sismicamente mais ativa do país e já apresentou diversos terremotos destrutivos. A atividade sísmica dessa região caracteriza-se por enxames de sismos que podem durar poucos meses ou até vários anos. Esses terremotos ocorrem em profundidades rasas de até 12 km e podem alcançar magnitudes superiores a 5. No Nordeste do Brasil, uma região que apresenta sismicidade recorrente é o município de São Caetano – PE. A atividade registrada na área é expressiva e vem sendo monitorada na última década pelo Laboratório Sismológico da UFRN. Em 2016 uma nova sequência sísmica foi registrado na localidade. Diante disso, o objetivo desse trabalho é analisar e caracterizar esse recente atividade, obtendo parâmetros hipocentrais e mecanismo focal. Foram obtidos ao todo 3 mecanismos focais diferentes para representar a atividade. Por fim, os resultados indicam uma variação de tensão conforme ocorre o aumento da profundidade dos eventos.
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    Dissertação
    Modelagem numérica de esforços flexurais no Nordeste do Brasil
    (2019-12-02) Leite Neto, Gilberto da Silva; Ferreira, Joaquim Mendes; ; ; Castro, David Lopes de; ; Lima Neto, Heleno Carlos de;
    Nós modelamos a contribuição dos esforços gerados pela topografia e heterogeneidades de densidade no campo de esforços do NE do Brasil, e a interação entre estes e os esforços regionais. Nosso modelo consiste em uma placa elástica subdividida em camadas horizontais (a litosfera) que flutua sobre um fluido não-viscoso (a astenosfera), onde a carga superficial é gerada pela topografia e batimetria, e as cargas internas são calculadas por meio das anomalias Bouguer. Os esforços flexurais desviatórios são calculados no domínio de Fourier. Nossos resultados apresentaram esforços flexurais locais com magnitudes comparáveis às dos esforços tectônicos de escala de placa, e, principalmente, controlados pelas variações laterais de densidade associadas às anomalias Bouguer de longo comprimento de onda. Cenários para o campo de esforços total foram calculados superpondo diferentes valores para uma compressão regional orientada E-W. Previmos as orientações dos eixos de esforços e o regime de esforços para a margem equatorial e para a região da Zona de Cisalhamento Pernambuco (PESZ, Pernambuco Shear Zone), embora ressaltamos a importância dos spreading stresses, não considerados no presente trabalho, na rotação das previsões de compressão horizontal máxima (SHmax). A previsão do regime de esforços e orientação dos eixos de esforços na PESZ usando valores baixos a nulos de compressão regional sugere que um desacoplamento dos esforços mais rasos dos de escala de placa pode ocorrer nessa região. Outra possível explicação obtida foi que os spreading stresses podem estar contrabalanceando os esforços regionais. Concluimos que a superposição de, principalmente, esforços flexurais e de escala de placa explica razoavelmente os regimes de esforços e orientações de SHmax observados em grande parte do NE do Brasil. Além disso, esforços flexurais estão desempenhando um papel importante na reativação da PESZ, possivelmente controlando o campo de esforços.
