Navegando por Autor "Nunes, Iran de Maria Leitão"
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Dissertação De normalista a intelectual: a trajetória do professor Severino Bezerra de Melo e suas redes de sociabilidade (1908-1956) no Rio Grande do Norte(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-07-25) Araújo, Ana Tereza dos Santos; Azevedo, Crislane Barbosa de; https://orcid.org/0000-0003-3456-0025; http://lattes.cnpq.br/6943286950201331; https://orcid.org/0000-0002-9251-9488; http://lattes.cnpq.br/6747617321094975; Viveiros, Kilza Fernanda Moreira de; Amorim, Giovana Carla Cardoso; http://lattes.cnpq.br/1362421755496261; Nunes, Iran de Maria Leitão; Oliveira, João Paulo GamaO presente estudo tem como objetivo investigar a trajetória do intelectual Severino Bezerra de Melo e de suas redes de sociabilidade, analisando suas atuações, relações e implicações no contexto educacional e político, no período de 1908 a 1956. A pesquisa objetivou investigar a atuação desse intelectual em seus diversos campos de atuação, buscando entender quais foram seus relacionamentos na Escola Normal de Natal, quais os agentes envolvidos nessa sua trajetória, o que o motivou a fundar o Colégio Pedro II em Natal/RN, além de analisar a influência das suas redes de sociabilidade na sua trajetória intelectual. Para tanto, realizamos pesquisa documental e bibliográfica em acervos físicos e virtuais disponibilizados pelos repositórios institucionais como os da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Biblioteca Nacional (AN), com ênfase na Hemeroteca Nacional Digital. Foram localizados documentos oficiais, como: decretos; mensagens do governador do Estado; revistas e jornais, como a “Pedagogium” e a Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN); e jornais como “A República”, “A Ordem de Natal”, “O Poti” e “Diário de Natal”. A pesquisa fundamentou-se a partir das acepções de intelectuais e redes de sociabilidade de Sirinelli (1996) e das noções de práticas e representações de Chartier (1990). O estudo demonstrou que Severino Bezerra atuou em vários espaços no Estado, como em grupos escolares, entre eles o Grupo Escolar Barão de Mipibu (1911-1922), Grupo Escolar Frei Miguelinho (1924) e o Antonio de Souza (1924-1925); como professor de Instrução Moral e Cívica no Ateneu Norte-Rio-Grandense (1927); dirigiu a Escola de Comércio de Natal masculina e feminina (1937); e, ainda, lecionou na Escola Doméstica de Natal (1935). Em 1927 fundou e dirigiu o Colégio Pedro II, que funcionava como internato, semi-internato e externato. Durante longo período, Severino trabalhou na direção do Departamento de Educação do Estado do Rio Grande do Norte (1913 -1933; 1943-1956), dentre outros cargos, demonstrando ser atuante no campo político e educacional. Constatamos ainda conexões entre Severino Bezerra e nomes importantes do cenário intelectual, educacional e político do Rio Grande do Norte, como Monsenhor Calazans Pinheiro, Anfilóquio Carlos Soares Câmara, colega normalista de Severino que também foi diretor do Departamento de Educação e o governador José Augusto Bezerra de Medeiros. A história dos intelectuais no Brasil, notadamente no Rio Grande do Norte, demonstra uma linha tênue entre o cultural e o político, e Severino Bezerra é uma figura importante dessa história.Tese A Escola Modelo Benedito Leite no contexto de produção da educação moderna em São Luís (1900-1920)(2016-07-28) Segadilha, Delcineide Maria Ferreira; ; http://lattes.cnpq.br/2624591870785039; ; http://lattes.cnpq.br/4517242437763711; Stamatto, Maria Inês Sucupira; ; http://lattes.cnpq.br/7289548301555477; Menezes, Antonio Basilio Novaes Thomaz de; ; http://lattes.cnpq.br/5195640047312319; Medeiros Neta, Olivia Morais de; ; http://lattes.cnpq.br/7542482401254815; Silva, Lenina Lopes Soares; ; http://lattes.cnpq.br/1487610808390702; Pinheiro, Antonio Carlos Ferreira; ; http://lattes.cnpq.br/4899348345631072; Nunes, Iran de Maria Leitão; ; http://lattes.cnpq.br/2313634756775278Constitui objetivo geral desta pesquisa, analisar aspectos da cultura escolar da Escola Modelo Benedito Leite em São Luís-Ma, entre 1900 e 1920, atentando à relação desta escola com o contexto de produção da educação moderna em São Luís-Ma, durante o processo de implementação da República brasileira, para responder ao problema: em que medida a Escola Modelo Benedito Leite (1900-1920) contemplou a concepção de educação que teve sua implementação intensificada pelo ideário republicano instituído no Brasil? Partimos do pressuposto de que esta escola, neste recorte temporal, considerando suas especificidades, materializou uma cultura escolar validada pela instituição do