Navegando por Autor "Morais, Waldenice de Alencar"
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TCC Caracterização espectroscópica e termoanalítica de nanoformulações contendo cinamato de pentila: um novo larvicida para o combate ao Aedes aegypti(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2021-08-26) Vale, Katiane Mirelle da Silva; Morais, Waldenice de Alencar; Ferreira, Leandro de Santis; http://lattes.cnpq.br/6622861873027635; http://lattes.cnpq.br/2575667613995470; http://lattes.cnpq.br/7057343608225855; Gomes, Ana Paula Barreto; http://lattes.cnpq.br/1689823596741892; Jordão, Alessandro Kappel; http://lattes.cnpq.br/2003461080025290O Aedes aegypti é o principal vetor de doenças como Dengue, Chikugunya e Zika, tornando-se um importante problema de saúde pública. A aplicação de pesticidas químicos para controle vetorial pode afetar a saúde humana, o meio ambiente, além de conferir resistência ao mosquito. O cinamato de pentila (CP) um derivado do ácido cinâmico, apresentou atividade contra as larvas do Aedes aegypti, entretanto, devido a sua baixa solubilidade em água, foi desenvolvida uma estratégia tecnológica para melhorar a sua hidrossolubilidade. Portanto, objetivo deste estudo foi caracterizar as micropartículas sólidas incorporadas com o CP obtidas após a secagem de nanoemulsões estabilizadas com lecitinas empregando-se as técnicas espectroscópicas de RMN e IV e Análise Térmica. Na espectroscopia de RMN 1H e IV foi caracterizada a estrutura química do cinamato de pentila, pela identificação dos prótons em 0,92; 1,41; 1,71; 4,20; 6,44; 7,28; 7,53 e 7,69 ppm e, principais grupos funcionais presentes na molécula em 2750, 1465, 1375, 1630 e 1850 cm-1, respectivamente. Os dados de TG e DSC mostraram uma maior proteção térmica do CP, quando foi incorporado às micropartículas. Dessa forma, as técnicas espectroscópicas e termoanalíticas foram capazes de confirmar a incorporação e a compatibilidade do cinamato de pentila às micropartículas sólidas, revelando-se como uma proposta promissora de um novo larvicida para o combate ao Aedes aegypti.Dissertação Desenvolvimento e avaliação da atividade antiinflamatória de sistemas poliméricos de carboidratos naturais para liberação colônica de triancinolona(2017-05-31) Miranda, Lorena Raquel de Sena; Morais, Waldenice de Alencar; ; ; ; Lima, Adley Antonini Neves de; ; Soares, Luiz Alberto Lira;As associações poliméricas de carboidratos na forma de sistemas particulados com quitosana e goma guar apresentam propriedades de degradação enzimática seletiva para a região do cólon, bioadesão, retenção de água e liberação controlada em condições de pH simulando o fluido intestinal (ARGIN; KOFINAS; LO, 2014). Este trabalho teve como objetivo obter, caracterizar e avaliar a ação antinflamatória in vitro e in vivo de novos sistemas particulados (SP) de quitosana e goma guar para a liberação colônica da triancinolona (TRI). Os sistemas foram preparados usando a técnica de coacervação simples com adição de sulfato de sódio seguido pelo método de secagem por spray drying. Após a realização de testes prévios, foram padronizados: a temperatura de entrada de 140° C e de saída de 90° C, blower 6,5 e atomização do ar 0,1 ppm. Diferentes razões fármaco-polímero (1:5, 1:10 e 1:20 p/p) e polímero-polímero (50:50, 25:75 e 75:25 p/p) foram estudadas quanto ao rendimento (%), eficiência de encapsulação, EE (%) e loading (mg TRI / g SP), infravermelho, DSC, TG, cinética, intumescimento e estudo in vivo para otimizar as condições de preparação dos sistemas particulados obtidos. Os sistemas particulados com maior razão de quitosana:goma (75:25 p/p) apresentaram melhores resultados quanto ao rendimento (%), entretanto o sistema particulado (25:75 p/p) apresentou maior eficiência de encapsulação (%) e loading (mg TRI / g SP), além de um menor perda de massa na análise térmica (TG). Porém, devido seu baixo rendimento, optou-se