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Navegando por Autor "Nunes, Maria Lúcia da Silva"

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    Tese
    O Curso Normal de 1º Ciclo em Assu/RN (1951-1971)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011-03-31) Dutra, Maria da Conceição Farias da Silva Gurgel; Morais, Maria Arisnete Câmara de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763996P8; ; http://lattes.cnpq.br/6304265259642189; Nunes, Maria Lúcia da Silva; ; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774; Machado, Charliton José dos Santos; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792579T4; Paiva, Marlúcia Menezes de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790180Z4; Pinheiro, Rosánalia de Sá Leitão; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4762962D6; Rocha Neto, Manoel Pereira da; ; http://lattes.cnpq.br/8133980836563371
    A proposta deste estudo é a análise da história do Curso Normal de 1º Ciclo em Assu, Rio Grande do Norte, desde a sua criação pela Lei Estadual n. 621, de 06 de dezembro de 1951, até a sua extinção, com a implementação do Curso de Magistério, pela Lei Federal n. 5.692 de 11 de agosto de 1971. O objetivo é responder como se constituíram o funcionamento e as práticas educativas de tal instituição, formadora de professoras, ao longo de sua existência. Para tanto, são analisados documentos da instituição em destaque, entrevistas, legislações da educação, jornais e livros da época, norteando-se pelos estudos de Chartier (1991), Elias (2001), Certeau (2001), Frago (1995), Magalhães (2005) e Julia (2001). Em se tratando de uma instituição de ensino, a categoria de análise central é a de cultura escolar, a qual subsidiou o recorte das categorias específicas do estudo, a saber: o ingresso no Curso Normal, a colação de grau, a Semana da Normalista em Assu e elementos formativos. O Curso Normal de 1º Ciclo formava professores em nível ginasial, diferenciando-se das escolas de formação docente de 2º Ciclo. Foi fundado em Assu como Curso Normal Regional e denominado de Ginásio Normal em 1961. No recorte temporal pesquisado, formaram-se 279 mulheres e 07 homens como Regentes de Ensino Primário, evidenciando-se como uma escola frequentada, praticamente, pelo sexo feminino. Na narrativa, reconstitui-se a inserção das alunas no Curso Normal, enfocando os processos de matrícula e os Exames de Admissão; os eventos de formatura, permeados de discursos sobre a função social da professora e a festa Semana da Normalista, que valorizava o sentimento de pertença das estudantes em relação à profissão. Por meio de peças de teatro escolar, de práticas formadoras de comportamentos e dos estágios das alunas na escola primária, elementos de formação são recompostos, evidenciando-se o discurso da educação moderna, entremeado com valores da cultura cristã católica para a educação feminina. A recomposição da identidade histórica dessa instituição ora próxima, ora singular, quando confrontada com outras escolas de formação docente, traz uma contribuição para a configuração da história da educação escolar norte-rio-grandense
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    Tese
    Curso Normal Regional de Mamanguape/PB (1949-1957): educação redentora para ascensão e controle social
    (2016-02-19) Soares, Maria Valdenice Resende; ; ; Azevedo, Crislane Barbosa de; ; Menezes, Antonio Basilio Novaes Thomaz de; ; Medeiros Neta, Olivia Morais de; ; Nascimento, José Mateus do; ; Nunes, Maria Lúcia da Silva; ; Silva, Severino Bezerra da;
    Curso Normal Regional de Mamanguape (1949-1957)- educação redentora para ascensão e controle social é um escrito histórico, que nascido no seio de um Programa de Pós - graduação em Educação, responde ao seu objetivo de pesquisa: compreender as práticas escolares desenvolvidas ao longo da trajetória educacional desta instituição. O nosso recorte temporal se justifica pelo tempo de funcionamento deste curso, de seu nascimento, que ocorre na criação do Curso Normal Regional de Mamanguape (1o ciclo do ensino normal), pelo Decreto nº. 151, de 24 de março de 1949 até o seu término em 1957, pois, neste ano houve a conclusão da última turma do Curso Normal Regional no município. A preferência dos discentes pelo curso ginasial instalado no ano de 1952 no Instituto Moderno (abrigo de outras instituições, entre elas o Curso Normal Regional de Mamanguape e o Ginásio Mathias Freire) foi um dos fatores que levou o encerramento das atividades do curso de preparação de professoras para o ensino primário. Dialogamos com referenciais que compreendem as realidades vividas como construções sociais complexas, um exercício, que nos levou a busca de indícios para compor uma narrativa mais próxima possível do real, do vivido neste espaço educativo. A dimensão do real aqui exposto está ancorada na ideia difundida por Chartier (2009, 2013), o qual desloca a noção de verdade por representação. Revelam-nos modos de ser e fazer a partir de interações múltiplas de indivíduos que se interligam, segundo Elias (1970) numa configuração social por grupos interdependentes. Cada movimento pressupõe aliança, conflito, disputas duráveis ou não na instituição educativa e esta deve ser analisada, de acordo com Magalhães (2004), por meio do estudo de uma polifonia em ação, onde duas ou mais vozes se desenvolvem preservando a mesma textura sonora, neste caso, a mesma intenção: a formação de professoras para o ensino primário. Utilizamos fontes (não) oficiais (leis, ofícios, relatórios, jornal, livros memorialísticos e caderno de estudo) e oral e iconográfica cedidas por duas ex-alunas do curso. Identificamos nas leituras feitas a partir das fontes, duas categorias de análise: gênero e cultura escolar. Desta feita, concluímos que a criação e instalação do Curso Normal Regional de Mamanguape, em 1949, foi um processo inicial de um movimento de renascimento econômico e cultural do município, desenvolvido por um grupo da elite social mamanguapense, destacando o caráter redentor da educação, visto como um meio de ascensão e controle social. Bem como, a formação de professoras primárias, imbuídas da função social da mulher como esposa, mãe e professora responsável pelo bem estar da criança e do adulto, alegria da casa e segurança de uma pátria forte.