ensino científico e patriótico, relacionado à ideia de progresso e nova moralidade, estruturada sobre atributos como controle, hierarquia e seletividade, características da representação de educação moderna instituída no Brasil, durante os primeiros anos da República. O recorte temporal justifica-se por ser 1900 o ano do início do funcionamento da Escola Modelo Benedito Leite, e 1920 o início da segunda fase da institucionalização dos grupos escolares no Maranhão. Situamos esta pesquisa na dimensão da História Cultural, em Roger Chartier; no domínio da História da Educação; no campo temático da cultura escolar em Viñao Frago; e numa abordagem qualitativa, visto procurarmos realizar uma inter-relação com o macro, na medida em que abordamos nosso objeto de estudo numa relação com contextos maiores, como o político, o educacional e o econômico. Quanto aos procedimentos de constituição dos dados empíricos, utilizamos a pesquisa bibliográfica e documental. Na bibliográfica, tomamos como principal referência o livro O mestre e a escola de Antonio Barbosa de Godóis (1910). Quanto à documental, examinamos correspondências e relatórios anuais da direção da Escola Modelo Benedito Leite para os governadores do Estado do Maranhão; mensagens do governo do Estado ao Congresso Legislativo; e jornais da época. Como resultado, compreendemos que a Escola Modelo Benedito Leite, considerando-se os limites, entre 1900 e 1920, foi a instituição pública de educação primária que realizou, em São Luís-MA, a institucionalização de uma cultura escolar conformada por propriedades como assepsia, rigor, hierarquia, controle e seletividade, características representativas do modelo de educação moderna instituída no Brasil durante o processo de estabelecimento do regime republicano.Dissertação Faculdade de Filosofia de Natal: a presença da mulher no ensino superior (1955-1964)(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-03-20) Cunha, Francisca Liliane da; Viveiros, Kilza Fernanda Moreira de; https://orcid.org/0000-0003-1243-7595; http://lattes.cnpq.br/0588907119958839; https://orcid.org/0000-0002-6318-0577; http://lattes.cnpq.br/4789837956598224; Paiva, Marlucia Menezes de; Nunes, Iran de Maria LeitãoEste estudo resulta de uma pesquisa historiográfica, documental, qualitativa que foi realizada na Faculdade de Filosofia de Natal (RN), com o objetivo de analisar a história da inserção das mulheres nos cursos de Bacharelado em História, Geografia e Letras Neolatinas. O período estudado abrange de 1955 a 1964, escolhido devido à criação da Faculdade de Filosofia de Natal, conforme a Resolução nº 1 de 12 de março de 1955, que foi integrada à Universidade do Rio Grande do Norte e federalizada pela Lei nº 3.849, sancionada em 18 de dezembro de 1960, pelo Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. Entre os anos de 1961 e 1964, observou-se que 17 mulheres se formaram, com maior presença no curso de Letras Neolatinas. Essas alunas tiveram uma participação sutil em eventos como a solenidade de escolha da lista tríplice para a Reitoria da Universidade do Rio Grande do Norte. O registro histórico dessas mulheres em suas vidas acadêmicas é escasso; nossa pesquisa encontrou documentação de apenas 03 mulheres que experienciaram os impactos desses cursos na sociedade. Para desenvolver este estudo, utilizamos fontes documentais como relatórios, atas, ofícios e livros de registros estudantis. Também recorremos às fontes bibliográficas para compreender os percursos históricos e subsidiar nossa abordagem teórica metodológica. O estudo fundamenta-se na História Cultural, valorizando a representação das mulheres no ensino superior em Natal (Chartier, 1988). A pesquisa foi conduzida no Arquivo Geral da UFRN e na Biblioteca Zila Mamede (BCZM), especialmente em obras raras e especiais. Para fundamentar a presença das mulheres nas instituições de ensino superior em Natal, recorremos aos escritos de Bourdieu (1997, 2007, 2012), sobre processos de exclusão; Cunha (1980, 1989, 2003, 2004) sobre o ensino superior no Brasil; Duarte (1985); Melo e Calado (2019); sobre o percurso das estudantes em Natal; Perrot (1988, 1998, 2005, 2006, 2017, 2019) e Saffioti (1976,1992), sobre o acesso e a invisibilidade das mulheres nos espaços públicos de ensino. Ao final do estudo, concluímos que o acesso das mulheres aos cursos de Bacharelado em História, Geografia e Letras Neolatinas em Natal foi relevante para abrir um espaço e um campo de formação científica na sociedade de Natal, além de contribuir para inserção da mulher no mercado de trabalho.Tese Ideal Mariano e docência: a identidade feminina da Proposta Educativa