por usar no estudo in vivo a razão polimérica 50:50 p/p com triancinolona 1:10, por causa do seu bom rendimento e razoável eficiência de encapsulação. A caracterização dos sistemas por infravermelho evidenciou as interações entre os componentes da formulação. A análise térmica mostrou que os sistemas com maior quantidade de quitosana apresentaram uma maior estabilidade térmica. O estudo de cinética das três razões poliméricas com TRI 1:10 ocorreu em duas fases, a primeira com uma rápida liberação inicial (efeito burst) em 1 hora e uma segunda fase de liberação, mais controlada. Após 24 horas quase 100% da triancinolona foi liberada. O estudo de intumescimento mostrou diferença estatística de 24h a 48h, com p < 0,05, a razão polimérica 75:25 p/p intumesceu mais que as demais razões. Todos os sistemas particulados intumesceram mais que os placebos. Diante disso, os dados asseguram que um novo sistema tecnológico particulado obtido por spray drying a partir de quitosana e goma guar, foram capazes de modificar a liberação da triancinolona com potencial para aplicação como antiinflamatório na colite ulcerativa.TCC Desenvolvimento e estudo de nanoemulsões para incorporação de triancinolona acetonida(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-12-02) Silva, Sauara Marques da; Silva Júnior, Arnóbio Antônio da; Nascimento, Lucas Azevedo do; http://lattes.cnpq.br/5509982226137115; http://lattes.cnpq.br/2593509584288129; http://lattes.cnpq.br/2700311008126720; Silva Júnior, Arnóbio Antônio da; http://lattes.cnpq.br/2593509584288129; Morais, Waldenice de Alencar; http://lattes.cnpq.br/2575667613995470; Silva, Mariana Farias Alves da; http://lattes.cnpq.br/6498388348119206A estomatite aftosa recorrente (EAR) é a afecção mais comum da mucosa oral. Alguns fatores locais e sistêmicos podem estar associados à doença e se tem evidência de que uma base imunogenética pode estar presente. O controle da doença depende de sua apresentação clínica e inclui drogas imunossupressoras, corticosteroides tópicos e sistêmicos e soluções anestésicas e antimicrobianas. A triancinolona acetonida (TA) é um composto orgânico, definido como corticosteroide sintético, usado por via tópica para tratamento e alívio de dermatopatias e lesões inflamatórias orais, como as aftas. Por ser um composto de baixa solubilidade em meio aquoso, tem a sua incorporação em filmes hidrofílicos dificultada, a nanoemulsão torna-se uma solução para desenvolver uma nova forma farmacêutica. Foi objetivado, portanto, obter uma nanoemulsão estável com incorporação de TA. Neste trabalho, foi feito o protótipo de incorporação de TA em nanoemulsão, sendo a fase aquosa (FA) composta por glicerina, óleo de soja, Tween 80® e Span 80® e a fase oleosa (FO) composta por polaxâmero 407 (P407) e água, pelo método de inversão de fases. A caracterização foi feita quanto ao tamanho de gotícula, índice de polidispersão (PDI), potencial hidrogeniônico (pH), potencial zeta e desvio padrão, e esses mesmos parâmetros foram utilizados para avaliar a estabilidade do sistema. As incorporações de 1% 2,5% e 5% de TA nas nanoemulsões se mantiveram com tamanhos de gotícula < 200 nm e PDI < 0,3. Entretanto, devido à sedimentação do fármaco durante o estudo, foram testadas novas possibilidades de manutenção da estabilidade, sendo a incorporação de um gel creme uma delas. O gel creme é constituído por uma fase aquosa, composta por formador de gel, como carbômero ou hidroxietilcelulose, e uma fase oleosa, composta por ceras e emolientes leves. O processo de gelificação contribuiu grandemente para aumentar a viscosidade das amostras, podendo contribuir para impedir a fuga do fármaco (drug-leakage). Os sistemas de nanoemulsão incorporados com TA obtidos e caracterizados com sucesso, apresentando resultados significativos e pertinentes para o desenvolvimento dessa formulação como alternativa de tratamento para aftose, possibilitando, por