Navegando por Autor "Miguel, Márcia Cristina da Costa"
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TCC Alterações bucais em pacientes portadores de neoplasias malignas hematológicas(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-12-08) Trigueiro, Bruna Teixeira; Silveira, Éricka Janine Dantas da; Miguel, Márcia Cristina da Costa; Oliveira, Patrícia Teixeira deIntrodução: Pacientes portadores de neoplasias malignas hematológicas podem exibir alterações bucais decorrentes da própria neoplasia, ou do tratamento instituído e estas alterações podem comprometer o seu tratamento. Objetivo: O objetivo desta pesquisa foi analisar a frequência de alterações bucais em pacientes portadores de neoplasias malignas hematológicas desde o diagnóstico da doença, bem como durante o seu tratamento. Metodologia: Foi realizado um estudo de campo, retrospectivo, com amostragem de 43 pacientes internados durante os anos de 2021 e 2022 no setor de Oncohematologia do Hospital Universitário Onofre Lopes localizado na capital do estado do Rio Grande do Norte. A coleta de dados foi feita com base na ficha confeccionada para o presente estudo e os dados foram transferidos para uma planilha do Microsoft Excel, sendo posteriormente analisados e aplicado o Teste Exato de Fisher, adotando um nível de significância de 5% para todos os testes. Resultados: Dentre os 43 pacientes analisados, a maioria era do sexo masculino (62,8%) e com faixa etária entre 22 e 84 anos. O linfoma Não-Hodgkin, foi a neoplasia mais frequente (27.9%). A quimioterapia foi o tipo de tratamento mais realizado (62.8%), o óbito ocorreu em 44,2% dos casos e 72.1% dos pacientes desenvolveu algum tipo de alteração bucal, sendo as úlceras (30,2%), seguidas da candidose (25,6%), sangramento gengival (25,6%) e mucosite oral (23,3%) as mais frequentes. Foi evidenciada associação estatisticamente significativa entre tratamento quimioterápico e a presença de alterações bucais (p<0.05%), pois 81,2% dos pacientes que fizeram o uso desse tratamento apresentaram algum tipo de manifestação. Também foi possível observar associação entre alterações bucais e aumento do índice de morbidade desses pacientes, pois todos os pacientes que vieram a óbito do presente estudo, desenvolveram alterações bucais (p<0,0001). Conclusões: Os resultados sugerem que as alterações bucais foram frequentes nos pacientes portadores de neoplasias malignas hematológicas principalmente associadas à quimioterapia e dessa forma reforçam a necessidade de acompanhamento constante de um cirurgião-dentista para evitar que essas complicações interfiram na resposta do paciente ao tratamento.Artigo Ameloblastomas sólidos: estudo retrospectivo clínico e histopatológico em 54 casos(2010) Fulco, Giovana Medeiros; Nonaka, Cassiano Francisco Weege; Souza, Lélia Batista de; Miguel, Márcia Cristina da Costa; Pinto, Leão PereiraRecentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) excluiu o padrão desmoplásico do espectro histopatológico do ameloblastomas sólidos e o enquadrou como uma variante distinta, designada ameloblastoma desmoplásico. Objetivo: Analisar os achados clínico-patológicos em uma série de casos de ameloblastomas sólidos. Forma de Estudo: Estudo de corte transversal. Material e método: Dados sobre idade, sexo, localização e características clínicas foram obtidos em fichas de biópsia. Cortes histológicos foram avaliados quanto aos padrões histológicos existentes e o padrão histológico predominante. Os casos foram classificados com base no estudo de Waldron e El-Mofty (1987) e na classificação da OMS de 2005. Resultados: Foram identificados 54 casos, com distribuição similar entre os sexos e média de idade de 38,3 anos. Cinquenta e três casos (98,1%) afetaram a mandíbula. Quarenta e nove casos (90,8%) foram classificados como ameloblastomas sólidos, 3 (5,6%) como ameloblastomas desmoplásicos e 2 (3,7%) como lesões híbridas. Os padrões histológicos folicular (77,6%), acantomatoso (69,4%) e plexiforme (65,3%) foram os mais frequentes nas lesões sólidas. Áreas focais de ameloblastoma desmoplásico foram identificadas em 11 ameloblastomas sólidos (22,4%). Conclusão: Embora enquadrado como uma variante distinta, nossos resultados revelam que áreas focais de ameloblastoma desmoplásico podem ser identificadas com relativa frequência em ameloblastomas convencionais.Dissertação Análise comparativa da imunoexpressão das proteínas hmlh1 e hmsh2 em carcinomas epidermóides de lábio inferior e queilites actínicas com graus variados de displasia(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011-12-09) Sarmento, Dmitry José de Santana; Silveira, Ericka Janine Dantas da; ; http://lattes.cnpq.br/2186658404241838; ; http://lattes.cnpq.br/8342112254100791; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707501Z3&dataRevisao=null; Godoy, Gustavo Pina; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4751939A2O carcinoma epidermóide (CE) de lábio inferior evolui, em 95% dos casos, de uma condição potencialmente maligna denominada queilite actínica (QA). Ambas lesões são causadas principalmente pela exposição crônica ao componente ultravioleta da radiação solar, especialmente o subtipo UVB. Esta exposição pode causar alterações no ciclo celular e danos aos sistemas de reparo do DNA, como o mismatch repair, conduzindo a alterações em proteínas de reparo, como hMLH1 e hMSH2. Esta pesquisa objetivou investigar a expressão imunoistoquímica das proteínas hMLH1 e hMSH2 em CEs de lábio inferior e QAs com graus variados de displasia epitelial e desse modo tentar fornecer informações adicionais sobre a carcinogênese de lábio inferior. A amostra foi composta por 40 casos de QAs e 40 casos de CEs de lábio inferior. Cortes histológicos de 3 μm foram submetidos ao método da imunoperoxidase, para a análise imunoistoquímica das lesões foram contadas 1000 células (positivas e negativas), os dados foram