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Navegando por Autor "Oliveira, Júlia Diniz de"

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    TCC
    Agricultura urbana/periurbana e agricultura familiar no contexto das políticas públicas durante a pandemia da covid-19 no RN
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-12-22) Pereira, Elvis Natan Dantas; Azevedo, Francisco Fransualdo de; http://lattes.cnpq.br/2719998085102847; http://lattes.cnpq.br/1219257273667161; Oliveira, Júlia Diniz de; https://orcid.org/0000-0002-4259-245X; http://lattes.cnpq.br/6771490646111216; Aquino, Joacir Rufino de; https://orcid.org/0000-0003-0772-7141; http://lattes.cnpq.br/7727801529182319
    O fenômeno da Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), apesar de passar despercebido a parte da sociedade, existe e traz repercussões expressivas no território. Desde a produção, durante a distribuição e até o consumo, o modelo, que é posto em prática dentro das cidades ou nas regiões periurbanas, cria e desenvolve circuitos econômicos que podem envolver desde poucas famílias até frações importantes de populações. No Brasil, é uma prática que pode ser constatada em grande parte dos centros urbanos. Se apresenta como uma opção usada para a complementação da renda para muitos produtores, inclusive para populações vulneráveis. Dito isto, o objetivo principal do presente trabalho é fazer um estudo sobre o fenômeno da agricultura urbana e periurbana na Região Metropolitana de Natal, correlacionando-a com a agricultura familiar, e a maneira como as políticas públicas a acessam, principalmente o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), apontando sua importância para diminuição do impacto da fome entre famílias em situação de vulnerabilidade durante o período da pandemia de COVID 19. Para isso, foi desenvolvida uma pesquisa bibliográfica sobre o tema; foram realizadas pesquisas de campo em diversas hortas na citada região, bem como a coleta e análise de dados primários e secundários sobre a população e agricultura, e sobre a forma como a agricultura familiar, que já fazia parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar, se insere no contexto das compras institucionais. Foi verificado que parte dos gêneros alimentares produzidos dentro da Região Metropolitana de Natal, principalmente nos municípios limítrofes, foram aquiridos através do PNAE e posteriormente distribuídos às famílias dos estudantes matriculados na rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte, uma vez que, devido ao distanciamento social dos estudantes, tiveram aulas remotas. Ao fim, foi constatada a importância das compras institucionais para as famílias dos alunos matriculados e para o contexto econômico dos produtores familiares urbanos que compõem as dinâmicas da AUP na Região Metropolitana de Natal, localizada no estado do Rio Grande do Norte.
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    TCC
    Análise bibliográfica de publicações sobre a Área de Proteção Ambiental de Jenipabu: buscando relevâncias sustentáveis
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2020-10-27) Silva, Michel Andrade da; Barbosa, Jane Roberta de Assis; Nonato Junior, Raimundo; Oliveira, Júlia Diniz de
    As formas pelas quais as diversas sociedades manifestaram seus interesses econômicos, espirituais e culturais frente à apropriação dos espaços naturais, que por muitas vezes se apresentam com características frágeis, enriquecem as discussões socioambientais que se fortaleceram, sobretudo, a partir da segunda metade do século XX, com a inserção da sustentabilidade. Investigar a ascensão da problemática ambiental é uma maneira de elencar impactos negativos que se estendem por vários anos e podem comprometer as relações humanas na Terra. O presente trabalho tem como objetivo discutir a inserção da sustentabilidade na Área de Proteção Ambiental de Jenipabu – APAJ, a partir da análise de oito publicações das áreas de Geografia e Turismo, averiguando de que maneira esse conceito é introduzido no funcionamento dessa Unidade de Conservação (UC). Para tanto, como proposta metodológica, foram selecionados oito trabalhos sobre a APAJ com três diferentes temas: Uso e ocupação do solo; Gestão da APAJ; Desenvolvimento econômico e turismo. A partir da obtenção destes trabalhos, pode-se observar que a sustentabilidade na APAJ não abarca as vertentes social e ambiental de maneira satisfatória, dando maior respaldo às questões econômicas, intensificando a ocupação de maneira inadequada na UC, com o crescimento urbano desenfreado, e o descontrole na gestão dos conflitos existentes entre os diferentes grupos, pondo em risco a preservação ambiental
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    Dissertação
    Gestão do território em regiões metropolitanas no estado da Paraíba
    (2019-02-25) Oliveira, Júlia Diniz de; Nonato Júnior, Raimundo; ; ; Locatel, Celso Donizete; ; Gomes, Marquiana de Freitas Vilas Boas;
    A Região Metropolitana (RM) é um espaço geográfico de contradições, de institucionalizações forjadas e de novas formas de regionalização, onde se espera intensa urbanização, entrelaçamento territorial com municípios vizinhos e execução de políticas públicas. Na discussão geográfica contemporânea, destaca-se a problemática da “efetividade” da regionalização e metropolização destes espaços, expressas no planejamento de políticas setoriais, no sistema integrado de alocação de recursos e na execução compartilhada de projetos. A ausência de uma política metropolitana efetiva e de critérios claros para a delimitação de RM no Brasil implica em unidades instituídas que nem sempre apresentam práticas territoriais metropolitanas. A partir disso, tomou-se por objetivo analisar as RMs institucionalizadas na Paraíba sob o viés da Gestão do Território, discutindo os limites de sua efetividade enquanto fato e ferramenta. Enquanto pressuposto metodológico adotou-se os fundamentos do Método da Análise Regional e, orientados por uma perspectiva quantiqualitativa, foi construído o sistema de análise, organizado em indicadores comparativos de gestão do território. No plano dos procedimentos metodológicos, foram realizadas: pesquisa bibliográfica, tanto de autores da Geografia, quanto de temáticas afins ao estudo da RM, levantamento documental, obtido junto aos órgãos oficiais, como Assembleia Legislativa da Paraíba e IBGE, pesquisa de campo nas cidades-polo, com entrevistas efetivadas junto aos gestores municipais, com intuito de compreender as ações realizadas no âmbito da gestão metropolitana. Ainda foram realizados observações e mapeamentos de elementos socioespaciais oferecidos pela cidade-polo à região e etapa em laboratório, com trabalho cartográfico, tabulação dos dados e construção do sistema de indicadores. Os resultados apontam para uma crise na regionalização e para uma quase inexistência da metropolização na Paraíba. A dimensão ferramenta se impõe e, ao se impor, demonstra que as RMs instituídas no interior do estado correspondem a um instrumento de gestão do território, servindo para regulamentar um grupo de municípios que não apresentam projetos de planejamento territorial em comum. Essas RMs interioranas, a exceção de uma cidade de médio porte (Campina Grande – PB) se mostram em uma crise do fato, tanto na condição “regional” como na condição “metropolitana”. Instituem-se como ferramenta, e mesmo nesta condição se apresentam em situação de inércia e inoperância. Tomam-se, assim, essas RMs como um “fenômeno de papel”, fortemente presente na legislação e debilmente representado nas práticas territoriais.