consequência, a continuação do estudo, almejando melhorias e o aprimoramento, com a elaboração de novos testes.Tese Dispersões sólidas de sinvastatina: preparação, caracterização, no estado sólido utilizando técnicas emergentes e estudo de estabilidade(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014-05-29) Vargas, Mara Rúbia Winter de; ; http://lattes.cnpq.br/4452581275123481; ; http://lattes.cnpq.br/5244707551037970; Vieira, Andressa de Araújo Porto; ; http://lattes.cnpq.br/5279240919437112; Barbosa, Euzébio Guimarães; ; http://lattes.cnpq.br/3197108792266393; Basilio Junior, Irinaldo Diniz; ; http://lattes.cnpq.br/3328106717405795; Morais, Waldenice de Alencar; ; http://lattes.cnpq.br/2575667613995470Esta tese teve como objetivo avaliar o aumento de solubilidade da sinvastatina (SINV) através de dispersões sólidas utilizando as técnicas de malaxagem (MA), evaporação com co- solvente (ES), fusão com carreador (FC) e secagem por spray dryer (SD). Foram utilizados os carreadores Soluplus (SOL), PEG 6000 (PEG), PVP K-30 (PVP) e lauril sulfato de sódio (LSS). As dispersões sólidas contendo PEG [PEG-2(SD)], Soluplus [SOL-2(MA)] e lauril sulfato de sódio [LSS-2(ES)] apresentaram maior aumento de solubilidade (5,02; 5,60 e 5,43 vezes, respectivamente); a análise por ANOVA entre os três grupos não demonstrou diferença significativa (p<0,05). No estudo de solubilidade de fases, o cálculo da energia livre de Gibbs (ΔG) revelou que a espontaneidade de solubilização da SINV ocorreu na ordem SOL>PEG >PVP 75%>LSS, sempre a 80%. Os diagramas de fases de PEG e LSS apresentaram estequiometria de solubilização 1:1 (tipo AL). Os diagramas de PVP e SOL possuem uma tendência a estequiometria 1:2 (tipo AL + AP). Os valores de coeficiente de estabilidade (Ks) dos diagramas de fases revelaram que as reações mais estáveis ocorreram com LSS e PVP. As dispersões sólidas foram caracterizadas através de infravermelho com transformada de Fourier (FTIR), calorimetria exploratória diferencial (DSC), microscopia eletrônica de varredura (MEV), distribuição de tamanho de partícula (DTP), espectroscopia de imagem no infravermelho próximo (NIR-CI) e difratometria de raios X do Pó utilizando o software Topas (PDRX-TOPAS). A dispersão sólida PEG-2(SD) apresentou a maior homogeneidade e o menor grau de cristalinidade (18,2%). O estudo de estabilidade revelou que as dispersões sólidas são menos estáveis que SINV, sendo PEG-2(SD) a de menor estabilidade, confirmada por FTIR e DSC. As análises por PDRX-TOPAS revelaram a cristalinidade das dispersões e o mecanismo de aumento de solubilidadeTese Emprego de redes neurais artificiais supervisionadas e não supervisionadas no estudo de parâmetros reológicos de excipientes farmacêuticos sólidos(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014-02-05) Navarro, Marco Vinícius Monteiro; ; http://lattes.cnpq.br/4452581275123481; ; http://lattes.cnpq.br/4867451742538033; Oliveira, Eduardo de Jesus; ; http://lattes.cnpq.br/1293090609428232; Barbosa, Euzébio Guimarães; ; http://lattes.cnpq.br/3197108792266393; Morais, Waldenice de Alencar; ; http://lattes.cnpq.br/2575667613995470; Chaud, Marco Vinícius; ; http://lattes.cnpq.br/8853705702222360Neste trabalho foram estudadas redes neurais artificiais (RNAs) baseadas em algoritmos supervisionados e não supervisionados para emprego no estudo de parâmetros reológicos de excipientes farmacêuticos sólidos, visando desenvolver ferramentas computacionais para o desenvolvimento de formas farmacêuticas sólidas. Foram estudadas quatro redes neurais artificiais supervisionadas e cinco não supervisionadas. Todas as RNAs supervisionadas foram baseadas em arquitetura de rede perceptron multicamada alimentada à frente (feedfoward MLP). Das cinco RNAs não supervisionadas, três foram baseadas em estratégias puramente competitivas, "Winner-Take- All" clássica, "Frequency-Sensitive Competitive Learning" e "Rival-Penalize