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    Dissertação
    As diretoras do Instituto de Educação Presidente Kennedy: a feminização da gestão educacional na instituição (Rio Grande do Norte, 1952 – 1975)
    (2017-02-23) Nascimento, Maria Cláudia Lemos Morais do; Morais, Maria Arisnete Câmara de; http://lattes.cnpq.br/4223328278394193; http://lattes.cnpq.br/0435420282059008; Paiva, Marlucia Menezes de; http://lattes.cnpq.br/2624591870785039; Medeiros Neta, Olivia Morais de; https://orcid.org/0000-0002-4217-2914; http://lattes.cnpq.br/7542482401254815; Nascimento, José Mateus do; http://lattes.cnpq.br/9176401714554967; Nunes, Maria Lúcia da Silva; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774
    No Brasil, o magistério primário passou no início do século XX por um processo de feminização na frequência das Escolas Normais pelas moças. Recuperar a trajetória dessas mulheres no magistério se configura em um entrelaçamento entre história das mulheres e história da educação, num momento que a profissão ainda permanece predominantemente feminina. Dentro desse contexto, essa pesquisa visa analisar a atuação das professoras/diretoras que dirigiram e lecionaram no Instituto de Educação Presidente Kennedy em Natal, Rio Grande do Norte, entre 1952 e 1975. Insere-se na temática da História das Instituições escolares e da formação de professores e fundamenta-se nos pressupostos da História Cultural de Burke (2008), Chartier (1990), Morais (2002; 2003; 2006), dentre outros autores. Realizamos a coleta de fontes no acervo do Instituto Superior de Educação Presidente Kennedy, Arquivo Público do Estado e no acervo do Grupo de Pesquisa História da Educação, Literatura e Gênero/UFRN. Entre a presença das Diretoras, destaco: Francisca Nolasco Fernandes, Crisan Siminéa, Ezilda Elita do Nascimento, Teresinha Pessoa Rocha e Maria Arisneide de Morais. Francisca Nolasco Fernandes, primeira Diretora da Escola Normal de Natal, em exercício entre 30 de setembro de 1952 a 30 de janeiro de 1956 e na segunda gestão de 24 de março de 1959 a 1966. Francisca Nolasco Fernandes foi a primeira diretora da Escola Normal de Natal, do Instituto de Educação e Instituto de Educação Presidente Kennedy. Crisan Siminéa, diretora da Instituição entre os anos de 1967 a 1969. Ezilda Elita do Nascimento, diretora da unidade Escola de Aplicação entre 1963 a 1968. Teresinha Pessoa Rocha, diretora do Jardim de Infância Modelo entre os anos de 1960 a 1970. Maria Arisneide de Morais diretora entre os anos de 1970 a 1975. O estudo evidenciou que estas professoras fazem parte das primeiras diretoras do Instituto de Educação Presidente Kennedy e que, a partir delas, especificamente na figura de Dona Francisca Nolasco Fernandes, observarmos o estabelecimento de um novo quadro de gestão predominantemente feminino na referida Instituição de formação de professores. Esse trabalho tem o objetivo de analisar o processo de feminização dos quadros de gestão do Instituto de Educação de Natal/RN, e a atuação educativa das professoras/diretoras. Justifica-se pelo nosso interesse em investigar o papel e as contribuições dessas mulheres frente à educação no Estado do Rio Grande do Norte.