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    Tese
    Sismicidade e correlação com feições geológicas: o caso do lineamento Pernambuco e seu entorno
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2013-08-16) Lima Neto, Heleno Carlos de; Ferreira, Joaquim Mendes; ; http://lattes.cnpq.br/0807368274222975; ; http://lattes.cnpq.br/7273465234351558; Castro, David Lopes de; ; http://lattes.cnpq.br/8279954644750743; Casas, Jordi Julià; ; http://lattes.cnpq.br/0012168139768170; Barros, Lucas Vieira; ; Rocha, Marcelo Peres; ; http://lattes.cnpq.br/5096756405469288
    Nesta tese são apresentados e discutidos os resultados do estudo de diversas áreas sísmicas no Estado de Pernambuco com o objetivo de se ter uma visão regional da sismicidade e suas causas. Aos trabalhos já publicados em revistas foram acrescentados dois novos trabalhos originais, submetidos a periódicos internacionais, abordando as áreas sísmicas localizadas nos municípios de São Caetano, Cupira e Agrestina. Todas as áreas sísmicas abordadas nesta tese estão situadas sobre o Lineamento Pernambuco ou seu entorno (seja em ramificações ou falhas isoladas a menos de 40 km do mesmo). O Lineamento Pernambuco é uma zona de cisalhamento Neoproterozóica de escala continental que deformou a Província Borborema e que apresenta, como ramificações, zonas de cisalhamento com direção NE-SW. Os novos trabalhos submetidos são decorrentes da análise de dados coletados por três redes de estações que operaram nas seguintes áreas: rede SO07 (sismicidade no distrito de Santa Luzia - São Caetano, em 2007); rede BM10 (dados das áreas sísmicas de Serra Verde (Cupira) e Barra do Chata (Agrestina), em 2010); rede SO10 (sismicidade próxima ao centro urbano de São Caetano, em 2010). Esses dados foram utilizados na determinação dos hipocentros e mecanismos focais visando discutir a correlação entre a sismicidade e as principais feições geológicas da região. Os novos mecanismos obtidos, bem como os anteriormente publicados permitiram a determinação da direção do esforço médio na região. A direção dos esforços na região envolvendo as diversas áreas sísmicas, agora ou anteriormente estudadas, é bastante estável e de direção aproximada EW (SHmax). A correlação entre a sismicidade e feições geológicas é observada sobre o lineamento e ao norte do mesmo. Ao sul (Cupira e Agrestina), em áreas sísmicas próximas a zonas de cisalhamento NE-SW, não há correlação e falhas sismogênicas normais de direção EW estão ativas e seu movimento é compatível com os esforços regionais. É provável que essas falhas ativas sejam mais recentes que o Neoproterozóico, provavelmente do período Cretáceo, época do último grande movimento do Lineamento Pernambuco
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    Dissertação
    Utilização de sismos regionais para a determinação de um modelo 1D de velocidades da onda P na Província Borborema - NE do Brasil
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015-09-08) Shihadeh, Hasan Lopes; Nascimento, Aderson Farias do; ; ; Castro, David Lopes de; ; Bezerra, Francisco Hilario Rego; ; Lima Neto, Heleno Carlos de;
    Neste trabalho foi realizado um estudo para a obtenção de parâmetros para um modelo regional de velocidades 1D válido para a Província Borborema, NE do Brasil. Para tanto, foram utilizados eventos que ocorreram na mesma entre 2001 e 2013 com magnitude acima de 2.9 e que tiveram epicentros bem determinados por redes locais de estações ou back azimuth, quando os dados são de boa qualidade. Foram escolhidos 7 eventos ocorridos nas principais áreas sísmicas da Província Borborema. Os eventos selecionados foram, ao todo, registrados em 74 estações das redes: RSISNE, INCT-ET, Milênio, João Câmara - RN, São Rafael - RN, Caruaru - PE, São Caetano - PE, Castanhão - CE, Santana do Acarau - CE, Taipu - RN e Sobral - CE e a estação RCBR da rede IRIS/USGS - GSN. Para a determinação dos parâmetros do modelo realizou-se a inversão do tempo de percurso através de um ajuste de retas aos tempos observados. A validação deste modelo se deu de modo independente através da comparação com outros modelos conhecidos (globais e regionais para o Brasil). O modelo final, nomeado MBB, apresenta um modelo crustal lateralmente homogêneo composto por duas camadas com crosta superior de 11,45 km de espessura e uma crosta com espessura total de 33,90 km, sendo a base da segunda camada limitada pela descontinuidade de Moho. A velocidade da onda P na crosta superior foi estimada em 6,00 Km/s e na crosta inferior 6,64 Km/s. A velocidade da onda P no manto superior foi estimada em 8,21 Km/s com uma razão VP/VS de aproximadamente 1,740 ± 0,002.
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