avaliados tanto em números absolutos quanto em percentual de células imunomarcadas, este último através da atribuição de escores. Para as associações e comparações das médias e escores da imunoexpressão das proteínas foram utilizados os testes estatísticos Qui-quadrado de Pearson, Exato de Fisher, t student, ANOVA one-way, Mann-Whitney e Kruskal-Wallis. O nível de significância adotado foi de 5%. Verificou-se que, em CEs de lábio inferior, as médias das proteínas foram maiores em pacientes do sexo feminino (hMLH1 369,80 + 223,98 =; hMHS2 = 534,80+343,62), com menos de 50 anos (hMLH1 = 285,50 + 190,65; hMHS2 = 540,00 + 274,79) e que foram classificados como de baixo grau de malignidade (hMLH1 = 264,59 + 179,21; hMHS2 = 519,32 + 302,58), apenas a variável sexo (proteína hMLH1) apresentou significância estatística (p=0,034). Ao comparar as diferentes lesões, observou-se que em ambas proteínas, a média das células epiteliais positivas diminuiu conforme a lesão era gradada em estágios mais avançados. As QAs classificadas sem displasia ou com displasia epitelial leve apresentaram a maior média de células imunomarcadas (hMLH1 = 721,23 + 88,116; hMHS2 = 781,50 + 156,93). As QAs gradadas como displasia epitelial moderada ou severa apresentaram valores intermediários (hMLH1 = 532,86 + 197,72; hMHS2 = 611,14 + 172,48) e os CEs de lábio inferior apresentaram as menores médias (hMLH1 = 255,03 + 199,47; hMHS2 = 518,38 + 265,68), observou-se diferença estatística significante entre os grupos (p<0.001). Em conclusão, os dados deste estudo sustentam a hipótese de que alterações na imunoexpressão destas proteínas estão relacionadas ao processo de carcinogênese de lábio inferiorTCC Análise comparativa do valor prognóstico de dois sistemas de gradação histopatológica em carcinoma de células escamosas de língua oral(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2018-12-05) Costa, Lucas Melo da; Miguel, Márcia Cristina da Costa; Silveira, Ericka Janine Dantas da; Oliveira, Patrícia Teixeira deIntrodução: O carcinoma de células escamosas de língua oral (CCELO) é o câncer bucal de maior prevalência, possui comportamento agressivo e sua avaliação de risco ainda é um grande desafio. Objetivo: Realizar um estudo histomorfológico, correlacionando duas gradações histopatológicas de malignidade com os parâmetros clínicos e a sobrevida dos pacientes da amostra. Materiais e métodos: Foram analisados o modelo de risco histológico proposto por Brandwein-Gensler et al. (2005) – que investiga padrão de invasão tumoral, resposta linfocítica do hospedeiro e invasão perineural – e o modelo BD, sugerido por Almangush et al. (2014) – o qual considera a profundidade de invasão e a quantidade de brotos tumorais no fronte invasivo. A partir dessas análises foram atribuídos escores de risco – baixo, intermediário e alto – aos casos da amostra, composta por 80 casos de CCELO obtidos no Hospital Dr. Luiz Antônio com acompanhamento de, no mínimo, 5 anos. Resultados: Na análise pela gradação de Brandwein-Gensler, 38,8% da amostra exibiu alto risco; 61% das recidivas (p = 0,740) e 54%dos óbitos (p = 0,435) foram gradados como risco intermediário da doença. Pela gradação BD, 68,8% da amostra apresentou alto risco; 72% dos que tiveram recidiva (p = 0,578) e 84%dos que evoluíram para o óbito (p = 0,053) possuíam escores de alto risco. Conclusão: Sugere-se uma tendência do modelo BD ser correlacionado com parâmetros que possuem importante valor prognóstico.Tese Análise da imuno expressão das proteínas IL-17, IL-23 E RORγt na patogenia da doença periodontal(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015-02-24) Aguiar Júnior, José Nazareno Moreira de; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; http://lattes.cnpq.br/9634115210679435; ; http://lattes.cnpq.br/7261925344998951; Gurgel, Bruno César de Vasconcelos; ; http://lattes.cnpq.br/4649601602612601; Silveira, Éricka Janine Dantas da; ; http://lattes.cnpq.br/2186658404241838; Nóbrega, Fernando José de Oliveira; ; http://lattes.cnpq.br/8597370276326959; Lemos, Janaina Cavalcante; ; http://lattes.cnpq.br/6756263467790240A doença periodontal é uma condição inflamatória crônica de caráter infeccioso causada primariamente por bactérias presentes em um biofilme dentário que interagem com o hospedeiro, determinando, assim, a natureza da doença resultante. Apesar de já se conhecer muito sobre a patogênese destas patologias, ainda não se sabe a composição exata do perfil de células T durante a fase ativa da doença (Th1, Th2 ou Th17). Este trabalho visou avaliar, através da expressão imuno-histoquímica, a presença dos marcadores (IL-17, IL-23 e RORγt), envolvidos na resposta Th 17 em casos de gengiva clinicamente saudáveis (n=32), gengivite induzida pelo biofilme dental (n=30), periodontite crônica (n=32) e periodontite agressiva (n=25), objetivando analisar se a expressão e/ou distribuição destas moléculas em linfócitos e macrófagos, presentes no infiltrado inflamatório dos tecidos periodontais, influencia na destruição tecidual observada nestas doenças. Foi realizada a análise morfológica dos casos, onde avaliou-se a intensidade do infiltrado inflamatório em leve, moderado e intenso. Para cada caso, nas áreas mais imunomarcadas, 5 campos foram escolhidos e analisados, tanto em relação a intensidade do infiltrado inflamatório quanto a quantidade de células imunomarcadas, baseando-se em escores predeterminados: escore 0 (ausência de infiltrado inflamatório/imunomarcação), escore 1 (o infiltrado/imunomarcação abrangia menos de 25% da área do campo), escore 2 (o infiltrado/imunomarcação ocupava entre 25 e 50%) e escore 3 (infiltrado/imunomarcação presente em mais de 50% da área do campo). A partir disto, gerouse uma mediana que representava cada caso. A intensidade do infiltrado inflamatório foi correlacionada com a progressão da doença, se mostrando crescente da gengiva clinicamente saudável