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    Tese
    A educação da mulher em Lima Barreto
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2007-11-22) Silva, Jomar Ricardo da; Morais, Maria Arisnete Câmara de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763996P8; ; http://lattes.cnpq.br/5186606617680167; Machado, Charliton José dos Santos; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792579T4; Nunes, Maria Lúcia da Silva; ; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774; Stamatto, Maria Inês Sucupira; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783533Y2; Pinheiro, Rosánalia de Sá Leitão; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4762962D6; Santos, Ligia Pereira dos; ; http://lattes.cnpq.br/3276943338566102
    Apesar das nuances que impelem seus estudiosos, no debate em relação aos seus escritos, a rotulá-lo de misógino ou de filógino, Lima Barreto constrói uma concepção educativa da mulher em suas produções ficcionais. Portanto, o nosso objetivo é compreender, através de indícios presentes na obra deste escritor, como se efetivava a educação das mulheres, no início do século XX, para a consecução da diferenciação histórica das relações de gênero. Justificamos o recorte em razão da periodicidade da divulgação da obra de Lima Barreto ter começado em 1900, com a publicação das crônicas em jornais, até a sua morte em 1922. Para tanto, identificamos os códigos e regras forjados nos processos sociais para assimilação pela criança, através de diversas instituições, com a finalidade de instigar a produção de comportamentos e práticas sociais representados nas maneiras de estar homem e mulher numa sociedade em processo de mudança. Entendemos as relações de gênero no interior de uma sociedade através do conceito de configuração, tratado por Norbert Elias (1970) como os laços de interdependência a jungir os indivíduos. Em se tratando de realizar uma pesquisa sobre a obra de Lima Barreto, o emprego do método indiciário proposto por Ginzburg (1989), com o objetivo de reconstruir uma concepção de educação para a mulher demonstra ser mais adequado. Os romances e contos analisados apontam para a construção de categorias como educação da mulher, família, amor e sedução, que demonstram o engajamento do escritor Lima Barreto com os problemas sociais do período investigado. Concluímos que a diferenciação de gênero se constituiu na educação familiar, de forma diferenciada para homens e mulheres e incutiu neles uma perspectiva de casamento que, quando consumado, representava uma frustração para as mulheres, levando-as a empreender práticas de enfretamento às estratégias de dominação através da vida celibatária ou do adultério. Esta pesquisa é uma reflexão a partir de determinadas representações como justiça, respeito e deveres, que foram as ideias defendidas por Lima Barreto em sua obra, tanto para as situações mais amplas da vida social quanto para as relações de gênero em particular
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    Tese
    Entre o desejável e o possível: a Escola de Aprendizes Artífices do Rio Grande do Norte: 1909-1937
    (2016-02-29) Silva, Luisa de Marilac de Castro; ; ; Menezes, Antonio Basilio Novaes Thomaz de; ; Azevedo, Crislane Barbosa de; ; Cavalcante, Ilane Ferreira; ; Nascimento, José Mateus do; ; Nunes, Maria Lúcia da Silva; ; Barbosa Júnior, Walter Pinheiro;
    Esta tese propõe-se investigar a organização da EAA-RN (Escola de Aprendizes Artífices do Rio Grande do Norte) no período de 1909 a 1937, buscando compreender a sua materialidade, pelas incursões aos arquivos, pelas fontes selecionadas, pelo diálogo entre o entendimento de história das instituições educativas e seus agentes com a cultura escolar (ou práticas, na acepção de Roger Chartier). As fontes selecionadas foram: leis, decretos e regulamentos, mensagens dos governadores do Rio Grande do Norte, Relatórios do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, correspondências e fotografias. Na análise das fontes documentais utilizamos as noções de agentes e sujeitos, em nossa pesquisa identificados como servidores e aprendizes/estudantes e cultura escolar. Compreendemos que houve um distanciamento entre o desejável, explicitado na legislação e o possível, revelado na cultura escolar/práticas educativas da instituição.
