Logo do repositório
  • Página Inicial(current)
  • Buscar
    Por Data de PublicaçãoPor AutorPor TítuloPor Assunto
  • Tutoriais
  • Documentos
  • Sobre o RI
  • Eventos
    Repositório Institucional da UFRN: 15 anos de conexão com o conhecimento
  • Padrão
  • Amarelo
  • Azul
  • Verde
  • English
  • Português do Brasil
Entrar

SIGAA

  1. Início
  2. Pesquisar por Autor

Navegando por Autor "Ortiz, Nicolas Moore"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 1 de 1
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Nenhuma Miniatura disponível
    TCC
    Mineradores dos recifes: influência do tamanho corporal na remoção de carbonato de cálcio recifal pelo budião azul Scarus trispinosus
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-12-08) Ortiz, Nicolas Moore; Longo, Guilherme Ortigara; Roos, Natália Carvalho; https://orcid.org/0000-0003-0773-7761; http://lattes.cnpq.br/0576736376435037; http://orcid.org/0000-0003-2033-7439; http://lattes.cnpq.br/3947302863354812; http://lattes.cnpq.br/0127719625139915; Longhini, Cybelle Menolli; http://lattes.cnpq.br/9860249629296525; Inagaki, Kelly Yumi; https://orcid.org/0000-0002-5469-7646; http://lattes.cnpq.br/0516521616848399
    Os bioerodidores são organismos que desempenham um papel ecológico vital nos recifes, contribuindo para a formação de um sedimento rico em carbonato de cálcio (CaCO₃) ao consumirem ou desgastarem organismos e substratos calcificados. Os principais bioerodidores nos recifes de coral são peixes do grupo Labridae:Scarinae, popularmente conhecidos como “peixes-papagaio” por possuírem um aparato bucal em forma de “bico”. No Brasil, a espécie que atinge o maior tamanho corporal é endêmica e a mais ameaçada, Scarus trispinosus, desempenha um papel ecológico chave como maior bioerodidor dos recifes. Indivíduos maiores (> 400 mm) são considerados “escavadores”, sendo capazes de remover maiores quantidades de substrato ao se alimentarem. No presente estudo, quantificamos a quantidade de carbonato de cálcio contida no estômago de 69 indivíduos desta espécie, de tamanhos variados (231-590 mm), coletados entre três recifes com diferentes composições bentônicas do Rio Grande do Norte (Urcas, Rio do Fogo e Baía Formosa). A partir dessas amostras, visamos elucidar a influência do tamanho corporal e da localidade de origem dos espécimes na quantidade de carbonato ingerido. O conteúdo estomacal foi removido e processado para dissolver o carbonato de cálcio, quantificando-o pela diferença entre o peso da amostra antes e depois do processo de descalcificação. Observamos que indivíduos de maior tamanho (> 400 mm) obtiveram o maior peso de carbonato de cálcio em seus estômagos. Porém, indivíduos de menor tamanho (< 400 mm) e de localidades com maior quantidade de organismos calcificados no substrato (Rio do Fogo e Urcas) também apresentaram quantidades significativas em relação a indivíduos maiores da localidade com menos organismos calcificados no substrato (Baía Formosa). Isto indica que a disponibilidade dos organismos calcificados como recurso alimentar também pode ser um fator determinante na quantidade de carbonato de cálcio ciclado entre indivíduos de diferentes tamanhos. Os resultados apontam que a bioerosão e contribuição para formação de sedimentos ricos em carbonato de cálcio ocorre durante toda a vida do budião-azul e que a espécie pode ser seletiva em locais com menor abundância de organismos calcificados, ressaltando assim sua importância ecológica.
Repositório Institucional - UFRN Campus Universitário Lagoa NovaCEP 59078-970 Caixa postal 1524 Natal/RN - BrasilUniversidade Federal do Rio Grande do Norte© Copyright 2025. Todos os direitos reservados.
Contato+55 (84) 3342-2260 - R232Setor de Repositórios Digitaisrepositorio@bczm.ufrn.br
DSpaceIBICT
OasisBR
LAReferencia
Customizado pela CAT - BCZM