até a periodontite agressiva (p<0,001). Detectou-se a presença da IL-17, IL-23 e do RORγt na maioria dos casos avaliados e a quantidade de células imunomarcadas foi correlacionada tanto com a intensidade do infiltrado inflamatório (P<0,001) quanto com os parâmetros clínicos analisados (P<0,001), apresentando uma correlação positiva, predominantemente moderada. A periodontite agressiva apresentou um maior percentual de imunomarcação em relação às outras condições clínicas avaliadas, para todos os marcadores, sugerindo uma possível associação destes marcadores com a progressão desta doença, onde quanto maior a perda de suporte periodontal, maior a quantidade do infiltrado inflamatório e maior número de células imunomarcadas.TCC Análise da imunoexpressão da cox-2 e dos parâmetros clínico-patológicos em carcinomas de células escamosas de lábio inferior(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2017-06-19) Ribeiro, Cledna Manuelly Dantas; Silveira, Éricka Janine Dantas da; Queiroz, Lélia Maria Guedes; Miguel, Márcia Cristina da CostaO carcinoma de células escamosas de lábio inferior (CCELI) é uma neoplasia maligna oral comum, e se desenvolve principalmente devido a exposição crônica a radiação ultravioleta (UV). Estudos tem demonstrado que a superexpressão da ciclo-oxigenase 2 (COX-2) em carcinomas orais está associada com pobre prognóstico e redução da sobrevida. Portanto, o objetivo desse estudo foi analisar a imunoexpressão da COX-2 em casos de CCELI e verificar sua associação com parâmetros clínicopatológicos.TCC Análise da imunoexpressão da il-17 e do ror-γt no líquen plano oral(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015-06-11) Melo, Rafaela Albuquerque; Miguel, Márcia Cristina da Costa; Miguel, Márcia Cristina da Costa.; Silveira, Éricka Janine Dantas da.; Queiroz, Lélia Maria Guedes.O Líquen Plano Oral (LPO) é considerado uma doença imunologicamente mediada que possui dois subtipos principais: reticular e erosivo. A linhagem TH17 é um subtipo de células T CD4+ que pode estar associada à patogênese do LPO. O objetivo deste trabalho foi pesquisar a imunoexpressão de IL-17 e de RORγt no LPO dos tipos reticular e erosivo. Selecionou-se 38 casos de LPO, sendo 26 do tipo reticular e 12 de erosivo. Em um aumento de 100x, foi selecionada a área com maior imonumarcação na região subepitelial e, posteriormente, em um aumento de 400x, foram contados os linfócitos imunomarcados em 5 campos, para cada anticorpo avaliado. Foram utilizados casos de Hiperplasia Fibrosa Inflamatória (HFI) para comparação. Testes estatísticos foram usados para avaliar a diferença entre o número de linfócitos marcados para IL-17 e ROR-γT de acordo com o tipo de lesão. Os resultados mostraram que não houve diferença estatisticamente significativa entre o LPO reticular, LPO erosivo e HFI com relação à imunoexpressão de IL-17 (p = 0,122). Porém, observou-se diferença estatisticamente significativa entre o LPO e HFI na análise do ROR-γT (p < 0,001). Não houve diferença entre a imunoexpressão do IL-17 e o RORγT com relação aos tipos reticular e erosivo do LPO. A alta quantidade de IL-17 e principalmente do ROR-γT no LPO indica que a resposta Th17 participa ativamente da patogenia desta doença.Dissertação Análise da imunoexpressão de IL-17 e IL-23 em doenças tireoidianas(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2020-02-28) Silva, Natália Rodrigues; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; ; Barboza, Carlos Augusto Galvão; ; Nunez, Manuel Antonio Gordon;A tireoide é uma glândula endócrina que pode ser afetada por diversas lesões, que incluem doenças reativas, autoimunes e neoplásicas. Evidências mostram que a resposta imunológica, a partir da liberação de citocinas inflamatórias por células imunes e não imunes, desempenha um importante papel no desenvolvimento de diversas doenças. Dentre essas citocinas, destacam-se a IL-17 e a IL-23, as quais têm sido associadas à resposta Th17 e patogênese de diversas doenças tireoidianas. Dessa forma, esta pesquisa teve como objetivo avaliar a imunoexpressão das proteínas IL-17 e IL-23 em carcinomas papilíferos de tireoide (CPTs), adenomas foliculares (AFs), bócios coloides (BCs) e tireoidites de Hashimoto (THs) (isoladas e associadas a CPTs ou BCs), com o intuito de compreender melhor a atuação destas citocinas nestas entidades. A amostra foi composta por 30 casos de CPTs, 10 AFs, 15 BCs e 15 THs. A análise da imunoexpressão das proteínas nas células foliculares/tumorais foi realizada semiquantitativamente em toda extensão das lesões, as quais foram classificadas em três escores: 1 (≤ 33%), 2 (> 33% – 66%) e 3 (> 66%). Para a avaliação dos linfócitos imunopositivos, foram selecionados cinco campos com maior quantidade de linfócitos positivos, onde foi realizada a contagem. Os dados foram submetidos à análise estatística por meio dos testes de Kruskal-Wallis (KW), Mann-Whitney (U) e Spearman (r), com o nível de significância estabelecido em 5% (p < 0,05). Na análise da IL-17 entre as lesões, foi verificada maior imunoexpressão pelos linfócitos nas THs comparado aos AFs e BCs (p=0,041 e p=0,013). Na avaliação da IL-23 foi constatada uma maior imunomarcação das células foliculares/tumorais nas THs em relação aos CPTs (p=0,002), assim como, observou-se uma maior expressão desta citocina nos linfócitos das THs em comparação aos CPTs, AFs e BCs (p=0,001; p=0,023 e p=0,003). Além disso, foram observadas nas THs correlações estatisticamente significativas entre a imunoexpressão da IL-17 e IL-23 tanto nas células foliculares/tumorais, como nos linfócitos (r=0,539; p=0,038 e r=0,522; p=0,046). Sugere-se que a IL-17 e IL-23 influenciam a patogênese destas lesões tireoidianas e que em algumas delas, represente atuação da resposta Th17.TCC Análise da imunoexpressão do cd-161 em gengivas clinicamente saudáveis e com doença