Navegando por Autor "Nepomuceno, Mackson Matheus França"
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Tese Evolução do índice de freio magnético para estrelas do tipo solar(2017-05-26) Cavalcante, Francisco Jânio; Freitas, Daniel Brito de; http://lattes.cnpq.br/2709876077692695; Martins, Bruno Leonardo Canto; Medeiros, José Renan de; http://lattes.cnpq.br/9151590034650501; Pacheco, Eduardo Janot; Nepomuceno, Mackson Matheus França; http://lattes.cnpq.br/1388531008519499O presente trabalho é baseado nos efeitos do freio magnético para a evolução da perda de momentoangular e, consequentemente, a relação entre rotação estelar e idade. Em geral, essa taxa de perdadefinida por dJ/dt depende da velocidade angular Ω na forma dJ/dt ∝ Ω^{q}, onde q é umparâmetro da mecânica estatística não-extensiva. No contexto da rotação estelar, esse parâmetroestá diretamente relacionado com o índice de freio. Para q igual à unidade, o cenário de saturaçãodo campo magnético é recuperado. Tal abordagem foi proposta e investigada por de Freitas e DeMedeiros para estrelas de campo não saturadas. Nesta tese, propomos uma nova abordagem não-extensiva para a evolução da rotação estelar com base no modelo Reiners e Mohanty.Desenvolvemos uma versão não-extensiva do torque de Reiners e Mohanty, e comparamos com omodelo proposto por de Freitas e De Medeiros, usando uma amostra de velocidade (v seni) para∼16000 estrelas F e G de campo. Como resultado, mostramos que os modelos de Kawaler eReiners-Mohanty exibem fortes discrepâncias em relação ao domínio de validade do índiceentrópico q. Essas discrepâncias são principalmente devido à sensibilidade do raio estelar. Osnossos resultados também mostraram que o modelo de Kawaler modificado é consistente dentrode um amplo alcance de massa, enquanto o modelo Reiners e Mohanty é restrito a massas menoresdo que estrelas do tipo G6.Nós também dedicamos parte desta tese para estudar o comportamento evolutivo do índice defreio magnético para estrelas fora da sequência principal. Nessa abordagem, consideramos que oíndice de freio sofre uma variação ao longo da evolução da estrela, ou seja, não é uma constante,mas depende do efeito de dI/dt. Assim, justificamos o fato de as estrelas gigantes do tipo G seremregidas pela mesma lei de Skumanich. Todavia, deve ser corrigida de um fator. Nesta tese,mostramos que esse fator é devido a não-conservação do volume da estrela, que se torna maisevidente em estágios evolutivos mais tardios, como é o caso das gigantes. Constatamos que o efeitode dI/dt é melhor considerando que o volume da estrela não é conservado.Tese Natureza fractal e multifractal da onda gravitacional GW150914 detectada pelo LIGO(2016-12-12) Nepomuceno, Mackson Matheus França; Freitas, Daniel Brito de; ; http://lattes.cnpq.br/2709876077692695; ; http://lattes.cnpq.br/1388531008519499; Medeiros, José Renan de; ; http://lattes.cnpq.br/9151590034650501; Mohan, Madras Viswanathan Gandhi; ; http://lattes.cnpq.br/1995273890709490; Aguiar, Odylio Denys de; ; http://lattes.cnpq.br/3325984959083987; Holanda, Rodrigo Fernandes Lira de; ; http://lattes.cnpq.br/2669928747407450Usando as recentes observações da onda gravitacional GW150914 produzida pelo sistema de buracos negros binários coalescentes, a presente tese investiga a natureza fractal e multifractal da variação temporal da deformação relativa (strain) medido pelos detectores do Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferometria Laser (LIGO na sigla em inglês). Uma seleção de métodos e procedimentos, tais como as análises R/S e Wavelet, assim como, o método multifractal denotado por MFDMA, foram usados para estimar parâmetros estatísticos que sintetizam a onda gravitacional como uma série temporal complexa. Seja nos dados de Hanford ou Livingston, a análise fractal revelou que a referida série apresenta um comportamento com forte persistência e memória de longa duração quantificado pelo expoente de Hurst. Além disso, a forte aglomeração das flutuações encontrados pela análise R/S indica o alto grau de dependência por escala, característica de um sinal multifractal. Por outro lado, a análise multifractal através do método MFDMA sugere que a série temporal apresenta uma predominância de fracas singularidades em detrimentos às fortes, causando uma assimetria no espectro de singularidade D(h). Neste contexto, foram realizados dois tipos de procedimentos que analisam as possíveis fontes de multifractalidade presentes na série temporal. Os resultados mostram que procedimentos apontam para a existência de dois regimes de multifractalidade na série temporal separados pela região onde ocorre a colisão dos buracos negros, referentes aos dados de Hanford, e, para os dados de Livingston, próximo ao final da fase de inspiralização. Em seguinte, foi verificado a evolução temporal dos parâmetros multifractais, um processo similar ao adotado quando aplica-se a análise R/S. Como um resultado, constatou-se que, durante a evolução da diversidade lateral esquerda do espectro D(h), esse parâmetro sofre um pequeno impulso. A origem física desse impulso pode estar associada à amplitude da memória derivada do nível de polarização em relação a linha de visada do observador. Essa característica pode abrir caminho para uma gama de especulações, dentre elas, que a elasticidade do tecido espaço-tempo por ser inferida pelo comportamento multifractal da onda gravitacional.