Navegando por Autor "Melo, Jaqueline Ferreira de"
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TCC Identificação e Quantificação Eletroquímica da Azitromicina em Amostras de Água Sintética e Real(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2021-09-17) Cobe, Gabriella Mendes; Huitle, Carlos Alberto Martinez; http://lattes.cnpq.br/2485073932883264; http://lattes.cnpq.br/5898539013858916; Huitle, Carlos Alberto Martinez; Melo, Jailson Vieira de; Melo, Jaqueline Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/4001473638962960A COVID - 19 é uma doença infecciosa provocada por um novo tipo de vírus denominado de Coronavírus da Síndrome Aguda Grave, SARS - CoV - 2. Frente a fácil disseminação e tratamento inespecífico, tem-se testado inúmeras abordagens terapêuticas, dentre elas o tratamento farmacológico com base no uso de Azitromicina, antibióticos semi-sintéticos de segunda geração pertencentes à classe de antibióticos azalídeos. Embora sua ineficácia tenha sido demonstrada, atualmente, é uma das drogas mais consumidas no Brasil para o tratamento da COVID-19. Fármacos, em geral, são classificados como Contaminantes de Preocupação Emergente, classe de compostos considerados ameaça potencial, ou real, ao meio ambiente. O aumento da produção e consumo de Azitromicina durante uma situação atípica, como uma pandemia, pode gerar diversos impactos ambientais. Diante desse contexto, o presente trabalho teve por objetivo desenvolver um procedimento eletroanalítico rápido e de baixo custo para identificação e quantificação da Azitromicina em amostras de água sintética e real. Para tanto, empregou-se a técnica voltamétrica de pulso diferencial a fim de investigar o comportamento de oxidação da AZI frente a diferentes sensores eletroquímicos em diferentes eletrólitos. Os dados obtidos indicaram que o eletrodo de Au apresentou melhor desempenho para detecção e quantificação de AZI em solução eletrolítica de NaHCO3. Foram obtidos dos picos de oxidação para a especie: o primeiro em E = 0.15V e o segundo em E = 0.625V. Os coeficientes determinação foram de r2 = 0.966 e r2 = 0.943, respectivamente. O modelo apresentou-se linear para faixa de 0.59 - 1.4 ppm para ambos os picos observados. Os dados obtidos foram submetidos a tratamento de deconvolução matemática para separação dos picos do eletrólito e do analito observado em E = 0.635V.Dissertação Oxidação eletroquímica para o tratamento da água produzida proveniente da indústria petroquímica da região Nordeste do Brasil(2017-10-16) Melo, Jaqueline Ferreira de; Huitle, Carlos Alberto Martinez; Araújo, Danyelle Medeiros de; https://orcid.org/0000-0002-0359-6933; http://lattes.cnpq.br/5376210566183962; http://lattes.cnpq.br/2485073932883264; http://lattes.cnpq.br/4001473638962960; Santos, Elisama Vieira dos; https://orcid.org/0000-0003-2189-5694; http://lattes.cnpq.br/8117747568545202; Galvão, Luzia Patricia Fernandes de Carvalho; http://lattes.cnpq.br/4608881094150796Diferentes metodologias são investigadas para a remoção dos poluentes presente na água produzida proveniente da exploração de petróleo, a fim de diminuir o impacto ambiental. Nos últimos anos uma atenção especial tem sido dada para as tecnologias eletroquímicas. Neste trabalho foi empregada a oxidação eletroquímica indireta em dois efluentes reais provenientes da indústria do petróleo situada no Estado do Rio Grande do Norte. Os experimentos foram realizado em sistemas em batelada e fluxo com os eletrodos de Óxido de Rutênio (Ti/Ru0.3Ti0.7O2), Platina suportada em Titânio (Ti/Pt) e Diamante Dopado com Boro (BDD - sigla em inglês) e como cátodo o Titânio (Ti), aplicando diferente densidades de corrente (15 mA cm-2 e 45 mA cm-2). Para análise da adequação do tratamento eletroquímico foi verificado o decaimento da demanda química de oxigênio (DQO), através de suas concentrações ao fim do tratamento. De acordo com os resultados obtidos para os sistemas em batelada, a remoção DQO foi aproximadamente 42% com consumo energético de 115 KWhm-3 e 52% com 86 KWhm-3 consumidos usando BDD e Ti/Pt respectivamente, nessas condições o ânodo de Ti/Ru0.3Ti0.7O2 mostrou a melhor eficiência de degradação com 85% de remoção da matéria orgânica e menor consumo energético 70 KWhm-3, o comportamento mais eficiente desse eletrodo foi correlacionado a evolução das espécies oxidativas cloradas (, , ) no ânodo durante o