periodontal(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-11-28) Alves, Helenilton Soares; Miguel, Márcia Cristina da Costa; MIGUEL, Márcia Cristina da Costa; SILVEIRA, Éricka Janine Dantas da; COSTA, Antônio de Lisboa LopesAs doenças periodontais são doenças infecciosas associadas ao acúmulo de microorganismos presentes no biofilme bacteriano e sua progressão está relacionada com a resposta imune do hospedeiro. Este estudo pretende verificar a imunoexpressão do CD-161 com o intuito de compreender melhor a imunopatogenia da resposta Th17 na doença periodontal.Dissertação Análise da proteína de choque térmico 27 (HSP27) em carcinomas de células escamosas de língua oral(2018-02-20) Torres, Ondina Karla Mousinho Rocha; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; ; Pereira, Karuza Maria Alves; ; Freitas, Roseana de Almeida;O carcinoma de células escamosas de língua oral (CCELO) apresenta altas taxas de morbidade e mortalidade. Novos métodos de detecção precoce e avaliação de risco estão sendo estudados com o intuito de predizer o prognóstico dos pacientes e direcionar um tratamento diferenciado. Neste contexto, vários biomarcadores moleculares têm sido investigados com esta finalidade, dentre eles a heat shock protein 27 (HSP27). Esta pesquisa objetivou analisar se a HSP27 exerce alguma influência nos CCELOs, além de correlacionar a sua imunoexpressão com parâmetros clinicopatológicos e com a sobrevida dos pacientes. A amostra foi constituída por 55 casos de CCELO e 20 espécimes de mucosa oral normal. Para o estudo histomorfológico foram utilizados os sistemas de gradação de malignidade propostos pela OMS em 2005, por Brandwein-Gensler et al. (2005) e por Almangush et al. (2014). A expressão da HSP27 foi avaliada através do Sistema de Escore de Imunorreatividade (IRS). Para verificar a associação de imunopositividade da HSP27 com os parâmetros clinicopatológicos foram utilizados os testes estatísticos de Quiquadrado de Pearson e o Exato de Fisher. As curvas para análise de sobrevida foram realizadas pelo método de Kaplan Meier. Para todas as avaliações foram considerados valores significativos com p<0,05. Foi observado um maior IRS para a mucosa oral normal quando comparado aos casos de CCELO (p<0,001), indicando que há uma redução de expressão desta proteína nestas neoplasias, embora este achado seja documentado na literatura, os mecanismos envolvidos não são esclarecidos, estudos moleculares específicos são necessários a fim de elucidar os eventos genéticos e epigenéticos envolvidos na redução da expressão da HSP27 nos casos de CCELO. Não foram encontradas associações significativas entre a imunomarcação desta proteína com os parâmetros clinicopatológicos e com a sobrevida dos pacientes, sugerindo que esta proteína parece não influenciar o prognóstico dos pacientes com CCELO.Dissertação Análise da resposta Th17 em líquen plano oral(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2012-02-24) Monteiro, Barbara Vanessa de Brito; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707501Z3&dataRevisao=null; ; http://lattes.cnpq.br/8314906045927707; Godoy, Gustavo Pina; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4751939A2; Silveira, Ericka Janine Dantas da; ; http://lattes.cnpq.br/2186658404241838As células Th17 têm sido fortemente associadas com a patogenia de diversas doenças autoimunes e inflamatórias. A IL-17 e a IL-23 são importantes citocinas associadas com esta linhagem. O objetivo do presente trabalho foi analisar, através de métodos imunohistoquímicos, a imunoexpressão da IL-17 e da IL-23 no infiltrado inflamatório das lesões de líquen plano oral (LPO) comparando ao da hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI) e entre as formas clínicas reticular e erosiva do LPO com o intuito de esclarecer se a linhagem Th17 participa da patogênese do LPO. Na amostra foram incluídos 41 casos de LPO, dos quais 23 eram reticulares e 18 erosivos, além de 10 casos de HFI. Os resultados foram submetidos a testes estatísticos não paramétricos com nível de significância de 5%. Na análise histomorfológica das lesões de LPO, observou-se predomínio de: lesões hiperparaceratinizadas, espécimes com epitélio atrófico na forma clínica erosiva (p=0,011), projeções epiteliais nas lesões do tipo reticular, além de corpos de Civatte identificados na maior parte da amostra de ambas as formas clínicas. Para o estudo imuno-histoquímico, cinco campos com forte imunorreatividade para a IL-17 e para a IL-23 foram fotomicrografados sob o aumento de 400x, as fotos foram transferidas para um computador onde com o auxílio do software ImageJ®, realizou-se a contagem dos linfócitos que exibiram imunomarcação citoplasmática para estas citocinas. Posteriormente, foi estabelecida uma média para cada caso. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas na quantidade de linfócitos imunopositivos para a IL-17 e para a IL-23 entre o grupo do LPO e da HFI, no entanto uma maior quantidade desses linfócitos para a IL-17 foi encontrada no grupo do LPO (p=0,079) e uma quantidade significativamente maior de linfócitos imunopositivos para a IL- 23 foi encontrada entre o grupo do LPO erosivo e da HFI (p=0,019). Além disto, foi observada uma marcante imunopositividade epitelial para a IL-17 no grupo do LPO. Ainda que os resultados do presente estudo não permitam a afirmação contundente da participação da linhagem Th17 nas lesões de LPO, os achados da contagem dos linfócitos imunopositivos para a IL-17 e para a IL-23, que são potentes citocinas pró-inflamatórias, somados à marcante imunopositividade epitelial encontrada para a IL-17 neste estudo, sugerem uma possível participação desta linhagem na patogênese desta desordemDissertação Análise de células T regulatórias FoxP3+ no líquen plano oral(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2010-03-15) Pereira, Joabe dos