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    Tese
    Escola e infância: processo de institucionalização dos jardins-de-infância na capital do Maranhão no período de 1870 até a década de 1930
    (2018-02-20) Morais, Rachel Tavares de; Stamatto, Maria Inês Sucupira; ; ; Nascimento, Francinaide de Lima Silva; ; Morais, Grinaura Medeiros de; ; Aquino, Luciene Chaves de; ; Morais, Maria Arisnete Câmara de; ; Nunes, Maria Lúcia da Silva; ; Paiva, Marlucia Menezes de;
    A presente pesquisa trata do processo social de institucionalização dos jardins-deinfância na capital do Estado do Maranhão (1870 a 1930). Partimos do pressuposto que o aparecimento dos jardins-de-infância no cenário maranhense ocorreu como um elemento de distinção social no atendimento escolar da criança menor de sete anos de idade, com fases marcadas por oposições e tensões entre grupos sociais que vinham se ocupando do campo da educação infantil. Trata-se de uma pesquisa documental e bibliográfica. Para tanto, examinamos jornais não pedagógicos, como Pacotilha, Diário de São Luís, O Combate, O Jornal, Notícias, assim como, jornais pedagógicos, leis, decretos, mensagens governamentais. Também fizemos uso de publicações de autores maranhenses no campo da educação como o livro A Criança (1909) e Questões da Educação (1934). Na análise e interpretação das fontes buscamos levantar marcas distintivas durante o processo de institucionalização dos jardins-de-infância que legitimaram estes estabelecimentos no cenário educacional maranhense. O Jardim de Infância Rosa Nina e o Jardim de Infância Decroly aparecem com destaque nesta pesquisa confirmando o caráter social distintivo devido ao envolvimento com agentes sociais que se ocupavam das questões educacionais de sua época. Ao apresentar o processo de institucionalização destes estabelecimentos esperamos contribuir com a história da educação maranhense e sobre o atendimento escolar para crianças menores de sete anos na capital do Estado do Maranhão.
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    Tese
    A escola normal de natal (Rio Grande do Norte, 1908-1971)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2013-02-26) Silva, Francinaide de Lima; Morais, Maria Arisnete Câmara de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763996P8; ; http://lattes.cnpq.br/4779942540702598; Nunes, Maria Lúcia da Silva; ; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774; Machado, Charliton José dos Santos; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792579T4; Stamatto, Maria Inês Sucupira; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783533Y2; Menezes, Antonio Basílio Novaes Thomas de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4797673U6; Paiva, Marlúcia Menezes de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790180Z4
    A pesquisa analisa a história da formação de professores em Natal, Rio Grande do Norte, entre 1908 e 1971. Insere-se na temática da História das Instituições Escolares e da Formação de Professores e investiga o percurso da Escola Normal de Natal na preparação de professores primários. Fundamenta-se nos pressupostos de Chartier (1990), Chervel (1990), Elias (1994), Nóvoa (1987), Schriewer (2000), dentre outros, como também em documentos localizados, principalmente, no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte|IHGRN como Atas, Ofícios, Relatórios dos Diretores da Instrução Pública, Leis, Decretos, Mensagens dos Governadores, além de artigos dos jornais A Capital, A Ordem e A República, bem como da revista Pedagogium (1921-1940). No Arquivo Público do Estado|APE encontramos o Livro de Honra (1914-1919), Diários de Classe e o Livro de Inscrição dos Grupos Escolares. Do Memorial do Atheneu analisamos a Ata da Congregação do Atheneu e da Escola Normal (1897) e do Instituto de Educação Superior Presidente Kennedy o Livro de Registro Nominal dos Professores Diplomados pela Escola Normal. Propomos o estudo comparado da gênese da Escola Normal Primária de Lisboa e de Natal, ancorados no problema da análise dos sentidos atribuídos ao modelo de instituição. Pesquisamos nos acervos da Biblioteca Nacional de Portugal|BNP e da Escola Superior de Educação de Lisboa|ESELX, antigo prédio da Escola Normal Primária, nos quais encontramos Atas, Livros, Manuais de Pedagogia e Regimentos Internos. O estudo evidenciou que estas Escolas Normais surgiram do mesmo substrato histórico, como também a consonância entre os dois países no que concerne a um modo de saber que associava políticos, professores, médicos, higienistas e os demais especialistas da sociedade envolvidos com a educação. Constatamos, ainda, a presença de um discurso pedagógico próprio à escola primária e ao preparo do magistério. De modo particular, a Escola Normal de Natal funcionou em diferentes espaços e consolidou-se como a instituição responsável pelo preparo dos mestres primários. Enquanto locus da formação de professores constituiu uma forma escolar própria, a partir da produção e veiculação de saberes específicos e de modos de fazer peculiares. Saberes os quais deram suporte ao preparo profissional para o magistério e que estavam em conformidade com o movimento pedagógico mundial, as ideias, discussões e reflexões dos pedagogos e dirigentes educacionais. A Escola Normal de Natal era um espaço de atividades pedagógicas, de afirmação profissional, um lugar de reflexão sobre as ações que conferiram aos professores a representação de profissionais produtores de saberes os quais legitimaram a instrução e a profissão docente
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    Tese
