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Navegando por Autor "Meireles, Debora Chaves"

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    Dissertação
    Diferenciais de rendimentos por gênero: uma análise dos efeitos composição e estrutura salarial no Brasil (1976, 1987, 1996 e 2009)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014-02-19) Meireles, Debora Chaves; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4784214T6; ; http://lattes.cnpq.br/3776796942428947; Leite Filho, Paulo Amilton Maia; ; http://lattes.cnpq.br/3508047836111003; Sampaio, Raquel Menezes Bezerra; ; http://lattes.cnpq.br/9368661158330209
    Este estudo tem como objetivo analisar os diferenciais de rendimentos por gênero no Brasil, no período de 1976, 1987, 1996 e 2009. Especificamente, há dois objetivos. No primeiro, procura-se analisar a importância dos efeitos da composição e da estrutura salarial no mercado de trabalho. No segundo, procura-se verificar que variáveis socioeconômicas explicam os efeitos da composição e da estrutura salarial no mercado de trabalho. As informações deste estudo foram obtidas nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), dos respectivos anos. Na primeira etapa da metodologia foram utilizados: o índice de distribuição de renda Theil-T; as decomposições do hiato de renda propostos por Oaxaca (1973) e Blinder (1973); e por Firpo et al. (2007). Na segunda etapa aplicou-seo método de regressão RIF (Recentered Influence Function) de Firpo et al. (2007). Os resultados mostram que a desigualdade renda é mais elevada entre os homens do que entre as mulheres no País. Constatou-se, que o componente de desigualdade intragênero representou a maior parcela na decomposição da desigualdade de renda entre gêneros. Observou-se, na decomposição dos rendimentos pela média, uma tendência declinante do hiato de renda, mas o diferencial se mantém favorável aos homens. Indicando que o impacto do efeito composição na redução do hiato foi compensado pelo efeito positivo da estrutura salarial. Em relação aos quantis da distribuição o diferencial de renda entre gênero apresentou-se maior na parte inferior, nos anos de 1976, 1987 e 2009; e na parte superior da distribuição, em 1996 caracterizando, respectivamente, os efeitos sticky floor e glass ceiling no Brasil. Quanto à decomposição do RIF, verifica-se que o efeito composição auxiliou na queda do hiato de renda entre 1976 a 2009, mas, foi compensado pelo efeito positivo da estrutura salarial nos quantis 10th, 50th e 90th. Além disso, as principais variáveis socioeconômicas que influenciaram na redução do hiato de renda foram: no efeito composição, as ocupações de trabalho manual, setor de serviços e grau de escolaridade baixa e alta; e no efeito estrutura salarial, o grau de escolaridade baixa e alta, experiência, ocupações profissionais e técnica e área urbana
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