Santos; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707501Z3&dataRevisao=null; ; http://lattes.cnpq.br/6228325319211685; Godoy, Gustavo Pina; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4751939A2; Souza, Lélia Batista de; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787927Z7&dataRevisao=nullAs células T regulatórias (Treg) possuem a função de controlar respostas imunes e manter a autotolerância. O FoxP3 tem sido considerado o marcador mais específico para células Treg. O objetivo deste estudo foi avaliar a imunoexpressão do FoxP3 no infiltrado inflamatório do líquen plano oral (LPO) comparado ao da hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI) e posteriormente entre as formas reticular e erosiva do LPO. A amostra foi composta por 32 casos de LPO (17 reticulares e 15 erosivos) além de 10 casos de HFI que foram submetidos à marcação imunoistoquímica para o FoxP3. A localização da marcação foi classificada em justaepitelial ou intraepitelial e a quantidade das células FoxP3+ foi avaliada através da contagem destas em 10 campos consecutivos, com aumento de 400x. Os valores foram expressos em média ± desvio-padrão, e submetidos aos testes estatísticos com nível de significância de 5%. Observou-se uma diferença estatisticamente significativa na quantidade de células Treg FoxP3+ entre os dois tipos de LPO reunidos (1,6 ± 2,2) e a HFI (0,5 ± 0,4) (P<0,05). Isto talvez possa ser explicado pelo mecanismo imunológico do LPO, que envolve uma provável indução antigênica permanente com conseqüente perpetuação da lesão, suscitando a proliferação e recrutamento constante das células Treg. Em contrapartida, a HFI apresenta uma etiopatogenia diferente, na qual também há geração de um infiltrado inflamatório variável, porém qualitativamente distinto do verificado no LPO. A forma erosiva do LPO exibiu um maior número (1,7 ± 2,4) de células Treg FoxP3+ que a forma reticular (1,5 ± 2,1). Estas alterações podem ter relação com a maior atividade da doença verificada no LPO erosivo, ou ainda, com anormalidades na função reguladora das células Treg que ocasionariam o aumento observado. Considerando-se a capacidade já bem estabelecida na literatura, tanto das células Treg modularem as respostas imunológicas, quanto da mucosa oral em exibir um grande potencial de regeneração, sugere-se que a possibilidade de desenvolvimento e implantação de estratégias imunoterapêuticas que regulem a freqüência e a função destas células, possa futuramente auxiliar no tratamento de doenças inflamatórias mediadas imunologicamente, como o LPOTese Análise do estresse oxidativo, reparo do DNA e alterações epigenéticas no líquen plano(2019-08-30) Gonzaga, Amanda Katarinny Goes; Medeiros, Ana Miryam Costa de; Silveira, Ericka Janine Dantas da; ; ; ; Souza, Lelia Batista de; ; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; Squarize, Cristiane Helena; ; Alves, Pollianna Muniz;O líquen plano (LP) é uma doença mucocutânea, inflamatória, imunologicamente mediada por linfócitos T citotóxicos (LTCD8+). Enquanto o líquen plano oral (LPO) é considerado uma lesão potencialmente maligna, o líquen plano cutâneo (LPC) é uma condição tipicamente autolimitada, sugerindo que a patogênese destas lesões pode ser distinta. Assim, o objetivo deste trabalho foi, primeiramente, avaliar os níveis de marcadores de estresse oxidativo na saliva de pacientes com LPO e, posteriormente, analisar o perfil de expressão de proteínas de reparo do DNA (XRCC1 e APE1) e da acetilação da histona H3K9 no LPO e LPC. Para o estudo sobre estresse oxidativo, trinta e quatro indivíduos participaram da pesquisa, sendo 22 diagnosticados clínica e histopatologicamente com LPO (reticular e erosivo) e 12 casos controle. A sialometria em repouso foi realizada e, posteriormente, foi realizada a análise de marcadores do estresse oxidativo (MPO, MDA) e ação antioxidante (SOD, GSH), através de estudo colorimétrico. Para realização do estudo sobre reparo do DNA e acetilação da histona H3K9, a amostra total foi composta por 89 casos de LP, sendo 66 de LPO e 23 de LPC. A análise da expressão da APE1 e XRCC1 foi realizada através de imuno-histoquímica, enquanto a análise da acetilação da H3K9 foi realizada através de imunofluorescência. Foram fotografados cinco campos representativos das lesões e as análises foram realizadas de forma quantitativa. A análise estatística foi realizada utilizando os softwares SPSS e GraphPad Prism. No estudo relacionado ao estresse oxidativo, dos 22 pacientes diagnosticados com LPO, a maioria era do sexo feminino (86.4%) e relatava ter entrado na menopausa (63.2%). Em sua maioria, as lesões de LPO encontravam-se na fase ativa (77.3%), havendo predominância do LPO do tipo reticular (68.2%). Quanto aos níveis de estresse oxidativo, não houve diferença estatisticamente significativa ao comparar os valores de SOD, GSH, MPO e MDA entre os grupos caso e controle, como também entre os LPO erosivos e reticulares (p > 0.05). Indivíduos com lesões inativas de LPO apresentaram um nível mais alto de SOD, quando comparados aos que possuíam lesões ativas (p = 0.031). O estudo relacionado ao reparo do DNA e acetilação da histona H3K9, demonstrou que a imunorreatividade para APE1 e XRCC1 foi significativamente maior no LPC do que no LPO (P = 0,003 e P = 0,034, respectivamente). Houve uma correlação positiva significativa e moderada entre APE1 e XRCC1 no grupo do LPO (Rho = 0,544; P <0,0001). A avaliação dos níveis de acetilação da histona H9K3 não revelou resultados significativos comparando o LPO e a LPC, nem comparando LPO erosivo e reticular (P> 0,05). Em conclusão, nossos achados revelaram que os marcadores de estresse oxidativo na saliva de pacientes com LPO foram semelhantes aos casos de controle, o que pode estar relacionado à alta exposição do ambiente da cavidade bucal a diversos estímulos físicos, químicos e microbiológicos, importantes geradores do estresse oxidativo. Além disso, alterações no perfil de