    História das mulheres idosas do Grupo Aurora da Vida Campina Grande-PB (1940-1950)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2007-04-26) Araújo, Maria de Fátima Ferreira de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763996P8; ; Nunes, Maria Lúcia da Silva; ; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774; Cavalcante, Ilane Ferreira; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4778176A6; Fraga, Maria da Conceição; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4761546P6; Paiva, Marlúcia Menezes de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790180Z4
    A pesquisa intitulada História das mulheres idosas do Grupo Aurora da Vida Campina Grande-PB (1940 -1950), surgiu a partir da indagação sobre o interesse das mulheres em voltar à escola após 60 anos, numa etapa da vida considerada por muitos como uma fase de reclusão e finitude. A questão norteadora desse trabalho: Qual é a história da educação das mulheres idosas do Grupo Aurora da Vida, durante o período correspondente à infância? Do grupo de 25 mulheres que estavam estudando no Projeto Digna, foram selecionadas 13, com idade entre 65 a 80 anos, aqui cognominadas de: Perpétua, Florinda, Benta, Ambrósia, Celestina, Cordélia, Circe, Filomena, Desdêmona, Dorotéia, Ofélia, Martírius e Nausica. Recorremos para o embasamento teórico-metodológico, autores que valorizam e apresentam a história dos excluídos, como uma história em construção, dentre eles destacamos Chartier, Halbwachs, Elias, Perrot, Bosi, Bezerra, Morais e Machado. Como fonte de pesquisa, fizemos uso das narrativas em entrevistas com roteiro semi-estruturado e perguntas abertas, em que as mulheres pudessem falar das suas histórias de vida. Coletamos dados pessoais no arquivo da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), da prefeitura de Campina Grande - PB. Consultamos legislação pertinente à temática na Constituição Brasileira, no Estatuto e na Política Nacional do Idoso. O estudo revelou como categorias de análise os temas: pobreza, trabalho, lembranças, brincadeiras e castigos escolares. Constatamos que, na configuração da época vivida por estas mulheres, a educação formal não se constituía como prioridade. Significa dizer que o lugar social da mulher já estava pré-determinado em função do casamento, da pró-criação, do cuidar da família e para o mundo interno do lar. Portanto pesquisar este objeto de estudo é contribuir com o registro da história dos excluídos, com a quebra do silêncio e, em particular, o silêncio das mulheres ignoradas e alijadas da produção historiográfica
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    Tese
    Um jogo de lembranças: gênero, cultura e história local na prática educativa de Julieta Pordeus Gadelha (1950-2000)
    (2016-12-15) Cavalcanti, Ana Paula Mendes Rodrigues; Morais, Maria Arisnete Câmara de; http://lattes.cnpq.br/4223328278394193; Menezes, Antonio Basilio Novaes Thomaz de; http://lattes.cnpq.br/5195640047312319; Machado, Charliton José dos Santos; https://orcid.org/0000-0002-4768-8725; http://lattes.cnpq.br/2036729143677618; Nascimento, José Mateus do; http://lattes.cnpq.br/9176401714554967; Stamatto, Maria Inês Sucupira; http://lattes.cnpq.br/7289548301555477; Nunes, Maria Lúcia da Silva; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774; Medeiros Neta, Olivia Morais de; http://lattes.cnpq.br/7542482401254815
    A prática educativa parte de um conjunto de atividades realizadas que se transformam, muitas vezes, numa aprendizagem deixada para as pessoas não sendo, necessariamente, realizada no cotidiano da sala de aula. Assim, o presente trabalho tem como objeto de pesquisa a escritora sousense Julieta Pordeus Gadelha e como objetivo trazer a história e memória de sua prática educativa através de todo o legado cultural que deixou para o município de Sousa - Paraíba, tais como os livros, as publicações na Revista Letras do Sertão, a confecção da bandeira e a construção do hino do município, além da fundação do Centro Cultural e Memorial de Sousa Tozinho Gadelha. O recorte temporal por nós adotado remonta a década de 1950 a 2000, período em que começa sua trajetória de escritora, com crônicas que sobre a historiografia, os costumes e o cotidiano do município de Sousa concluindo com a inauguração do Centro Cultural e Memorial de Sousa Tozinho Gadelha, em homenagem a seu pai, no ano 2000. Para a concretude da pesquisa, as fontes tais como fotos, documentos da Escola Normal São José, livros diversos, além de entrevistas com familiares e colegas da época estudantil, foram necessárias. Percorremos os caminhos da metodologia através do referencial teórico de Peter Burke, baseado na Nova História Cultural, no conceito de práticas e representação utilizado por Chartier e nas categorias de análise gênero, prática educativa e história local que tomamos como base em diversos autores como Morais, Almeida, Scott, Libâneo, Julia, Bittencourt, Sousa, entre outros. Para além de uma conclusão, posto que ainda temos muito o que explorar, consideramos que Julieta Gadelha é uma mulher de várias facetas se destacando entre estas, a normalista, a escritora, a religiosa, a historiadora, a compositora e a artista no município de Sousa, Sertão da Paraíba pelas várias contribuições para a história daquele lugar através de publicações de obras como crônicas e livros, a construção do hino, o desenho da bandeira e a organização de um museu. Por isso, trazer para este trabalho, a memória e história de sua prática educativa, se torna importante para que o legado cultural deixado não caia na história dos silenciados pela história, nem no esquecimento para os sousenses.