tratamento. Quando efluentes reais foram submetidos ao tratamento eletroquímico em célula de fluxo os melhores resultados foram obtidos com o ânodo de BDD já na menor densidade de corrente aplicada, com valores de mineralização próximos da totalidade e consumo energético de 66 KWhm-3. A toxicidade dos efluentes tratados foi estimada por meio do cultivo da Lactuca Sativa a fim de avaliar o possível reuso do efluente após tratamento, o qual se mostrou efetivo quando analisado o fator de germinação para o efluente tratado com ambos os ânodos em condições de fluxo com desenvolvimento do caule mais expressivo se comparado à amostra de referência para o ânodo de Ti/Ru0.3Ti0.7O2. Nos sistemas em batelada a carga orgânica e a produção de oxidantes ao final da desinfecção eletroquímica inibiram a germinação da Lactuca sativa, o qual foi atribuído aos oxidantes remanescentes no efluente tratado, evitando a germinação devido ao ataque dos oxidantes das paredes celulares das sementes de alface. Os resultados indicam a eficiência do método para remoção dos compostos orgânicos confirmando a aplicabilidade para os efluentes estudados.Tese Resíduos industriais e eletrônicos como alternativa para fabricação de sensores eletroquímicos sustentáveis: aplicações na determinação de espécies de interesse clínico e ambiental(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-08-01) Melo, Jaqueline Ferreira de; Huitle, Carlos Alberto Martinez; https://orcid.org/0000-0002-6209-5426; http://lattes.cnpq.br/2485073932883264; http://lattes.cnpq.br/4001473638962960; Castro, Pollyana Souza; https://orcid.org/0000-0001-6768-1865; http://lattes.cnpq.br/4538444915937772; Santos, Luciene da Silva; http://lattes.cnpq.br/2135283558790923; Castro, Suely Souza Leal de; https://orcid.org/0000-0002-5299-8592; http://lattes.cnpq.br/9860381828526444; Paim, Ana Paula Silveira; https://orcid.org/0000-0002-8529-9333; http://lattes.cnpq.br/1519722333222743; Araújo, Danyelle Medeiros de; https://orcid.org/0000-0002-0359-6933; http://lattes.cnpq.br/5376210566183962O aumento na geração de resíduos sólidos demanda a busca por soluções que contribuam com a gestão responsável desses resíduos, minimizando o impacto ambiental e agregando valor a esses materiais. Diversas estratégias têm sido empregadas no uso desses rejeitos, entre elas a fabricação de sensores eletroquímicos de baixo custo. Esse trabalho focou no desenvolvimento de sensores eletroquímicos sustentáveis por meio do reaproveitamento de resíduos sólidos, para quantificação de paracetamol e isoniazida em formulações farmacêuticas e os metais pesados Pb(II) e Cd(II) em meio aquoso. Duas abordagens principais foram exploradas: a utilização de nanomateriais de carbono, obtidos a partir de rejeitos da indústria alimentícia e a reutilização de microchips, provenientes de lixo eletrônico. Em uma primeira etapa, óxido de grafeno reduzido (r-rGO) foi sintetizado e empregado na modificação de um eletrodo de carbono vítreo (r-rGO/GCE), aplicado na determinação de paracetamol com taxas de recuperação do princípio ativo no fármaco dentro dos limites estabelecidos para controle de qualidade. Na segunda abordagem, microchips foram empregados na fabricação de arranjo de microeletrodos de ouro (Au-µEA), modificados com filme de bismuto (BiF/Au-µEA) e aplicados na detecção de Cd(II) e Pb(II), com avaliação e otimização dos efeitos das variáveis, que atuam na resposta voltamétrica, através de planejamentos experimentais. Os resultados demontram que o sensor fabricado provou ser apropriado para detecção de Cd(II) e Pb(II), exibindo uma resposta linear para Cd(II) 0,5 a 13 µmol L−1 e 1,5 a 13 µmol L−1 para Pb(II). Um terceiro enfoque consistiu na modificação da superfície dos microchips através de estruturas nanoporosas de ouro (NPG/µEA) para quantificação do fármaco isoniazida. O sensor modificado apresentou maior atividade eletrocatalítica em comparação com os microeletrodos de ouro convencionais, permitindo quantificar o analito na faixa de 10 a 300 µmol L−1. Desse modo, as metodologias eletroanaliticas empregadas, demonstraram a possibilidade de desenvolvimento de sensores eletroquímicos a partir do reaproveitamento de resíduos sólidos. Esses sensores contribuem para a redução do desperdício, o uso mais eficiente dos recursos e a promoção de uma abordagem mais sustentável na fabricação de dispositivos analíticos.