expressão das proteínas de reparo do DNA foram mais expressas no LPC do que nos casos de LPO e a acetilação da histona H3K9 é um evento epigenético encontrado em ambas as lesões.Tese Análise dos efeitos biológicos associados ao fator de choque térmico 1 (HSF1) no carcinoma de células escamosas oral(2020-02-18) Silva, Luiz Arthur Barbosa da; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; ; Monteiro, Bárbara Vanessa de Brito; ; Nonaka, Cassiano Francisco Weege; ; Queiroz, Lelia Maria Guedes; ; Moura, Sérgio Adriane Bezerra de;O carcinoma de células escamosas oral exibe altas taxas de morbimortalidade e evidências em vários tipos tumorais mostram que processos associados à iniciação, à progressão e à resistência terapêutica são regulados por HSF1. Portanto, esclarecer as vias de participação de HSF1 no câncer oral pode auxiliar no entendimento do seu comportamento biológico. Em uma pesquisa previamente desenvolvida por nosso grupo, foram realizados a análise clinicopatológica e o estudo da imunoexpressão de HSF1 em 70 casos de carcinoma de células escamosas de língua oral (CCELO) em comparação com 30 espécimes de mucosa oral normal (MON). Nesta atual investigação, avaliou-se a participação de HSF1 na tumorigênese do CCELO, através de experimentos in vitro com a linhagem celular SCC15, silenciada e não silenciada, com silenciamento confirmado por qRT-PCR e Western Blot. Foram analisadas a viabilidade e proliferação celular, (CellTiter e BRDU, respectivamente), influência no ciclo celular (iodeto de propideo e análise por citometria de fluxo), capacidade de invasão (sistema transwell/Matrigel)e transição epitélio-mesenquimal (TEM) (expressão de E-caderina e vimentina por qRT-PCR). Nossos resultados anteriores evidenciaram que quanto aos casos de CCELO, 57,1% exibiram estadiamento clínico III ou IV, 82,9% foram gradados como de alto grau segundo Bryne (1998), 47,1% como de alto risco segundo Brandwein-Gensler et al. (2005) e 58,8% como de alto risco de acordo com o modelo BD. Observou-se repercussão da gradação de Bryne (1998) (p= 0,05) na sobrevida livre de doença. Tamanho do tumor T3 ou T4 (p= 0,04), recidiva local (p= 0,02) e modelo BD (p=0,02) repercutiram na sobrevida global. Encontrou-se previamente resultado significativo (p<0,01) quando se comparou a imunoexpressão de HSF1 entre a MON e o CCELO, sem associações significativas da imunoexpressão com os parâmetros clinicopatológicos. A partir dos estudos funcionais, observou-se que HSF1 é superexpresso na linhagem SCC15 comparada aos queratinócitos imortalizados (p<0,005) e que o silenciamento deste gene inibiu a proliferação celular (p< 0,005), avanço nas fases do ciclo celular, com aumento do número de células nas fases G0/G1 (p<0,01) e redução das células na fase S (p<0,001), capacidade de invasão (p<0,05) e TEM, com diminuição da expressão de vimentina (p<0,001) e aumento de E-caderina (p<0,05), quando comparadas as linhagens silenciada e controle. Diante destes resultados, sugere-se que HSF1 pode desempenhar diversas funções que ajudam a manter a estabilidade celular em meio às condições estressoras do microambiente tumoral. Assim, futuramente, estratégias envolvendo sua regulação pode ser uma terapia útil no controle da progressão do câncer oral.Tese Análise imuno-histoquímica de proteínas relacionadas às respostas Th1, Th2 e Th17 na doença periodontal(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011-02-17) Santos, Bruna Rafaela Martins dos; Freitas, Roseana de Almeida; ; http://lattes.cnpq.br/9512014003639405; ; http://lattes.cnpq.br/2611005967205110; Galvão, Hébel Cavalcanti; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4794937Z9; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707501Z3&dataRevisao=null; Barros, Simone Souza Leão Veras; ; http://lattes.cnpq.br/8508847080125024; Lemos, Janaína Cavalcante; ; http://lattes.cnpq.br/6756263467790240A doença periodontal é uma condição inflamatória de caráter infeccioso, caracterizada pela destruição dos tecidos de proteção e sustentação dentários, face à resposta produzida pelo hospedeiro frente às agressões sofridas pelos microrganismos. Vários fatores estão envolvidos nesse processo, sendo as citocinas as principais moléculas reguladoras dessa resposta imune, desempenhando um papel protetor e/ou destrutivo na progressão da lesão. Diante disso, este experimento investigou a expressão imuno-histoquímica de IFN- , GATA-3, IL-17, IL-23, IL-6 e TGF- em tecidos gengivais de humanos, na tentativa de se obter um maior entendimento da participação das respostas imunes Th1, Th2 e Th17 no desenvolvimento destes processos patológicos. Para tanto, oitenta e duas amostras de tecidos gengivais foram subdivididas em três grupos: Grupo 1=15 (amostras de tecido gengival saudável-controle), Grupo 2=36 (amostras com gengivite crônica) e Grupo 3=31 (amostras com periodontite crônica). Todos os casos foram submetidos à análise morfológica a partir de cortes corados em hematoxilina e eosina e, posteriormente, submetidas à técnica de coloração pela imuno-histoquímica através do método da Estreptoavidina-Biotina. Os resultados mostraram positividade de marcação para todas as proteínas, sendo observada uma maior tendência de marcação para as citocinas das respostas Th1 e Th17 no grupo 3. Diferença estatisticamente significativa foi verificada entre a expressão de TGF- e a condição clínica das amostras (p=0,02). Assim, podemos concluir que as respostas Th1 e Th17 podem atuar sinergicamente no processo destrutivo dos tecidos periodontais, sobrepondo-se à resposta Th2 que também se encontrou presente nestes tecidosDissertação Análise morfológica e imuno-histoquímica de LATS, YAP E TEAD na leucoplasia verrucosa proliferativa(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-07-22) Ribeiro, Renata Roque; Miguel, Márcia Cristina da