Competitive Learning" (WTA, FSCL e RPCL, respectivamente). As outras duas redes não supervisionadas, Self- Organizing Map e Neural Gas (SOM e NG) foram baseadas estratégias competitivo-cooperativas. O emprego da rede NG em tecnologia farmacêutica é ainda inédito e pretende-se avaliar seu potencial de emprego como nova ferramenta de mineração e classificação de dados no desenvolvimento de medicamentos. Entre os protótipos de RNAs supervisionadas o melhor desempenho foi conseguido com uma rede de arquitetura composta por 8 neurônios de entrada, 16 neurônios escondidos e 1 neurônio de saída. O aprendizado de rede e a capacidade preditiva em relação ao ângulo de repouso (α) foi deficiente, e muito boa para o índice de Carr e fator de Hausner (IC, FH). Por esse motivo IC e FH foram considerados bons descritores para uma próxima etapa de desenvolvimento das RNAs supervisionadas. As redes, WTA, RPCL e FSCL, foram capazes de estabelecer agrupamentos dentro da massa de dados, porém apresentaram erros grosseiros de classificação caracterizados pelo agrupamento de dados com propriedades conflitantes, e também não foi possível estabelecer qual o critério de classificação adotado. Tais resultados demonstraram a inviabilidade prática dessas redes para os sistemas estudados sob nossas condições experimentais. As redes SOM e NG mostraram uma capacidade de classificação muito superior às RNAs puramente competitivas. Ambas as redes reconheceram os dois agrupamentos principais de dados correspondentes à lactose (LAC) e celulose (CEL). Entretanto a rede som demonstrou deficiência na classificação de dados relativos aos excipientes minoritários, estearato de magnésio (EMG), talco (TLC) e atapulgita (ATP). A rede NG, por sua vez, estabeleceu uma classificação muito consistente dos dados e resolveu o erro de classificação apresentados pela rede SOM, mostrando-se a rede mais adequada para a classificação dos dado do presente estudo. A rede Neural Gas, portanto, mostrou- se promissora para o desenvolvimento de softwares para uso na classificação automatizada de sistemas pulverulentos farmacêuticosDissertação Estudo de pré-formulação para a obtenção de uma formulação de captopril para uso pediátrico(2013-08-29) Goes, Janaina da Silva; Raffin, Fernanda Nervo; Aragão, Cicero Flávio Soares; ; ; ; Morais, Waldenice de Alencar; ; Fonteles, Marta Maria de França;Atualmente, os medicamentos utilizados em crianças são adaptados a partir de formas farmacêuticas sólidas desenvolvidas para adultos. O captopril é amplamente adaptado para formulação líquida em hospitais. Sua estabilidade em meio aquoso é reduzida, pois sofre oxidação gerando o dissulfeto de captopril. Com o intuito de garantir a estabilidade do fármaco e dosagem precisa, foi desenvolvido um estudo de pré-formulação para a obtenção de uma formulação de captopril em pó para constituição de uma solução estável de uso pediátrico. A compatibilidade entre o fármaco e os possíveis excipientes foi avaliada através das análises de calorimetria de varredura diferencial (DSC) e o comportamento térmico do captopril através das análises termogravimética (TG) e térmica diferencial (DTA). Em seguida, foram realizados os ensaios de análise granulométrica e das medidas indiretas de fluxo do captopril e dos excipientes. Para estudo em solução, foram obtidas diferentes formulações a partir de planejamento fatorial, em que se variou a concentração de EDTA (0,005 e 0,1%) e pH (2,5; 4,0 e 5,5) em água destilada e água mineral, que foram armazenadas a 60°C e analisadas ao longo de doze dias por CLAE para avaliação da estabilidade do captopril. Nas curvas DSC das misturas de captotpril com os conservantes, a sucralose e o ácido cítrico, os eventos térmicos de cada substância isolada não foram mantidos. Nas demais curvas das misturas binárias os eventos correspondentes a cada componente foram preservados, indicando compatibilidade entre as substâncias. Foi