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    Tese
    Normalistas da primeira turma da Escola Normal de Natal (1908-1950)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2019-07-03) Morais, Janaína Silva de; Morais, Maria Arisnete Câmara de; http://lattes.cnpq.br/4223328278394193; http://lattes.cnpq.br/9235274909720148; Stamatto, Maria Inês Sucupira; http://lattes.cnpq.br/7289548301555477; Paiva, Marlucia Menezes de; http://lattes.cnpq.br/2624591870785039; Medeiros Neta, Olivia Morais de; http://lattes.cnpq.br/7542482401254815; Nunes, Maria Lúcia da Silva; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774; Nascimento, José Mateus do; http://lattes.cnpq.br/9176401714554967; Nascimento, Francinaide de Lima Silva; http://lattes.cnpq.br/4779942540702598
    A presente pesquisa analisa vestígios da atuação de professores e professoras formados na primeira turma da Escola Normal de Natal, Rio Grande do Norte, em 1910. O objetivo é conhecer os caminhos percorridos por esses docentes, que atuaram no processo de profissionalização do magistério e representaram um novo perfil docente para o estado. Perscrutamos a trajetória de formação, os espaços de atuação profissional e as práticas educativas dessa turma, seja em sala de aula, seja nos espaços de divulgação dos ideais pedagógicos da época. Fundamentamos nossa pesquisa nos pressupostos de Chartier (1990), Certeau (1982), Nóvoa (1987), Catani (2010). Pesquisamos nos acervos do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN); do Arquivo Público do Estado (APE/RN); da Biblioteca Nacional Digital; e da Escola Caetano de Campos (São Paulo). Nesses acervos localizamos documentos oficiais, como leis e decretos, Regimento Interno dos Grupos Escolares, mensagens e discursos dos governadores do Estado; documentos que compõem a escrituração escolar, como os Livros de Ponto, os Livros de Inscrição dos Grupos Escolares, os Relatórios de Inspeção, os Diários de Classe e as Cartilhas e Livros de Ensino utilizados em sala de aula; revistas, como a Pedagogium e a Revista de Ensino; e jornais A República, A Ordem, O Poti e Diário do Natal. Na primeira turma da Escola Normal de Natal formaram-se vinte e sete normalistas. Vinte mulheres e sete homens. São eles: Amphilóquio Carlos Soares da Câmara, Annita de Oliveira, Arcelina Fernandes, Áurea Fernandes Barros, Beatriz Cortez, Clara Fagundes, Ecila Pegado Cortez, Francisca Soares da Câmara, Francisco Ivo Cavalcanti, Guiomar de França, Helena Botelho, José Rodrigues Filho, Josefa Botelho, Judith de Castro Barbosa, Luiz Antônio dos Santos Lima, Luiz Correia Soares de Araújo, Manoel Tavares Guerreiro, Maria Abigail F. de Mendonça, Maria da Conceição Fagundes, Maria das Graças Pio, Maria de Belém Câmara, Maria do Carmo T. Navarro, Maria Julita de Oliveira, Maria Nathália S. da Fonseca, Olda Marinho, Severino Bezerra de Melo e Stella Vésper Ferreira Gonçalves. O estudo evidenciou que os/as normalistas diplomados na primeira turma da Escola Normal de Natal formaram-se a partir dos novos preceitos da escola primária pensada pela República. Atuaram nas instituições de ensino primário (Grupos Escolares e Colégios particulares, como professores e diretores); nos órgãos governamentais (Diretoria de Instrução Pública e Departamento de Educação do Estado, como inspetores e diretores gerais); na Associação dos Professores do RN, assumindo os cargos de diretoria da instituição; e nos veículos de comunicação impressos, com a direção e publicação de livros e artigos em jornais e revistas pedagógicas. Normalistas que tinham em comum, não somente a formação na Escola Normal de Natal, mas estavam em sala de aula, nos órgãos públicos e administrativos, nas associações, nas redações e em outros meios, produzindo práticas, delineando condutas e mentalidades. Representavam os/as docentes da moral, atendiam aos preceitos vigentes e contribuíram para a profissionalização docente do norte-rio-grandense. Formas de ser e fazer docente que evidenciam a história do magistério no estado.