Costa; https://orcid.org/0000-0002-6661-2566; http://lattes.cnpq.br/9634115210679435; http://lattes.cnpq.br/7331328586183136; Silveira, Ericka Janine Dantas da; https://orcid.org/0000-0003-2128-0147; http://lattes.cnpq.br/2186658404241838; Gonçalo, Rani Iani Costa; https://orcid.org/0000-0002-6762-135X; http://lattes.cnpq.br/6319702665931985A leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP) apresenta curso clínico variável, heterogeneidade histopatológica, altas taxas de recidiva e transformação maligna, além de resistência terapêutica, o que torna seu diagnóstico e manejo desafiador. Diante disso, destaca-se a necessidade de biomarcadores que auxiliem na predição da progressão e estratificação de risco. A via Hippo (VH) tem sido associada à progressão tumoral, pois pode favorecer a carcinogênese ao estimular o crescimento celular e a evasão da apoptose, tornando-se um alvo promissor para investigações na LVP. Este estudo avaliou a imunoexpressão das proteínas LATS, YAP e TEAD, componenteschave da VH, em casos de LVP, visando relacionar essa expressão com os diversos padrões morfológicos verificados nestas lesões. A amostra foi composta por 111 biópsias provenientes das lesões dos 15 pacientes diagnosticados com LVP. Para a avaliação morfológica, foram utilizados os sistemas de gradação baseado na classificação da OMS (2022) e o de Thompson et al. (2021). A análise imuno-histoquímica das proteínas LATS e YAP foi avaliada por meio de escores, que variaram entre 0 e 3, e a TEAD por escores de 0 a 2, com base em sua localização intracelular (citoplasmática e/ou nuclear) e na distribuição ao longo do epitélio. Para analisar associações entre os parâmetros estudados foi realizado o teste estatístico Exato de Fisher. Testes não paramétricos foram realizados para verificar diferenças e correlações entre os marcadores e os parâmetros clínicopatológicos, adotando-se nível de significância de 5%. Segundo os critérios da OMS (2022), a maioria das lesões foi classificada como displasia epitelial leve (45,9%) ou moderada (38,7%), e como padrão I (64,9%) pelo sistema de Thompson et al. (2021), com concordância negativa estatisticamente significativa entre os sistemas (k = –0,057; p = 0,042). A YAP exibiu variação estatisticamente significativa entre os grupos (p = 0,009), onde o padrão II de Thompson et al. (2021), apresentou maior mediana em comparação ao padrão I (p = 0,005), a LATS demonstrou um perfil semelhante, porém sem significado estatístico, sugerindo associação da VH com a proliferação celular característica deste padrão. Casos com expressão nuclear de YAP, apresentaram escores de TEAD mais elevados (p = 0,030), indicando uma possível atividade funcional da YAP como cofator transcricional, ativando o fator de transcrição TEAD. Observou-se ainda correlação positiva e estatisticamente significativa entre todas as combinações de proteínas avaliadas. Dessa forma, os achados sugerem que a desregulação da VH, especialmente envolvendo as proteínas LATS, YAP e TEAD, pode desempenhar um papel relevante no comportamento biológico dessas lesões.TCC Análise morfométrica de alterações celulares e nucleares em uma série de leucoplasias orais e sua associação com o tabagismo(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2018-06-19) Rocha, Lourival Confessor de Oliveira Neto; Miguel, Márcia Cristina da Costa; Miguel, Márcia Cristina da Costa; Queiroz, Lélia Maria Guedes; Oliveira, Patrícia Teixeira deIntrodução: As desordens potencialmente malignas (DPM) podem preceder o carcinoma de células escamosas oral (CCEO), dentre as quais a leucoplasia oral (LO) é a mais comum. Ao longo dos anos, foram propostos diversos sistemas de classificação que objetivam mensurar o potencial de transformação maligna das DPM, no entanto há acentuada dificuldade de implementação dos mesmos. Dessa forma, é importante realizar a análise morfométrica do tecido alterado, a fim de verificar parâmetros quantitativos que possam servir como indicadores fidedignos para essa aferição. Objetivo: O presente estudo se propõe a avaliar morfometricamente parâmetros celulares e nucleares associados à leucoplasias orais em seus diferentes graus de alteração morfológica, relacionando de forma quantitativa as alterações citológicas com o tabagismo. Metodologia: Foram analisados 33 lâminas com diagnóstico histopatológico de leucoplasia oral, em pacientes tabagistas (15), não tabagistas (9) e ex-tabagistas (9). Os casos, corados em hematoxilina e eosina, foram escaneados e analisados levando em consideração os parâmetros morfométricos de área celular (AC) e nuclear (AN), diâmetro celular (DC) e nuclear (DN), e a razão (proporção) núcleo-citoplasma (R/C). Os dados clínicos e histopatológicos foram submetidos a uma análise descritiva e aplicação dos testes estatísticos não paramétricos ANOVA e Man-Whitney. Resultados: Nosse estudo, não foi verificada diferença estatística significativa nos parâmetros morfométricos avaliados em pacientes tabagistas e ex tabagistas em relação aos não tabagistas. Conclusão: A análise citomorfométrica das células da mucosa oral com leucoplasias orais parece não ser um bom parâmetro para ser usado como ferramenta diagnóstica na detecção e possível aferição do potencial de malignização dessas lesões.Artigo Association of the XPD and XRCC3 gene polymorphisms with oral squamous cell carcinoma in a Northeastern Brazilian population: A pilot study(ELSEVIER, 2016) Pereira, Joabe dos Santos; Fontes, Fabrícia Lima; Medeiros, Sílvia Regina Batistuzzo de; Freitas, Roseana de Almeida; Souza, Lélia Batista de; Miguel, Márcia Cristina da CostaObjective to evaluate the association between XPD and XRCC3 polymorphisms and oral squamous cell carcinoma (OSCC). Design the sample consisted of 54 cases of OSCC and 40 cases of inflammatory fibrous hyperplasia (IFH). Genotypes were determined by the polymerase chain reaction-restriction fragment length polymorphism (PCR-RFLP) method. Results XPD-Lys/Gln