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    TCC
    Ler o mundo no Ensino Fundamental dos anos iniciais: o lúdico como ferramenta didática para a Geografia
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2021-05-06) Fonseca, Iara Cristina Lima da; Fernandez, Pablo Sebastian Moreira; Fernandez, Pablo Sebastian Moreira; Soares Júnior, Francisco Cláudio; Oliveira, Júlia Diniz de
    O presente artigo discute a leitura de mundo na Geografia dos Anos Iniciais - Ensino Fundamental, utilizando a dimensão lúdica como ferramenta didática para tornar a disciplina mais atrativa para o educando, visto que, a mesma é um componente curricular importante para o aluno compreender o mundo, a vida e o cotidiano, onde cabe aos professores desenvolver práticas atrativas e instigantes que oportunize um pensamento espacial atrelado ao raciocínio geográfico desempenhando o papel de ensinar uma Geografia mais significativa. Com isso, este estudo pensou como proposta, utilizar a dimensão lúdica através da aplicação de uma experiência pedagógica, a sequência didática “Caça ao Tesouro” como ferramenta, resultando numa relação mais instigadora entre o aluno e a melhoria da sua compreensão de ler o mundo através de conteúdos específicos da Geografia. A elaboração da pesquisa se deu com o levantamento dos dados secundários que estão relacionados ao tema. Posteriormente o contato com as fontes primárias, realizada de forma remota, devido ao atual contexto da pandemia, onde foi possível concluir que o lúdico é uma forma metodológica que auxilia na prática docente do ensino dos conteúdos para a construção do conhecimento geográfico.
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    Tese
    Regiões metropolitanas do nordeste: dinâmicas regionais e disparidades territoriais
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-08-31) Oliveira, Júlia Diniz de; Nonato Júnior, Raimundo; Théry, Hervé Émilien René; https://orcid.org/0000-0002-3685-6631; http://lattes.cnpq.br/2778825855162912; https://orcid.org/0000-0002-4259-245X; http://lattes.cnpq.br/6771490646111216; Girardi, Eduardo; Locatel, Celso Donizete; https://orcid.org/0000-0001-7006-1480; http://lattes.cnpq.br/2047387364725653; Carvalho, Luiz Eugênio Pereira; Sousa, Silvio Braz de
    A Região Metropolitana (RM) é uma estratégia de planejamento territorial normatizada pelos estados/União, que visam o “equilíbrio” regional. A questão geográfica evocada nesta tese é até onde a RM tem efetividade de ação enquanto região. Para isso, tomou-se como objetivo analisar as RMs do Nordeste brasileiro sob o viés da Gestão do Território, discutindo os limites de sua efetividade a partir suas dinâmicas regionais e disparidades territoriais. Enquanto percurso metodológico, adotaram-se os fundamentos do Método da Análise Regional e, orientado por uma perspectiva quanti-qualitativa, foi construído o sistema de análise, estruturado em 10 indicadores e 84 variáveis comparativas de gestão do território. No plano dos procedimentos metodológicos, foram realizadas: pesquisa bibliográfica, a partir de autores da Geografia e temáticas relacionadas a RM, pesquisa documental, junto aos órgãos oficiais como assembleia legislativa estadual, levantamento de dados em 14 bases oficiais, trabalho de campo no município-sede das RMs, no qual foram realizadas entrevistas com gestores e técnicos vinculados a órgãos municipais e estaduais que atuam no planejamento territorial, na etapa de laboratório foram realizados trabalho cartográfico, tabulação dos dados, construção do sistema de indicadores e elaboração de business intelligence. Os resultados apontam que nas RMs a regionalização, enquanto ferramenta, se impõe e, ao se impor, demonstra que as RMs instituídas, em especial, no interior do Nordeste correspondem a um instrumento para regulamentar um grupo de municípios que não estabeleceram mecanismos de planejamento e gestão metropolitana. Essas regiões interioranas mostram-se em uma crise do fato geográfico, tanto na condição “regional” como na condição “metropolitana”. Os diferentes níveis de regionalização desempenhados pelas RMs permitiram categorizá-las em regiões que: 1) regionaliza e metropoliza; 2) regionaliza e metropoliza parcialmente; 3) regionaliza, mas não metropoliza; 4) regionaliza parcialmente e não metropoliza; 5) não regionaliza e não metropoliza.
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