Marista(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2006-12-13) Nunes, Iran de Maria Leitão; Ramalho, Betânia Leite; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781176H3; ; http://lattes.cnpq.br/2313634756775278; Placco, Vera Maria Nigro de Souza; ; http://lattes.cnpq.br/4292131898988204; Carvalho, Maria Eulina Pessoa de; ; http://lattes.cnpq.br/4066341343633963; Paiva, Marlúcia Menezes de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790180Z4; Nunez, Isauro Beltrán; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763368P8No percurso da história da docência encontra-se o ingresso da mulher professora, repercutindo significativamente no processo contínuo de redefinições e reconstrução de sua identidade. Este ingresso traz, mesmo se de modo silencioso e não explícito, a confluência da identidade de gênero à identidade profissional, em que estão presentes as relações do adequado ao feminino. No caso do magistério, estas se encontram imbricadas na construção da identidade docente e na tradução desta profissão como feminina, embasada na Virgem Maria, mediante o ideal mariano difundido pela Igreja Católica. Porém há uma lacuna na historiografia educacional quanto ao registro da presença de mulheres professoras, notadamente em institutos religiosos masculinos, elemento motivador deste estudo, no qual buscamos investigar: Como explicar que uma identidade feminina pode dar sustentação a um projeto educativo eminentemente masculino? Que relações podemos estabelecer entre esta identidade feminina e o ingresso de mulheres professoras nos colégios da Província Marista do Brasil Norte? Realizamos pesquisa bibliográfica em bibliotecas dos Colégios Maristas, do Historial Marista, em Recife, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Curitiba. Buscamos aportes em estudos sobre a História da Pedagogia, do Instituto Marista, da Igreja Católica, da Educação brasileira e das Mulheres; estudos Mariológicos, os referentes à Proposta Educativa Marista, à feminização e à identidade docente; e produções da Teologia Feminista. A pesquisa empírica abrangeu 10 colégios da referida Província e o Colégio Marista de Lisboa-Portugal. Por meio de entrevistas semi-estruturadas, entrevistamos professoras pioneiras, ex-Irmãos e Irmãos Maristas desses colégios, em razão da presença e atuação destes no período em estudo e pela preocupação em ter salvaguardadas suas memórias sobre o tema. O estudo revela as particularidades do ideal mariano como modelo feminino e de docência e sua presença na Proposta Educativa Marista. Este estudo, numa abordagem histórica, visa contribuir para dar visibilidade à mulher na construção da História e da docência no Brasil, especialmente em institutos religiosos de origem masculinosDissertação Orfanato Padre João Maria: práticas e representações de uma instituição socioeducativa no Estado do Rio Grande do Norte (1920 - 1930)(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-02-25) Silva, Jefferson Melo da; Viveiros, Kilza Fernanda Moreira de; https://orcid.org/0000-0003-1243-7595; http://lattes.cnpq.br/0588907119958839; https://orcid.org/0000-0003-3618-2494; http://lattes.cnpq.br/4295740411301269; Menezes, Antonio Basilio Novaes Thomaz de; http://lattes.cnpq.br/5195640047312319; Castro, César Augusto; Nunes, Iran de Maria Leitão; Nascimento, José Mateus do; Paiva, Marlucia Menezes deA construção do presente estudo objetiva analisar a instituição do Orfanato Padre João Maria e os princípios norteadores das práticas assistenciais e suas representações culturais para a sociedade dos anos de 1920 a 1930, na cidade do Natal/RN. O Orfanato Padre João Maria foi uma instituição de assistência a infância feminina pobre, fundada a partir do Decreto Nº 118, de 25 de maio de 1920, assinado pelo então Governador Antônio José de Mello e Souza, conforme aponta a mensagem governamental do corrente ano. Nessa perspectiva buscamos analisar o espaço a partir de uma macroestrutura que nos possibilita investigar o Orfanato e suas práticas a partir da observação social, política e religiosa do período estudado, tendo em vista o reverberante discurso civilizatório e higienista (GONDRA, 2004); (GÓIS JÚNIOR, 2014) existente no cotidiano social que buscavam nortear as práticas e representações de uma nova formação de homens e mulheres modernos. Considerando esse contexto, a pergunta norteadora da nossa investigação foi: Quais os princípios norteadores das práticas socioeducativas do Orfanato Padre João Maria e quais as representações dele para a sociedade natalense? A resposta só se fez possível mediante a organização metodológica que consistiu em uma análise documental (ARÓSTEGUI, 2004); (BLOCH, 2001) e análise