was more common in IFH (n = 28; 70%) than in OSCC (n = 24; 44.4%) (OR: 0.3; p < 0.05). XPD-Gln was more frequent in high-grade lesions (0.48) than in low-grade lesions (0.21) (OR: 3.4; p < 0.05). The Gln/Gln genotype was associated with III and IV clinical stages (OR: 0.07; p < 0.05). XRCC3-Met was more frequent in OSCC (0.49) than in IFH (0.35) (OR: 2.6; p < 0.05). The Met/Met genotype was associated with the presence of metastases (OR: 8.1; p < 0.05) and with III and IV clinical stages (OR: 0.07; p < 0.05). Conclusions in this sample, the frequency of XPD-Gln in IFH suggests that this variant may protect against OSCC. The presence of the XRCC3-Met allele seems to contribute to the development of OSCC, metastases and more advanced stages in these lesions.Tese Avaliação da expressão da BMP -2/4 e BMPR-IA em carcinoma epidermóide oral metastático e não metastático(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2007-07-11) Soares, Andrea Ferreira; Pinto, Leão Pereira; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787928A2; ; Limeira Júnior, Francisco de Assis; ; http://lattes.cnpq.br/5697758072784254; Soares, Rosilene Calazans; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4701209J8; Cardoso, Lêda Bezerra Quindere; ; http://lattes.cnpq.br/6378140625754961; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707501Z3&dataRevisao=nullA expressão das proteínas morfogenéticas ósseas (BMPs) está alterada em vários cânceres humanos. A BMP-2/4 e o BMPR-IA foram recentemente encontrados superexpressos em lesões malignas e pré-malignas de alto risco em epitélio oral. Este estudo analisou a expressão da BMP-2/4 e seu receptor BMPR-IA em 23 espécimes de Carcinoma Epidermóide Oral (CEO), utilizando a imuno-histoquímica. O grupo controle constou de 10 casos de Hiperplasia Fibro-epitelial da mucosa oral. O grupo experimental foi constituído por 16 casos de CEO não metastático e 7 casos de CEO metastático. Utilizou-se o parâmetro presença ou ausência de metástase nodal para avaliar o prognóstico da doença. Os resultados demonstraram imunorreatividade fraca para a BMP-2/4 e o BMPR-IA em todos os espécimes do grupo controle. No grupo experimental com metástase, a BMP-2/4 exibiu forte expressividade (71,4%), enquanto que o BMPR-IA mostrou fraca expressão (85,7%). No grupo experimental sem metástase, evidenciou-se forte expressão para a BMP-2/4 (62,5%) e para o BMPR-IA (100%). Encontrou-se significância estatística para a associação entre o prognóstico do CEO e a intensidade de marcação da BMP-2/4 (p=0,002). Para o BMPR-IA não houve significância estatística à sua associação com o prognóstico da doença (p<0,001), em função do tamanho da amostra. Portanto, os resultados sugerem que a fraca expressividade do BMPR-IA associada à forte expressão da BMP-2/4, no grupo experimental com metástase, tem relevância prognóstica, já que a perda de sensibilidade às BMPs, através da perda de expressão de seus receptores pode ser indicativo de desenvolvimento de metástase em CEOTese Avaliacao de polimorfismos nos genes XPD e XRCC3 em carcinomas orais de celulas escamosas(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2013-09-16) Pereira, Joabe dos Santos; Miguel, Márcia Cristina da Costa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707501Z3&dataRevisao=null; ; http://lattes.cnpq.br/6228325319211685; Albuquerque Júnior, Ricardo Luis Cavalcanti de; ; http://lattes.cnpq.br/2274589480306828; Godoy, Gustavo Pina; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4751939A2O carcinoma oral de células escamosas (COCE) é importante causa de morbidade e mortalidade em todo o mundo a despeito dos recentes avanços nas formas de tratamento. Diante disto, várias são as pesquisas no intuito de se encontrar marcadores que possam melhorar o prognóstico desta doença. Neste sentido têm se destacado os estudos dos polimorfismos genéticos, os quais podem influenciar a suscetibilidade individual para o desenvolvimento do câncer. O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre a frequência dos polimorfismos XPD Lys751Gln e XRCC3 Thr241Met e o perfil clinicopatológico em casos de COCE, incluindo idade, sexo, presença ou não de metástase e gradação histológica de malignidade de Bryne (1998). A amostra foi composta por 54 casos de COCE e 40 casos de hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI). Os casos de COCE foram classificados como lesões de baixo ou de alto grau de malignidade. Foram utilizadas amostras de DNA previamente extraído de blocos de parafina. Os genótipos para cada caso foram determinados através da técnica de PCR-RFLP (reação em cadeia da polimerase - polimorfismos de comprimento de fragmentos de restrição). Os resultados foram submetidos aos testes estatísticos Exato de Fisher e Qui-quadrado de Pearson e foi calculada a razão de chance (odds ratio) considerando o nível de significância quando p<0,05. Para o XPD, o genótipo Lys/Gln foi mais comum nas HFIs (n=28; 70%) que nos COCEs (n=24; 44,4%) (OR: 0,3; p<0,05). A frequência do alelo Gln foi maior nas lesões de alto grau, em comparação às de baixo grau (0,48 e 0,21, respectivamente) (OR: 3,4; p<0,05). Para o XRCC3, o alelo Met foi mais frequente no COCE que na HFI (0,49 e 0,35, respectivamente) (OR: 2,6; p<0,05). O genótipo Met/Met foi associado à presença de metástases (OR: 8,1; p<0,05). Não houve associação estatística significativa entre os genótipos e a idade ou sexo dos pacientes. Na amostra analisada, a maior frequência do alelo XPD Gln na HIF revela um possível papel protetor dessa variante contra o desenvolvimento do COCE. Todavia, sua associação com lesões de alto grau, indica que esse alelo poderia influenciar no processo de progressão após o tumor instalado. A presença do alelo XRCC3 Met, por sua vez, parece contribuir com o desenvolvimento do COCE e de metástases nessas lesões
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