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    Dissertação
    A presença do professor Luiz Correia Soares de Araújo no Grupo Escolar Frei Miguelinho (1912-1967)
    (2015-04-16) Pinto, Amanda Thaise Emerenciano; Morais, Maria Arisnete Câmara de; ; ; Menezes, Antonio Basilio Novaes Thomaz de; ; Nascimento, José Mateus do; ; Nunes, Maria Lúcia da Silva;
    Com objetivo de contribuir para a historiografia da educação no Brasil, em especial no Rio Grande do Norte, este trabalho analisa a presença do professor Luiz Correia Soares de Araújo no Grupo Escolar Frei Miguelinho no período compreendido entre 1912 à década de 1967. As fontes utilizadas são os documentos encontrados no acervo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, no Arquivo Público do Estado, Biblioteca Central Zila Mamede e Escola Estadual Padre Miguelinho, e fundamento teórico metodológico em autores como Chartier (1990), Vidal (2006) e Morais (2003; 2006). O professor Luiz Soares nasceu em Assu em 18 de janeiro de 1888, e iniciou suas atividades logo após se formar na primeira turma da Escola Normal de Natal em 1910, no qual foi orador da turma. Exerceu sua função docente no Grupo Escolar Almino Afonso em 1911, de Martins, logo após sendo transferido para sua terra natal. No bairro do Alecrim, em Natal/RN, realizou sua maior atuação, em 54 anos de múltiplas atividades no Grupo Escolar Frei Miguelinho. Desde a sua inauguração em 1913, quando foi nomeado para ser o diretor até o dia de sua morte, Luiz Soares esteve presente no mesmo estabelecimento de ensino público, empreendendo atividades educativas que proporcionassem aos moradores do bairro e aos alunos matriculados no Grupo uma melhor qualidade de vida com ênfase na educação. Lecionava a cadeira de Moral e Civismo e criou a Associação de Escoteiros do Alecrim que funcionava, também, no Grupo Escolar Frei Miguelinho. Foi presidente da Associação de Professores do Rio Grande do Norte, membro do Instituto Histórico e Geográfico do RN, e presidente da Revista Pedagogium. Este estudo demonstrou a importância do professor Luiz Soares no Grupo Escolar Frei Miguelinho no tocante a sua atuação como professor e diretor.
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    Dissertação
    Professoras primárias do Seridó Norte-Rio-Grandense – Maria José do Nascimento, Olívia Pereira e Theodora Valle (1927-1947)
    (2016-02-19) Araújo, Nanael Simão de; Morais, Maria Arisnete Câmara de; ; ; Stamatto, Maria Inês Sucupira; ; Medeiros Neta, Olivia Morais de; ; Machado, Charliton José dos Santos; ; Nunes, Maria Lúcia da Silva;
    O presente trabalho tem por objetivo analisar as práticas educativas das professoras MariaJosé do Nascimento, Olívia Pereira e Theodora Valle na Região do Seridó norte-rio-grandenseentre os anos 1927 a 1947. Nesse período, estas professoras atuaram em instituições de ensinoprimário como Escolas Rudimentares e Grupos Escolares. As fontes documentais utilizadasem nosso estudo compreendem: artigos de jornais, Mensagens Governamentais, Leis eDecretos, localizados no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte,documentos escolares como; Livro de Ata, Livro de Bens Móveis e Livro de EventosEscolares, localizados no Grupo Escolar Antônio Batista (situado no município deJucurutu/RN) e no Grupo Escolar Senador Guerra (situado no município de Caicó/RN), alémde depoimentos de ex-alunos, familiares e colegas de profissão destas professoras. Tratando-se de um estudo de caráter histórico pautado na perspectiva da História Cultural, nosfundamentamos nas teorizações de Burke (1992), Certeau (2002), Chartier (1990) e Morais,M. (1996). Ao pesquisar as práticas educativas dessas professoras primárias, constatamos suascontribuições para a formação educacional dos seridoenses principalmente no ensino daleitura e da escrita. Bem como, suas contribuições para a expansão do ensino primário para osertão potiguar, inclusive nas cidades menores, vilas e povoações seridoenses ondelecionaram essas profissionais.