bibliográfica no campo da historiografia, cujo percurso nos direcionou para a discussão das categorias: práticas (CERTEAU, 2012) e representações (CHARTIER, 2002; BOURDIE, 2008), através delas analisamos as fontes e as narrativas nelas contidas, discutindo conceitos de corpo (FOUCAULT, 1979; 1987), de civilização (ELIAS, 1994; THOMPSON, 1981; 1998), de mulher (PRIORE, 2004; PERROT, 2007), de pobreza (VIVEIROS, 2016) e de assistência (MARCÍLIO, 2008; RIZZINI; RIZZINI, 2004). Dentre as fontes documentais possíveis de investigação, esta pesquisa se respalda a partir das mensagens governamentais dos anos de 1920 a 1930, proferidas na Assembleia Legislativa do estado nos correntes anos e o regulamento interno da instituição, o qual apresenta os direcionamentos organizacionais e funcionais do orfanato, nos permitindo entender as dinâmicas políticas, sociais e suas reverberações no interior do espaço. Com a realização desta pesquisa concluímos que o Orfanato Padre João Maria foi um importante instrumento de amparo e assistência as meninas pobre do Rio Grande do Norte e que em suas práticas de cerceamento e moralização das internas estavam imbricadas influências sociopolíticas que o configurava enquanto dispositivo de manutenção da ordem social, desse modo, com as análises realizadas concretizamos o objetivo inicial desta pesquisa e consideramos que a partir dela se fará possível a construção de novos estudos que busquem aprofundar a análise institucional e inserir esta importante instituição socioeducativa nas páginas da historiografia norte-rio-grandense, espaço que antes lhe fora negado.Dissertação A representação da educação feminina no jornal Brado Conservador - Assú (RN) 1876-1881(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-07-26) Silva, Marliane Porfirio da; Viveiros, Kilza Fernanda Moreira de; https://orcid.org/0000-0003-1243-7595; http://lattes.cnpq.br/0588907119958839; https://orcid.org/0000-0002-5489-3188; http://lattes.cnpq.br/4935909585778647; Azevedo, Crislane Barbosa de; https://orcid.org/0000-0003-3456-0025; http://lattes.cnpq.br/6943286950201331; Nunes, Iran de Maria Leitão; Paiva, Marlucia Menezes deEste trabalho se insere na área de interesse da História da Educação, com ênfase na representação da educação feminina, por meio do jornal da cidade de Assú (RN), Brado Conservador (1876-1881). Esse recorte temporal foi escolhido por identificarmos a lacuna existente na historiografia norte-rio-grandense, no que se refere à educação feminina no século XIX. Compreendemos que os jornais se constituem, durante o período oitocentista, como uma ferramenta fundamental na divulgação e propagação rápida de ideias, e assim conseguem ganhar mais espaço perante a sociedade. O impresso se expande nesse período atuando de forma pedagógica como um potente formador de opinião pública. Com auxílio dos textos de Barros (2005), Lucca (2008), Capelato (1988), realizamos uma análise de como realizar uma investigação em educação por meio do impresso, sabendo-se que o periódico não é uma fonte neutra, buscando-se sempre partir de um olhar reflexivo e crítico, levando em consideração aspectos fundamentais que formam o jornal. Para o desenvolvimento da investigação desta pesquisa, utilizamos a Hemeroteca Digital, que nos forneceu fontes necessárias para que pudéssemos desenvolver nossa discussão em torno das representações da educação feminina, que eram propagadas pelo jornal Brado Conservador. Deste modo, essa pesquisa tem como objetivo identificar como os espaços sociais, políticos e religiosos determinavam as representações criadas em torno da educação feminina. Analisando o impresso como fonte histórica sobre a educação da mulher no oitocentos, compreende-se, por meio de leituras sobre o viés das representações, de Chartier (2002), como o jornal serviu de influência na manutenção de ideais conservadores da época sobre a representação da educação feminina. Para o desenvolvimento desta investigação, utilizamos de suporte teórico-metodológico a Nova História Cultural, que nos permitiu a compreensão da história dos cidadãos comuns e a caminhar por outros olhares que representam a sociedade oitocentista. Para fundamentar as discussões acerca da história das mulheres, recorri aos escritos de Morais (1996; 2002), Perrot (2005; 2007; 1998; 2017) e Del Priore (2004; 2016; 2020), que contribuíram para a compreensão e problematização em torno da educação feminina, de forma socioeducativa, dentre seus limites e possibilidades. A partir desta pesquisa identificamos a representação conservadora e limitante que o jornal, Brado Conservador, propagou sobre a educação feminina durante o século XIX, na cidade de Assú (RN).