observada uma grande diferença na distribuição e diâmetro médio das partículas e densidade dos agentes tamponantes em comparação às demais substâncias, o que pode ocasionar a segregação da mistura de pós. A partir do estudo da estabilidade das soluções, foi verificado que as variáveis interferem significativamente (p = 0,05) no teor do captopril, sendo o pH o fator mais relevante. As interações entre as variáveis foram significativas, com maior estabilidade observada em pH próximo a 4,0, maior concentração de EDTA e uso de água mineral. Com base nos resultados, pode-se concluir que o desenvolvimento de uma formulação de captopril estável é viável desde que sejam adotadas medidas estratégicas a fim de se evitar a segregação dos pós constituintes da formulação.TCC Estudo experimental de incompatibilidade farmacêutica potencial entre Meropenem e Dobutamina: uma simulação laboratorial análoga a condições de UTI neonatal(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-12-06) Belo, Marcio Alves; Morais, Waldenice de Alencar; http://lattes.cnpq.br/2575667613995470; http://lattes.cnpq.br/4514063799255422; Martins, Rand Randall; http://lattes.cnpq.br/8062199269259772; Pereira, Ney Moura Lemos; http://lattes.cnpq.br/3396099487474256A população neonatal constitui uma categoria que apresenta fragilidade e imaturidade fisiológica. Dessa forma, tornam-se mais vulneráveis aos efeitos relacionados a incompatibilidades medicamentosas. Disso, se pode resultar desde problemas relacionados a farmacoterapia, maior tempo de internação, reinternação, aumento dos custos em saúde a até desfechos negativos. Este trabalho realizou um estudo do tipo experimental acerca da verificação de incompatibilidade medicamentosa entre os medicamentos endovenosos cloridrato de dobutamina e meropeném tri-hidratado simulando as condições de uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). A metodologia consistiu em realizar ensaios de características macroscópicas, pH, transmitância e doseamento de maneira isolada e em fluxo contínuo nos tempos 0 e 180 minutos utilizando condições operacionais análogas de concentração do fármaco, materiais médico-hospitalares e fluxo contínuo em terapia intensiva neonatal. Como resultado, houve alterações de pH, cor e doseamento do meropeném que podem ser sugestivos de incompatibilidade entre o meropeném e a dobutamina. Dentre as dificuldades encontradas, percebeu-se escassa literatura sobre métodos analíticos de incompatibilidades medicamentosas em modelo dinâmicos ou com fluxo contínuo. Como conclusão, têm-se que apesar dos resultados obtidos, ainda é necessária a validação de metodologia cromatogrática que possa quantificar de forma simultânea o meropeném e a dobutamina de forma a caracterizar com maior precisão e clareza os compostos da mistura de medicamentos.Dissertação Estudos de sorção de um corante aniônico modelo em partículas de quitosana reticulada(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2007-03-27) Morais, Waldenice de Alencar; Fonseca, José Luis Cardozo; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4788562T6; ; http://lattes.cnpq.br/2575667613995470; Pereira, Márcia Rodrigues; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4788568T8; Feitosa, Judith Pessoa de Andrade; ; http://lattes.cnpq.br/5607366782144472A atividade têxtil resulta em efluentes com uma variedade de corantes. Dentre os vários processos para a remoção de corantes destes efluentes, o de sorção constitui um dos métodos mais efetivos, sendo a quitosana um sorvente alternativo bastante promissor para este fim. A sorção do corante alaranjado de metila em partículas de quitosana reticulada foi avaliada através de estudos de equilíbrio e cinética de sorção em diferentes pHs. Além da análise com o modelo de pseudo-ordem normalmente adotado na literatura (por exemplo, pseudo-primeira-ordem e pseudo-segunda-ordem), um novo modelo envolvendo uma cinética