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    Tese
    Professores sim, jornalistas também: presença de intelectuais no Seridó norte-rio-grandense (1917-1931)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2020-02-20) Araújo, Nanael Simão de; Morais, Maria Arisnete Câmara de; http://lattes.cnpq.br/4223328278394193; http://lattes.cnpq.br/5869651095033345; Paiva, Marlucia Menezes de; http://lattes.cnpq.br/2624591870785039; Stamatto, Maria Inês Sucupira; http://lattes.cnpq.br/7289548301555477; Barbosa Júnior, Walter Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/7532911538772143; Nascimento, Francinaide de Lima Silva; http://lattes.cnpq.br/4779942540702598; Nascimento, José Mateus do; http://lattes.cnpq.br/9176401714554967; Nunes, Maria Lúcia da Silva; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774
    Este trabalho teve por objetivo analisar, as práticas educativas dos professores Joaquim Coutinho, Júlia Medeiros, Dolores Diniz e Leonor Cavalcanti na cidade de Caicó/RN, entre as décadas 1920 e 1940. Nesse período, esses professores utilizaram a imprensa local para registrar e difundir práticas que realizavam cotidianamente nas salas de aula do Grupo Escolar Senador Guerra, instituição onde juntos lecionaram. Essa pesquisa fundamentou-se nos pressupostos de Chartier (1990), Certeau (2002), Julia (1995) e Sirinelli (2003), dentre outros. Em documentos como artigos de jornais, Mensagens Governamentais, Leis e Decretos e o Regimento Interno dos Grupos Escolares do Rio Grande do Norte (1925), localizados no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, bem como, o Diário de Classe da Cadeira Infantil Mista do Grupo Escolar Senador Guerra (1925), o Livro de Eventos Escolares do Grupo Escolar Senador Guerra (1937-1949) e exemplares do jornal O Ideal da Juventude (1931), localizados no acervo desse Grupo Escolar (atualmente Escola Estadual com a mesma denominação). Também foram utilizados documentos como os exemplares remanescentes do Jornal das Moças (1926), existentes no acervo do Laboratório de Documentação Histórica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LABORDOC) situado no Centro de Ensino Superior do Seridó – CERES/UFRN – Campus de Caicó e exemplares do jornal A Escola, existentes no acervo pessoal da professora Dolores Diniz. Igualmente, fundamentamos esse estudo em documentos como: registros fotográficos, manuscritos e impressos cedidos por familiares e amigos desses professores. Essa pesquisa evidenciou a contribuição dos professores estudados para a educação do estado do Rio Grande do Norte, uma vez que as suas práticas estiveram ancoradas nas prescrições da Lei nº 405, de 29 de novembro de 1916, também denominada como Lei Orgânica do Ensino, que, entre outras deliberações, buscou a modernização da instrução pública, orientando a criação de novas escolas, bem como, a manutenção e fiscalização do ensino primário. A partir desse estudo, constata-se que, ao publicarem textos hemerográficos que discutiam sobre suas práticas educativas, esses professores colaboraram para a imprensa pedagógica norte-rio-grandense e, de maneira mais específica, da região do Seridó.
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    Tese
    Sociedade, mulher e educação nos romances de Graciliano Ramos
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2005-05-19) Nunes, Maria Lúcia da Silva; Morais, Maria Arisnete Câmara de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763996P8; ; http://lattes.cnpq.br/3488638146623774; Camargo, Maria Rosa Rodrigues Martins de; ; http://lattes.cnpq.br/3060869388251465; Machado, Charliton José dos Santos; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792579T4; Silva, Rosália de Fátima e; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4794938U8; Flores, Maria da Conceição Crisóstomo de Medeiros Gonçalves Matos; ; http://lattes.cnpq.br/4538331544565400
    Este trabalho, Sociedade, mulher e educação nos romances de Graciliano Ramos, cujo objeto de estudo é a história da educação da mulher na década de 1930, apresenta-se como uma leitura da representação da mulher e da configuração da sociedade brasileira no referido período. Utilizo como fonte os romances São Bernardo, Angustia e Vidas secas do escritor alagoano Graciliano Ramos (1892 1953) associados à leitura das Constituições, do Código Civil e de mensagens presidenciais daquela década e aos textos produzidos por outros estudiosos que apresentam alguma relação com a temática ora abordada. Busco em Chartier (1988, p.21) a definição para representação que pode ser compreendida como a relação entre uma imagem presente e um objeto ausente , aquela tendo o valor deste porque com ele se harmoniza. Recorro ao conceito de configuração dado por Elias (1969) que a entende como sendo o agrupamento social formado pela rede de interdependências que se dá entre um conjunto de indivíduos reunidos por um motivo qualquer. A totalidade das ações de cada indivíduo com o outro, permeada de pontos de tensão e de equilíbrio, é o que caracteriza cada configuração; seja a reunião de professores e alunos numa sala de aula, seja o encontro de amigos na mesa de bar, por exemplo. A tentativa de compreender a representação da mulher, escolarizada ou não, os papéis a ela atribuídos na sociedade conforme o seu grau de instrução e como essa mesma sociedade via essa mulher guiou-me por categorias que foram sendo definidas no decorrer das sucessivas leituras: gênero, estado civil, educação, domínio da linguagem, sexualidade, casamento, família, mulher ideal. Realizo esta leitura - a que me foi possível fazer - com a pretensão de não ter perdido de vista a relação entre história e literatura nem esquecido as especificidades de cada uma
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