de pseudo-n-ordem foi usada, sendo ndeterminado via regressão não-linear, usando o método de Levenberg-Marquardt. Medidas de potencial zeta indicaram interações eletrostáticas importantes no processo de sorção. Com relação aos estudos de equilíbrio, os dados foram bem representados pela isoterma híbrida Langmuir-Freundlich, e a energia livre de Gibbs de sorção como uma função da massa de corante por área de partícula mostrou que este processo torna-se mais homogêneo à medida que o pH da fase contínua diminui. Considerando a cinética de sorção, apesar do modelo de pseudo-n-ordem descrever bem os dados experimentais, a equação cinética envolvendo difusão-adsorção foi mais consistente em termos de descrição físico-química do processo de sorçãoDissertação Micropartículas contendo nanopartículas de quitosana usando sulfato e genipina para liberação modificada da triancinolona: obtenção, caracterização e estudo em células tumorais(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015-03-31) Fonsêca, Gabriela Diniz; Silva Júnior, Arnóbio Antonio da; Morais, Waldenice de Alencar; ; http://lattes.cnpq.br/2575667613995470; ; http://lattes.cnpq.br/2593509584288129; ; http://lattes.cnpq.br/5028291382802042; Gomes, Ana Paula Barreto; ; http://lattes.cnpq.br/1689823596741892; Reynaud, Franceline; ; http://lattes.cnpq.br/2561590161798118A quitosana é um co-polímero biocompatível e biodegradável amplamente usado em sistemas de liberação de fármacos. A co-reticulação da quitosana com sulfato de sódio e genipina para formação de sistemas particulados é capaz de tornar estes mais resistentes ao pH ácido e modificar a cinética de liberação de fármacos para a via oral. A triancinolona é um glicocorticóide de ampla aplicação terapêutica por suas ações antiinflamatória e imunossupressora. Os sistemas particulados foram preparados por co-reticulação e caracterizadas quanto ao tamanho de partícula, PDI, potencial zeta, grau de reticulação, taxa de encapsulação, MEV, espectroscopia de infravermelho, análise térmica, cinética de liberação e estudo em células tumorais. Inicialmente foram preparadas nanopartículas com sulfato de sódio, sem genipina, contendo triancinolona, avaliando a proporção do volume das fases fármaco/polímero, concentração de sulfato de sódio e polissorbato 80, tempo e modo de imersão das fases. O sistema definido para a reticulação com a genipina apresentou tamanho de 312,20 ± 5,70 nm, PDI 0,342 ± 0,013 e potencial zeta 20,18 ± 2,28 mV. A genipina foi introduzida no sistema em diferentes concentrações (0,5; 1,0 e 2,0 mM) e tempos de reticulação (3, 6, 12 e 24 h). Na análise do tempo de reticulação com genipina 0,5 mM, os sistemas obtiveram tamanho de 235,1 a 334,4 nm, PDI de 0,321 a 0,392 e potencial zeta de 20,92 a 30,39 mV, com grau de reticulação que variou de 14 a 30 %. As nanopartículas sem genipina, 6 h e 24 h de reticulação foram escolhidas para a secagem por spray-drying, formando micropartículas de nanopartículas. A análise por micrografia eletrônica de varredura revelou que as micropartículas apresentaram morfologia esférica. A taxa de encapsulação foi de 75 ± 2,3% usando metodologia CLAE validada. A caracterização dos sistemas por infravermelho evidenciou as interações entre os componentes da formulação. A análise térmica mostrou que os sistemas com maior grau de reticulação, apresentaram uma maior estabilidade térmica. Na cinética de liberação, o aumento do grau de reticulação foi capaz de diminuir a velocidade de liberação da triancinolona. Nos estudos com células HepG2 e HT-29 os sistemas microparticulados contendo triancinolona e genipina com tempo de reticulação de 24 h apresentaram um potencial para atividade antitumoral nas células de linhagem hepáticas HepG2. Com isso, um novo sistema de liberação a base de quitosana obtido por co-reticulação com sulfato de sódio e genipina contendo triancinolona foi obtido com potencial antitumoral hepático.